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Você Tem Muito Pão, Arroz, Feijão e Salada na Sua Mesa? Parabéns. Agradeça Aos Agrotóxicos.

VolpiceliVolpiceli Member
editado June 27 em Religião é veneno
Publicado pela editora Record, "Agradeça aos Agrotóxicos por Estar Vivo" traz um panorama sobre o uso dos agrotóxicos e seu impacto nas áreas sociais e econômicas.

Escrito pelo jornalista Nicholas Vital, o livro traz críticas ao mercado de orgânicos, questionando sua capacidade de produção.

O autor destaca que o uso dos agrotóxicos foi fundamental no controle de pragas que durante séculos devastavam plantações, além de ter possibilitado o aumento da produtividade agrícola e a redução da fome no mundo.

Para o livro, Vital realizou mais de 50 entrevistas e pesquisou dezenas de obras sobre o assunto para derrubar mitos que cercam o debate sobre o uso de agrotóxicos.

Com passagens em algumas das maiores revistas de economia e negócios do Brasil como "Exame" e "IstoÉ Dinheiro", Nicholas Vital é jornalista com mais de dez anos de experiência e foi vencedor do Prêmio Abril de Jornalismo na categoria Economia em 2012. É autor do livro "Libertadores - Paixão que Nos Une".

https://www1.folha.uol.com.br/livrariadafolha/2018/06/1913987-livro-aponta-lado-positivo-do-uso-de-agrotoxicos.shtml

Comentários

  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrator, Moderator
    editado June 28
    E o que propõem como alternativa os que atacam os agrotóxicos? Agricultura orgânica?!! Agrotóxico custa caro, requer máquinas para aplicar, todo mundo critica. Os produtores não usam porque são malvadões e sim porque permite produzir mais. Se houvesse uma solução eficiente, eles já estariam usando. A outra opção é reduzir a população mundial, talvez para uns 2 bilhões, no máximo. Quem se habilita?

     Uma única plantação grande é mais eficiente e produz mais que um monte de pequenas fazendinhas. As fazendinhas já existem e produzem coisas que não é possível mecanizar (ainda), mas não dá para aplicar isto a qualquer cultura. Isso de agricultura orgânica acaba sendo um luxo para quem pode pagar, e não vai alimentar uma humanidade esfomeada. Pergunto de novo: se é tão bom e produz com tanta eficiência, por que os "gananciosos" latifundiários ainda não adotaram? Eles preferem gastar com os agrotóxicos pelo prazer de nos envenenar?
     
    Claro que era melhor não precisar usar, assim como seria melhor não ter que usar medicamentos cheios de contraindicações e efeitos colaterais (mas que a gente usa assim mesmo porque a opção de continuar doente ou morrer é inaceitável).

    A solução não é voltar atrás, é seguir em frente, aperfeiçoando cada vez mais os produtos para que causem menos problemas. E investir em transgênicos naturalmente resistentes às pragas e que dispensem os defensivos agrícolas. Sem se horrorizar com a palavra "transgênicos".
  • Essa grita contra agrotóxicos é chororô de esquerdista porque os grandes produtores dessas coisas são multinacionais. E não costumam jogar limpo (mas se há governos corruptos, por que não jogar sujo?). Quando a Ultrafertil veio para o Brasil, trouxe uma planta ultrapassada, que já não era mais permitida lá no seu país de origem (várias empresas fizeram isso, na verdade: antes de descartar uma planta poluidora demais, mande-a para os "países em desenvolvimento"). Além disso, a Ultrafertil veio com um plano de trabalhar 15 anos fechando o balanço sempre em prejuízo (=praticava dumping). Quando conquistou todo o mercado, aí mandou seus preços para a estratosfera.

    Uma professora da USP, já falecida aos 93 anos (morreu com muita gordura no corpo, mas não por causa dela) Berta L. Morretes, ia com alunos lá no mangue para fazer coletas de plantas. Numa ocasião em que fez coletas perto da Ultrafértil, teve ela e os alunos que saírem correndo, pois os guardas vieram em cima deles para apreender o que coletaram. E o motivo era óbvio: a empresa usava e  descartava compostos tóxicos, já proibidos por lei na época.
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