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A ingenuidade de combater o Islamismo proibindo legalmente toda imigração islâmica

HuxleyHuxley Member
editado February 2017 em Religião é veneno
Sim à imigração, não ao relativismo cultural

Defender a livre imigração não envolve acreditar que os imigrantes são seres angelicais 

Por Leandro Narloch

access_time12 jan 2016, 16h53 - Atualizado em 9 fev 2017, 14h37

Muita gente tem me perguntado se continuo a favor da livre imigração mesmo depois dos casos de agressão sexual na Alemanha. As mulheres agredidas contaram à polícia que os criminosos eram “homens jovens, de aparência árabe ou norte-africana”. Casos como esse não seriam um bom motivo para impedir a imigração?

Não. Casos como os da Alemanha são um bom motivo para se opor ao relativismo cultural e para defender a tolerância zero contra imigrantes criminosos. Ser favorável à livre imigração não envolve achar que os imigrantes são todos bonzinhos. Também não exige aderir aos politicamente corretos e relativistas culturais, para quem o respeito a culturas exóticas é mais importante que a noção tradicional de direitos humanos.

Imigração é uma excelente notícia se os imigrantes forem um ativo para o país (e não um passivo, que demanda gastos do governo), e se não ameaçarem o império da lei. O que põe a Europa em risco não é a imigração, mas a tolerância relativista.O maior erro desse debate é acreditar que o Estado consegue deter a imigração. Queiram os engenheiros sociais ou não, os imigrantes entram. Dentro do país, transformá-los em ilegais só agrava o problema. A burocracia e a consequente ilegalidade mantêm guetos, dificultam a assimilação e criam mercado para mafiosos (que medeiam conflitos entre quem não pode contar com a mediação da polícia).

Nos Estados Unidos, onde há mais liberdade econômica e menos relativismo, a assimilação é maior. Por lá, a conexão entre imigrantes e criminalidade “é mítica”. “Muitos estudos mostram que recém-chegados têm menos chances que os nativos de cometerem crimes violentos ou serem presos”, diz Jason Riley, colunista do Wall Street Journal – e da Fox News.

Uma discussão elegante costuma respeitar o “Princípio da Caridade”, segundo o qual é preciso interpretar da melhor forma possível as afirmações e os argumentos do adversário de um debate. Da próxima vez que um imigrante muçulmano cometer um crime, peço aos opositores à imigração que se lembrem desse princípio. Eu não admiro culturas exóticas, não acho que os muçulmanos são todos bondosos e não quero dar abraços grátis em terroristas. Acredito apenas que deter a imigração traz muito mais prejuízos que benefícios.

@lnarloch

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/cacador-de-mitos/sim-a-imigracao-nao-ao-relativismo-cultural/

Comentários: Não sei se funciona essa coisa da livre imigração, mas vejo que o artigo tem o mérito de abordar o que não funciona. Ainda bem que muitos políticos não são burros de querer barrar toda a imigração islâmica.
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Comentários

  • Huxley disse: Sim à imigração, não ao relativismo cultural

    Defender a livre imigração não envolve acreditar que os imigrantes são seres angelicais 

    Por Leandro Narloch

    access_time12 jan 2016, 16h53 - Atualizado em 9 fev 2017, 14h37

    Muita gente tem me perguntado se continuo a favor da livre imigração mesmo depois dos casos de agressão sexual na Alemanha. As mulheres agredidas contaram à polícia que os criminosos eram “homens jovens, de aparência árabe ou norte-africana”. Casos como esse não seriam um bom motivo para impedir a imigração?

    Não. Casos como os da Alemanha são um bom motivo para se opor ao relativismo cultural e para defender a tolerância zero contra imigrantes criminosos. Ser favorável à livre imigração não envolve achar que os imigrantes são todos bonzinhos. Também não exige aderir aos politicamente corretos e relativistas culturais, para quem o respeito a culturas exóticas é mais importante que a noção tradicional de direitos humanos.

    Imigração é uma excelente notícia se os imigrantes forem um ativo para o país (e não um passivo, que demanda gastos do governo), e se não ameaçarem o império da lei. O que põe a Europa em risco não é a imigração, mas a tolerância relativista.O maior erro desse debate é acreditar que o Estado consegue deter a imigração. Queiram os engenheiros sociais ou não, os imigrantes entram. Dentro do país, transformá-los em ilegais só agrava o problema. A burocracia e a consequente ilegalidade mantêm guetos, dificultam a assimilação e criam mercado para mafiosos (que medeiam conflitos entre quem não pode contar com a mediação da polícia).

    Nos Estados Unidos, onde há mais liberdade econômica e menos relativismo, a assimilação é maior. Por lá, a conexão entre imigrantes e criminalidade “é mítica”. “Muitos estudos mostram que recém-chegados têm menos chances que os nativos de cometerem crimes violentos ou serem presos”, diz Jason Riley, colunista do Wall Street Journal – e da Fox News.

    Uma discussão elegante costuma respeitar o “Princípio da Caridade”, segundo o qual é preciso interpretar da melhor forma possível as afirmações e os argumentos do adversário de um debate. Da próxima vez que um imigrante muçulmano cometer um crime, peço aos opositores à imigração que se lembrem desse princípio. Eu não admiro culturas exóticas, não acho que os muçulmanos são todos bondosos e não quero dar abraços grátis em terroristas. Acredito apenas que deter a imigração traz muito mais prejuízos que benefícios.

    @lnarloch

    Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/cacador-de-mitos/sim-a-imigracao-nao-ao-relativismo-cultural/

    Comentários: Não sei se funciona essa coisa da livre imigração, mas vejo que o artigo tem o mérito de abordar o que não funciona. Ainda bem que muitos políticos não são burros de querer barrar toda a imigração islâmica.

    Eu sou totalmente contra qualquer tipo de imigração.

    No caso de refugiados, acho que deveria haver uma organização internacional que criasse e administrasse uma ou mais áreas internacionais em países com áreas grandes, como o Brasil, por exemplo, para os acolher em regime militar draconiano e com esterilização compulsória.
    Meu PC é Pai, Filho, e Espírito Santo. O pai é o hardware, o filho, o software, e o ES, a energia elétrica.
  • PugIIPugII Member
    Eu sou totalmente contra qualquer tipo de imigração.

    No caso de refugiados, acho que deveria haver uma organização internacional que criasse e administrasse uma ou mais áreas internacionais em países com áreas grandes, como o Brasil, por exemplo, para os acolher em regime militar draconiano e com esterilização compulsória.

    É hora de começar a matar migrantes. Proponho brasileiros e portugueses para começar.

    p.s. ainda bem que voltei para casa hihihi
  • PugIIPugII Member
    Migração é algo natural na espécie humana, sempre houve, inclusive em larga escala.
    A esmagadora maioria dos brasileiros são migrantes ( fiquemos por 1500 d.c.)...

    Uma solução mais simples passa por não destruir a casa dos outros. Acrescente-se uma real vontade política de obter um mundo de cooperação ao invés de competição ( indústria do armamento sofreria o maior golpe).

    As pessoas, na sua maioria, não desejam migrar. As saudades de casa, o desconforto de ser estranho noutra terra, torna indesejado migrar e só quem já migrou tem noção disto concreta. Os restantes sabem que em si, tantas vezes, há esse sentimento, apesar do desconforto vivo na minha terra.
     
  • Defender a livre imigração não envolve acreditar que os imigrantes são seres angelicais

    Exatamente: uma seleção, não deixar qualquer um entrar. Mas mesmo assim tem mimimimi.
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • Quando um idoota fala que imigrantes vieram para o Brasil , ele desonestamente esconde que a maioria absurda destes imigrantes vieram para somar, não para diminuir ou se benefeciar de regalias do governo .
    Não tenho motivos pra acreditar em uma Divindade .
    O campo do saber é denso e inesgotável , isso é fascinante e muitas vezes frustrante .
    O futuro é = 1 e não pode ser outro .Que a sorte nos acompanhe amém .
    "Eu canto com a minha alma, com o meu corpo, com o meu sexo... Eu canto inteira! "
     Janis Joplin
    Azafatas-a-todo-o-nada.jpg
     
  • PugIIPugII Member
    Ó Zeus quanta distorção e falsidade.


     
  • ENCOSTOENCOSTO Member
    Distorção e comparar a colonização com imigracao. Na verdade, e burrice mesmo.
  • CameronCameron Member
    A solução é tratá-los de braços abertos e sem a menor discriminação entre nenhum deles, mesmo aqueles marmanjões com mais de 30 anos se declarando como crianças, tem funcionado tão bem até agora... >_>
  • PugIIPugII Member
    ENCOSTO disse: Distorção e comparar a colonização com imigracao. Na verdade, e burrice mesmo.

    Hahahaha.

    Por acaso tem tudo a ver com a colonização também. Cidadãos dos orgulhosos impérios europeus vieram para a metropole.
    Tenho vontade de rir, especialmente, devido à ignorância de que as comunidades não europeias instalaram-se na metropole ainda no século XIX aumentando em número ao longo de todo o século XX. 

    ---

    Em 1979 ocorreu um dos mais importantes eventos da história mundial, sobretudo, devido às consequências que se lhe seguiram noutras nações. É preciso separar migrações da era colonial e a nova era em que o mundo colhe o que semeou em resposta a 1979
  • PugIIPugII Member
    Cameron disse: A solução é tratá-los de braços abertos e sem a menor discriminação entre nenhum deles, mesmo aqueles marmanjões com mais de 30 anos se declarando como crianças, tem funcionado tão bem até agora... >_>


    Hahahaha

    já ri o suficiente 
  • ENCOSTOENCOSTO Member
    Hahahaha.

    Por acaso tem tudo a ver com a colonização também. Cidadãos dos orgulhosos impérios europeus vieram para a metropole.

    Isso não é colonização, seu burro.
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrator, Moderator
    editado March 24
    Há uma enorme diferença entre estrangeiros que se mudam para outro país e se adaptam à cultura e valores deste e estrangeiros que tentam impor sua cultura estrangeira e seus valores fundamentalistas para transformar o país hospedeiro em uma cópia do país de bosta do qual fugiram.

    O Brasil recebeu milhares de sírios e libaneses desde o final do século 19. Adaptaram-se à nossa cultura em vez de tentar mudá-la. Isto é bem diferente dos guetos de islamistas que invadem o ocidente insistindo em construir mesquitas, entupir as ruas de malucos de bunda para o ar 5 vezes por dia, manter as mulheres vestidas como barracas de praia e fazer valer a shariah sobre a Lei Maior.

    O Islã já nasceu de armas na mão, invadindo e impondo sua crendice. Teria mudado? Não creio. Talvez só os métodos: infiltrar-se aos poucos em vez de usar a força.
  • PugIIPugII Member
    Isso não é colonização

    Vc não faz ideia do que fala.

    A colonização e a descolonização proporcionou migrações que tornaram parte integrante da cultura europeia aquilo que hoje se quer rejeitar. 
    Todo o ponto é aceitar a verdade - aquilo que os tontos dizem não fazer parte da Europa, é parte da Europa via era imperial.

    As pessoas coloridas na Europa não são necessariamente estrangeiros, e sim legitimos cidadãos integrados na sequência da era colonial.
    ( os países com mais pessoas coloridas foram todos colonizadores noutros continentes, sem qualquer excepção).


    Os idiotas que querem fazer da crise de refugiados um modo de atacar a todos os cidadãos merecem ir TNC.


    Nota: Mayotte, ilha africana que França mantém como sua à força, torna todos os seus ciadãos franceses e europeus.
    martinique, guadaloupe, Guyanne, etc.
    Holanda também andou a brincar aos impérios e mantém colónias.
    Portugal idem, porém é o país mais sereno na Europa, fruto de um modo de estar peculiar.
    Espanha que detém os territórios conquistados por Portugal em 1415 no norte de África...
    Bélgica e o seu Congo, etc. Entretanto, muito devido à geografia ( France), junto com a Holanda passou a ser polo de atracção do magrebe francês....

    E por fim, o mais engraçado: europeus querendo mão de obra barata, buscaram na Turquia mão para toda a obra.
    Alemanha, Bélgica, França e Holanda no topo ( especialmente Alemanha).

    Ah, esquecia a grandeza do nobre império britânico. Pakis, ou como em Portugal são chamados, monhés, vieram em grande número. 

    Commonwealth

    Isto de andar a colonizar o mundo, tem os seus efeitos colaterais.
    As excepções só confirmam a regra.

    p.s. a história é mais complexa do que isto, só que me divirto assim...

     
  • PugIIPugII Member
    Há uma enorme diferença entre estrangeiros que se mudam para outro país e se adaptam à cultura e valores deste e estrangeiros que tentam impor sua cultura estrangeira e seus valores fundamentalistas para transformar o país hospedeiro em uma cópia do país de bosta do qual fugiram.

    Esse é o grande erro de interpretação da realidade.
    Os doidos fundamentalistas ( raros) que fugiram dos seus países, não pretendem criar uma cópia do pais de origem, caso contrário não teriam fugido de lá -  Pensa homem!
    Eles fugiram por serem perseguidos nas suas ideias doidas. Outros, simplesmente migraram sem qualquer intenção outra que melhorar a sua vida, pelo caminho as coisas não correram bem.
    (pensar outra coisa remete a teoria da conspiração).


    Milhares de europeus foram combater pelo daesh. Estes eram na minoria criminosos de delito comum. Jovens que a sociedade europeia não soube integrar. A maioria desprovidos de religião, identidade ou qualquer rumo...
    De repente, foi-lhes dado o caminho de redempção dos pecados ( aqui estou a aludir à história medieval europeia...).
    Partiram para lutar e tornaram-se carniceiros, ao ponto de enojarem os combatentes locais...(há bandidos em todo o lado, mas os europeus eram em grande número, segundo companheiros locais, dos mais sádicos).


    Não menos importante, não é impor costumes nem a cultura lutar por direitos que todos possuem.
    Os judeus são uma minoria e possuem tribunais em solo europeu, sempre enquadrados por uma lei superior. Isto é o que alguns muçulmanos pretendem ou já obtiveram.

    Quando os conservadores na Europa são contra o aborto, estão a impor o seu costume e cultura aos que não são contra. A maioria das pessoas já adoptou o costume do aborto...
    Entende?

    As sociedades não são monoliticas, tipo aquelas que nós cremos serem selvagens. O mundo muda, as sociedades mudam, isto é imparável, o que podemos fazer é orientar o rumo desta mudança conforme o nosso interesse pessoal ( maioria).
    Não está em risco de a Europa tornar-se muçulmanos nos anos mais próximos, mas se vier a ocorrer é algo natural.
    Fomos pagãos, cristãos...ateus...e Zeus sabe mais lá o que se seguirá.

    No entanto, apesar de n partilhar do vosso racismo e das ideias nacional-socialistas, considero que a questão do Islão na Europa é para debater. O que nunca deixou de ser feito, enquadrando e não temendo...
    Onde for preciso, adaptamo-nos, pois os cidadãos livres não têm que abdicar da sua consciência porque os racistas querem.

    É tão fácil encontrar um ponto de equilibrio. Acima de tudo e para começo de conversa basta respeitar a lei fundamental de cada país ( ou hábitos nas quais esta n exista). Isto significa garantir a liberdade a todos e não só aos racistas ofendidos...

     
  • ENCOSTOENCOSTO Member
    burro, abra um dicionário antes de perder tempo escrevendo bosta. 

    Entenda o que é colonização e imigração

    http://www.riogrande.com.br/rio_grande_do_sul_entenda_o_que_e_colonizacao_e_imigracao-o3093.html

    Considera-se como imigração o movimento de entrada, com ânimo permanente ou temporário e com a intenção de trabalho ou residência, de pessoas ou populações, de um país para outro.O imigrante nunca deve ser confundido com:
    • nômade, aquele que se desloca entre uma ou mais fronteiras, sem fixar residência;
    • emigrante, aquele que sai de um país com ânimo permanente ou temporário e com a intenção de buscar trabalho e/ou residência em outro país;
    • colono, aquele que se desloca para uma região geralmente pouco povoada de seu país de origem, ou de um território dominado por este país, com o intuito de ali fixar residência e produzir economicamente. Esta colonização também pode se revestir de um caráter político de ocupação, dominação ou exploração de um território por um governo.
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigração
     
  • PugIIPugII Member
    ENCOSTO disse: burro, abra um dicionário antes de perder tempo escrevendo bosta. 

    Entenda o que é colonização e imigração

    http://www.riogrande.com.br/rio_grande_do_sul_entenda_o_que_e_colonizacao_e_imigracao-o3093.html

    Considera-se como imigração o movimento de entrada, com ânimo permanente ou temporário e com a intenção de trabalho ou residência, de pessoas ou populações, de um país para outro.O imigrante nunca deve ser confundido com:
    • nômade, aquele que se desloca entre uma ou mais fronteiras, sem fixar residência;
    • emigrante, aquele que sai de um país com ânimo permanente ou temporário e com a intenção de buscar trabalho e/ou residência em outro país;
    • colono, aquele que se desloca para uma região geralmente pouco povoada de seu país de origem, ou de um território dominado por este país, com o intuito de ali fixar residência e produzir economicamente. Esta colonização também pode se revestir de um caráter político de ocupação, dominação ou exploração de um território por um governo.
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigração
     

    Quem falou que era a mesma coisa?

    Não tenho pachorra, xau
  • HuxleyHuxley Member
    Há uma enorme diferença entre estrangeiros que se mudam para outro país e se adaptam à cultura e valores deste e estrangeiros que tentam impor sua cultura estrangeira e seus valores fundamentalistas para transformar o país hospedeiro em uma cópia do país de bosta do qual fugiram.

    O Brasil recebeu milhares de sírios e libaneses desde o final do século 19. Adaptaram-se à nossa cultura em vez de tentar mudá-la. Isto é bem diferente dos guetos de islamistas que invadem o ocidente insistindo em construir mesquitas, entupir as ruas de malucos de bunda para o ar 5 vezes por dia, manter as mulheres vestidas como barracas de praia e fazer valer a shariah sobre a Lei Maior.
     

    Não deixa de ser irônico e contraditório a repreensão ao que é chamado de "impor sua cultura e valores" justamente por alguém envolvido em qualquer grau de influência social que queira que as imagens de seus valores estejam difundidos o máximo possível no mundo (quase todo mundo do mundo, para falar a verdade).

    A maioria da população religiosa - população islâmica incluída - está pouco se lixando para princípios abstratos políticos. A maioria quer saber é de pão na mesa, cerveja, ter lazer e sobrevivência segura. E isso  inclui ter paz a maior parte do tempo. A maioria das pessoas religiosas (isso obviamente não inclui os homens-bomba suicidas e os muçulmanos salafistas) são fundamentalmente ateístas no sentido que não tem pretensões de entrar em guerra para que outras pessoas sejam convertidas a sua religião. Portanto, não é admissível usar “valores judaico-cristãos” ou “princípios ocidentais” no tratamento do salafismo intolerante, que nega o direito de outras pessoas de terem sua própria religião. 

    E fatores culturais religiosos não tem importância para explicar porque a maior parte dos países islâmicos são subdesenvolvidos. Isso já foi explicado sistematicamente por James Robinson e Daron Acemoglun em "Porque as Nações Fracassam": http://religiaoeveneno.com.br/discussion/187/hipotese-cultural-do-subdesenvolvimento-desmistificada
  • ENCOSTOENCOSTO Member
    Quem falou que era a mesma coisa?

    Não tenho pachorra, xau

    "Migração é algo natural na espécie humana, sempre houve, inclusive em larga escala.
    A esmagadora maioria dos brasileiros são migrantes ( fiquemos por 1500 d.c.)..."
  • PugIIPugII Member
    "Migração é algo natural na espécie humana, sempre houve, inclusive em larga escala.
    A esmagadora maioria dos brasileiros são migrantes ( fiquemos por 1500 d.c.)..."
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    Extrapolou e errou, típico.

     
  • VolpiceliVolpiceli Member
    editado March 25
    O problema é que os europeus não querem saber de fazer filhos mais. Se a Europa for "conquistada", por quem quer que seja, vai ser por que os europeus simplesmente não quiseram mais.
  • PugIIPugII Member
    editado March 25
    Volpiceli disse: O problema é que os europeus não querem saber de fazer filhos mais. Se a Europa for "conquistada", por quem quer que seja, vai ser por que os europeus simplesmente não quiseram mais.

    Não se pode ter filhos com o modelo neoliberal actual. Uma pessoa aos 35 anos é agora dado como jovem ( no meu tempo era -25 anos) e tantos destes "jovens" necessitaram retornar na casa dos pais. Apesar de trabalharem, terem formação superior, não podem pagar uma renda de casa com o salário "competitivo" que se lhes foi imposto.
    Outros, até conseguem viver independentes, porém com vínculos laborais precários. Preferem viajar a sacrificar-se em constituir uma família.

    Ao todo podemos juntar, de facto, um novo modo de estar na vida, no qual o futuro se faz ausente ou negro.
    As pessoas em geral com menos 10 anos do que eu ou mais, não pensam em casar, nem ter filhos. As relações sociais/amorosas/etc são passageiras e desapegadas. Não se constituem vínculos emocionais...

    Isto é a minha percepção da realidade. Tive a oportunidade de nos últimos anos lidar de perto com estudantes universitários e dei conta de haver uma juventude capaz, produtiva, criativa, só que desorientada no sentido de transmitir valores a uma próxima geração ( the world is doomed).

     
  • ENCOSTOENCOSTO Member
    Extrapolou e errou, típico.

    Acertei. Você é burrão e não sabe a diferença entre colonização e imigração. 
  • HuxleyHuxley Member
    editado March 29
    Percival disse:
    Defender a livre imigração não envolve acreditar que os imigrantes são seres angelicais

    Exatamente: uma seleção, não deixar qualquer um entrar. Mas mesmo assim tem mimimimi.

    Acho que não havia motivo para concordar. O libertário Leandro Narloch não defende seleção de imigração, mas sim a livre imigração para imigrantes não criminosos. Que era a mesma posição de Milton Friedman, com a ressalva de que, segundo ele, a meta de livre imigração só seria viável sem fornecimento de Welfare State para os imigrantes: 
    http://freestudents.blogspot.com.br/2008/02/what-milton-friedman-really-said.html
  • PugIIPugII Member
    editado March 29
    Acho que não havia motivo para concordar. O libertário Leandro Narloch não defende seleção de imigração, mas sim a livre imigração para imigrantes não criminosos. Que era a mesma posição de Milton Friedman, com a ressalva de que, segundo ele, a meta de livre imigração só seria viável sem fornecimento de Welfare State para os imigrantes: 
    http://freestudents.blogspot.com.br/2008/02/what-milton-friedman-really-said.html
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    Como também defendo a livre circulação, tenho um problema em lidar com o possível excesso de migrantes. 
    Friedman resolve isso tornando menos apetecível a migração para alguns migrantes,negando-lhes o estado social - será suficiente?

    Migrantes buscam na Europa mais do que um Estado social, penso eu, que muitos nem sabem o que é. A Europa representa no imaginário a oportunidade e a segurança para uma vida bem sucedida. Por este motivo, atravessam desertos e mar para aqui chegarem.

     
  • PugIIPugII Member
    É preciso ter a perspectiva deles e não a nossa:

    http://www.voxeurop.eu/pt/content/article/54611-um-somali-perdido-na-romenia


    Roménia não é lugar para onde eu desejasse ir, no entanto, pode ser um paraíso para outros.
  • CameronCameron Member
    É preciso ter a perspectiva deles e não a nossa:

    Na casa deles talvez, quando eles vem a nossa casa ou aceitam NOSSA perspectiva ou fujam para outro lugar.
  • PugII escreveu: »
    É preciso ter a perspectiva deles e não a nossa:

    http://www.voxeurop.eu/pt/content/article/54611-um-somali-perdido-na-romenia


    Roménia não é lugar para onde eu desejasse ir, no entanto, pode ser um paraíso para outros.

    É preciso que eles se adaptem ao local e não contrário. Você receberia alguém na sua casa que mudasse sua rotina ou que pegasse sua toalha de banho pra limpar o cu depois de uma bela cagada?

      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • PugIIPugII Member
    Cameron disse:
    É preciso ter a perspectiva deles e não a nossa:

    Na casa deles talvez, quando eles vem a nossa casa ou aceitam NOSSA perspectiva ou fujam para outro lugar.


    Nossa? Ou a sua?

    A nossa perspectiva é aquela que diz cada um tem a própria perspectiva. Felizmente, esta perspectiva ainda é a perspectiva dominante.
    Não importa que os agitados fiquem frustrados, morrerei antes da Europa mudar, se mudar.
    Aliás, é desgaste de energia ouvir esse discurso - vai para tua terra brasileiro filho da puta.

    Os outros dos outros somos nós e a nossa terra é nossa.
    Não espero que compreendam ou sejam sensíveis.

    Houve por aí um discurso famoso acerca da 2ªguerra mundial a respeito do silênciodos justos...
  • Pego seu metafisico e jogo fora.
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrator, Moderator
    Enquanto a Europa defende o multiculturalismo, Erdogan afirma que "A Europa será mussulmana"
    «L’Europa sarà musulmana, se Allah lo vuole»

    E mentre Erdogan rivendica con orgoglio un’identità ottomana, che si è definita contro l’Europa cristiana, l’Unione Europea sostituisce il richiamo alle radici cristiane con l’ideologia del multiculturalismo e dell’accoglienza del migrante. L’offensiva dell’Islam contro l’Europa, nel corso dei secoli, si è sviluppata secondo due linee direttrici ed è stata condotta da due popoli diversi: gli Arabi da Sud Ovest e i Turchi da Sud Est.

    Gli Arabi, dopo aver conquistato il Nord-Africa, invaso la Spagna e oltrepassato i Pirenei, furono fermati da Carlo Martello a Poitiers nel 732. Da allora arretrarono progressivamente, per essere definitivamente espulsi dalla penisola iberica nel 1492. I Turchi, dopo aver soggiogato l’Impero bizantino e parte di quello asburgico, furono fermati a Vienna nel 1683 da Giovanni Sobieski e a Belgrado nel 1717 da Eugenio di Savoia.

    Oggi, l’avanzata islamica segue le medesime direzioni. A Sud Ovest, è promossa da paesi come l’Arabia Saudita e il Qatar, che finanziano i “Fratelli Musulmani” e la costruzione di una fitta rete di Moschee in tutta Europa. A Sud Est la Turchia esige di entrare nell’Unione Europea, minacciando, in caso contrario, di inondare il nostro continente con milioni di migranti.

    Il progetto più pericoloso è proprio quello di Erdogan, che aspira a divenire il “sultano” di un nuovo impero ottomano che dispiega tutta la sua forza dal Medio Oriente all’Asia centrale.
    https://www.corrispondenzaromana.it/leuropa-sara-musulmana-se-allah-lo-vuole/
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