CIÊNCIA - UM MILHÃO DE MORTOS NO BRASIL ATÉ FINAL DE AGOSTO

editado November 14 em Religião é veneno
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Comentários

  • editado November 14
    Onde está a pseudociencia de voces agora, amantes do Picasso Neves da Biologia?

  • editado November 14
    Morreram mais de 100.000 pessoas, apenas uma escala de grandeza abaixo de um milhão, como se tratava de uma previsão lidando com um fator exponencial e um monte de variáveis desconhecidas podemos dizer que ele "bateu na trave", o mesmo seria se tivessem morrido 10 milhões de pessoas.

    Um vídeo bastante útil para você entender a razão pelas quais estatísticas não são intuitivas, recomendo que você assista a partir de 11:31:


  • Começou a passada de pano.
  • Isso não é estatística, isso é tarô, ver o futuro nos cristais, quiromancia...
  • editado November 15
    Cameron escreveu: »
    Morreram mais de 100.000 pessoas, apenas uma escala de grandeza abaixo de um milhão, como se tratava de uma previsão lidando com um fator exponencial e um monte de variáveis desconhecidas podemos dizer que ele "bateu na trave", o mesmo seria se tivessem morrido 10 milhões de pessoas.

    Um vídeo bastante útil para você entender a razão pelas quais estatísticas não são intuitivas, recomendo que você assista a partir de 11:31:



    https://1.bp.blogspot.com/-WDpp8kPIAjE/XT7oR_TXAuI/AAAAAAAAm0k/W_4ILxFqAmkQJZCgaE6_ZUSgM2bWseZAQCLcBGAs/s1600/passar-pano-ta-na-moda.jpg
  • editado November 15
    LaraAS escreveu: »
    Isso não é estatística, isso é tarô, ver o futuro nos cristais, quiromancia...
    Não está muito longe disso quando se tenta prever algo dessa natureza naquelas condições mas parece que todos se esqueceram do que realmente importa e focaram as críticas na parte fácil ignorando o principal mérito do vídeo.

    Naquele momento quase todos no Brasil e muitos outros mundo afora tratavam a Covid-19 como uma mera gripe e não como uma séria ameaça, Trump, Bolsonaro e muitos outros chamavam de "gripezinha' e as redes sociais e fóruns estavam lotados de memes e piadas sobre a doença, o vídeo do Átila foi o primeiro no Brasil dando uma voadora de dois pés nessa abordagem e dizer "Parem com isso que essa doença é coisa séria e não irá demorar para ter graves consequências se nada for feito", sinceramente não entendo a razão de tamanha implicância com a exatidão de números em um cenário tão incerto sobre uma doença desconhecida, ele errou no mais importante?

    Isolamento social foi totalmente inútil? Quando ele fez esse vídeo países com sistemas de saúde muito melhores do que os nossos estavam em colapso, o que se deveria recomendar na situação? Não liguem para o problema e tenham plena fé no SUS?

    Ele fez tempestade em copo d'água e a doença se revelou como sendo só uma gripezinha? Mais de 150.000 mortos em poucos meses só no Brasil, Olimpíadas canceladas, nova explosão de casos na Europa são provas mais do que suficientes que ele estava certo sobre a gravidade do problema.

  • Camero você deveria procurar um terapeuta. Você não está bem.
  • Cameron escreveu: »
    Ele fez tempestade em copo d'água e a doença se revelou como sendo só uma gripezinha? Mais de 150.000 mortos em poucos meses só no Brasil, Olimpíadas canceladas, nova explosão de casos na Europa são provas mais do que suficientes que ele estava certo sobre a gravidade do problema.
    A Suíça, por exemplo, considerada um modelo de país civilizado, está convocando os reservistas para ajudar nos hospitais nesta segunda onda porque a coisa tá pegando por lá.
  • Nenhum cenário é igual, então por que não temos uma epidemia mundial de ebola? https://saude.abril.com.br/medicina/novo-surto-de-ebola-o-que-voce-deve-saber-sobre-esse-virus/
  • Percival escreveu: »
    Nenhum cenário é igual, então por que não temos uma epidemia mundial de ebola? https://saude.abril.com.br/medicina/novo-surto-de-ebola-o-que-voce-deve-saber-sobre-esse-virus/
    O artigo citado responde:
    - O ebola se transmite por contacto com os fluidos corporais.
    - Sua taxa de contaminação é mais baixa.
    - Os sintomas são visíveis e aparecem rapidamente, permitindo isolar os doentes.
    Esse vírus tem menor capacidade de transmissão em comparação com o Sars-CoV-2, por exemplo. O R0 do ebola — o número de novas infecções que cada caso provoca — varia de 1,5 a 2. Ou seja, sem quaisquer medidas de prevenção, cada indivíduo com esse inimigo no corpo o repassaria para uma ou duas pessoas, em média. Já o R0 do novo coronavírus fica ao redor de 3, de acordo com Fernando Spilki.
    [...]
    Os principais sintomas são febre, dores de cabeça intensas, vômito, diarreia e hemorragias. Por manifestar sinais tão severos, fica mais fácil identificar seus hospedeiros e separá-los do resto da população, o que minimiza o risco de transmissão. A título de comparação, os vírus da gripe e da própria Covid-19 podem apresentar sinais leves em boa parte dos infectados, que então continuam circulando por aí e transmitindo a doença.

  • editado November 16
    Fernando aqui nem se consegue manter as medidas mais básicas de saúde, Ebola joga no very easy por aqui.

    Ainda mais com isso aqui que o artigo diz:
    Não há um tratamento específico para o ebola. Os médicos isolam os enfermos, lidam com os sintomas e as complicações e fazem de tudo para manter o corpo preparado para debelar a infecção.

    Leia mais em: https://saude.abril.com.br/medicina/novo-surto-de-ebola-o-que-voce-deve-saber-sobre-esse-virus/
  • Percival escreveu: »
    Fernando aqui nem se consegue manter as medidas mais básicas de saúde, Ebola joga no very easy por aqui.
    Um dos problemas na África é o ritual de várias pessoas da família lavarem o corpo do falecido, o que contamina todos os envolvidos.
    Como eles sabem que, se levarem o doente para o hospital, isto não será possível, acabam escondendo a morte do cara.

    Não creio que isto acontecesse no Brasil e, além do mais, transmissão por meio de fluidos corporais é mais difícil que à distância, pelo ar.
  • Fernando_Silva escreveu: »
    Percival escreveu: »
    Fernando aqui nem se consegue manter as medidas mais básicas de saúde, Ebola joga no very easy por aqui.
    Um dos problemas na África é o ritual de várias pessoas da família lavarem o corpo do falecido, o que contamina todos os envolvidos.
    Como eles sabem que, se levarem o doente para o hospital, isto não será possível, acabam escondendo a morte do cara.

    Não creio que isto acontecesse no Brasil e, além do mais, transmissão por meio de fluidos corporais é mais difícil que à distância, pelo ar.

    Devido a hábitos de higiene e como se encontram alguns hospitais, a gente tem que ter sorte pra não sair com alguma infecção. Aliás, quem me garante que esse vírus não vai utilizar-se de novas maneiras de transmissão no futuro? A ciência só dá respostas daquilo que se sabe, ou que se pensa saber.
  • Percival escreveu: »
    Devido a hábitos de higiene e como se encontram alguns hospitais, a gente tem que ter sorte pra não sair com alguma infecção. Aliás, quem me garante que esse vírus não vai utilizar-se de novas maneiras de transmissão no futuro? A ciência só dá respostas daquilo que se sabe, ou que se pensa saber.
    No futuro, tudo pode acontecer. Qualquer gripezinha ou doença banal pode sofrer uma mutação, virar pandemia e matar milhões no mundo inteiro.

    No presente, o ebola não conseguiu se espalhar fora da África. Até houve casos, mas o isolamento funcionou e ele não foi adiante.
  • Fernando_Silva escreveu: »
    No futuro, tudo pode acontecer. Qualquer gripezinha ou doença banal pode sofrer uma mutação, virar pandemia e matar milhões no mundo inteiro.


    Essa é a chave da questão. Podemos até prever, mas previsões ainda são previsões.

    Mas que o Ebola existe e é letal, não podemos negar e que descuidos acontecem. Ainda mais em países em que as condições de saneamento são precárias em muitos lugares como o nosso.

  • editado November 17
    Cameron escreveu: »
    Morreram mais de 100.000 pessoas, apenas uma escala de grandeza abaixo de um milhão, como se tratava de uma previsão lidando com um fator exponencial e um monte de variáveis desconhecidas podemos dizer que ele "bateu na trave", o mesmo seria se tivessem morrido 10 milhões de pessoas.

    Ok, mas em algum momento o Blogueiro deu esta informação?
    Em algum momento ele disse, olha, tem ordem de grandeza, fator exponencial e um monte de variáveis desconhecidas... pode ser 1 milhão, cem mil ou dez milhões?
    Não... Ele não falou.
    Assumiu um tom profético e de Oráculo dos Tempos Sombrios.
    Não sei nada sobre as intenções dele, mas não apostaria que eram as melhores.

  • editado November 17
    Cameron escreveu: »
    Naquele momento quase todos no Brasil e muitos outros mundo afora tratavam a Covid-19 como uma mera gripe e não como uma séria ameaça, ...

    Naquele momento da live era final de março e a Italia já vivia o auge da pandemia.
    Dizer que "quase todo mundo no Brasil..." é um tanto de exagero quando o Jornal Nacional, formador de opinião décadas antes do Blogueiro já vinha dando o tamanho da tragédia em letras vermelhas todo dia.
    O que o Blogueiro fez foi correr prá gritar fogo no cinema lotado, correr com o galão de gasolina para apagar o incêndio e proclamar que o problema era dez vez pior do que parecia ou mais.

    Tanto é que as autoridades brasileiras, lendárias na corrupção e incompetência, lograram impedir o colapso do sistema de saúde montando hospitais de campanha e comprando respiradores em ações planejadas e iniciadas muito antes do Algoreiro lançar seu "tou avisando".
  • editado November 17
    Saudações Percival
    Percival disse:
    Nenhum cenário é igual, então por que não temos uma epidemia mundial de ebola?

    Percival... Estudo o ebola faz um bom tempo e me causa preocupação... O Fernando não conhece a realidade da baixada... Por exemplo, aqui as enchentes são comuns e em quase toda a baixada. Fora o transporte público que é muito ruim. Trens, metrô e ônibus só vivem lotados.

    Agora veja (m). Já temos um modelo parecido na américa do sul.

    E concordando com a Cameron.
    - Que 2020 acabe logo...rs


    > VÍRUS CHAPARE

    Novo vírus raro começa a provocar contágio e mortes na Bolívia.

    17/11/2020
    Jorge Marina - Nexperts.

    Com o coronavírus chegando a uma nova onda em diversos países, a notícia divulgada ontem (16) por cientistas americanos e bolivianos não poderia ser mais preocupante: foi confirmada na Bolívia a primeira transmissão entre humanos do vírus Chapare, um microrganismo raro que pode levar à morte.

    O vírus, que teria sido originalmente transmitido para humanos por um tipo de rato, foi identificado em 2004 na província boliviana de Chapare. Cientistas do Centro de Prevenção e Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos e do Centro Nacional de Doenças Tropicais da Bolívia confirmam que houve transmissão entre humanos em La Paz no ano passado: dos cinco infectados, três morreram.

    De acordo com os cientistas do CDC, o "novo" vírus é da família viral arenavírus, capaz de causar febres hemorrágicas como as de ebola e dengue.

    A transmissão desse tipo de organismo geralmente ocorre por contato direto de pessoas com roedores infectados ou de forma indireta através da urina ou das fezes do roedor doente.

    O que se sabe até agora sobre o vírus Chapare

    Pouco se sabe sobre o Chapare, a não ser que causa sintomas parecidos com os de dengue e ebola, culminando na febre hemorrágica, um grupo de manifestações geralmente graves e potencialmente fatais. De acordo com os trabalhos divulgados durante uma reunião da Sociedade Americana de Medicina e Higiene Tropical, os infectados em 2019 tiveram, além de febre, dores abdominais, vômitos, sangramento nas gengivas, erupções cutâneas e dor atrás dos olhos.

    Perigos de uma nova pandemia

    Em 2019, os dois pacientes infectados pelo Chapare transmitiram o vírus para três médicos colombianos — dois deles morreram, assim como um dos pacientes. O fato levou os pesquisadores a afirmarem que a transmissão deve ter ocorrido por fluidos corporais.

    No caso de uma pandemia, os vírus transmitidos por fluidos corporais costumam ser mais fáceis de serem controlados do que aqueles transportados pelo ar, como o novo coronavírus. No entanto, isso não significa que eles não sejam perigosos, como alertam os cientistas.


    https://www-tecmundo-com-br


    [Fraternos]
  • editado November 18
    Acauan escreveu: »
    Ok, mas em algum momento o Blogueiro deu esta informação?
    Em algum momento ele disse, olha, tem ordem de grandeza, fator exponencial e um monte de variáveis desconhecidas... pode ser 1 milhão, cem mil ou dez milhões?
    Não... Ele não falou.
    Não nesses termos exatos mas as especulações e o famigerado "um milhão" estavam sobre uma serie de ressalvas e condições, seria o resultado caso nada tivesse sido feito para conter a doença e nós fizemos algumas coisas (fechamento de escolas e estádios são exemplos bem relevantes), foi aos trancos e barrancos, com muitos líderes batendo a cabeça, fogueira de vaidades para todo lado e um isolamento "marromeno" mas ainda assim melhor que nada.



  • Silvana escreveu: »
    Saudações Percival
    Percival disse:
    Nenhum cenário é igual, então por que não temos uma epidemia mundial de ebola?

    Percival... Estudo o ebola faz um bom tempo e me causa preocupação... O Fernando não conhece a realidade da baixada... Por exemplo, aqui as enchentes são comuns e em quase toda a baixada. Fora o transporte público que é muito ruim. Trens, metrô e ônibus só vivem lotados.

    Não só Baixada Silvana lembra daquela gafe da Cedae inicio desse ano abastecendo certas localidades do Rio de Janeiro com água suja?

  • editado November 18
    Dizer que "quase todo mundo no Brasil..." é um tanto de exagero quando o Jornal Nacional, formador de opinião décadas antes do Blogueiro já vinha dando o tamanho da tragédia em letras vermelhas todo dia.
    Em muitos países, inclusive no Brasil, para o bem e para o mal, as redes sociais e outras mídias online se tornaram muito mais influentes e relevantes que a TV e a imprensa escrita e naquele momento os posts e comentários tratando a doença como uma ameaça menor com piadas e memes era muito maior que aqueles que tratavam com a seriedade que merecia, se eu tivesse que arriscar uma proporção eu chutaria 1000 para 1.

    Posso estar errada mas acredito que a influência das redes de TV e mídia impressa caiu para menos de um décimo do que era em um passado não tão distante, basta ver os resultados quase inócuos a respeito da opinião pública sobre o presidente atual e seu governo mesmo diante de uma guerra declarada e descarada desses meios contra ele.
  • editado November 18
    A desconfiança na mídia tradicional faz com que as pessoas recorram a sites fuleiros e whatsapp news.


    A desconfiança na ciência (nos divulgadores dela, ou seja, como a ciência se mostra pro público) vai aumentar ainda mais movimentos antivax e muitos outros que estão por vir.

    Todos estão zoando isso. Atila o Huno tá sendo visto como piada, aliás mostrei até isso aqui num tópico do Eli Vieira que denunciou a falcatrua dele. Detalhe: ele é biólogo e estuda diretamente o caso.

  • editado November 18
    Cameron escreveu: »
    Acauan escreveu: »
    Ok, mas em algum momento o Blogueiro deu esta informação?
    Em algum momento ele disse, olha, tem ordem de grandeza, fator exponencial e um monte de variáveis desconhecidas... pode ser 1 milhão, cem mil ou dez milhões?
    Não... Ele não falou.
    Não nesses termos exatos mas as especulações e o famigerado "um milhão" estava sobre uma serie de ressalvas e condições, seria o resultado caso nada tivesse sido feito para conter a doença e nós fizemos algumas coisas (fechamento de escolas e estádios são exemplos bem relevantes), foi aos trancos e barrancos, com muitos líderes batendo a cabeça, fogueira de vaidades para todo lado e um isolamento "marromeno" mas ainda assim melhor que nada.




    Ele disse isso aqui e dessa forma:


    Portanto o cenário de um milhão de mortos se daria segundo o próprio:

    "Se o Brasil adotar somente medidas de mitigação em que a gente restringe a circulação em alguns lugares, fecha algumas coisas mas não adota um cenário completo, o que a gente vê pela frente aqui é um milhão de pessoas mortas ou mais até o final de Agosto".

    Então "o resultado se nada tivesse sido feito pra conter a doença" deveria ser ainda superior a um milhão.

    No final de Setembro o mundo (7 bilhões de habitantes) atingiu o número de um milhão de mortos que deveria ter sido atingido um mês antes pelo Brasil (210 milhões de habitantes).

    Nem as mortes do mundo inteiro somadas chegariam ao número chutado pelo Imperial College.

    .




  • editado November 18
    Acauan escreveu: »

    Naquele momento da live era final de março e a Italia já vivia o auge da pandemia.

    É pior ainda se isso foi no fim de Março.

    Do dia 21 de Fevereiro até o dia 19 de Março o Ibovespa caiu 45%. O inicio da queda foi na Quarta Feira de Cinzas 26/02 exatamente porque a bolsa ficou fechada durante o carnaval e as notícias ruins principalmente vindas da Itália se acumularam no noticiário e estouraram no primeiro pregão pós Carnaval.

    Então a notícia dele já era velha sim.

    Do dia 24/03 até hoje 17/11 o gráfico do IBOV está em tendência de alta.

    A retomada rápida do IBOV a partir do dia 03/04 portanto dias depois, (se correta a informação de que a live dele foi no fim de Março) dão uma dica sobre que tipo de pessoa acreditou que o mundo ia acabar e sobre quem achou esse número absurdo bem antes de Agosto chegar pra poder conferir.

    [img][/img]IBOV.png
  • Teve um dia de queda forte pós 03/04 que tem a ver com a saída do Moro do governo.
  • O mercado é cheio de ignorantes que negam a ciência, acharam que o vírus não mataria toda a humanidade e por isso apostaram dinheiro de verdade nessa teoria insana de que exageraram no tamanho do problema.
    Não apostam reputação, nem likes, apostam dinheiro.

    Se tem um lugar onde tem gente boba é no mercado financeiro.
  • Ah,
    Judas escreveu: »
    O mercado é cheio de ignorantes que negam a ciência, acharam que o vírus não mataria toda a humanidade e por isso apostaram dinheiro de verdade nessa teoria insana de que exageraram no tamanho do problema.
    Não apostam reputação, nem likes, apostam dinheiro.

    Se tem um lugar onde tem gente boba é no mercado financeiro.


  • editado November 18
    Saudações Percival
    Percival disse:
    Não só Baixada Silvana lembra daquela gafe da Cedae inicio desse ano abastecendo certas localidades do Rio de Janeiro com água suja?

    Pois é... A geosmina...

    E para piorar... Observe como "subestimar" as coisas não é hábito só em Wuhan...

    Mas, não culpo o Dr. José Cerbino. Para um país de dimensões continentais. Que já lida com a dengue, zika e chikungunya,

    Vamos ver o registro bem tímido do dado epidemiológico de 2008.


    Especialista esclarece dúvidas sobre o arenavírus

    O médico José Cerbino Neto, diretor-clínico do Instituto de Pesquisa Evandro Chagas (Ipec) da Fiocruz e especialista em doenças infecciosas e parasitárias, informou que não há motivo para alarme em relação ao caso do sul-africano morto ontem (2008) no Rio após apresentar sintomas de febre hemorrágica.

    O infectologista disse que existe a suspeita de que a morte tenha sido causada por um vírus da família arenavírus.

    Segundo Cerbino, não há motivo para alarde porque a transmissão não se dá pelo ar: ela ocorre por contato com secreções – urina, fezes, vômito e saliva – de roedores, animais que funcionam como reservatórios dos arenavírus.

    Cerbino não descartou outras possibilidades, tais como leptospirose, hantavirose e hepatites virais, que também estão sendo investigadas pelas autoridades de saúde, inclusive com a participação de laboratórios da Fiocruz.

    Resultados preliminares devem ficar prontos em quatro dias.

    O especialista esclarece que infecções por vírus da família arenavírus são raras e produzem um quadro febril hemorrágico, em geral, com evolução rápida e grave: elas podem levar a óbito de sete a dez dias após o aparecimento dos sintomas.


    https://portal.fiocruz.br/noticia/especialista-esclarece-duvidas-sobre-o-arenavirus

    Então...
    O problema é que agora a transmissão já é comunitária, pois já foi confirmado com a primeira transmissão entre humanos na Bolívia.

    Ó vida, ó céus...rs

    [Fraternos]
  • editado November 18
    Cameron escreveu: »
    Não nesses termos exatos mas as especulações e o famigerado "um milhão" estavam sobre uma serie de ressalvas e condições, seria o resultado caso nada tivesse sido feito para conter a doença e nós fizemos algumas coisas (fechamento de escolas e estádios são exemplos bem relevantes), foi aos trancos e barrancos, com muitos líderes batendo a cabeça, fogueira de vaidades para todo lado e um isolamento "marromeno" mas ainda assim melhor que nada.

    Lá pelos 52:50 do vídeo, o Blogueiro fala em 2,6 milhões de brasileiros mortos se "nada fosse feito".
    2,6 milhões de mortos até agosto só no Brasil... O triplo do total de mortos por COVID no mundo todo no período.
    E basta repassar o vídeo para checar o ar profético com que o cara solta os números, sem nunca citar margens de erro ou probabilidade de falhas no estudo (como logo depois o próprio Imperial College admitiu).
  • editado November 18
    Silvana escreveu: »
    Percival... Estudo o ebola faz um bom tempo e me causa preocupação... O Fernando não conhece a realidade da baixada... Por exemplo, aqui as enchentes são comuns e em quase toda a baixada. Fora o transporte público que é muito ruim. Trens, metrô e ônibus só vivem lotados.
    Trabalhei a vida toda próximo ou quase dentro de favelas de subúrbio, sujeito a ficar ilhado no meio de um oceano de esgoto com qualquer chuvinha mais forte. A outra opção era sair correndo aos primeiros pingos e se arriscar a ficar embaixo d'água no meio do caminho e ser assaltado por arrastões de favelados (que entupiam os bueiros propositalmente).

    Com furos de bala nos portões e janelas da firma. Além de assaltos e mortes na rua e até na porta da firma.

    Tinha trem e ônibus lotados, mas metrô? Nem pensar.
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