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Presente pro Acauan (e para os demais provavelmente)

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Comentários

  • Não tenho motivos pra acreditar em uma Divindade .
    O campo do saber é denso e inesgotável , isso é fascinante e muitas vezes frustrante .
    O futuro é = 1 e não pode ser outro .Que a sorte nos acompanhe amém .
    "Eu canto com a minha alma, com o meu corpo, com o meu sexo... Eu canto inteira! "
     Janis Joplin
    Azafatas-a-todo-o-nada.jpg
     
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrator, Moderator
    Além do quê, como o Acauan comentou, os pilotos aliados viravam instrutores depois de um certo número de missões e formavam novos pilotos em vez de continuar combatendo, enquanto que os alemães combatiam até ser mortos, feridos ou capturados, portanto é natural que acumulassem mais vitórias.
  • Fernando_Silva disse: Além do quê, como o Acauan comentou, os pilotos aliados viravam instrutores depois de um certo número de missões e formavam novos pilotos em vez de continuar combatendo, enquanto que os alemães combatiam até ser mortos, feridos ou capturados, portanto é natural que acumulassem mais vitórias.

    - Não tenho certeza, mas creio que só os americanos faziam isso.

    Abraços,
  • JudasJudas Moderator
    editado February 8
    Isso aqui eu não sabia.
    Assustador.

  • Fernando_Silva disse: Além do quê, como o Acauan comentou, os pilotos aliados viravam instrutores depois de um certo número de missões e formavam novos pilotos em vez de continuar combatendo, enquanto que os alemães combatiam até ser mortos, feridos ou capturados, portanto é natural que acumulassem mais vitórias.


    - Não tenho certeza, mas creio que só os americanos faziam isso.

    Não estou certo, mas acho que os ingleses tambem o faziam.
  • ENCOSTOENCOSTO Member
    editado February 9
    O estado Soviético destruiu a identidade nacional da Mãe Rússia, que junto com a Religião Cristã Ortodoxa, também suprimida, eram os fatores de unidade do povo.

    A igreja ortodoxa era perseguida desde os anos 1700. Já nesse periodo, o Czar estatizou a igreja e trocou as lideranças. Nesse periodo, a igreja russa já era independente de constantinopla.

    Ordodoxos tem essa coisa de "autocefalia", que garante independencia para as igrejas localizadas em varios pontos. O vaticano leva o pessoal mais na redea  curta. Já os ordodoxos, por serem ortodoxos, mantem a ortodoxia e continuam ortodoxos perante a coisa toda




     
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrator, Moderator
  • Achei interessante essa abordagem deles quanto ao caso da Gleisi.
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • AcauanAcauan Administrator, Moderator
    editado May 11
    Judas disse: Opinião: O pronunciamento da Vaca

    É claro que o pronunciamento da Vaca para o... Mundo Árabe... seja lá o que a Vaca entenda que seja isto, não representa ameaça para o Brasil porque o "Mundo Árabe" não deu a mínima para o pronunciamento da Vaca.
    Agora, uma coisa é o resultado do pronunciamento da Vaca, outra coisa as intenções do pronunciamento da Vaca e as intenções da Vaca eram, sim, suficientes para sustentar acusação de lesa Pátria.

    O texto fala por si, mas o contexto não deixa dúvida.
    A Vaca tava enrolada num Keffiyeh, que por tradicional que seja, é reconhecido no mundo todo como um símbolo revolucionário.
    A Vaca falou nos "milhões de árabes E palestinos" que vieram para o Brasil, número absurdo e origem mais ainda, uma vez que na época da grande onda de imigração árabe para o Brasil, a esmagadora maioria eram cristãos sírio-libaneses que absolutamente nada tinham a ver com o que viria a ser chamado de Povo Palestino somente depois dos desdobramentos da Guerra dos Seis Dias em 1967, décadas depois da onda imigratória.
    Sei lá se a Vaca sabe disto, duvido, mas se sabe pior porque a intenção na fala e na veste é incitar forças revolucionárias internacionais contra o Brasil.
    Lesa Pátria óbvio.

    De novo, ameaça zero.
    A Vaca não consegue mobilizar forças revolucionárias nem dentro da militância do próprio Partido movido à mortadela, que dirá motivar gente que tem muito, mas muito mais com que se preocupar do que com os pronunciamentos da Vaca.

    Mas de novo, neste caso é a intenção que conta.
     
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrator, Moderator
    Acauan disse:
    É claro que o pronunciamento da Vaca para o... Mundo Árabe... seja lá o que a Vaca entenda que seja isto, não representa ameaça para o Brasil porque o "Mundo Árabe" não deu a mínima para o pronunciamento da Vaca.
    Mesmo porque "mundo árabe" é uma ficção. Ela acha que um balaio de gatos composto de diferentes seitas, tribos e nacionalidades envolvidos em guerras milenares vai se unir para ajudar uma doida?
     
  • SpiderSpider Member
    Fernando_Silva disse:
    Acauan disse:
    É claro que o pronunciamento da Vaca para o... Mundo Árabe... seja lá o que a Vaca entenda que seja isto, não representa ameaça para o Brasil porque o "Mundo Árabe" não deu a mínima para o pronunciamento da Vaca.
    Mesmo porque "mundo árabe" é uma ficção. Ela acha que um balaio de gatos composto de diferentes seitas, tribos e nacionalidades envolvidos em guerras milenares vai se unir para ajudar uma doida?
     

    - O pronunciamento dela é movido pelo desespero, com as delações premiadas, o avanço das investigações da PF, a confirmação da prisão na segunda estância, as prisões preventivas intermináveis do Moro, o fim do foro privilegiado e a proximidade da derrota nas eleições, a porta da cadeia nunca pareceu tão próxima, o desespero só aumentou quando viu seu líder, que considerava intocável, ir em cana.

    Abraços,
  • AcauanAcauan Administrator, Moderator
    Spider disse:

    - O pronunciamento dela é movido pelo desespero, com as delações premiadas, o avanço das investigações da PF, a confirmação da prisão na segunda estância, as prisões preventivas intermináveis do Moro, o fim do foro privilegiado e a proximidade da derrota nas eleições, a porta da cadeia nunca pareceu tão próxima, o desespero só aumentou quando viu seu líder, que considerava intocável, ir em cana.

    Abraços,

    Ironicamente a Vaca é o que sobrou do PT que Lula construiu.
    O encarcerado fez tudo que pode para destruir qualquer outra liderança partidária que pudesse representar ameaça ao seu poder.
    Sobrou a Vaca e o Lindinho.

     
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrator, Moderator
    TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 1 – OS 19 ASSASSINADOS ANTES DO AI-5

    Por Reinaldo Azevedo - 22 fev 2017, 09h00 - Publicado em 12 jan 2010

    O que é que os livros de história e boa parte da imprensa escondem de você, leitor? Apenas a verdade.

    As esquerdas alegam que o Regime Militar, ao longo de 21 anos, matou 424 dos seus militantes. É um número provavelmente inflado. Mortos comprovados são 293 – os outros constam como “desaparecidos” e se dá de barato que tenham sido mortos por “agentes do regime”. Nessa conta, diga-se, estão quatro militantes da ALN-Molipo que foram mortos pelos próprios “companheiros”. Ela também inclui os que morreram de arma na mão no Araguaia – já lembro a lista total. Este post tem outro objetivo. E, antes que prossiga, uma questão de princípio: não deveria ter morrido uma só pessoa depois de rendida pelo Estado. Ponto final. Não há o que discutir sobre este particular.

    O que não se diz é que o terrorismo de esquerda matou nada menos de 119 pessoas, muitas delas sem qualquer vinculação com a luta política. Quase ninguém sabe disso. Também se consolidou uma outra brutal inverdade histórica, segundo a qual as ações armadas da esquerda só tiveram início depois do AI-5, de 13 de dezembro de 1968. É como se, antes disso, os esquerdistas tivessem se dedicado apenas à resistência pacífica.

    Neste primeiro post sobre as vítimas dos terroristas de esquerda, listo apenas as pessoas mortas antes do AI-5: nada menos de 19. Em muitos casos, aparecem os nomes dos assassinos.

    Se vocês forem procurar na lista dos indenizados com a Bolsa Ditadura, muitos homicidas estão lá, sendo beneficiados por sua “luta contra a ditadura”. Ou, então, suas respectivas famílias recebem o benefício, e o terrorista é alçado ao panteão dos heróis. Quem fez a lista dos assassinados pela esquerda é o grupo Terrorismo Nunca Mais. “Ah, lista feita pelo pessoal da direita não vale!!!” E a feita pela extrema esquerda? Vale? Ademais, estes fatos estão devidamente documentados . Seguem os nomes das 19 pessoas assassinadas antes do AI-5 e, sempre que possível, de seus algozes. Ao longo do dia, publicarei os outros 100 nomes.

    Ah, sim: PARA AS VÍTIMAS DA ESQUERDA, NÃO HÁ INDENIZAÇÃO. Como vocês sabem, eles não têm nem mesmo direito à memória. Foram apagados da história pela Comissão da Mentira.

    AS VÍTIMAS DAS ESQUERDAS ANTES DO AI-5

    1 – 12/11/64 – Paulo Macena,  Vigia – RJ
    Explosão de bomba deixada por uma organização comunista nunca identificada, em protesto contra a aprovação da Lei Suplicy, que extinguiu a UNE e a UBES. No Cine Bruni, Flamengo, com seis feridos graves e 1 morto

    2 – 27/03/65- Carlos Argemiro Camargo, Sargento do Exército – Paraná
    Emboscada de um grupo de militantes da Força Armada de Libertação Nacional (FALN), chefiado pelo ex-coronel Jeffersom Cardim de Alencar Osorio. Camargo foi morto a tiros. Sua mulher estava grávida de sete meses.

    3 – 25/07/66 – Edson Régis de Carvalho, Jornalista – PE
    Explosão de bomba no Aeroporto Internacional de Guararapes, com 17 feridos e 2 mortos. Ver próximo nome.

    4 – 25/07/66 – Nelson Gomes Fernandes, almirante – PE
    Morto no mesmo atentado citado no item 3. Além das duas vítimas fatais, ficaram feridas 17 pessoas, entre elas o então coronel do Exército Sylvio Ferreira da Silva. Além de fraturas expostas, teve amputados quatro dedos da mão esquerda. Sebastião Tomaz de Aquino,  guarda civil, teve a perna direita amputada.

    5 – 28/09/66 – Raimundo de Carvalho Andrade – Cabo da PM, GO
    Morto durante uma tentativa de desocupação do Colégio Estadual Campinas, em Goiânia, que havia sido ocupado por estudantes de esquerda. O grupo de soldados convocado para a tarefa era formado por burocratas, cozinheiros etc. Estavam armados com balas de festim. Andrade, que era alfaiate da Polícia Militar, foi morto por uma bala de verdade disparada de dentro da escola.

    6 – 24/11/67 – José Gonçalves Conceição (Zé Dico) – fazendeiro – SP
    Morto por Edmur Péricles de Camargo, integrante da Ala Marighella, durante a invasão da fazenda Bandeirante, em Presidente Epitácio. Zé Dico foi trancado num quarto, torturado e, finalmente, morto com vários tiros. O filho do fazendeiro que tentara socorrer o pai foi baleado por Edmur com dois tiros nas costas.

    7 – 15/12/67 – Osíris Motta Marcondes,  bancário – SP
    Morto quando tentava impedir um assalto terrorista ao Banco Mercantil, do qual era o gerente.

    8 – 10/01/68 – Agostinho Ferreira Lima – Marinha Mercante – Rio Negro/AM
    No dia 06/12/67, a lancha da Marinha Mercante “Antônio Alberto” foi atacada por um grupo de nove terroristas, liderados  por Ricardo Alberto Aguado Gomes, “Dr. Ramon”, que, posteriormente, ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN). Neste  ataque, Agostinho Ferreira Lima foi ferido gravemente, vindo a morrer no dia 10/01/68.

    9 – 31/05/68 – Ailton de Oliveira,  guarda Penitenciário – RJ
    O Movimento Armado Revolucionário (MAR) montou uma ação para libertar nove de seus membros que cumpriam pena na Penitenciária Lemos de Brito (RJ) e que, uma vez libertados, deveriam seguir para a região de Conceição de Jacareí, onde o MAR pretendia estabelecer o “embrião do foco guerrilheiro”. No dia 26/05/68, o estagiário Júlio César entregou à funcionária da penitenciária Natersa Passos, num pacote, três revólveres calibre 38. Às 17h30, teve início a fuga. Os terroristas foram surpreendidos pelos guardas penitenciários Ailton de Oliveira e Jorge Félix Barbosa. Foram feridos, e Ailton morreu no dia 31/05/68. Ainda ficou gravemente ferido o funcionário da Light João Dias Pereira, que se encontrava na calçada da penitenciária. O autor dos disparos que atingiram o guarda Ailton foi o terrorista Avelino Brioni Capitani

    10 – 26/06/68-  Mário Kozel Filho – Soldado do Exército – SP
    No dia 26/06/68, Kozel atua como sentinela do Quartel General do II Exército. Às 4h30, um tiro é disparado por um outro soldado contra uma camioneta que, desgovernada, tenta penetrar no quartel. Seu motorista saltara dela em movimento, após acelerá-la e direcioná-la para o portão do QG. O soldado Rufino, também sentinela, dispara 6 tiros contra o mesmo veículo, que, finalmente, bate na parede externa do quartel. Kozel sai do seu posto e corre em direção ao carro para ver se havia alguém no seu interior. Havia uma carga com 50 quilos de dinamite, que, segundos depois, explode. O corpo de Kozel é dilacerado. Os soldados João Fernandes, Luiz Roberto Julião e Edson Roberto Rufino ficam muito feridos. É mais um ato terrorista da organização chefiada por Lamarca, a VPR. Participaram do crime os terroristas Diógenes José de Carvalho Oliveira, Waldir Carlos Sarapu, Wilson Egídio Fava, Onofre Pinto, Edmundo Coleen Leite, José Araújo Nóbrega, Oswaldo Antônio dos Santos, Dulce de Souza Maia, Renata Ferraz Guerra Andrade e José Ronaldo Tavares de Lima e Silva. Ah, sim: a família de Lamarca recebeu indenização. De Kozel, quase ninguém mais se lembra.

    11 – 27/06/68 – Noel de Oliveira Ramos – civil – RJ
    Morto com um tiro no coração em conflito na rua. Estudantes distribuíam, no Largo de São Francisco, panfletos a favor do governo e contra as agitações estudantis conduzidas por militantes comunistas. Gessé Barbosa de Souza, eletricista e militante da VPR, conhecido como “Juliano” ou “Julião”, infiltrado no movimento, tentou impedir a manifestação com uma arma. Os estudantes, em grande maioria, não se intimidaram e tentaram segurar Gessé que fugiu atirando, atingindo mortalmente Noel de Oliveira Ramos e ferindo o engraxate Olavo Siqueira.

    12- 27/06/68 – Nelson de Barros – Sargento PM –  RJ
    No dia 21/06/68, conhecida como a “Sexta-Feira Sangrenta”, realizou-se no Rio uma passeata contra o regime militar. Cerca de 10.000 pessoas ergueram barricadas, incendiaram carros, agrediram motoristas, saquearam lojas, atacaram a tiros a embaixada americana e as tropas da Polícia Militar. No fim da noite, pelo menos 10 mortos e centenas de feridos. Entre estes, estava o sargento da PM Nelson de Barros, que morreu no dia 27.

    13 – 01/07/68 – Edward Ernest Tito Otto Maximilian Von Westernhagen – major do Exército Alemão – RJ
    Morto no Rio, onde fazia o Curso da Escola de Comando e Estado Maior do Exército. Assassinado na rua Engenheiro Duarte, Gávea, por ter sido confundido com o major boliviano Gary Prado, suposto matador de Che Guevara, que também cursava a mesma escola. Autores: Severino Viana Callou, João Lucas Alves e um terceiro não-identificado. Todos pertenciam à organização terrorista COLINA- Comando de Libertação Nacional.

    14 – 07/09/68 – Eduardo Custódio de Souza – Soldado PM – SP
    Morto com sete tiros por terroristas de uma organização não identificada quando de sentinela no DEOPS, em São Paulo.

    15 – 20/09/68 – Antônio  Carlos  Jeffery – Soldado PM – SP
    Morto a tiros quando de sentinela  no quartel da então Força Pública de São Paulo (atual PM) no Barro Branco. Organização terrorista que praticou o assassinato: Vanguarda Popular Revolucionária. Assassinos: Pedro Lobo de Oliveira, Onofre Pinto, Diógenes José Carvalho de Oliveira, atualmente conhecido como “Diógenes do PT”, ex-auxiliar de Olívio Dutra no Governo do RS.

    16- 12/10/68 – Charles Rodney Chandler – Cap. do Exército dos Estados Unidos – SP
    Herói na guerra com o Vietnã, veio ao Brasil para fazer o Curso de Sociologia e Política, na Fundação Álvares Penteado, em São Paulo/SP. No início de outubro de 68, um “Tribunal Revolucionário”, composto pelos dirigentes da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), Onofre Pinto (Augusto, Ribeiro, Ari), João Carlos Kfouri Quartin de Morais (Maneco) e Ladislas Dowbor (Jamil), condenou o capitão Chandler à morte, porque ele “seria um agente da CIA”. Os levantamentos da rotina de vida do capitão foram realizados por Dulce de Souza Maia (Judite). Quando retirava seu carro das garagem para seguir para a Faculdade, Chandler foi assassinado com 14 tiros de metralhadora e vários tiros de revólver,  na frente da sua mulher, Joan,  e de seus 3 filhos. O grupo de execução era constituído pelos terroristas Pedro Lobo de Oliveira (Getúlio), Diógenes José de Carvalho Oliveira (Luis, Leonardo, Pedro) e Marco Antônio Bráz de Carvalho (Marquito).

    17 – 24/10/68 – Luiz Carlos Augusto – civil – RJ
    Morto, com 1 tiro, durante uma passeata estudantil.

    18 – 25/10/68 – Wenceslau Ramalho Leite – civil – RJ
    Morto, com quatro tiros de pistola Luger 9mm durante o roubo de seu carro, na avenida 28 de Setembro, Vila Isabel, RJ. Autores: Murilo Pinto da Silva (Cesar ou Miranda) e Fausto Machado Freire (Ruivo ou Wilson), ambos integrantes da organização terrorista COLINA (Comando de Libertação Nacional).

    19 – 07/11/68 – Estanislau Ignácio Correia – Civil – SP
    Morto pelos terroristas Ioshitame Fugimore, Oswaldo Antônio dos Santos e Pedro Lobo Oliveira, todos integrantes da Vanguarda Popular Revolucionária(VPR), quando roubavam seu automóvel na esquina das ruas Carlos Norberto Souza Aranha e Jaime Fonseca Rodrigues, em São Paulo.
    https://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/todas-as-pessoas-mortas-por-terroristas-de-esquerda-1-os-19-assassinados-antes-do-ai-5/
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrator, Moderator
    Sem combustível, não há ambulâncias, bombeiros, reboques.
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrator, Moderator
    As mulheres pilotos que levavam os aviões ingleses até as frentes de combate da Segunda Guerra.
    air-transport-auxiliary-cover.jpg

    https://www.warhistoryonline.com/war-articles/unsung-heroines-female-pilots-wwii.html
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrator, Moderator
    As mudanças que o mundo sofreu devido à Primeira Guerra: fim de antigos impérios, fim da crença na guerra heróica e romântica, declínio da fé religiosa.
    'A Primeira Guerra Mundial nunca deveria ter acontecido', diz historiador

    Professor americano destaca que luto provocado pelo conflito mudou estruturas sociais e permitiu ascensão de líderes autoritários

    Historiador da Universidade de Yale (EUA), Jay Winter veio ao Brasil esta semana falar sobre os 100 anos do fim da Primeira Guerra Mundial na Casa de Rui Barbosa, em seminário organizado pela PUC-Rio e pela UFRJ.

    Como era o mundo em novembro de 1918, quando a guerra acabou?

    Foi um mês desastroso para a Humanidade. Havia um luto generalizado pela morte de mais de 10 milhões de pessoas durante a Primeira Guerra Mundial, que também deixou 25 milhões de mutilados. E aconteceu a maior epidemia de influenza da História, cujo número de vítimas foi superior ao visto em todo o confronto.

    O senhor diz que a Primeira Guerra Mundial criou a “cultura das guerras”. O que foi isso?

    Houve uma mobilização impressionante em defesa da guerra em todas as nações envolvidas. A população não julgava o conflito pela sua agressividade. Acreditava-se que as batalhas deveriam ser travadas pela defesa do país e das famílias. E ninguém precisou ser coagido para aderir ao confronto. Sequer havia alistamento obrigatório em 1914. O ânimo das pessoas surpreendeu até os governos, que pensavam que teriam de enfrentar protestos.

    Quando ficou claro que a guerra acabou sem resolver as hostilidades entre os países?

    Seu fracasso foi visível em 1920, quando os EUA se recusaram a ratificar o Tratado de Versalhes, o documento que definiu os termos de paz após a guerra. Não era possível imaginar uma nova ordem mundial sem o país, e a Liga das Nações ficou ainda mais vulnerável sem o apoio da União Soviética e da Alemanha nazista.

    Como o luto após a morte de tantas pessoas transformou a sociedade?

    A sucessão de gerações foi alterada. Milhões de pais enterraram seus filhos. Metade dos mortos nunca mais foi vista, porque caiu no meio da artilharia. Daí vieram as cerimônias nacionais em homenagem ao soldado desconhecido. As igrejas tradicionais não sabiam como convencer os fiéis sobre a existência de Deus depois de um massacre com essas proporções. Foi o início do declínio do catolicismo e do protestantismo.

    E o que substituiu essas religiões?

    Havia três escolhas. Uma era a superstição — os pais procuravam médiuns, que interpretavam a voz dos filhos mortos. Nos recados, os soldados falavam que estavam bem, juntos aos companheiros de batalha, e que a família deveria seguir em frente. Era a busca de um conforto. Um segundo recurso adotado pelas viúvas era casar novamente. Não queriam depender de seus pais para manter o lar. Casavam com homens mais jovens, porque os mais velhos haviam sido mortos, e de classes sociais diferentes, muitas vezes inferiores. Afinal, era melhor ter um marido do que nenhum. E um terceiro fenômeno foi a desistência sobre a noção de Deus. Se Ele existisse, não haveria aquela guerra.

    Como o confronto contribuiu para a dissolução do Império Britânico?

    Já se passaram cem anos e os britânicos acreditam que não se recuperaram totalmente do sofrimento da guerra. Em 1914, o Império estava em seu apogeu, mas saiu do confronto fatalmente ferido. Foi uma vitória obtida a um alto custo, com prejuízo irreparável, que iniciou sua decadência. Nos primeiros dois anos de guerra, três milhões de britânicos se alistaram no Exército, que se tornou um reflexo da sociedade: a aristocracia e a classe média formavam o corpo de oficiais; os soldados eram a classe trabalhadora e os fazendeiros. E a chance de um oficial morrer à frente de uma batalha era duas vezes maior do que a do resto do efetivo. Foi um conflito arrasador para a elite. Podemos dizer que, no longo prazo, o maior derrotado na guerra foi o Reino Unido, e não a Alemanha.

    A Primeira Guerra Mundial ocorreu entre 1914 e 1918, mas o senhor a divide em duas partes — uma que termina em 1917, e outra que vai daí até 1923. Qual é a diferença?

    A guerra deixou de ter seu contorno de conflito militar a partir da Revolução Russa, em 1917. Antes disso, tratava-se de uma guerra entre impérios. Depois, tornou-se um batalha sobre o comunismo e o futuro da democracia. O mundo parou para ver o que aconteceria na Rússia, e apenas em 1923 Lenin e os bolcheviques estabilizaram-se no poder. Acredito que o Reino Unido e a França tinham muito mais medo da União Soviética do que da Alemanha.

    Mas a maior ameaça da Segunda Guerra Mundial foi a Alemanha de Hitler, e não a União Soviética.

    Hitler foi um filho da Primeira Guerra Mundial. Ele disse que chorou duas vezes na vida: quando a mãe morreu e quando a Alemanha foi derrotada. Era o homem que captou o espírito da ansiedade do confronto. Até 1917, as sociedades odiavam o inimigo que estava do outro lado do front. Depois, o ódio foi direcionado ao vizinho, a um grupo étnico diferente, como os judeus, ou qualquer outro a quem você atribuía sua miséria.

    Por que fala-se mais da Segunda Guerra Mundial do que da Primeira?

    A Segunda Guerra Mundial era uma escolha moralmente clara. O monstruoso regime nazista não permitia a existência de dilemas — ou você lutava ou morria. Hitler tornou impossível fugir do batalha. E por isso tornou-se um bom confronto, aquele que deveria ser travado e vencido a qualquer custo. O debate moral não existiu na Primeira Guerra. Era um conflito que nunca deveria ter acontecido, e teve consequências muito piores do que benefícios. Foi uma catástrofe marcada por líderes incapazes de controlar os meios de violência que foram usados.
    https://oglobo.globo.com/sociedade/a-primeira-guerra-mundial-nunca-deveria-ter-acontecido-diz-historiador-22813379

     
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