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O Politicamente Correto Ditando Regras Para a Arte.

1235»

Comentários

  • Fernando_Silva escreveu: »
    Percival disse:
    A revista que chegou em fevereiro no Brasil gerou polemica em foruns Brasileiros de quadrinhos e nos americanos que acusaram o Super Homem de ser um "simbolo da extrema direita" e que esse tipo de "doutrinação na juventude deveria ser ultrapassada", mas aos poucos você percebe que a galerinha que tá reclamando são leitores novos do personagem que costumam problematizar tudo.
    Estão chamado esse povo que se ofende com tudo de "geração floco de neve".
    https://www.revistapazes.com/floco-de-neve/


    Floquinho de neve, snowflake, pós moderno, millenial... Tem um monte de termos.
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • Fernando_Silva escreveu: »
    Percival disse:
    A nova série do José Padilha (Tropa de Elite e Narcos) acaba de estrear na Netflix: O Mecanismo. A série é sobre os esquemas de corrupção envolvendo a Petrobras. Como todos sabem, partidos politicos foram os grandes protagonistas do assalto à Petrobras, e mostrar isso para o mundo causa reações histéricas da militância de políticos, incluindo o tal critico que chamou a serie de fascista mesmo ela sendo baseada em fatos reais, ele deletou sua conta e pediu para muitos militantes fazerem o mesmo.
    A Dilma está cuspindo marimbondos e dizendo que a série é mentirosa.

    <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="pt" dir="ltr">A mentira tem perna curta. E, agora, a mentira ganha as telinhas de tevê: “O mecanismo”, na Netflix. <a href="https://t.co/cU1SO5WUcQ">pic.twitter.com/cU1SO5WUcQ</a></p>— Dilma Rousseff (@dilmabr) <a href="">March 26, 2018</a></blockquote>
    <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>


    <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="pt" dir="ltr">O MECANISMO DE JOSÉ PADILHA PARA ASSASSINAR REPUTAÇÕES<br>Cineasta propaga “fake news" na série de TV lançada pela Netflix. Dilma desmascara as mentiras.<br>LEIA A NOTA DE DILMA NO LINK ABAIXO:<a href="https://t.co/fTQQFLcArM">https://t.co/fTQQFLcArM</a></p>&mdash; Dilma Rousseff (@dilmabr) <a href="">March 25, 2018</a></blockquote>
    <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>


      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • José de Abreu cancela assinatura de TV em protesto contra 'O mecanismo'
    POR ANCELMO GOIS26/03/2018 13:00
    O ator José de Abreu cancelou a sua assinatura da Netflix, em protesto contra a série “O Mecanismo”, sobre política brasileira e inspirada na Lava-Jato: “Ela é mentirosa, preconceituosa e mostra o ódio que José Padilha tem do Brasil.”

    https://blogs.oglobo.globo.com/ancelmo/post/jose-de-abreu-cancela-assinatura-de-tv-em-protesto-contra-o-mecanismo.html?utm_source=Twitter&utm_medium=Social&utm_campaign=O Globo
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • LeandroLeandro Member
    editado March 27
    Esses comunistóides nem deveriam assinar NetFlix, uma empresa capitalista norte-americana. 

     
  • JudasJudas Moderator
    Leandro disse: Esses comunistóides nem deveriam assinar NetFlix, uma empresa capitalista norte-americana. 

     

    Na verdade deverian sim.
    São, literalmente DEZENAS de programas e documentários com pautas progressistas e esquerdistas.
    A série "Rotten" fala sobre a industria de alimentos, agrotóxicos sendo malvados etc...
    A série "Na rota do dinheiro sujo" tem um episódio dedicado a Donald Trump metendo a ripa no cara. Sem dedicar, por exemplo um episódio sobre a fundação Clinton que atuava como Lula no caso das palestras de Boll clinton e sumiu com o dinheiro que era pra ter sido alocado na recontrução do Haiti. E claro há também episódios dedicados a crucificar Wall Street em bloco, como se só houvesse coisa ruim para o paí deles lá.
    Série sobre um tema que não me lembro mas falava de aquecimento global dedicou uma parte a dizer que Obama assinou acordos pra ajudar com oproblema do aquecimento global enquanto frisou que Trump deixou o acordo de Paris.

    Isso mostra o quaão autoritário o cara que quer cancelar a assinatura apenas porque UM programa é contra o que ele acredita.
  • Judas escreveu: »

    Isso mostra o quaão autoritário o cara que quer cancelar a assinatura apenas porque UM programa é contra o que ele acredita.

    Isso porque eles são a favor da diversidade de idéias, imagina se não fossem.
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • Sergio Moro defende liberdade criativa em “O Mecanismo”


    O juiz Sergio Moro disse nesta segunda-feira, durante o “Roda Viva”, que assistiu à série “O Mecanismo”, alvo de críticas de Dilma Rousseff e Fernando Haddad, e apoia as liberdades criativas tomadas por José Padilha.

    “Acho que os dois produtos têm suas qualidades (…) Agora, existe uma série de liberdades criativas que são tomadas. Nem a série ‘O Mecanismo’ nem o filme ‘Polícia Federal – A Lei É Para Todos’ retratam a realidade exatamente como aconteceu”, afirmou.

    O magistrado disse que algumas situações apontadas nas produções são reais, mas que elas não podem ser encaradas como peças de reconstrução histórica.


    http://teleguiado.com/televisao/2018/03/sergio-moro-o-mecanismo.html
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • PercivalPercival Member
    IA poderá ajudar a Blizzard a combater comportamentos tóxicos

    O comportamento tóxico de alguns jogadores é algo que pode prejudicar bastante a experiência dos demais, chegando ao ponto das empresas gastarem uma boa grana para combater essas pessoas e até a unir forças para tentar enfrentar o problema.

    Como monitorar individualmente esses ataques é uma tarefa muito complicada, a Blizzard começou a testar um sistema que, se evoluir da maneira como eles gostariam, poderá mudar consideravelmente a forma como o assunto é tratado atualmente.
    “Estamos tentando ensinar aos nossos jogos o que é a linguagem tóxica, o que é meio engraçado,” revelou jeff Kaplan, diretor do Overwatch. “O pensamento aqui é que você não precisa esperar por um relato para determinar que aquilo foi tóxico. O nosso objetivo é chegar a isso, para que você não tenha que esperar por esses relatos acontecerem.”

    Um dos grandes problemas aqui é que a nossa comunicação possui muitas variáveis, mas de acordo com o game designer, eles já chegaram a um estágio em que a sua inteligência artificial é capaz de identificar comportamentos tóxicos até em outras línguas, como por exemplo o coreano. O próximo passo é identificar quando a maneira de jogar da pessoa está prejudicando os outros, percebendo assim aqueles que podem não estar xingando a tudo e a todos, mas que estão claramente usando a própria jogabilidade para estragar a partida.

    No entanto, é difícil não pensarmos nas falhas que um sistema como este pode cometer, como por exemplo quando dois amigos estão se xingando, mas sem o intuito de um ofender o outro. Todos nós sabemos que esse tipo de coisa acontece e é óbvio que ninguém gostaria de ser banido de um jogo por causa de uma “brincadeira”.

    Por isso Kaplan diz que no momento o sistema está focado nos comportamentos mais extremos, sendo treinado para funcionar da melhor maneira possível e por mais que eles não tenham sucesso nessa iniciativa, gosto de ver o responsável pelo jogo dizendo que se uma pessoa tem usado o Overwatch para fazer coisas ruins, então esse é um jogador que não lhes interessa. Pois é isso, para seres que não sabem jogar em harmonia com os outros, a tolerância deve ser zero.

    http://meiobit.com/382618/ia-podera-ajudar-a-blizzard-a-combater-comportamentos-toxicos/
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • Censura: Léo Lins é proibido de apresentar show em Minas Gerais
    O comediante Léo Lins está proibido de apresentar o espetáculo “Bullying Arte” na cidade de Barbacena, interior de Minas Gerais.

    Léo Lins foi informado do veto na quarta-feira, depois da postagem do vídeo “A verdadeira história de Barbacena” nas redes sociais.

    Na gravação, disponível abaixo, Léo Lins faz piadas sobre o excesso de semáforos nas ruas, a cracolândia local e a eleição do ex-prefeito Toninho Andrada – beneficiado por uma lei bizarra que impedia a Câmara dos Vereadores de interferir na reforma administrativa da cidade.



    Os administradores do Automóvel Clube de Barbacena, onde o “Bullying Arte” seria sediado, comunicaram por e-mail a rescisão do contrato.

    A mensagem, repleta de erros de português, lamenta o “desrespeito às famílias tradicionais de nossa cidade” – óbvia referência a Toninho Andrada e seus parentes, instalados no Poder Público desde a época do Império – e as piadas com autoridades locais “que muito contribuíram para a fundação, crescimento e desenvolvimento da Nobre e Leal cidade”.

    Contratante do espetáculo, a empresa Hadar Publicidade e Eventos entrou em contato com outras casas de show de Barbacena para não prejudicar os fãs que já haviam adquirido ingressos. Temendo represálias, todas recusaram as ofertas.

    VAMPIRISMO E CORONELISMO
    A família Andrada é influente dentro e fora de Barbacena. Foi graças ao deputado Bonifácio de Andrada, do PSDB, que o presidente Michel Temer deixou, em outubro de 2017, de ser investigado pelos crimes de organização criminosa e obstrução de Justiça.

    Bonifácio, à época, era ligado a quatro empresas que deviam R$ 78 milhões em tributos – dinheiro suficiente para contribuir com a fundação, o crescimento e o desenvolvimento de umas 50 Barbacenas.

    http://teleguiado.com/sociedade/2018/04/censura-leo-lins-e-proibido-de-apresentar-show-em-minas-gerais.html
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  •   “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • Google, Facebook e Microsoft seguem Apple e trocam emoji de arma de fogo

    Em 2015, a Apple sofreu pressão de um grupo a favor do controle de armas de fogo, e decidiu trocar seu emoji de pistola por uma versão de brinquedo. Com o passar do tempo, isso surtiu efeito em outras empresas.

    No ano passado, Samsung e Twitter mudaram seus ícones. Agora, a mudança chega também para as plataformas do Google, Facebook e Microsoft.

    Em atualização do Android nesta semana, alguns usuários puderam notar a mudança no emoji: a versão do Google traz uma pistola d’água laranja. Por sua vez, Apple, Samsung e Twitter têm uma arma verde.

    Em 2015, a Apple sofreu pressão de um grupo a favor do controle de armas de fogo, e decidiu trocar seu emoji de pistola por uma versão de brinquedo. Com o passar do tempo, isso surtiu efeito em outras empresas.

    No ano passado, Samsung e Twitter mudaram seus ícones. Agora, a mudança chega também para as plataformas do Google, Facebook e Microsoft.

    Em atualização do Android nesta semana, alguns usuários puderam notar a mudança no emoji: a versão do Google traz uma pistola d’água laranja. Por sua vez, Apple, Samsung e Twitter têm uma arma verde.

    Google-Emoji-Arma-700x389.jpg

    A Microsoft usou o Twitter para mostrar uma prévia do novo ícone. “Estamos no processo de desenvolver nossos emojis para refletir nossos valores e o feedback que recebemos”, diz a empresa.

    Em 2013, a Microsoft já havia tentado criar algo diferente para o emoji. Durante três anos, a empresa usou uma espécie de arma laser. No entanto, a escolha não foi acompanhada por nenhuma grande concorrente.

    <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr">We are in the process of evolving our emojis to reflect our values and the feedback we’ve received. Here’s a preview: <a href="https://t.co/BlB3yYTSht">pic.twitter.com/BlB3yYTSht</a></p>— Microsoft (@Microsoft) <a href="">April 25, 2018</a></blockquote>
    <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>

    O Facebook também está trabalhando em uma alteração do seu emoji, porém não revela mais detalhes.

    A padronização do emoji é feita pela Unicode Consortium. Porém, o visual de cada ícone é definido por cada empresa. Isso abre espaço para mal-entendidos: por exemplo, quando um usuário envia o emoji de arma de brinquedo, o destinatário pode acabar vendo uma arma de fogo.

    Veja a evolução dos emojis de arma:

    Evolu%C3%A7%C3%A3o-Emoji-Arma-700x496.jpg

    https://tecnoblog.net/241062/google-facebook-microsoft-emoji-arma-fogo/
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • PercivalPercival Member
    editado May 15
    TELEVISÃO

    Ministério Público atenta contra a liberdade ao exigir atores negros em “Segundo Sol”

    O Ministério Público do Trabalho encaminhou nesta sexta-feira uma notificação para a TV Globo mudar o roteiro e o elenco de “Segundo Sol” a fim de “assegurar a participação de atores e atrizes negros e negras” e, assim, “respeitar a diversidade étnico-social brasileira”.

    Segundo a revista Veja, ou o que sobrou da revista Veja, a ofensiva intermediada pela Coordenadoria Nacional de Promoção de – pausa para recuperar o fôlego – Igualdade de Oportunidade e Eliminação da Discriminação no Trabalho – ufa! – nasceu da indignação das redes sociais com o reduzido número de artistas negros na novela.

    Qualquer pessoa razoavelmente instruída sabe a diferença entre sociedade e Facebook. Com três contas falsas e a mãozinha de um repórter vagabundo, toda sandice ganha selo de autenticidade e chancela de “opinião pública” na cadavérica imprensa mainstream. É compreensível a imprensa cair na balela da moçadinha descolada de Higienópolis. Não é aceitável – muito menos perdoável – um órgão ligado ao Ministério Público colocar o pé na mesma armadilha.

    Os brasileiros de verdade, que pegam ônibus lotado e pedem para o Carrefour cobrir a oferta de coxão mole do Extra, não assistem televisão para contabilizar quantos negros, gays ou japoneses aparecem no “Jornal Nacional” ou no “Fala Que Eu Te Escuto”. Na verdade, quem discrimina minorias e incentiva a criação de tribunais raciais, na esperança de criar séquitos ideológicos, sequer assiste televisão. Sequer mantém contato com a sociedade.

    Das cinco maiores redes de TV do país, a Globo é, disparada, a que mais investe na discussão de preconceitos raciais ou sexuais. Das cinco maiores redes de TV do país, a Globo também é, disparada, a que produz as melhores novelas. Se alguém lá dentro entende que determinada produção deve ter 75 atores brancos e 5 atores negros, é porque naquele momento existiam 75 atores brancos e 5 atores negros capazes de interpretar aqueles papéis. Nada demais. Ou melhor: nada que justifique canetadas de pretensos justiceiros sociais.

    A Globo recebeu dez dias de prazo para ajustar o elenco de “Segundo Sol”. Ao Ministério Público do Trabalho cabe o direito de aceitar ou não as mudanças e levar ou não o caso para a Justiça. Em nome da diversidade “étnico-social”, deixamos de lado a diversidade de ideias. Deixamos de lado o direito de fazer escolhas. Deixamos de lado a autonomia.

    Hoje a vítima é a Globo. E amanhã?
    http://teleguiado.com/televisao/2018/05/segundo-sol.html
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • BotânicoBotânico Member
    Podia dar cadeia, mas a minha resposta ao Ministério Público seria: _ Vá catar coquinho na ladeira para ver se aprende a distinguir sociedade de facebook. A novela é minha, o roteiro é meu e os atores eu escolhi pelos meus critérios. Que negócio é esse de dizer que tenho que colocar mais negros, mais japas, mais bichas, mais travecos e mais transgênicos em nome da  diversidade? A novela é para divertir o público e não para atender a demanda de gente do politicamente correto. A Marvel entrou nessa e se ferrou.
  • PercivalPercival Member
    Diretor fala sobre a prática de escravidão no Conan Exiles

    Vista em quase todas as civilizações que já passaram pela Terra, a escravidão é uma das práticas mais abomináveis da humanidade e por se tratar de um tema tão delicado, não é de se estranhar que ele quase nunca seja abordado nos games. Mas e quando o título fala sobre um universo onde isso é tão comum, como as histórias do Conan?

    Ao fazer do Conan Exiles um jogo sandbox de sobrevivência, o pessoal da Funcom poderia ter evitado falar sobre a escravidão, mas ao invés de fazer isso, eles não só a incluíram no game, como a tornaram uma parte da jogabilidade, permitindo que os jogadores possam capturar inimigos que vagam pelo mundo do jogo e os coloquem para trabalhar para eles.

    Presos a uma Roda da Dor, os lacaios precisarão ser alimentados e ter a sua vontade quebrada, para que com o passar do tempo possam nos servir criando itens, nos entretendo ou até protegendo a nossa base. Ou seja, se trata de uma parte que embora não seja obrigatória, é importante na jogabilidade e está dentro do contexto daquele universo.

    Porém, é de se imaginar que algumas pessoas não gostem muito da ideia e quem falou sobre isso foi Joel Bylos, diretor criativo do Conan Exiles.
    “Eu não sei se será ofensivo para algumas pessoas ouvirem isso, então deixe eu me desculpar de antemão. Direi que, sendo australiano, tenho menos bagagem cultural com a escravidão do que um americano teria, por exemplo. Eu não cresci com essa história, então é um pouco difícil para mim me colocar no lugar de qualquer pessoa que tenha isso […] Mas na história, isso é parte do mundo Hyboriano.



    Eu diria que acredito firmemente no fato de que só porque você faz algo em um videogame, não faz na vida real e a maioria das pessoas estão cientes disso. Entendo que este é um elemento problemático, mas ele não veio da malícia […] Eu diria que veio de um lugar em que, mecanicamente, pensamos que seria bem interessante para as pessoas.”

    Não resta dúvidas de que o tema é delicado e isso fica claro nas próprias palavras do game designer, que a todo momento toma um enorme cuidado para falar sobre o assunto. O curioso é que a questão da escravidão poderia ter sido ainda mais polêmica, já que inicialmente a Funcom pretendia que os jogadores escravizassem outros jogadores e isso só não aconteceu porque a equipe teve problemas para implementar o recurso.

    Talvez o que pegue aqui é o fato de que, ao contrário do que temos em filmes, num jogo somos nós que tomamos a iniciativa de praticar algo tão absurdo como a escravidão e embora eu não tenha visto pessoas reclamando do game por aí, pode ser que isso não esteja acontecendo apenas por o título não ser tão popular.

    Enfim, há alguns dias venho jogando o Conan Exiles e apesar dele possuir uma série de problemas sérios, como a falta de sincronismo do áudio, um sistema de batalhas precário e uma progressão bem lenta, estou gostando muito do que ele tem a oferecer e pretendo me dedicar mais ao game. Eu ainda não cheguei no ponto de escravizar alguém, mas para um personagem que tem andado por aí se alimentando de carne humana para manter o estômago cheio, talvez isso nem venha a ser um grande problema.

    Fonte: Polygon.

    http://meiobit.com/384426/diretor-fala-sobre-a-pratica-de-escravidao-no-conan-exiles/
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • PercivalPercival Member
     Marcas democráticas não censuram obras alheias, MultishowCaptura-de-Tela-2018-06-05-%C3%A0s-20.46.40.pngO Multishow tentou explicar o corte da piada “O Batman não está, porque está em lua de mel com o Robin”, presente no episódio “O Descobrimento da Tribo Perdida”.

     “Estamos cientes das críticas e ainda vamos acertar e errar, mas sempre na tentativa de fazer o melhor. É vivo, uma troca, não é uma decisão única. Estamos aqui para discutir juntos, ajustar também com os fãs. Em algumas piadas, realmente existe um cunho homofóbico, mais machista. Nos anos 70 isso era mais comum, mas hoje, felizmente, estamos em outro momento. Vamos entendendo o limite dentro do humor. A linha é muito tênue e, por isso, uma decisão sempre difícil. Somos uma marca democrática, com a responsabilidade de debater todas essas questões. Temos um poder social muito grande nas mãos. Vamos, sim, ficar de olho nisso, mas entendemos a liberdade artística e o contexto da época do produto e, por isso, vamos buscar ser fiéis à obra idealizada pelo Bolaños” afirmou, em nota, o canal.

     Quem altera uma obra, seja ela literária ou televisiva, não pode afirmar que está “sempre na tentativa de fazer o melhor”. Responsabilidade social não pressupõe – ainda – a censura prévia (ou póstuma) de desenhos animados, filmes e seriados. E é assustador que, na era da convergência digital, um canal pago acreditar que pode decidir o limite da liberdade artística de atores, roteiristas e centenas de profissionais sem ser apanhado em flagrante por quem de fato tem esse direito: o telespectador.

     O lacre, a exemplo do choro, é livre. Se os executivos do Multishow estão dispostos a perder audiência para agradar quem usa o controle remoto para patrulhar, tudo bem. Meu único pedido é: façam isso direito. Afinal de contas, não pega bem um canal preocupado com o machismo exibir programa de mulher pelada à 1h00.
    http://teleguiado.com/televisao/2018/06/marcas-democraticas-nao-censuram-obras-alheias-multishow.html
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • PercivalPercival Member
     Chamar Silvio Santos de racista e homofóbico é má-féGaby Amarantos está brava com Silvio Santos. No Twitter, disse que o apresentador passou os últimos anos ridicularizando “negros/mulheres/gays/plus” e que piadas com essas pessoas não podem ser mais toleradas na civilizada sociedade dos 70 mil homicídios por ano.

     “Racismo não é opinião, gordofobia não é opinião, machismo não é opinião. Comunicadores, humoristas e todo e qualquer humano não podem usar desse artifício para destilar preconceito”, resumiu.

     A correção política é como obra da Encol. Bonita no papel. Invisível, na prática. Comédia não tem nada a ver com racismo ou preconceito. Racismo é crime. Comédia é arte. O racismo é submetido ao poder judiciário. A comédia, ao poder do público. A criminalização da opinião e a penalização do humor não são instrumentos de defesa de minorias. São eufemismos para a censura. E a censura bem-intencionada é letal para qualquer democracia.

     Para apagar o passado e monopolizar o futuro, os millennials adotam como método o assassinato de reputações. Cantores, apresentadores, atores e bonecos de espuma – alguém chamou Louro José de apropriador cultural semana passada – são submetidos às mais estúpidas comparações e problematizações em prol do controle da narrativa. Do controle dos direitos e desejos de cada cidadão.

     Quem chama Silvio Santos de machista, homofóbico e misógino simplesmente ignora a história da televisão. Ele, Chacrinha e Bolinha sempre foram os maiores defensores dos transformistas e os primeiros a tratar esses artistas como… artistas de verdade. Como bem lembrou o professor Fernando Morgado, em entrevista concedida ao Teleguiado, “Silvio é o único apresentador do Brasil com um auditório exclusivamente composto por mulheres. Isso não seria possível se ele tivesse ávido interesse em afirmar uma suposta superioridade masculina. Além disso, há décadas abre espaço para homossexuais, tanto no palco, quanto nos bastidores. Todos, inclusive, sabem dos concursos com transformistas que ele promove”.

     Todos têm o direito de desaprovar publicamente as atitudes e declarações de Silvio Santos. Ninguém, no entanto, tem procuração para determinar quem pode e quem não pode se expressar.http://teleguiado.com/televisao/2018/06/chamar-silvio-santos-de-racista-e-homofobico-e-ma-fe.html
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrator, Moderator
    A cantora Fabiana Cozza, que se considera negra, desistiu de fazer o papel da Ivone Lara depois que os movimentos negros reclamaram que ela era branca demais e não os representava.

    Mas se calaram quando a atriz Bárbara Sut, negra, foi escolhida para o papel da Julieta de Romeu.
  • PercivalPercival Member
    Millenials SJW feministas estão alterando contos de fadas e já pode ser tarde demais chapeuzinho.jpgCostumamos culpar os Millenials, essa geração de bunda-moles que leva os pais nas entrevistas de emprego, mas a realidade é que Millenials não surgem por geração espontânea, eles são assim por culpa dos pais que tanto protegem seus floquinhos de neve especiais e únicos. Por isso não é surpresa descobrir esta pesquisa, onde os papais preocupados estão protegendo seus filhos da cruel e dura realidade… dos contos de fada.Vejamos alguns resultados da pesquisa, irrite-se comigo:
    • 25% dos pais ingleses admite mudar o final de contos de fadas clássicos porque eles são “politicamente incorretos”.
    • 16% evitam certos tipos de histórias com medo de serem muito assustadoras para seus filhos ou que passem a mensagem errada.
    • 36% se incomodam com o Flautista de Hamelin ter usado um truque para fugir com as crianças da cidade.
    • Quase 25% acham Cinderela uma história inapropriada pois ela é forçada a cuidar dos afazeres domésticos.
    • Mais de 25% se incomodam com Robin Hood, afinal ele “rouba outras pessoas”.
    • 25% não lêem para seus filhos a história do Patinho Feio pois acham que ela promove body shaming e discriminação.
    • 1/3 dos pais não gostam de João e Maria pois as crianças são abandonadas na floresta.
    • 1/3 acham que a Bela Adormecida é uma história inapropriada pois ela é beijada sem consentimento.
    • 27% dos pais não gostam de Pinóquio pois ele foge de casa e conta mentiras.
    Sim, eu sei, esses animais de teta não conseguem entender o conceito de moral da história, não entendem que o comportamento errado de alguns personagens É O QUE A HISTÓRIA ESTÁ ENSINANDO QUE É ERRADO, etc, etc, mas piora.
     Esses paitardados estão alterando as histórias. Alguns acham violento demais os Três Porquinhos colocarem um caldeirão de água fervente na lareira para matar o lobo, então na versão Millenial o lobo apenas fica com fome. Ou vira amigo dos porquinhos, dependendo de quem conta.
     João e Maria? Os pais mudaram a história, ao invés das crianças jogarem a bruxa no forno, eles fogem sem ela perceber.
     No Patinho Feio os pais acharam que era body shaming o patinho ser perseguido por ser feio. Sim, eu sei, pais com mais cromossomos do que uma arruela entenderiam que isso faz parte da história, mas não. Ele não pode ser feio pois no mundo maravilhoso do politicamente correto todo mundo é bonito. Então o patinho feio passar a sofrer bullying por ser… inteligente.
     No final quando ele descobre que é um cisne, se transforma em uma ave grande e forte, e os bullies não podem mais bater nele. De certa forma é a mesma mensagem do brilhante e maravilhoso e muito errado Cobra Kai.
     Cobra-Kai-copy.jpg
    Quando vão contar Chapeuzinho Vermelho, aí degringola tudo. A vovó não é mais comida mas presa em um armário, para evitar violência não rola mais a cena do lobo comendo a chapeuzinho e o lenhador/caçador abrindo a barriga dele pra salvar a menina. Também não tem mais a substituição das duas por pedras e o subsequente afogamento do lobo.
     Alguns pais chegam a alterar a história ao ponto do lobo perceber seus erros e ficar amigo da Chapeuzinho e dá Vovó, os três provavelmente vegans. Deveriam respeitar a história original, que nunca vou esquecer:
     Screenshot-07_06_2018-14_17_24.jpg
    Era uma vez uma menina chamada Chapeuzinho Vermelho. Sua mãe a mandou levar mantimentos para a casa da avó, e não se desviar do caminho. Na estrada da floresta ela encontrou um lobo que perguntou aonde ela ia.“Estou levando comida para minha avó, que mora na floresta”
     “No caminho dos pinheiros?”
     “Sim, é lá que minha avó mora.”
     O lobo, muito mais rápido seguiu o caminho, achou a casa da vovó. Matou a pobre velhinha, colocou seu sangue em uma garrafa, fatiou sua carne e a colocou em uma bandeja. Vestiu então as roupas dela e esperou Chapeuzinho chegar.
     “Olá, vovó, eu trouxe pão e leite”
     “Olá, minha netinha, coma alguma coisa. Há carne e vinho na cozinha.”
     Chapeuzinho se serviu, sem perceber o que estava comendo. Um gatinho que tudo via falou: 
     “Vagabunda, comendo a carne e bebendo o sangue de sua avó!”
     O lobo então disse: 
     “Tire suas roupas e deite-se na cama comigo.”
     “Onde coloco meu avental?”
     “Jogue na lareira, você não vai precisar mais dele.”
     A cada peça de roupa Chapeuzinho perguntava e o lobo a mandava jogar no fogo. Vestido, blusa, anáguas, corpetes. Completamente nua ela se deitou ao lado do lobo/avó e estranhou.
     “Como a senhora é peluda!”
     “É para me manter aquecida!
     “Oh vovó que unhas grandes!”
     “É para me coçar melhor.”
     “Vovó, que dentes grandes a senhora tem!”
     “São para te comer melhor!”
     E então o lobo comeu a Chapeuzinho, e depois a devorou.
     The End
     Como? Não é essa a versão que você conhece?
     A sua versão da Cinderela não tem as irmãs malvadas cortando os dedos dos pés para caberem nos sapatos de cristal (que nem eram de cristal originalmente), e não termina com pombas arrancando os olhos delas?
     OK, não me diga que sua Branca de Neve não era perseguida pela mãe (e não madrasta), e que o caçador não recebeu ordens de trazer o fígado e os pulmões da menina, que por acaso tinha 7 anos. E que a punição final da mãe não foi dançar na festa de casamento da filha usando sapatos de ferro em brasa até cair morta.
     A Bela Adormecida, bem… ela não se espetou em uma roca, mas com um fragmento de planta debaixo da unha. Seu pai não aceitou que ela estava morta, e a colocou na cama em uma de suas casas, até que um dia um Rei (viu, ganhamos um upgrade!) a encontra e se encanta com a beleza da moça, e vendo que ela não acordava de seu sono, fez o que todo homem normal (no Século XVII) faria: A estuprou ali mesmo.
     Ela engravidou e mesmo adormecida deu a luz a duas crianças, uma delas suga a planta do dedo da mãe, ela acorda e vai atrás do Rei, que fica muito feliz em ver que sua amada despertou, mas ele já tinha se casado com outra.
     A Rainha, não contente com a chegada da rival, tenta matar e comer os filhos da Bela Adormecida. O Rei então mata a esposa queimando-a viva (queimando morta não seria matar, imagino) e ele, a Bela e os filhos vivem felizes para sempre.
     Contos de Fadas não são histórias fofinhas e inocentes, isso é invenção de escritores como os Irmãos Grimm e a Disney, essas histórias tinham um propósito muito maior do que botar crianças para dormir. Eram histórias de alerta, em um tempo sem polícia e sem Lei, onde uma criança poderia desaparecer de um momento para outro e ninguém ligaria.
     Chapeuzinho Vermelho na versão mais estabilizada é um alerta para meninas não confiarem em estranhos. Algumas versões a descrevem como uma jovem muito bonita, e o capuz vermelho é um simbolismo de menstruação, dando a entender que ela já estava em idade de atrair a atenção dos homens, e que era importante se preservar ficando longe dos lobos.
     A versão impressa mais antiga foi escrita por Charles Perrault e publicada em 1697, mas há versões bem mais antigas, Esopo escreveu uma variação em 6AC e segundo a Dra. Jamie Tehrani a base da história pode ser traçada até 3000AC.
     As alterações dos SJWs loucos não são nem de longe as primeiras, nem serão as últimas. As versões são tantas quanto as pessoas que contaram as histórias. Em algumas delas Chapeuzinho foge, em outras só a Vovó morre, em outras ela usa um capuz de ouro. Cada versão tentava passar um ensinamento importante para as crianças da época.

     
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • PercivalPercival Member
    Hoje uma versão atualizada colocaria o lobo pedindo nudes via chat online, mas os pais bunda-moles não entendem o conceito e a utilidade das histórias, o que significa que quase literalmente sem lobos, a história não serve pra nada, e será esquecida.

     Essa mania de alterar histórias para que se adequem às morais e gostos correntes não é nova e ninguém está protegido. Nem mesmo Shakespeare. Nos Séculos XVII e XVIII era moda alterar as peças do Bardo de acordo com o “gosto do público”. Em 1667 William Davenant e John Dryden lançaram isto:

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    “A Tempestade ou: A Ilha Encantada”.  Sim, já dá urticária no título, e não acaba aí. Eles cortaram dois terços do texto original, adicionaram personagens e mexeram totalmente na história. Pior, essa se tornou a versão “oficial” até o Século XVIII.

     Um tal de Nahum Tate publicou uma versão de Rei Lear em 1681 com direito a… final feliz. E tirou o Bobo da Corte, um personagem fundamental pra história. Essa versão foi a mais popular por 150 anos, período no qual a versão original de Shakespeare foi encenada ZERO vezes.

     Romeu e Julieta com final feliz, nem vale o esforço catalogar quantas versões há.

     As lendas e contos de fada de antigamente são tão horrorizantes para nós quanto as versões amenizadas são para a militância lacradora. EU não leria pra uma filha uma história como a de Rapunzel, que joga as tranças, abre as pernas engravida do príncipe e é mandada pela bruxa para mendigar pelas ruas com os filhos.

     Todas essas imagens sexuais, alegóricas ou explícitas foram removidas pelos contadores de histórias mais modernos, mas eram essenciais em uma época onde as crianças estavam muito mais expostas aos ricos (e benefícios financeiros) de uma sexualidade precoce para os padrões de hoje. O lado sexual só aparece em versões como a Chapeuzinho Vermelho Politicamente Correta, onde o Lobo desafia padrões de gênero e assume seu lado crossdresser. (sério)

     Ah sim, nas versões mais antigas a Cachinhos Dourados é comida pelos ursos, e não no sentido gay da coisa. Crianças precisavam aprender que não se entrar na casa dos outros pra roubar o salmão alheio.

     E Alladdin? Bem, lembra que os floquinhos reclamaram da cena da Jasmine especialmente gostosa, seduzindo o Jaffar?

     jasmineslave-1.gif
    Isso foi tirado da versão original, contada no Mil e Uma Noites. Nela Jasmine, que se chama Princesa Badroul
    Boudour transa com o Aladdin bem antes de se casarem, e é sequestrada por um Mago Africano, e em uma das cenas seduz e embebeda o feiticeiro afronegão para poder deixar Aladdin entrar no palácio. Ou seja: Todos aqueles desenhistas tarados do Deviant Art acertaram no que não viram.

     As versões dos novos tempos vão durar? Não, pois falta substância. Persistirão sem sucesso mas logo serão esquecidas, quando as crianças já não tão crianças descobrirem que os personagens bobos e inofensivos de seus pais podem ser radicais, poderosos e… legais.

     E se você duvida, lembre-se que nós saímos disto…

     aquaman.gif
    para isto:

     Aquaman-800x445.jpg

    https://contraditorium.com/2018/06/07/millenials-sjw-feministas-estao-alterando-contos-de-fadas-ja-pode-ser-tarde-demais/
      “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
  • BotânicoBotânico Member
    Se eu der uma continuidade no romance que escrevi, vou recontar a história da Ciderela pela visão de uma mulher forte, mas não feminista. Vai ter trabalhos domésticos sim, mas também vai ter rebelião. Vai ter príncipe encantado, mas não fada madrinha. A Cinderela vencerá por seus próprios esforços e não porque, na versão do Disney, foi recompensada por ser dócil, obediente, meiga e submissa.
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrator, Moderator
    - Cinderela fugiu de casa porque era abusada pelo pai
    - A mãe do príncipe de A Bela Adormecida era uma ogra e queria devorar a princesa
    - Chapeuzinho Vermelho transou com o lobo antes de ser devorada

    Como os millenials estão adaptando "Pele de Asno", onde uma princesa foge porque o pai queria casar com ela porque era igualzinha à mãe que tinha morrido?
  • JudasJudas Moderator
    editado June 9
    Ontem o YT nudou seu logo pra um arco iris. Também estava promovendo este vídeo sobre "queer", querendo empurrar goela abaixo, o resultado está na barra de like/deslike.
    A MTV fez um uma vez e eles o apagaram  de tanto deslikes que levaram.

     
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