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Comentários

  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrator, Moderator
    R. As coisas estão mudando. O que eu mais acompanho é o Vale do Silício, onde há dois anos todos acreditavam que a Amazon, o Google e o Facebook eram a coisa mais genial da história. Agora, por outro lado, a hostilidade em relação a essas empresas é incrível. Até mesmo Elizabeth Warren [pré-candidata presidencial democrata] fala na necessidade de fragmentar essas plataformas.
    Quando a empresa é pequena, é linda, maravilhosa, inovadora, vai mudar o mundo.
    Quando cresce, é opressora, explora os funcionários, engana os clientes.
  • PugIIPugII Member
    Fernando_Silva disse:
    R. As coisas estão mudando. O que eu mais acompanho é o Vale do Silício, onde há dois anos todos acreditavam que a Amazon, o Google e o Facebook eram a coisa mais genial da história. Agora, por outro lado, a hostilidade em relação a essas empresas é incrível. Até mesmo Elizabeth Warren [pré-candidata presidencial democrata] fala na necessidade de fragmentar essas plataformas.
    Quando a empresa é pequena, é linda, maravilhosa, inovadora, vai mudar o mundo.
    Quando cresce, é opressora, explora os funcionários, engana os clientes.


    Ena, sempre no contra!


    O que importa são os factos.
    Empresas demasiado grandes não é bom para a sociedade, mesmo que tratassem bem os trabalhadores.

    Motivo?
    Monopólio. Uso de posição privilegiada para impedir a inovação e o desenvolvimento de alternativas.
    Isto é por demais sabido.
    Limita a liberdade dos clientes, sim. Todos vimos o que sucede quando uma empresa ocupa uma posição dominante - ela decide o que os clientes querem comprar. Ou limita a escolha cortando o acesso a outros produtos existentes.

    Algoritmos, já decidem o que nós vemos na internet em geral, nas redes sociais em particular.

    Custa assim tanto entender?

    Peguemos por exemplo na fundação dos EUA.
    Aqueles homens pensaram um sistema que dividisse o poder, estando cada parte em competição e vigilância entre si. Mas, este sistema entra em crise, assim que o poder se unifica nas mãos de um ou poucos.

    Todos pensam igual. Todos compram igual.
  • O que importa são os factos.
    Empresas demasiado grandes não é bom para a sociedade, mesmo que tratassem bem os trabalhadores.

    Motivo?
    Monopólio. Uso de posição privilegiada para impedir a inovação e o desenvolvimento de alternativas.

    Taxistas aqui nunca impediram o UBER, mas eles resolveram recorrer a justiça para tentar acabar com a concorrência.

    O problema é o conchavo empresa x estado.
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • Fernando_Silva escreveu: »
    R. As coisas estão mudando. O que eu mais acompanho é o Vale do Silício, onde há dois anos todos acreditavam que a Amazon, o Google e o Facebook eram a coisa mais genial da história. Agora, por outro lado, a hostilidade em relação a essas empresas é incrível. Até mesmo Elizabeth Warren [pré-candidata presidencial democrata] fala na necessidade de fragmentar essas plataformas.
    Quando a empresa é pequena, é linda, maravilhosa, inovadora, vai mudar o mundo.
    Quando cresce, é opressora, explora os funcionários, engana os clientes.

    Sempre assim: o lucro é o vilão.
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • PugIIPugII Member
    Lucro dizem:

    https://expresso.pt/economia/2018-03-02-Antonio-Mexia-ganhou-229-milhoes-de-euros-em-2017#gs.5ofg04


    O gestor embolsa 229 milhões de euros brutos, claro, o coitado ainda terá que pagar impostos...



    O gajo só auferiu 0.2 % do lucro, portanto é até mal pago.




    Não tem mal em haver lucros, nem a usar este lucro para investir na empresa. Existe muita estupidez ao criar um fosso tão elevado entre o salário do gestor e o mais baixo salário dos funcionários da empresa.


    Existe um problema também, quando os dividendos elevados colocam em risco o futuro da empresa.
    Quando esta vai à falência, sendo estratégica ( bancos, energia, etc) o dinheiros dos contribuintes pagará a dívida.



    ...

  • O que você entende disso?
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrator, Moderator
    PugII disse:
    Peguemos por exemplo na fundação dos EUA.
    Aqueles homens pensaram um sistema que dividisse o poder, estando cada parte em competição e vigilância entre si. Mas, este sistema entra em crise, assim que o poder se unifica nas mãos de um ou poucos.

    Todos pensam igual. Todos compram igual.
    Se comprarem igual, mas tiverem o que e como comprar, estarão melhor que sem opções e sem dinheiro.

    O mundo é uma bosta. Fiquemos com a bosta que fede menos.

  • É... o zamericanus têm essa de torcer o nariz para quem fica grande demais. O Rockfeller tinha praticamente o monopólio da extração, refino e venda de derivados de petróleo, mas não manteve esse monopólio, pois o governo exigiu que ele fragmentasse suas empresas. E se tem aí grande zempresas na área de informática, se adotarem práticas monopolistas, aí vai ter reação.

    Quanto a impedir inovações, o tiro pode sair pela culatra. Quem foi a inventora da câmara digital? Foi a Sansung? Foi a Apple? Nenhuma delas: foi a... Kodak. É, gente, um jovem engenheiro da Kodak desenvolveu trabalhos que levaram à invenção da câmara digital. Mas os donos da empresa ficaram aterrorizados de ver uma coisa que ia liquidar com os segredos de filmes e dos quiosques de venda deles. Engavetaram a coisa sem dó. Mas mesmo escondendo ao máximo, a câmara digital veio a público e a Kodak ganhou bilhões com as patentes sobre a obra. Mas com o fim delas, a empresa faliu. Conseguiu se recuperar demolindo 80 prédios, demitindo 27.000 empregados, restruturando-se, mas nunca foi a mesma coisa. Quando a esperteza é muito grande, acaba comendo o próprio dono.
  • Botânico disse: É... o zamericanus têm essa de torcer o nariz para quem fica grande demais. O Rockfeller tinha praticamente o monopólio da extração, refino e venda de derivados de petróleo, mas não manteve esse monopólio, pois o governo exigiu que ele fragmentasse suas empresas. E se tem aí grande zempresas na área de informática, se adotarem práticas monopolistas, aí vai ter reação.

    Quanto a impedir inovações, o tiro pode sair pela culatra. Quem foi a inventora da câmara digital? Foi a Sansung? Foi a Apple? Nenhuma delas: foi a... Kodak. É, gente, um jovem engenheiro da Kodak desenvolveu trabalhos que levaram à invenção da câmara digital. Mas os donos da empresa ficaram aterrorizados de ver uma coisa que ia liquidar com os segredos de filmes e dos quiosques de venda deles. Engavetaram a coisa sem dó. Mas mesmo escondendo ao máximo, a câmara digital veio a público e a Kodak ganhou bilhões com as patentes sobre a obra. Mas com o fim delas, a empresa faliu. Conseguiu se recuperar demolindo 80 prédios, demitindo 27.000 empregados, restruturando-se, mas nunca foi a mesma coisa. Quando a esperteza é muito grande, acaba comendo o próprio dono.


    Tudo e um ciclo de comeco meio e fim. Nada e para sempre. Se voce se acomoda corre um risco de ficar pra tras mas se voce esta em busca continua pode correr o risco de ser bem sucedido. Isso gera repercurssao.
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrator, Moderator
    No começo das câmeras digitais, aí por volta de 2003, achava-se que todo mundo iria querer imprimir as fotos que tirasse, daí foram lançadas trocentas impressoras para papel tipo fotográfico, conexões por cabo ou por bluetooth entre câmera e impressoras; as tradicionais lojas de revelação de filmes se adaptaram para imprimir fotos e assim por diante.

    No entanto, hoje em dia você não encontra mais câmeras comuns à venda em qualquer loja como antes, apenas câmeras profissionais, em lojas especializadas. Todo mundo tira fotos com celular.

    E ninguém imprime os milhares de fotos que acabam esquecidas no fundo de algum HD, com exceção de umas poucas que são postadas nas redes sociais. Para atender às poucas vovós e titias que ainda insistem em ter um porta-retratos na cabeceira, algumas lojas de impressão sobreviveram, mas são muito raras.
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