O judeu é mais inteligente?

O judeu é mais inteligente?
Em entrevista à Folha, o cientista político norte-americano Charles Murray disse que a genética seria uma das explicações para a suposta inteligência superior dos judeus. Será?

Na condição de judeu, não acredito nessa influência genética. Não é só porque, para mim, superioridade genética e barbárie se confundem na história. Mas, como alguém que trabalha com educação, acredito que exista uma cultura específica que ajude na projeção de um povo que, apesar de ter apenas 12 milhões de pessoas, tem 25% dos ganhadores do Prêmio Nobel.

O que existe entre judeus (e não só entre eles) é uma reverência obsessiva pelo conhecimento, que vem de gerações. É o chamado povo do livro. O rabino, a pessoa mais importante da comunidade religiosa, não tem força por ser um intermediário com Deus, mas por ser um intérprete das leis, ou seja, um intelectual. Livros sagrados são feitos de perguntas.

O ritual iniciatório do judeu não é matar um guerreiro ou passar por privações. Mas é ler um livro (a Torá). Ou seja, se quiser virar adulto terá de saber ler em pelo menos uma língua. O analfabetismo sempre foi muito baixo entre os judeus, o que assegurou uma rede de escolas.

A educação não é vista como uma responsabilidade apenas da escola. Mas, em primeiro lugar, da família e, depois, da comunidade. Educa-se em casa, na sinagoga e também na escola. Aprende-se, portanto, todo o tempo e em todos os lugares.

Como o judeu é o povo por mais tempo perseguido da história da humanidade, desenvolveu-se a sensação do desafio permanente. Isso se traduz na idéia de que o estudo é a melhor defesa --e também a coisa mais segura para ser carregada.

Nessa junção dos capitais humano e social, tem-se a receita não do desempenho intelectual de um povo, mas da força divina da educação, replicável por qualquer agrupamento humano.
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Comentários

  • editado August 15
    Volpiceli escreveu: »
    O judeu é mais inteligente?
    Em entrevista à Folha, o cientista político norte-americano Charles Murray disse que a genética seria uma das explicações para a suposta inteligência superior dos judeus. Será?
    ...
    Nessa junção dos capitais humano e social, tem-se a receita não do desempenho intelectual de um povo, mas da força divina da educação, replicável por qualquer agrupamento humano.

    Só os judeuses da tribo de judá são mais inteligentes.
  • Um povo que valoriza a educação e se prepara desde a infância para enfrentar desafios terá mais chances de desenvolver seus talentos e prosperar que um bando de acomodados que se sente confortável com sua vidinha mansa.
  • Uma vez eu fui numa colônia de férias em 1989 com 16 anos, e nela 80% dos participantes eram judeus, e lá eu vi que eles consideram que nota boa, só 8,5 sendo que 7,0 já é considerada nota má, e tinha uma moça lá, que os pais delas não estavam falando com ela nem mandando cartas para ela, porque no primeiro semestre (esse acampamento era em julho) ela tinha ficado com "só" 7,0 de média numa das matérias e esse resultado foi divulgado no meio do período daquela temporada na colônia (na verdade devia ser especificamente no segundo bimestre) e aí os pais dela pararam de ligar para ele e de atender telefones e também pararam de mandar cartas.
  • Fernando_Silva escreveu: »
    Um povo que valoriza a educação e se prepara desde a infância para enfrentar desafios terá mais chances de desenvolver seus talentos e prosperar que um bando de acomodados que se sente confortável com sua vidinha mansa.

    Os orientais valorizam a educação e se dedicam aos estudos de modo obssessivo, mas não tem o mesmo desempenho dos judeus em realizações intelectuais.
    Pode não ser genético, mas tem um algo mais lá naquele povo, sim...
  • Volpiceli escreveu: »
    O judeu é mais inteligente?
    Em entrevista à Folha, o cientista político norte-americano Charles Murray disse que a genética seria uma das explicações para a suposta inteligência superior dos judeus. Será?
    Na condição de judeu, ...

    Se alguém ficou curioso para saber quem é o judeu não nomeado, autor da matéria, trata-se do Gilberto Dimenstein, da Pensata, falecido este ano.

  • editado August 15
    Acauan escreveu: »
    Fernando_Silva escreveu: »
    Um povo que valoriza a educação e se prepara desde a infância para enfrentar desafios terá mais chances de desenvolver seus talentos e prosperar que um bando de acomodados que se sente confortável com sua vidinha mansa.

    Os orientais valorizam a educação e se dedicam aos estudos de modo obssessivo, mas não tem o mesmo desempenho dos judeus em realizações intelectuais.
    Pode não ser genético, mas tem um algo mais lá naquele povo, sim...

    Outra coisa que pode ser que aconteça é que eles tenham também uma micro-cultura de perspicácia por outros motivos além dos estudos com lições. Mas no caso dos orientais pelo menos no caso dos japoneses e em grande parte dos coreanos eles tem praticamente o mesmo desempenho dos judeus, sobretudo se a gente contar por patentes (os prémios nobeis não me parecem tão sérios, basta ver a palhaçada dos escolhidos para os prémios nobeis da "paz".)
  • editado August 15
    Acauan escreveu: »
    Os orientais valorizam a educação e se dedicam aos estudos de modo obssessivo, mas não tem o mesmo desempenho dos judeus em realizações intelectuais.
    Tenho cá minhas dúvidas sobre isso, talvez não sejam tão famosos como os judeus mas tem que haver muitas realizações intelectuais para os avanços contínuos que temos em tecnologia e informática e os orientais, especialmente japoneses e sul coreanos, tem um belo papel neles.

    Agora se está falando em um sentido mais filosófico aí sim, os orientais parecem que abandonaram as Humanas e colocaram todas as suas fichas nas Exatas.

  • Os orientais sempre foram mais fechados culturalmente tbm.
  • editado August 15
    Não se pode confundir as realizações dos Prêmios Nobel (e de outros realizadores geniais) com as realizações do povo como um todo. Pode haver alguma relação, mas ainda assim são conceitos distintos. A capacidade para ganhar Prêmio Nobel depende muito mais da dispersão dos extremos da inteligência na população do que da inteligência média da população. Isso pode ser entendido com a analogia seguinte. Não é porque o Brasil tem o maior número de grandes bilionários da América Latina (dos 100 maiores bilionários da América Latina, 57 são brasileiros) que o Brasil tem a população mais rica da América Latina (Chile, Uruguai e Argentina têm populações mais ricas, por exemplo). Ademais, não é surpresa alguma que o povo judeu esteja muito acima da média mundial em grandes realizações civilizacionais contemporâneas. 95% ou mais de todos os judeus do mundo residem em países muito ricos, sobretudo Israel e Estados Unidos, que também estão muito acima do resto do mundo em grandes realizações civilizacionais contemporâneas.
  • Huxley escreveu: »
    Não se pode confundir as realizações dos Prêmios Nobel (e de outros realizadores geniais) com as realizações do povo como um todo. Pode haver alguma relação, mas ainda assim são conceitos distintos. A capacidade para ganhar Prêmio Nobel depende muito mais da dispersão dos extremos da inteligência na população do que da inteligência média da população. Isso pode ser entendido com a analogia seguinte. Não é porque o Brasil tem o maior número de grandes bilionários da América Latina (dos 100 maiores bilionários da América Latina, 57 são brasileiros) que o Brasil tem a população mais rica da América Latina (Chile, Uruguai, Argentina e Bahamas tem populações mais ricas, por exemplo). Ademais, não é surpresa alguma que o povo judeu esteja muito acima da média mundial em grandes realizações civilizacionais contemporâneas. 95% ou mais de todos os judeus do mundo residem em países muito ricos, sobretudo Israel e Estados Unidos, que também estão muito acima do resto do mundo em grandes realizações civilizacionais contemporâneas.
    Mesmo dentro dos EEUU, os judeus são só cerca de 1% da população e conseguem 10% dos prémios nobeis e imagino que também essa mesma proporção das patentes.

  • editado August 15
    LaraAS escreveu: »
    Huxley escreveu: »
    Não se pode confundir as realizações dos Prêmios Nobel (e de outros realizadores geniais) com as realizações do povo como um todo. Pode haver alguma relação, mas ainda assim são conceitos distintos. A capacidade para ganhar Prêmio Nobel depende muito mais da dispersão dos extremos da inteligência na população do que da inteligência média da população. Isso pode ser entendido com a analogia seguinte. Não é porque o Brasil tem o maior número de grandes bilionários da América Latina (dos 100 maiores bilionários da América Latina, 57 são brasileiros) que o Brasil tem a população mais rica da América Latina (Chile, Uruguai, Argentina e Bahamas tem populações mais ricas, por exemplo). Ademais, não é surpresa alguma que o povo judeu esteja muito acima da média mundial em grandes realizações civilizacionais contemporâneas. 95% ou mais de todos os judeus do mundo residem em países muito ricos, sobretudo Israel e Estados Unidos, que também estão muito acima do resto do mundo em grandes realizações civilizacionais contemporâneas.
    Mesmo dentro dos EEUU, os judeus são só cerca de 1% da população e conseguem 10% dos prémios nobeis e imagino que também essa mesma proporção das patentes.

    De forma análoga, você também pode dizer que o Brasil tem 57% dos grandes bilionários da América Latina, apesar de ter só 36% da população da América Latina. Ainda assim, o PIB per capita do Brasil é inferior ao do resto da América Latina. Da mesma forma que “bilionário brasileiro do Top 100 da Forbes” não é equivalente a “povo brasileiro”, “judeu ganhador de Prêmio Nobel” não é equivalente a “povo judeu”.
  • editado August 16
    Acauan escreveu: »
    Os orientais valorizam a educação e se dedicam aos estudos de modo obssessivo, mas não tem o mesmo desempenho dos judeus em realizações intelectuais.
    Pode não ser genético, mas tem um algo mais lá naquele povo, sim...
    Os japoneses (não sei sobre os outros orientais) valorizam a conformidade.
    Eles têm um ditado: "A flor que muito cresce fica sozinha".
    Talvez eles se dediquem tanto aos estudos para ficar igual aos outros, não para se destacar.
  • editado August 16
    Fernando_Silva escreveu: »
    Um povo que valoriza a educação e se prepara desde a infância para enfrentar desafios terá mais chances de desenvolver seus talentos e prosperar que um bando de acomodados que se sente confortável com sua vidinha mansa.

    Isso é sua visão do meio no qual você vive, acrescido do preconceito acerca dos judeus.
    Os judeus não são isso que as pessoas falam (você). Apenas conseguem fazer-se notar de tal modo que a sociedade generaliza.
    O anti-semitismo foi isso também, generalizar verdade ou fantasia acerca dos judeus.


    A título de exemplo. Houve um sequestro trágico de um judeu na França. Os sequestradores pensavam que os judeus eram ricos e com formação elevada. Mas a realidade ditou que a família do sequestrado era pobre e sem formação superior. Eram pessoas humildes que trabalhavam em cargos sem qualificação.


    A morte desse judeu levou a debater estas ideias erradas acerca dos judeus.



    Aposto que vai surgir a ideia de que a maioria é bem formada. Quiçá ricos...
    Bastaria ir em Israel para destruir tais tontices. Mas mesmo indo a Israel, então vai surgir nova teoria racista...

  • PugII escreveu: »
    Fernando_Silva escreveu: »
    Um povo que valoriza a educação e se prepara desde a infância para enfrentar desafios terá mais chances de desenvolver seus talentos e prosperar que um bando de acomodados que se sente confortável com sua vidinha mansa.
    Isso é sua visão do meio no qual você vive, acrescido do preconceito acerca dos judeus.
    Muitos judeus vieram para o Brasil na frota de Maurício de Nassau, inclusive alguns antepassados meus. Quando os portugueses retomaram o território, boa parte deles fugiu para Nova Amsterdã, hoje New York.
    PugII escreveu: »
    Os judeus não são isso que as pessoas falam (você). Apenas conseguem fazer-se notar de tal modo que a sociedade generaliza.
    Sim, não se pode generalizar. Alguns se destacam como cientistas, artistas ou ficam ricos, mas nem todos.

    Aqui no Rio, quando ainda havia muitos portugueses, havia a ideia de que eram trabalhadores esforçados e acabavam, não digo enriquecendo, mas conseguindo uma vida confortável. Havia até uma música em que uma mulher dizia ao amante vagabundo: "Vou largar você e arranjar um português".

    Mas, novamente, não eram todos. Por outro lado, o fato de terem deixado sua terra natal para se arriscar num país distante já funcionava como um filtro. Os acomodados ficavam em Portugal. Imagino que o mesmo se aplique aos judeus que fugiram para os EUA.

  • Fernando_Silva escreveu: »
    PugII escreveu: »
    Fernando_Silva escreveu: »
    Um povo que valoriza a educação e se prepara desde a infância para enfrentar desafios terá mais chances de desenvolver seus talentos e prosperar que um bando de acomodados que se sente confortável com sua vidinha mansa.
    Isso é sua visão do meio no qual você vive, acrescido do preconceito acerca dos judeus.
    Muitos judeus vieram para o Brasil na frota de Maurício de Nassau, inclusive alguns antepassados meus. Quando os portugueses retomaram o território, boa parte deles fugiu para Nova Amsterdã, hoje New York.
    PugII escreveu: »
    Os judeus não são isso que as pessoas falam (você). Apenas conseguem fazer-se notar de tal modo que a sociedade generaliza.
    Sim, não se pode generalizar. Alguns se destacam como cientistas, artistas ou ficam ricos, mas nem todos.

    Aqui no Rio, quando ainda havia muitos portugueses, havia a ideia de que eram trabalhadores esforçados e acabavam, não digo enriquecendo, mas conseguindo uma vida confortável. Havia até uma música em que uma mulher dizia ao amante vagabundo: "Vou largar você e arranjar um português".

    Mas, novamente, não eram todos. Por outro lado, o fato de terem deixado sua terra natal para se arriscar num país distante já funcionava como um filtro. Os acomodados ficavam em Portugal. Imagino que o mesmo se aplique aos judeus que fugiram para os EUA.

    No caso dos judeus europeus, pelo menos, os que não fugiram para o Novo Mundo, na maioria simplemente morreram.
  • Cameron escreveu: »
    Acauan escreveu: »
    Os orientais valorizam a educação e se dedicam aos estudos de modo obssessivo, mas não tem o mesmo desempenho dos judeus em realizações intelectuais.
    Tenho cá minhas dúvidas sobre isso, talvez não sejam tão famosos como os judeus mas tem que haver muitas realizações intelectuais para os avanços contínuos que temos em tecnologia e informática e os orientais, especialmente japoneses e sul coreanos, tem um belo papel neles.

    Agora se está falando em um sentido mais filosófico aí sim, os orientais parecem que abandonaram as Humanas e colocaram todas as suas fichas nas Exatas.

    Este é o ponto.
    Orientais se destacam na tecnologia, enquanto judeus têm nomes relevantes em todas as áreas do conhecimento como ciências puras, artes, política etc.
    Certa vez estava no Hospital Albert Einstein (a trabalho) e havia um mural com os nomes dos judeus que ganharam o Prêmio Nobel de Medicina e me perguntei se havia sobrado algum para os outros povos.
  • Acauan escreveu: »
    Cameron escreveu: »
    Acauan escreveu: »
    Os orientais valorizam a educação e se dedicam aos estudos de modo obssessivo, mas não tem o mesmo desempenho dos judeus em realizações intelectuais.
    Tenho cá minhas dúvidas sobre isso, talvez não sejam tão famosos como os judeus mas tem que haver muitas realizações intelectuais para os avanços contínuos que temos em tecnologia e informática e os orientais, especialmente japoneses e sul coreanos, tem um belo papel neles.

    Agora se está falando em um sentido mais filosófico aí sim, os orientais parecem que abandonaram as Humanas e colocaram todas as suas fichas nas Exatas.

    Este é o ponto.
    Orientais se destacam na tecnologia, enquanto judeus têm nomes relevantes em todas as áreas do conhecimento como ciências puras, artes, política etc.
    Certa vez estava no Hospital Albert Einstein (a trabalho) e havia um mural com os nomes dos judeus que ganharam o Prêmio Nobel de Medicina e me perguntei se havia sobrado algum para os outros povos.
    Ok, point taken, é que "realizações intelectuais" é um termo beeeeeeeeeeem abrangente.
  • editado August 17
    Acauan escreveu: »
    Este é o ponto.
    Orientais se destacam na tecnologia, enquanto judeus têm nomes relevantes em todas as áreas do conhecimento como ciências puras, artes, política etc.
    Certa vez estava no Hospital Albert Einstein (a trabalho) e havia um mural com os nomes dos judeus que ganharam o Prêmio Nobel de Medicina e me perguntei se havia sobrado algum para os outros povos.

    Mas aí é que está. Os orientais já estão se destacando em outras áreas também, não só tecnologia. Tem alguns escritores orientais que já ganharam Nobel e, por exemplo, nesse ano, o filme O Parasita, que é coreano, foi o primeiro filme não inglês na história a ganhar o Oscar de melhor filme.
  • editado August 17
    Volpiceli escreveu: »
    Acauan escreveu: »
    Este é o ponto.
    Orientais se destacam na tecnologia, enquanto judeus têm nomes relevantes em todas as áreas do conhecimento como ciências puras, artes, política etc.
    Certa vez estava no Hospital Albert Einstein (a trabalho) e havia um mural com os nomes dos judeus que ganharam o Prêmio Nobel de Medicina e me perguntei se havia sobrado algum para os outros povos.

    Mas aí é que está. Os orientais já estão se destacando em outras áreas também, não só tecnologia. Tem alguns escritores orientais que já ganharam Nobel e, por exemplo, nesse ano, o filme O Parasita, que é coreano, foi o primeiro filme não inglês na história a ganhar o Oscar de melhor filme.
    Prêmios nobeis fora de exatas é de biológicas são lixos e prêmios por cinema são pura subjetidade.
  • editado August 17
    LaraAS escreveu: »
    Volpiceli escreveu: »
    Acauan escreveu: »
    Este é o ponto.
    Orientais se destacam na tecnologia, enquanto judeus têm nomes relevantes em todas as áreas do conhecimento como ciências puras, artes, política etc.
    Certa vez estava no Hospital Albert Einstein (a trabalho) e havia um mural com os nomes dos judeus que ganharam o Prêmio Nobel de Medicina e me perguntei se havia sobrado algum para os outros povos.

    Mas aí é que está. Os orientais já estão se destacando em outras áreas também, não só tecnologia. Tem alguns escritores orientais que já ganharam Nobel e, por exemplo, nesse ano, o filme O Parasita, que é coreano, foi o primeiro filme não inglês na história a ganhar o Oscar de melhor filme.
    Prêmios nobeis fora de exatas é de biológicas são lixos e prêmios por cinema são pura subjetidade.


    Ainda mais Hollywood que se rendeu ao progressismo e premia filmes com essência esquerdista e anti capitalista. Esse Parasita caiu no gosto de Hollywood por preencher esses quesitos.
  • Percival escreveu: »
    LaraAS escreveu: »
    Volpiceli escreveu: »
    Acauan escreveu: »
    Este é o ponto.
    Orientais se destacam na tecnologia, enquanto judeus têm nomes relevantes em todas as áreas do conhecimento como ciências puras, artes, política etc.
    Certa vez estava no Hospital Albert Einstein (a trabalho) e havia um mural com os nomes dos judeus que ganharam o Prêmio Nobel de Medicina e me perguntei se havia sobrado algum para os outros povos.

    Mas aí é que está. Os orientais já estão se destacando em outras áreas também, não só tecnologia. Tem alguns escritores orientais que já ganharam Nobel e, por exemplo, nesse ano, o filme O Parasita, que é coreano, foi o primeiro filme não inglês na história a ganhar o Oscar de melhor filme.
    Prêmios nobeis fora de exatas é de biológicas são lixos e prêmios por cinema são pura subjetidade.


    Ainda mais Hollywood que se rendeu ao progressismo e premia filmes com essência esquerdista e anti capitalista. Esse Parasita caiu no gosto de Hollywood por preencher esses quesitos.

    Na verdade o pior é o festival de Cannes mais "medido a charmoso" e que mais intensamente e a mais tempo premia filmes esquerdoides e de marxismo cultural e idem o cinema europeu em geral "medido a charmoso", comparado com isso Hollywood ainda tem um pouquinho de vida e de ar puro que seja.
  • LaraAS escreveu: »
    Percival escreveu: »
    LaraAS escreveu: »
    Volpiceli escreveu: »
    Acauan escreveu: »
    Este é o ponto.
    Orientais se destacam na tecnologia, enquanto judeus têm nomes relevantes em todas as áreas do conhecimento como ciências puras, artes, política etc.
    Certa vez estava no Hospital Albert Einstein (a trabalho) e havia um mural com os nomes dos judeus que ganharam o Prêmio Nobel de Medicina e me perguntei se havia sobrado algum para os outros povos.

    Mas aí é que está. Os orientais já estão se destacando em outras áreas também, não só tecnologia. Tem alguns escritores orientais que já ganharam Nobel e, por exemplo, nesse ano, o filme O Parasita, que é coreano, foi o primeiro filme não inglês na história a ganhar o Oscar de melhor filme.
    Prêmios nobeis fora de exatas é de biológicas são lixos e prêmios por cinema são pura subjetidade.


    Ainda mais Hollywood que se rendeu ao progressismo e premia filmes com essência esquerdista e anti capitalista. Esse Parasita caiu no gosto de Hollywood por preencher esses quesitos.

    Na verdade o pior é o festival de Cannes mais "medido a charmoso" e que mais intensamente e a mais tempo premia filmes esquerdoides e de marxismo cultural e idem o cinema europeu em geral "medido a charmoso", comparado com isso Hollywood ainda tem um pouquinho de vida e de ar puro que seja.

    PS: pelo menos na Europa Ocidental.
  • LaraAS escreveu: »
    Percival escreveu: »
    LaraAS escreveu: »
    Volpiceli escreveu: »
    Acauan escreveu: »
    Este é o ponto.
    Orientais se destacam na tecnologia, enquanto judeus têm nomes relevantes em todas as áreas do conhecimento como ciências puras, artes, política etc.
    Certa vez estava no Hospital Albert Einstein (a trabalho) e havia um mural com os nomes dos judeus que ganharam o Prêmio Nobel de Medicina e me perguntei se havia sobrado algum para os outros povos.

    Mas aí é que está. Os orientais já estão se destacando em outras áreas também, não só tecnologia. Tem alguns escritores orientais que já ganharam Nobel e, por exemplo, nesse ano, o filme O Parasita, que é coreano, foi o primeiro filme não inglês na história a ganhar o Oscar de melhor filme.
    Prêmios nobeis fora de exatas é de biológicas são lixos e prêmios por cinema são pura subjetidade.


    Ainda mais Hollywood que se rendeu ao progressismo e premia filmes com essência esquerdista e anti capitalista. Esse Parasita caiu no gosto de Hollywood por preencher esses quesitos.

    Na verdade o pior é o festival de Cannes mais "medido a charmoso" e que mais intensamente e a mais tempo premia filmes esquerdoides e de marxismo cultural e idem o cinema europeu em geral "medido a charmoso", comparado com isso Hollywood ainda tem um pouquinho de vida e de ar puro que seja.

    Europeus (Sobretudo franceses) adoram filmes anticapitalistas/ naturailistas, muitas são meramente contemplativas e simbólicas. Isso para um status intelectual, mas no background são obras incompreensíveis.

    O cinema americano de uns tempos pra cá tem premiado e aberto muito para produções assim, aliás o entretenimento em geral anda assim.
  • Percival escreveu: »
    LaraAS escreveu: »
    Percival escreveu: »
    LaraAS escreveu: »
    Volpiceli escreveu: »
    Acauan escreveu: »
    Este é o ponto.
    Orientais se destacam na tecnologia, enquanto judeus têm nomes relevantes em todas as áreas do conhecimento como ciências puras, artes, política etc.
    Certa vez estava no Hospital Albert Einstein (a trabalho) e havia um mural com os nomes dos judeus que ganharam o Prêmio Nobel de Medicina e me perguntei se havia sobrado algum para os outros povos.

    Mas aí é que está. Os orientais já estão se destacando em outras áreas também, não só tecnologia. Tem alguns escritores orientais que já ganharam Nobel e, por exemplo, nesse ano, o filme O Parasita, que é coreano, foi o primeiro filme não inglês na história a ganhar o Oscar de melhor filme.
    Prêmios nobeis fora de exatas é de biológicas são lixos e prêmios por cinema são pura subjetidade.


    Ainda mais Hollywood que se rendeu ao progressismo e premia filmes com essência esquerdista e anti capitalista. Esse Parasita caiu no gosto de Hollywood por preencher esses quesitos.

    Na verdade o pior é o festival de Cannes mais "medido a charmoso" e que mais intensamente e a mais tempo premia filmes esquerdoides e de marxismo cultural e idem o cinema europeu em geral "medido a charmoso", comparado com isso Hollywood ainda tem um pouquinho de vida e de ar puro que seja.

    Europeus (Sobretudo franceses) adoram filmes anticapitalistas/ naturailistas, muitas são meramente contemplativas e simbólicas. Isso para um status intelectual, mas no background são obras incompreensíveis.

    O cinema americano de uns tempos pra cá tem premiado e aberto muito para produções assim, aliás o entretenimento em geral anda assim.

    Status "intelectual"? Intelectual é o status de um químico, status intelectual é o status de um físico, Intelectual é o status de um engenheiro, intelectual é o status de um médico, é claro só quanto agem como tais profissionalmente, já cinema, teatro, música ou é hedonismo ESCRAVO de público, ou não é nada, é LIXO, e além do mais insincero em 999,999999% dos casos, e a pintura com as fotografias ainda mais coloridas, morreu, já as escultura ainda sobrevive um pouco com as estatuas de cera (embora grande parte da função das estatuas seja feita pelas fotografia sobretudo a cores) e agora com as impressoras em 3 dimensões, provavelmente a escultura também vai morrer de vez.
  • Há mais perguntas a serem feitas do que respondidas nessa questão do protagonismo de certos grupos humanos em relação a outros. Especificamente nessa questão com relação aos Nobéis e o protagonismo dos judeuses, há perguntas como: Quem é que escolhe os premiáveis? Quem os financia? Há ingerência politica nas escolhas?
  • editado August 17
    Também questionria essa questão da inteligência de alguns em relação a outros nomeadamente sugerindo diferenças entre raças(ou etnias), aludindo a orientais serem mais assim mas nem tanto assado em relação a caucasóides ou negros. Deve inevitavelmente haver diferenças de natureza racial, mas quais procedem? Então orientais desenvolvem mesmo mas tecnologia mas não tanto a ciência como os caucasóides? Ou será que é só até se ocidentarem o suficiente O fato de os negros nao terem muita expressão nem em tecnologia nem em ciência significa que estes não são capazes? Não será que apenas não investem no que não lhes conforma a natureza, longe disso significando que srjam mais burros?

    Há, por exemplo, uns africanos não lusófonos que chegaram recentemente aqui em BH que aprenderam falar português em tempo recorde fluentemente do nada, e eles quase não tem sotaque. E se expressam com impressionante desenvoltura enquanto tem espanhol sessentão que está no Brasil desde criança ainda fala enrolado e nem sequer consegue reproduzir o som do z.

    Nessa questão da inteligência tem muita especulação e muita vaidade mas ciência mesmo que é bom, quase nada.
  • editado August 17
    Cameron escreveu: »
    Ok, point taken, é que "realizações intelectuais" é um termo beeeeeeeeeeem abrangente.

    Sim e exatamente por ser beeeeeeeeeeem abrangente chama a atenção que os judeus marquem posições de destaque em tantos ramos de atividade desta abrangência toda.
    Basta escolher aleatoriamente um destes ramos e fazer uma pesquisa, tipo diretores de cinema judeus, cientistas do Projeto Manhatann ou líderes bolcheviques judeus (Simon Montefiore listou-os e eram um monte... Ah, Montefiore é judeu também).
  • LaraAS escreveu: »
    Percival escreveu: »
    LaraAS escreveu: »
    Percival escreveu: »
    LaraAS escreveu: »
    Volpiceli escreveu: »
    Acauan escreveu: »
    Este é o ponto.
    Orientais se destacam na tecnologia, enquanto judeus têm nomes relevantes em todas as áreas do conhecimento como ciências puras, artes, política etc.
    Certa vez estava no Hospital Albert Einstein (a trabalho) e havia um mural com os nomes dos judeus que ganharam o Prêmio Nobel de Medicina e me perguntei se havia sobrado algum para os outros povos.

    Mas aí é que está. Os orientais já estão se destacando em outras áreas também, não só tecnologia. Tem alguns escritores orientais que já ganharam Nobel e, por exemplo, nesse ano, o filme O Parasita, que é coreano, foi o primeiro filme não inglês na história a ganhar o Oscar de melhor filme.
    Prêmios nobeis fora de exatas é de biológicas são lixos e prêmios por cinema são pura subjetidade.


    Ainda mais Hollywood que se rendeu ao progressismo e premia filmes com essência esquerdista e anti capitalista. Esse Parasita caiu no gosto de Hollywood por preencher esses quesitos.

    Na verdade o pior é o festival de Cannes mais "medido a charmoso" e que mais intensamente e a mais tempo premia filmes esquerdoides e de marxismo cultural e idem o cinema europeu em geral "medido a charmoso", comparado com isso Hollywood ainda tem um pouquinho de vida e de ar puro que seja.

    Europeus (Sobretudo franceses) adoram filmes anticapitalistas/ naturailistas, muitas são meramente contemplativas e simbólicas. Isso para um status intelectual, mas no background são obras incompreensíveis.

    O cinema americano de uns tempos pra cá tem premiado e aberto muito para produções assim, aliás o entretenimento em geral anda assim.

    Status "intelectual"?

    Leia-se pretensão.

  • editado August 17
    Volpiceli escreveu: »
    Os orientais já estão se destacando em outras áreas também, não só tecnologia. Tem alguns escritores orientais que já ganharam Nobel e, por exemplo, nesse ano, o filme O Parasita, que é coreano, foi o primeiro filme não inglês na história a ganhar o Oscar de melhor filme.
    Kurossawa já fazia bons filmes há tempos e um amigo que entende do assunto elogia séries e filmes coreanos pelos quais nunca me interessei.
    A questão são as proporções, existem mais de 125 milhões de japoneses, mais de 50 milhões Sul Coreanos (o Norte nem vale contar) e menos de 15 milhões de judeus e se compararmos a produção literária e cinematográfica dos três grupos, fica claro quem ganha no per capita.
  • editado August 17
    Essa questão da inteligência já teve vários modismos, desde o preconceito cabeludo dos tempos vitorianos até a imbecilidade mais atual do critério politicamente corretinho dos "tipos de inteligência".
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