Violência do Islã

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Comentários

  • @Emmedrado
    Não tô defendendo o islam... apenas tô desmascarando o bolso..
    Queria ver a cara dele se algum político ousasse revelar todas as falcatruas e crimes de israel...
    ele ia armar escandalo
  • stefanobahia disse: @Emmedrado
    Não tô defendendo o islam... apenas tô desmascarando o bolso..
    Queria ver a cara dele se algum político ousasse revelar todas as falcatruas e crimes de israel...
    ele ia armar escandalo

    ok
    Adoro os amigos e amigas do Fórum
    (porra q viadagem kkkkkk)
  • Defendo 1 ideia... 1 defendor de Maduro e Assad palestrar no mesmo lugar e Bolsonaro não pode interromper.
    Maduro e Assad são coroinhas de igreja diante de Netanyahu.
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrator, Moderator
    Irã proíbe de novo mulheres em estádios

        "O Globo"    18 Oct 2018

    O procurador-geral do Irã anunciou ontem que não permitirá novamente que mulheres possam assistir a partidas de futebol, como ocorreu na noite anterior durante um jogo entre a seleção masculina do país e a boliviana. A autorização excepcional havia sido concedida na véspera e, na sua opinião, “conduz ao pecado”, segundo a agência de notícias iraniana Mehr.

    — Não concordei com a presença de mulheres ontem no Estádio Azadi. Somos um país islâmico, somos muçulmanos — argumentou Mohammad Jafar Montazeri.— Quando uma mulher vai ao estádio e encontra homens meio desnudos, com roupas esportivas, isso conduz ao pecado.

    POLÍTICOS CRITICAM REGRA

    Desde a Revolução Islâmica, em 1979, as mulheres são proibidas de frequentar jogos de futebol masculino, sob a justificativa de protegê-las de possíveis atitudes grosseiras dos homens. Essa medida é regularmente criticada pelos próprios políticos iranianos.

    O presidente Hassan Rouhani expressou por diversas vezes a sua vontade de liberar a entrada de mulheres nos estádios, mas essa ideia se choca com as opiniões da ala ultraconservadora do país, ligada ao líder supremo, aiatolá Ali Khamenei.
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrator, Moderator
    Num país de pesadelo, Mohammed bin Salman não engana mais ninguém

    Guga Chacra         18/10/2018

    A ditadura na Arábia Saudita, até três anos atrás, tentava ser discreta, mas mudou com o filho do rei Salman

    Imagine um país que coloca a religião acima de tudo e de todos. Um país que restringe os direitos dos homossexuais. Um país que não vê problemas em mulheres serem tratadas como inferiores aos homens. Um país que libera a venda de armas a quem for homem de bem. Um país que censura a liberdade de imprensa. Um país que prende opositores. Um país que tortura e mata jornalistas dissidentes.

    Imagine um país em que a pessoa pode ser condenada à morte ou a chicotadas, além de prisão, por cometer adultério ou vender e consumir drogas. Um país que teve 146 execuções em 2017. Um país que executa os condenados à morte por apedrejamento ou decapitação.

    Imagine um país onde um homem pode ser condenado à morte se praticar sodomia. Um país onde homossexuais podem ser condenados a chicotadas e prisão. Um país que proíbe homens de se beijarem em público. Um país onde dois homens que se amam precisam inventar que são apenas amigos para viajarem juntos e dormirem no mesmo quarto.

    Imagine um país onde até este ano mulheres não podiam dirigir. Um país que, mesmo após permitir que mulheres dirijam, prendeu ativistas pelos direitos das mulheres. Um país que separa homens de mulheres em restaurantes. Um país que exige que as mulheres tenham autorização de um guardião homem para viajarem. Um país que apenas neste ano permitiu que mulheres possam ir a jogos de futebol.

    Imagine um país que proíbe o consumo de álcool. Um país que não tem baladas. Um país que não tem bares. Um país que, até este ano, ficou quatro décadas sem sequer uma sala de cinema.

    Imagine um país controlado por uma família. Um país cujo nome é o sobrenome desta família. Um país que ocupa a 159ª colocação de um total de 167 nações no ranking de democracia da revista britânica “The Economist”.

    Imagine um país que não tem imprensa livre. Um país onde todos os jornais, redes de TV, sites na internet são controlados ou censurados pelo governo. Um país onde um jornalista crítico precisa se refugiar em uma outra nação. Um país que mata e esquarteja este mesmo jornalista quando ele vai renovar o passaporte em um consulado no exterior.

    Este país existe e é a Arábia Saudita. Até três anos atrás, esta ditadura tentava ser discreta. Mas mudou com o rei Salman. Ele escolheu seu filho Mohammed bin Salman, o MBS, como seu sucessor. Este jovem playboy na faixa dos 30 anos se tornou uma espécie de ditador de fato do país. Por meio de uma forte máquina de propaganda e lobby, conseguiu “convencer” alguns de que seria moderado. Quem acompanha mais de perto o regime saudita, no entanto, nunca foi enganado.

    MBS manteve o apoio a jihadistas; em uma ação atrapalhada, instalou um bloqueio fracassado ao Qatar; manteve o premier do Líbano, Saad Hariri, prisioneiro; e comanda uma campanha de bombardeios sanguinária no Iêmen. Muitos no Ocidente fecharam os olhos. Mas agora MBS não engana mais ninguém. Quem o apoiou sabe bem que está ao lado de um regime que assassinou o jornalista dissidente Jamal Khashoggi no consulado saudita em Istambul.
    https://oglobo.globo.com/mundo/num-pais-de-pesadelo-mohammed-bin-salman-nao-engana-mais-ninguem-23164183
  •   “Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes.    Não ajudarás os assalariados, se arruinares aquele que os paga.    Não estimularás a fraternidade, se alimentares o ódio.” [Abraham Lincoln]
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