Olá, bem-vind@!

Quer participar e contribuir? Clique no botão "Registrar-se" se é sua primeira vez aqui. Se você já é um dos nossos, clique em "Entrar".

Homossexualismo , Homofobia , Racismo, Feminismo , etc...

12346»

Comentários

  • Mesmo quando mandam bem nas partidas, as mulheres são alvo de preconceito e agressões. "Se você joga bem a partida e alguém te adiciona (na lista de amigos), ninguém nunca fala que você é mulher", afirma a estudante Fernanda Magliocchi, 19. "Sempre acham que sou homem", ela diz.

    "Já chegam (falando) 'e aí, man?'", brinca a amiga Giovana Aguiaro, 20, que lamenta o comportamento de alguns jogadores. "Já me perguntaram se tinha internet em cima do fogão".


    A comissária de voo Camila Oliveira, de 22 anos, começou a jogar "Counter-Strike: Global Offensive" por causa do marido e acabou descobrindo no game um hobby próprio. Ela conta que tenta usar os comentários negativos que aparecem para se animar e provar que tem habilidade.

    "Já me mandaram calar a boca, falaram palavras de baixo calão. Quando a partida é rankeada, já aconteceu de rapazes saírem só por ver que tinha uma menina no jogo", ela diz.

    "Mas isso não me desmotivou em momento algum. Ao invés disso, me motivou a me tornar melhor nos jogos. A matar mais no 'CS' e demonstrar mais estratégia no 'Dota 2'".
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • Cada jogadora tem um relato próprio, mas todas concordam que o caminho para um ambiente mais igualitário é a conscientização de que os games online foram feitos para todos. Elas dizem que as últimas gerações ainda cresceram pensando que videogame é "coisa de menino", mas o melhor é repensar essa ideia. Mesmo porque as mulheres já são maioria no Brasil entre os jogadores.

    "Eu gosto de ser real nas minhas redes sociais", diz Camila Oliveira. "Eu quero demonstrar quem eu sou, e não esconder isso de ninguém. Porque eu não tenho vergonha de quem eu sou".
    "A mentalidade precisa mudar. E isso vai começar com a educação. Eu, por exemplo, vou educar meu filho de uma maneira diferente. Começando na base, isso vai mudar não só o mundo dos games, mas a sociedade em geral", afirma a comissária de voo.

    "Se as meninas também aprenderem que é coisa delas, que jogo é 'coisa de menina' e não importa qual jogo, elas vão crescer com essa mentalidade, e os meninos também. Aprendendo que jogo é coisa de qualquer pessoa", diz Helena Simões.

    https://g1.globo.com/pop-arte/games/noticia/o-que-as-mulheres-fazem-para-driblar-o-machismo-em-games-online.ghtml
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrator, Moderator
    "Se as meninas também aprenderem que é coisa delas, que jogo é 'coisa de menina' e não importa qual jogo, elas vão crescer com essa mentalidade, e os meninos também. Aprendendo que jogo é coisa de qualquer pessoa", diz Helena Simões.
    A mentalidade só muda realmente de uma geração para outra. A atual geração pode até aceitar, mas, por dentro, continua contra.
     
  • Online eu só jogo xadrez e HearthStone, no primeiro as pessoas são mais maduras e no segundo não tem chat entre estranhos, apenas aqueles que são aceitos nos pedidos de amizade podem enviar textos, então não sofro desse problema.

    Os outros jogos são offline.
  • PercivalPercival Member
    editado February 8
    Fernando_Silva escreveu: »
    "Se as meninas também aprenderem que é coisa delas, que jogo é 'coisa de menina' e não importa qual jogo, elas vão crescer com essa mentalidade, e os meninos também. Aprendendo que jogo é coisa de qualquer pessoa", diz Helena Simões.
    A mentalidade só muda realmente de uma geração para outra. A atual geração pode até aceitar, mas, por dentro, continua contra.
     

    Não diria contra, no geral gamers são escrotos com todo mundo até com eles mesmos. Já em 2005 e 2006 quando jogava Phantasy Star Online lembro de um caso de um cara que ficou me enchendo o saco porque estava usando um nick de um personagem de videogame com comentários do tipo você não merece usar esse nick e ficou me xingando e tudo, chegue e bloqueei ele.

    O comportamento dos games sempre foi tóxico, o negócio é que as mulheres gamers da época (pelo menos as com que vi em fóruns) sabiam cortar esses seres escrotos. Mas depois que o poder do textão e o pedantismo virou moda tá isso aí que estamos vendo.

    Esse pessoal quer o tempo todo uma barreira protetora contra isso, na vida real não é assim. Muito menos na internet, onde as pessoas podem ser o que quiserem.
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • EmmedradoEmmedrado Member
    editado February 22
    Jennifer Lawrence rebate críticas por uso de vestido sem mangas no frio: 'isso não é feminismo'

    Atriz achou uma bobagem os comentários sobre o fato de ela posar ao lado de homens encasacados

    POR O GLOBO   22/02/2018 x75046055_Actors-Jeremy-Irons-from-right-Joel-Edgerton-Jennifer-Lawrence-Matthias-Schoenaerts-and.jpg.pagespeed.ic.krm0ArB4ZZ.jpg
    Jeremy Irons, Joel Edgerton, Jennifer Lawrence, Matthias Schoenaerts e Francis Lawrence promovendo "Operação Red Sparrow" em Londres

    Fazia 5ºC em Londres na manhã do dia 20 de fevereiro, quando Jennifer Lawrence surgiu em evento promocional do filme "Operação Red Sparrow", em Londres, vestindo um modelo Versace sem mangas e com uma generosa fenda.

    A foto em que ela aparece com os companheiros de elenco, todos devidamente encasacados, causou um rebuliço nas redes, com muita gente apontando machismo no fato de a atriz estar "passando frio" ao lado de homens com roupas bem mais quentes. No entanto, a americana usou o Facebook para dizer que a polêmica a incomodou.

    "Não sei nem por onde começar na controvérsia 'Jennifer Lawrence usando um vestido revelador no frio'. Isso não é só ridículo, eu estou extremamente ofendida. Aquele Versace é fabuloso, vocês acham que eu ia cobrir aquele vestido maravilhoso com um casaco ou um cachecol? Eu fiquei fora por cinco minutos. Teria usado na neve porque amo moda e aquela foi a minha escolha. Isso é sexista, isso é ridículo, isso não é feminismo. (...) Tudo o que vocês me verem vestir é minha escolha. E se eu quero passar frio, isso também é minha escolha!

    "Em entrevista ao "Daily Mail", ela reiterou que viu não problema na atitude. "Ninguém me falou que eu não podia usar casaco. De qualquer forma, eu não quis usar na hora das fotos. Por que esconder o vestido dos fotógrafos? Sério, por que a controvérsia? Vou usar biquíni da próxima vez. Ok, talvez eu uso um casaco de neve por cima se isso fizer com que as pessoas fiquem felizes e parem de reclamar", disse ela.

    REAÇÕES NO TWTTER
    Após as divulgações das fotos do evento promocional, muita gente usou as redes para criticar o fato de Jennifer estar com o corpo exposto ao frio, enquanto os atores homens vestiam casacos.Uma das primeiras a fazer a observação nas redes foi a jornalista britânica Helen Lewis. "Verdadeira igualdade seria ou Jennifer Lawrence colocar um casaco, ou Jeremy Irons posar com a bunda de fora".
    Teve gente até postando a hashtag #CasacosParaMulheres.x75045654_Actress-Jennifer-Lawrence-poses-for-photographers-at-the-photo-call-for-the-film-27Red-S-1.jpg.pagespeed.ic.2UI5lJ6LcA.jpg

    Leia mais: https://oglobo.globo.com/ela/gente/jennifer-lawrence-rebate-criticas-por-uso-de-vestido-sem-mangas-no-frio-isso-nao-feminismo-22421042#ixzz57qROSBYi 
     
    O campo do saber é denso e inesgotável , isso é fascinante e muitas vezes frustrante .
    Não tenho motivos pra acreditar em ima Divindade .
    "Eu canto com a minha alma, com o meu corpo, com o meu sexo... Eu canto inteira! "
     Janis Joplin


     
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrator, Moderator
    Procurando pelo em ovo e chifre em cabeça de cavalo ...
  • PercivalPercival Member
    editado March 6
    William Waack nega acusação de racismo: “quem julga alguém por uma piada tem problema”

    Em entrevista ao “Programa do Porchat” desta segunda-feira, William Waack disse que o diálogo registrado nos bastidores do “Jornal da Globo” não é racista e ironizou o excesso de “caras certinhos” na internet.

    “Quem julga alguém ou a vida de alguém por uma piada tem problema”, resumiu.

    http://teleguiado.com/televisao/2018/03/william-waack-nega-acusacao-de-racismo-quem-julga-alguem-por-uma-piada-tem-problema.html

    William Waack diz que Globo colocou “rédeas” em sua boca após vazamento do vídeo


    William Waack disse a Fabio Porchat que a direção da TV Globo não ofereceu a ele a chance de explicar o contexto do vídeo vazado em novembro de 2017.

    “Todo mundo me segurou. Puseram umas rédeas deste tamanho. Eu sou um cara que fala o que pensa na cara. Não sou de esconder o que eu penso”.

    Na entrevista, exibida na última segunda-feira, o jornalista disse, mais uma vez, que não é racista e ironizou o excesso de “caras certinhos” na internet.

    “Quem julga alguém ou a vida de alguém por uma piada tem problema”, resumiu.

    http://teleguiado.com/televisao/2018/03/william-waack-diz-que-globo-colocou-redeas-na-sua-boca.html
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • Revista National Geographic admite que foi racista em suas coberturas

    O que é racismo? Bem, podemos procurar as definições básicas em dicionários ou na Wikipedia, ou encontrar algum texto escrito dentro das ciências sociais que vai elucubrar sobre o tema em 150 páginas. Mas, independente da fonte, todo mundo tem na cabeça alguma definição sobre o tema. Infelizmente, estudar sobre isso também não pode ser separado do momento histórico. Um exemplo: todo mundo condena Hitler pelo genocídio judeu durante a segunda guerra mundial, mas ninguém fala que o pensamento corrente na Europa da época não era muito diferente do dele em relação à esse grupo específico. Ou seja, não foi tão aleatório assim.

    Em tempos de justiça social exacerbada e lacrações infinitas, um dos bastiões do pensamento conservador finalmente fez uma Mea Culpa. A Revista National Geographic, que tantos fotógrafos influenciou, resolveu lançar uma edição histórica falando sobre o tema de Raça. E, para não ficar fora do processo, a editora da revista, Susan Goldberg, resolveu descobrir como a revista tratou o tema das raças durante sua história. Eles convidaram John Edwin Mason , professor de história africana e história da fotografia na Universidade da Virgínia para investigar a história de sua própria cobertura de “pessoas de cor” nos EUA e em todo o mundo. Essa investigação resultou no artigo “nossa cobertura era racista” que foi publicado no site da revista nessa semana.

    Segundo Susan, “Eu sou o décimo editor da National Geographic desde a sua fundação em 1888. Eu sou a primeira mulher e a primeira pessoa judaica – um membro de dois grupos que também enfrentaram discriminação aqui. Dói compartilhar as terríveis histórias do passado da revista. Mas quando decidimos dedicar nossa revista de abril ao tema da raça, pensamos que devemos examinar nossa própria história antes de voltar nosso olhar para outros”.

    As conclusões do artigo, e vale a pena dar uma olhada, é que até a década de 1970 a revista nem sequer cogitou a existência de pessoas negras nos Estados Unidos que não estivessem em cargos de subserviência e que os negros mostrados de outras partes do mundo, como na África, eram retratados como exóticos, felizes caçadores, o bom selvagem. Interessante a revista fazer esse tipo de levantamento. Aprender com sua própria história é importante para que posturas duvidosas não sejam repetidas.

    Mas, analisar o passado com os olhos do presente pode ser muito complicado. O recente exemplo dos adolescentes criticando posturas de personagens de séries antigas é a comprovação desse erro. A sociedade muda e as interpretações da realidade mudam com ela. Ninguém vive em uma bolha separada das concepções vigentes. Olhando com os olhos de hoje a revista pode ter sido muito racista, mas na época era o pensamento de toda a sociedade.

    Preconceituosos todos somos. O ser humano não gosta do que é diferente por via de regra. Leva um tempo para costumar-se, mas o que importa, ao viver em sociedade, é agir com ética. E gosto muito da definição de ética do professor Clóvis de Barros Filho: Ética é tratar o a pessoa desconhecida da mesma forma que você trata alguém que é muito querido. Definição casca grossa para colocarmos em prática, mas continuamos tentando.

    http://meiobit.com/381496/revista-national-geographic-admite-que-foi-racista-em-suas-coberturas/
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrator, Moderator
    Os privilégios das minorias
    Não Sou:
    - Nem Negro, Nem Homossexual, Nem Índio, Nem Assaltante, Nem Guerrilheiro, Nem Invasor De Terras. Como faço para viver no Brasil nos dias atuais? Na verdade eu sou branco, honesto, professor, advogado, contribuinte, eleitor, hétero... E tudo isso para quê?

    Meu Nome é: Ives Gandra da Silva Martins*

    Hoje, tenho eu a impressão de que no Brasil o "cidadão comum e branco" é agressivamente discriminado pelas autoridades governamentais constituídas e pela
    legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que eles sejam índios, afrodescendentes, sem terra, homossexuais ou se autodeclarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos.

    Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, ou seja, um pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles! Em igualdade de condições, o branco hoje é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior (Carta Magna).

    Os índios, que pela Constituição (art. 231) só deveriam ter direito às terras que eles ocupassem em 05 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado, e ponham passado nisso. Assim, menos de 450 mil índios brasileiros - não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também por tabela - passaram a ser donos de mais de 15% de todo o território nacional, enquanto os outros 195 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% do restante dele. Nessa exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não-índios foram discriminados.

    Aos 'quilombolas', que deveriam ser apenas aqueles descendentes dos participantes de quilombos, e não todos os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição Federal permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.

    Os homossexuais obtiveram do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef o direito de ter um Congresso e Seminários financiados por dinheiro público, para
    realçar as suas tendências - algo que um cidadão comum jamais conseguiria do Governo!

    Os invasores de terras, que matam, destroem e violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que este governo considera, mais que legítima, digamos justa e meritória, a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem esse 'privilégio', simplesmente porque esse cumpre a lei..

    Desertores, terroristas, assaltantes de bancos e assassinos que, no passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações,
    pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de R$ 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para 'ressarcir' aqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram perseguidos.

    E são tantas as discriminações, que chegou a hora de se perguntar: de que vale o inciso IV, do art. 3º, da Lei Suprema?

    Como modesto professor, advogado, cidadão comum e além disso branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço nesta sociedade, em terra de castas e
    privilégios, deste governo.

    (*Ives Gandra da Silva Martins, é um renomado professor emérito das Universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado Maior do Exército Brasileiro e Presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo).

      Para os que desconhecem o Inciso IV, do art. 3°, da Constituição Federal a que se refere o Dr. Ives Granda, eis sua íntegra:
    "Promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação."
    http://politica.estadao.com.br/blogs/blog-do-fucs/ives-gandra-nao-sou-nem-negro-nem-homossexual-nem-indio-nem-assaltante-nem-guerrilheiro-nem-invasor-de-terras-como-faco-para-viver-no-brasil-nos-dias-atuais/
     
  • Se o comportamento tóxico de algumas pessoas é algo que te incomoda, converse com qualquer garota que costuma jogar online e você provavelmente ouvirá ela contar histórias absurdas da maneira como costuma ser tratada por outros jogadores. Xingadas e assediadas das piores maneiras possíveis, basta algum babaca ouvir uma voz feminina do outro lado para que ele se ache no direito de atacar a pessoa como se ela fosse inferior, comportamento este que parece muito longe de ter fim.

    Cansadas de serem alvos desses covardes, algumas jogadoras de elite de Counter-Strike: Global Offensive decidiram se unir e fundar o Bully Hunters, grupo cujo objetivo será justamente caçar aqueles que se divertem incomodando mulheres e o vídeo divulgado por elas já deixa o aviso: “se você acha que o assédio é apenas parte do jogo, nós sabemos quem você é, sabemos como você joga e estamos indo atrás de você.”



    É importante esclarecer que a ideia não é retribuir os ataques com qualquer tipo de assédio ou xingamentos, mas colocar as participantes para infernizar a vida dos sujeitos apenas os eliminando seguidamente. Além disso, para garantir que as “Vingadoras” não sofram retaliações posteriormente, todas elas terão os seus nomes mantidos em segredo.
    “Assim que uma Bully Hunter for chamada para o jogo, ela terá a habilidade para se comunicar diretamente com a vítima e observar a situação antes de garantir que a ajuda é necessária,” explicou uma representante da iniciativa. “Ainda mais importante, após o jogo a Bully Hunter poderá avaliar a experiência e classificar se o pedido não foi válido. A ferramenta também terá um sistema de classificação e de relatórios, para que se alguém estiver usando de forma errada a plataforma, ela seja impedida de utilizá-la.”

    Muitas vezes iniciativas como essa costumam agir por conta própria, sem que outras organizações ou empresas queriam se envolver, mas felizmente não é o caso da Bully Hunters. Tanto a National Organization for Women quanto a Diverse Gaming Coalition já demonstraram apoio à causa e companhias como a SteelSeries e a CyberPowerPC também aceitaram associar seus nomes ao grupo.

    Eu estou bastante curioso para ver o que sairá desta investida. No melhor cenário, as conversas sobre um grupo de garotas que caçam valentões e os expõe ao mundo se espalhará pelo jogo, fazendo com que o babaca pense duas vezes antes de atacar uma jogadora. Elas por suas vez se sentirão mais motivadas a não aceitarem passivamente esse tipo de comportamento, sabendo que agora tem a quem pedir ajuda. Mas será que isso realmente acontecerá? Será que o sistema funcionará tão bem quanto as criadoras imaginam?

    Enfim, sei que o assunto me lembrou algo e por isso não consigo deixar de torcer para que as Bully Hunters tenham sucesso.

    http://meiobit.com/383014/jogadoras-criam-grupo-para-cacar-assediadores-em-games/
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • Engenheira da NASA diz que primeira pessoa em Marte tem que ser uma mulher e isso é uma péssima ideia

    Quando o programa de astronautas da NASA começou nem sonhavam em envolver mulheres. O filme Mercury 13, que vai estrear em breve está sendo vendido como o primeiro grupo de mulheres astronautas mas foi uma iniciativa não-oficial e totalmente desconectada ao programa espacial. Com o tempo essa percepção mudou, e hoje a Estação Espacial já teve uma comandante mulher, a primeira russa — Valentina Tereshkova — foi ao espaço em 1963 e temos até astronautas negras fãs de Star Trek e italianas nerds.

    Só que pelo visto isso não é o bastante. Allison McIntyre, que comanda uma unidade da NASA em Houston quer mais.
    “A diretora do meu Centro é mulher, minha ex-chefe de divisão é mulher, nós temos astronautas mulheres, mas ainda não colocamos uma mulher na Lua, e eu acho que a primeira pessoa em Marte deve ser uma mulher”.

    Ok, Allison, temos um problema aí. Primeiro de tudo, ela dá a entender que mulheres são sistematicamente rejeitadas em viagens para a Lua, coisa que pelo visto a gente faz toda semana, e não algo que não acontece desde 1972.

    Há um monte de motivos que tornam interessante a idéia de mandar mulheres para Marte, e nem falo só da minha ex. Mulheres em geral são menores do que homens, e comem menos. Isso pode significar várias toneladas de comida e suprimentos economizadas.

    Como astronautas e aviadoras não chilicam como suas contrapartes em filmes e séries, não há problema em enfrentarem situações de estresse. O único, único risco dessa idéia é justamente o que Allison está propondo: que a astronauta mulher seja escolhida por ser mulher.

    Esse tipo de política termina em casos como o desta moça:

    File:K_hultgreen_F14.jpg

    Ela se chamava Kara Hultgreen, foi a primeira aviadora naval qualificada para combate nos EUA, e a cara da nova e inclusiva Marinha. Ela morreu alguns meses depois de se formar, ao cometer uma série de erros durante um pouso no porta-aviões Abraham Lincoln.

    A realidade é que ela não era uma boa piloto, mas fazia aparições públicas, dava entrevistas em programas de TV, vendia o peixe da Marinha, que estava em competição com a Força Aérea para incluir mulheres em seus quadros de qualquer jeito.

    Testemunhas dizem ter ouvido Tom Sobiek, oficial comandando do Esquadrão VF-124 dizendo que as quatro mulheres pilotos do esquadrão “vão se formar independente de performance”. Declaração que ele nega veementemente, claro.

    Hoje essa exigência não existe mais, mulheres precisam atender às mesmas exigências que candidatos homens, e o resultado são excelentes aviadoras, como Kim Campbell, codinome “Killer Chick”, que pilotou A-10s no Afeganistão e ficou famosa ao voltar pra casa com o avião peneirificado.

    Se a NASA escolher uma astronauta mulher para uma missão a Marte, excelente. O que não pode, não pode mesmo é escolher por ser mulher, cedendo a uma pressão de gente que não estará a milhões de quilômetros de casa arriscando a vida. Até porque no espaço ninguém consegue ouvir você lacrar.

    Fonte: BBC.

    http://meiobit.com/383218/nasa-engenheira-propoe-que-primeira-pessoa-em-marte-tem-que-ser-uma-mulher/
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • 7 estudos que rechaçam a ideologia de gênerot6.jpeg

    Por Pedro Augusto

    Talvez a bandeira que os movimentos progressistas mais tentarão impor na cultura brasileira nos próximos anos é a da gênero, também conhecida como Ideologia de Gênero.

    Diversos debates - ou melhor, propagandas, já que debates são ideias contrárias em conflito - são realizadas na grande mídia brasileira, em sites, universidades e tantos outros meios. Geralmente, nessas discussões, jamais ou quase nunca são chamadas pessoas com ideias contrárias para falar do tema.

    E entre as várias subtemáticas questões de gênero, está a transexualidade na infância e na adolescência, assunto que inclusive já foi tema de um  programa popular nas manhãs da televisão aberta. De acordo com os defensores desse ponto de vista,  crianças já podem escolher se identificam-se como meninos ou como meninas, e até optar por mudar de sexo, embora essas mesmas crianças não atravessem uma rua sozinhas por causa de sua enorme imprudência.

    Em meio a esses debates, algumas verdades precisam vir à luz para a sociedade e principalmente para os defensores da mudança de gênero, que geralmente rotulam de preconceituosos àqueles que possuem uma opinião diferente.

    Dentro desta temática, a médica Michelle Cretella, presidente do American College of Pediatricians, em um texto para o site The Daily Signal, mostrou os perigos do tratamento de mudança de sexo para crianças. Cretella afirmou que os estudos sobre a existência do cérebro trans tem sérios defeitos e não provam nada.

    Pesquisas realizadas com gêmeos mostram que se o DNA e os hormônios pré-natais determinassem a transgeneridade, deveríamos esperar que, em quase 100% dos casos, se um gêmeo se identificasse como transgênero, o outro faria o mesmo. O maior estudo sobre o caso publicado em 2013 pelo médico Milton Diamond aponta que, em apenas 28% das vezes em que um dos gêmeos é transgênero, o outro também é.

    A médica também aponta que o Manual de Sexualidade e Psicologia da Associação Pediátrica Americana mostrou que entre 75% a 95% dos adolescentes que possuem alguma confusão sobre sua identidade sexual aceitam o seu sexo biológico no fim desta fase da vida. Estima-se que nos meninos a taxa chegue a 98%, enquanto nas meninas 88%.

    Outro ponto é que segundo um estudo publicado na revista The New Atlantis, os bloqueadores da puberdade (usados em tratamentos para mudanças de sexo), mesmo aqueles utilizados para os casos precoce não são seguros, pois aumentam o risco de fraturas nos ossos no começo da fase adulta, câncer testicular, obesidade e impacto no desenvolvimento psicológico e cognitivo.

    Além disso, em seu artigo, a Dra. Michelle aponta que inexiste casos de crianças com disforia de gênero que tenham deixado de usar medicamentos hormonais. O único estudo sobre o tema mostra que todos os diagnosticados que foram tratadas com bloqueadores continuaram expressando a identidade transgênero e passaram a ingerir hormônios de cruzamento hormonal. A médica também diz que este número sugere que o protocolo médico em si pode levar os jovens a se identificar como transgênero.

    O uso de hormônios de cruzamento sexual acarretam em riscos para a contração de diabetes, câncer, doenças cardíacas, coágulos sanguíneos e hipertensão arterial, segundo estudo com adultos.

    Os riscos de suicídio é um motivos pelos quais muitos defendem as cirurgias de mudanças de sexo nas crianças e adolescentes. No entanto, um estudo sueco revela que a taxa de suicídios em pessoas que fazem a mudança de sexo é vinte vezes maior em relação a população em geral.  Além disso, estima-se que 90% desse grupo que tira a sua vida já foi diagnosticado antes com alguma desordem mental. E não há provas claras que sejam por motivos de preconceito, perseguição etc.

    FONTE : http://ocongressista.blogspot.com.br/2017/07/procedimento-de-mudancas-de-sexo-em.html?m=1
    O campo do saber é denso e inesgotável , isso é fascinante e muitas vezes frustrante .
    Não tenho motivos pra acreditar em ima Divindade .
    "Eu canto com a minha alma, com o meu corpo, com o meu sexo... Eu canto inteira! "
     Janis Joplin


     
  • O campo do saber é denso e inesgotável , isso é fascinante e muitas vezes frustrante .
    Não tenho motivos pra acreditar em ima Divindade .
    "Eu canto com a minha alma, com o meu corpo, com o meu sexo... Eu canto inteira! "
     Janis Joplin


     
  • PercivalPercival Member
    Pastor que pichou a cidade do RJ, afirma que gays “devem ser discriminados”.

    Bom, só pelo título a gente já sabe que até falar disso é asqueroso, não é cristã tal afirmação e nem Jesus faria ou falaria algo do gênero.

    A pessoa em questão é TUPIRANI DA HORA LORES, “pastor” da “igreja pentecostal geração de Jesus Cristo”, já é conhecido das páginas policiais do Rio de Janeiro e com um processo tramitando no STF por intolerância religiosa quando o mesmo pedia o fim da Assembleia de Deus e em protestos contra o Islamismo logo após o presidente Michel Temer sancionar a lei de refugiados no ano passado.

    Tupirani nessa semana se envolveu em um caso de “pichação” na cidade do Rio de Janeiro, quase 50 homens saíram pelas ruas do rio pichando em postes, órgãos públicos, vias e calçadas a mensagem: -“Bíblia sim, Constituição não – JESUS VOLTARÁ EM 2070”- segundo o G1, o pastor e seus seguidores se envolveram numa briga com a guarda municipal do RJ onde 12 de seus seguidores saíram feridos e um se encontra em estado grave no hospital.

    https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/confusao-entre-grupo-de-evangelicos-e-guardas-municipais-deixa-feridos-na-zona-sul-do-rio.ghtml

    O Mesmo pastor também tem um caso de intolerância sexual, o mesmo em um vídeo publicado essa semana pela página “Rio de Nojeira” aparece dizendo que: “gays devem ser discriminados e bíblia discrimina gays”. -Tupirani, no púlpito de sua igreja. Tal afirmação é configurada como crime segundo a Lei 7.716/1989 do CP.

    O mesmo afirma no vídeo que se tivesse uma empresa “não admitiria homossexuais” e diz que a homossexualidade é uma “possessão demoníaca”, e ainda chama o homossexual de “aberração” e diz que a homossexualidade é “pior que um aborto”.

    Veja o vídeo:



    Tupirani em 2009 foi preso após atacar também umbandista e é considerado um fanático por quem o conhece.

    https://extra.globo.com/noticias/rio/justica-manda-prender-pastor-jovem-que-atacaram-umbandistas-303222.html

    Opinião do Boteco:

    Esse cara é um ridículo, simplesmente ridículo, não representa em nada o Cristianismo, não representa os evangélicos e eu ainda vou além: NÃO PODE SER CHAMADO DE PASTOR. É bem simples, um cara desses tinha que estar preso, esse homem certamente é um doente mental, não há outra explicação a não ser que ele seja criminoso por natureza.

    Afirmar que a bíblia manda discriminar alguém chega a ser hilário, tal afirmação não tem base nas escrituras, pois a mesma orienta o seguinte: E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas; Atos 10:34. E Jesus ainda pregou que devemos como cristão pregar o evangelho a toda a criatura sem distinção. Portanto afirmar que ser homossexual é aberração, ou discriminar alguém por ser gay além de crime é uma prática anticristã, Jesus não passava a mão na cabeça de ninguém, mas ele mandou pregar o amor e a redenção do pecado por meio da Cruz, mas nunca mandou a fastar de nós Cristãos os homossexuais, ou qualquer pessoa que pense ou aja diferente de nós, pois isso é uma boçalidade e não cabe isso nem sequer socialmente e nem religiosamente.

    A Bíblia pede para combatermos o pecado, mas o combate ao pecado não é “discriminar gay” ou ser um intolerante religioso, o combate ao pecado é afirmar segundo a bíblia que a pratica sexual é errada e imoral segundo a bíblia, mas também pregar o amor e o perdão da cruz de Cristo para o pecador, ou seja, só prova a total distinção entre o discurso de Cristo e o discurso desses.

    E falo isso sendo uma pessoa conservadora e de direita, se um cara desse fala algo do gênero perto de mim, se eu não partir pra cima dele no mínimo eu chamo a polícia, pois um ser assim já deveria estar fora da sociedade a muito tempo, em pleno sec. XXI não cabe mais esse tipo de atitude.

    Esse cara é um fanático extremista e as falas do mesmo NÃO REPRESENTAM O PENSAMENTO CRISTÃO.

    -Paulo Ricardo Lima – Palestrante DESMOTIVACIONAL, Teólogo de Boteco.

    http://botecoteologico.com.br/pastor-que-pichou-a-cidade-do-rj-afirma-que-gays-devem-ser-discriminados/
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrator, Moderator
    Se você pede ao médico para cortar um braço, você é internado como louco.
    Se você pede para cortar os seios porque se sente homem ou o pênis porque se sente mulher, você é atendido.

    E médicos entopem crianças com drogas e hormônios se elas tiverem disforia de gênero.

Entre ou Registre-se para fazer um comentário.