Mariana Ferrer

Alguem leu o processo? As redes sociaus estaum revoltadas com a decisaum.


Comentários

  • editado November 5
    Independente de ela ter ficado consensualmente com o cara, o
    fato é que se uma mulher não quiser se sujeitar a certas situações deve se impor alguns limites e também evitar certas circunstâncias duvidosas.

    Aproveitando o ensejo, a atirude do advogado do cara no caso do julgamento foi absolutamente desqualificada. É algo inaceitável.
  • Esse caso tem sido comentado no fórum IGN desde semana passada tem uma Thread no Twitter explicando tudo porque a a acusação de estupro é infundada. A guria gosta muito de se expor nas rede sociais e durante registros de sua estadia na festa não foi provado que ela foi dopada e abusada.
  • editado November 5

    Cliquem no Tweet e acompanhe. Isso foi postado semana passada:
  • Não existe a expressão estupro culposo no processo. Não foi dita nem pelo juiz, promotor e nem pelo advogado. O caso é que foi entendido que não havia provas contra o cara. Os vídeos desmentem que ela parecia bêbada ou drogada, pois tinha coordenação motora. O réu já pisou na bola ao dizer que não fez coisa alguma, mas havia sangue e semem dele. E se o advogado falou besteira, uma coisa que foi retirada dos vídeos divulgados é que ele tomou chamada do juiz e promotor.


  • se ferrou
  • Botânico escreveu: »
    Não existe a expressão estupro culposo no processo. Não foi dita nem pelo juiz, promotor e nem pelo advogado. O caso é que foi entendido que não havia provas contra o cara. Os vídeos desmentem que ela parecia bêbada ou drogada, pois tinha coordenação motora. O réu já pisou na bola ao dizer que não fez coisa alguma, mas havia sangue e semem dele. E se o advogado falou besteira, uma coisa que foi retirada dos vídeos divulgados é que ele tomou chamada do juiz e promotor.

    Quem espalhou o termo foi o site Intercept, até semana passada a dita cuja era desconhecida.

    https://tribunaonline.com.br/intercept-admite-que-estupro-culposo-nao-esta-no-processo-de-mari-ferrer1


  • SEGUE o comentário publicado pelo usuário Vitor:

    Nessa postagem pretendo ajudar quem não tem tempo pra assistir a vítima e do acusado com os timestamps. Não pretendo assistir o testemunho da mãe ou da testemunha comum. Os timestamps em si são relevantes, meus comentários não vem de uma posição neutra pois após pesquisar e ler eu acredito na história do réu. Vale lembrar também que a Mariana estava bem frustrada durante a conferência. Em menos de 5 minutos já deu pra ver que ela quer falar mais alto que todo mundo na sala. Tudo pra ter o direito de estar acompanhada sendo que não é pra ela estar acompanhada

    Em 6:22 temos uma explicação (quase)clara e objetiva sobre o motivo deles precisarem que a Mariana esteja sozinha. Há problemas com a conexão do doutor Thiago da defensoria pública, e isso é uma constante durante o vídeo.

    Em 9:30 ela demonstra de novo essa agressividade gratuita. Sendo que o endereço do acusado foi informado.

    Em 15:15 vamos novamente a uma alteração sem motivo nenhum. A pergunta foi clara “a imagem foi manipulada?” com respostas simples de sim/não. É um trecho de pelo menos quatro minutos onde ela destrata as pessoas que estão no caso dela. A resposta do profissional não foi justificada, mas é inegável que houve provocação. Após o trecho anterior temos o início da teoria da conspiração da Mariana, onde ela insiste que alguma das amigas dela tomou a decisão de drogá-la. E de repente todo mundo se torna um criminoso na visão dela, ela insiste que o caso foi um crime organizado contra ela sem apresentar uma única prova disso.

    26:14 há a apresentação da parte em que Mariana pega o Uber. Decidi pular a etapa em que ela chama o Uber porque é perfeitamente plausível que uma pessoa desorientada seja capaz de apertar no botão “casa” enquanto está com a localização do celular ativa. Enfim, na parte em que ela entra no carro temos aquela contradição clara em que uma pessoa desorientada confirma na hora qual é o carro que chegou e desvia de todas as pessoas no caminho até o carro.

    29:13 vamos em uma tangente do “perdi tudo” e uma tentativa de usar o emocional de novo. Seguido de outro devaneio de uma mafia do estupro.

    32:37 temos a descrição da defesa sobre tudo que foi feito pela Mariana enquanto estava, supostamente, dopada.

    34:00 há a pergunta que desmonta toda a teoria de que ela estaria dopada. Pois nenhum tipo de substância foi encontrada nos exames. Mas ela insiste que foi erro, mesmo que o órgão não tenha mencionado erro em momento algum.

    36:24 o resumo da pergunta feita: “se você tem provas, por que não as apresenta para que a justiça seja feita?” Há menção do vestido que nunca foi apresentado como evidência também.

    38:50 ela é abandonada pelos amigos e fala sobre o ato. E logo que o emocional não funciona ela faz um curto “a conversa é essa e os fatos são esses.” é algo interessante como ela flutua entre o choro e a rispidez .

    41:10 “cultura do estupro, machismo, patriarcado” excelentes argumentos.

    45:15 é o início da conferência com a mãe da Mariana, Luciane.

    2:06:18 é o início da conferência com o acusado.

    2:15:25 comentários relevantes sobre o fato, considerando o que vem a seguir e encaixando algumas peças com o relato da vítima e o texto dos autos.

    2:15:49 início da versão do acusado

    2:17:03 confesso que eu ri muito disso e queria compartilhar no comentário, só isso mesmo.

    2:18:12 perguntas ao acusado

    2:19:33 se isso for verdade então o ato foi premeditado e ela assumiu que era o roberto marinho neto pois o acusado estava pagando a conta.

    2:20:42 reconstrução da linha do tempo pelo acusado

    2:29:25 mais perguntas ao acusado, em sequência.

    2:35:06 uma pergunta relevante sobre o local onde ocorreu o ato.

    2:36:13 início do assistente de acusação com sua primeira pergunta.

    2:36:50 segunda pergunta do assistente de acusação.

    2:37:34 terceira pergunta do assistente de acusação. A terceira pergunta segue de várias perguntas menores dentro do próprio questionamento.

    2:38:43 quarta pergunta do assistente de acusação, sobre o réu ter visitado o cafe de la musique outras vezes no passado.

    2:39:20 é passada a palavra ao advogado de defesa. Não sendo surpreendente pelo papel dele agora seguem perguntas para melhorar a imagem do acusado.

    2:39:32 sobre o uso de drogas, e sobre o que foi encontrado no celular do acusado.

    2:41:15 como foram obtidas as imagens da Mariana.

    2:43:57 um comentário interessante do acusado que parece uma constante em todos os casos onde há grande “interesse público” do “tribunal da internet”.

    2:44:16 sobre um advogado que o esta representando em Minas Gerais. Mostrando uma possível evasão da Mariana.

    2:45:51 um desabafo do acusado com a situação em que se encontra.

    2:51:15 , 2:51:57 , 2:52:27 as aventuras da delegada encarregada do caso. Não temos certeza se realmente ocorreram temos problemas maiores.

    2:56:50 considerações finais Obrigado ao Estadão por disponibilizar a audiência na íntegra.

    https://naomatouhoje.blog/2020/11/05/assista-video-usado-em-fake-news-do-intercept-na-integra-e-com-roteiro/
  • É preciso reconhecer a derrota, é civilizado: os políticos nos países democráticos geralmente reconhecem a derrota em público e parabenizam o candidato vitorioso.

    O The Intercept Brasil derrotou a verdade em grande estilo esta semana, e merece ser parabenizado. Foi uma vitória ao estilo Donald Trump em 2016: estonteante, avassaladora, soberba.

    Criaram um termo fictício para alegar que um homem contra o qual não pesa nenhuma prova de ato ilícito ou violento tivesse sido considerado culpado em juízo de um crime que não existe.

    Obtiveram sucesso em que inclusive pessoas normalmente críticas replicassem acriticamente a tese estapafúrdia de que o tal homem tivesse sido reconhecido como autor de “estupro culposo”.

    Em menos de 12 horas a #fakenews produzida pelo portal de extrema-esquerda é desmentida oficialmente e o próprio portal CONFESSA a falsidade da notícia (eu nunca tinha visto uma coisa destas: eu nunca tinha visto uma errata de notícia deliberadamente falsa, geralmente errata é só publicada quando há equívoco de digitação ou coisas menores, nunca quando a notícia é de fato desonesta).

    Mesmo assim, mesmo após admitir que a manchete é falsa, mantém o texto falso no ar e o texto continua repercutindo como se fosse verdadeiro: as pessoas continuam falando sobre o “homem que foi considerado culpado de estupro culposo” como se o próprio portal autor da farsa já não tivesse dito que não.

    Ahhh, mas tem o vídeo, o vídeo do advogado achincalhando a “vítima” (suposta vítima, possível autora de falsa denúncia de estupro). É isso o que importa, dizem os que já perceberam a fraude em torno do “estupro forçoso”, mas que não querem perder a narrativa.

    Sim, o vídeo editado pelo Intercept, o vídeo que mostra apenas a ínfima parte de uma longa audiência, em que o advogado que “achincalha” a “vítima” também foi vítima de ilações por parte dela, inclusive tendo sido acusado falsamente de assédio sexual (18:15).

    O Intercept está de fato de parabéns, a #fakenews produzida por eles provavelmente será responsável pela proposição e aprovação de novas leis sexistas, agora no âmbito do direito de defesa do réu diante de acusações de estupro. Não tenho dúvidas de que este será o resultado final desta semana: que algum deputado proponha e que o Congresso aprove rapidamente algum tipo de lei “Mariana Ferrer”.

    O Intercept nos presenteou com uma notícia falsa em todo o seu teor: nos termos, na narrativa, na forma como os trechos da audiência de instrução foram manipulados e apresentados.

    Mas uma notícia falsa não precisa de muito para ser bem sucedida, ela precisa apenas de conseguir mobilizar uma legião de zumbis acríticos que a repitam como mantra o que leram e que não sejam capazes de revisar o mantra após serem apresentados a dados mais completos.

    O Intercept venceu, a desonestidade venceu: é preciso reconhecer a derrota. Parabéns THE INTERCEPT BRASIL!
    https://naomatouhoje.blog/2020/11/05/parabens-ao-portal-the-intercept-brasil/
  • Que vontade de postar algo terrivelmente ofensivo. Me segurando...
  • editado November 8
    O veredicto é muito claro e explícito em absolver o acusado por falta de provas.
    Mesmo assim, nas redes sociais pululam referências raivosas ao indivíduo em questão, sempre identificado como "o estuprador", inclusive com fotos.
    Como sempre, todos que fazem isto se baseiam na lógica de que se a acusadora disse que foi estuprada, então foi, não importa que nenhuma evidência material ou factual corroborasse a denúncia.
    Prá não falar da conclusão do tribunal de que o depoimento da acusadora tinha inconsistências.
    A postura adequada quanto ao caso deveria ser a dúvida prudente, sem tomar partido de qualquer dos lados, já que estupro é coisa muito sério e por vezes, de fato, difícil de provar.
    O que não torna o acusado culpado automaticamente.
    E o que querem os militantes de rede social é justamente isto, tornar o homem automaticamente culpado toda vez que for acusado por uma mulher, mesmo que nenhuma prova seja apresentada e haja inconsistências no depoimento dela.
    Pior que tá cheio de homem defendendo isto...
  • editado November 8
    Acauan escreveu: »
    Pior que tá cheio de homem defendendo isto...
    Nenhuma mulher deveria defender isso também.

    O problema é que nosso sistema jurídico é tão ruim, tão medonho, que não tem como acreditar em coisa alguma que saia dele, só para lembrar, em um passado não tão distante uma mulher sem recursos foi jogada em uma cela masculina com 17 homens enquanto um criminoso chefe de quadrilha mas cheio da grana consegue decisão favorável a toque de caixa da maior instância da "Justiça" desse país.

    Fica muito difícil separar a correta indignação do vitimismo oportunista em um cenário tão deplorável.
  • A mídia não aprendeu nada com o caso Escola Base.
  • Percival escreveu: »
    A mídia não aprendeu nada com o caso Escola Base.
    Depois do estrago feito na reputação não adianta m.... nenhuma uma errata.
  • Sem contar que isso só alimenta o movimento MGTOW.
  • Acauan escreveu: »
    O veredicto é muito claro e explícito em absolver o acusado por falta de provas.
    Mesmo assim, nas redes sociais pululam referências raivosas ao indivíduo em questão, sempre identificado como "o estuprador", inclusive com fotos.
    Como sempre, todos que fazem isto se baseiam na lógica de que se a acusadora disse que foi estuprada, então foi, não importa que nenhuma evidência material ou factual corroborasse a denúncia.
    Prá não falar da conclusão do tribunal de que o depoimento da acusadora tinha inconsistências.
    A postura adequada quanto ao caso deveria ser a dúvida prudente, sem tomar partido de qualquer dos lados, já que estupro é coisa muito sério e por vezes, de fato, difícil de provar.
    O que não torna o acusado culpado automaticamente.
    E o que querem os militantes de rede social é justamente isto, tornar o homem automaticamente culpado toda vez que for acusado por uma mulher, mesmo que nenhuma prova seja apresentada e haja inconsistências no depoimento dela.
    Pior que tá cheio de homem defendendo isto...

    Acho que o problema nesse caso é o advogado de defesa que tentou linchar moralmente a moça, mas sei lá, eu acho que ela estava tão chapada quem nem sabe o que ocorreu direito e achou que foi estuprada, nem sabe o que fez, mas é um caso complicado sim.
  • Nos Tweets ela dissimulou legal no final porque ela reclamou que foi abandonada pelas amigas as quais ela foi na festa. Ela se frustrou e queria arrumar um bode expiatório pra isso e o cara o qual ela se envolveu na festa era a melhor escolha.
  • Polícia de SP registra ocorrência após relato de estupro por pensamento
    Mulher afirma que homens não a tocaram, mas abusaram sexualmente dela.
    Após queixa em delegacia, policiais pediram exame psicológico.

    http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/09/policia-de-sp-registra-ocorrencia-apos-relato-de-estupro-por-pensamento.html
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