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Comentários

  • É esse o Deus de vocês?
  • O Jabuti que subiu na arvore fazendo filminhos no youtube.
  • Acredito que uma intensa campanha de esclarecimento quanto à necessidade da vacina, como medida de proteção, não apenas individual mas coletiva, forçando um convencimento mútuo, seria melhor que algo mais autoritário.
  • É uma pessoa sensata.
    Diante da polarização causada pela política que consequentemente contaminou as decisões sobre a pandemia, usar a força do estado pra obrigar pessoas a aceitar o tratamento que o um grupo assim determinar vai acalmar os ânimos.

    A divulgação da vacina em São Paulo foi um sucesso, pude ver nas redes que todos acharam o máximo divulgarem um número e 5 dias depois divulgarem outro bem mais baixo, ainda que suficiente provavelmente pra ajudar a resolver parte do problema.

    O que eu pude notar foi um clima de união em torno da vacina de São Paulo, principalmente nas seções de comentários onde a notícia foi veiculada.

    E nada mais construtivo e unificador que colocar a censura a Donald Trump já logo no inicio do textão, isso certamente vai fazer com que simpatizantes dele queiram ainda mais serem obrigados a tomar vacina da China. Afinal o certo é isso, não misturar a questão política com a ciência.

  • Eu sou a favor da vacinação obrigatória partindo é claro do pressuposto que elas já foram suficientemente testadas e a segurança delas esteja comprovada, o que ainda não é o caso das vacinas contra a COVID-19.

    Para entender a razão é preciso compreender como vacinas funcionam e porque imunidade de rebanho é tão importante para a erradicação de doenças, novamente entramos na espinhosa discussão sobre os limites da liberdade individual x bem-estar coletivo.

    Por um momento vamos deixar a COVID-19 de lado e discutir o tema de obrigatoriedade de vacinação e vamos usar o Sarampo como exemplo.

    Nenhuma vacina garante 100% de imunidade em 100% dos vacinados, por várias questões que envolvem genética e em última escala a sorte não é garantido uma imunização total de qualquer população contra qualquer doença, no entanto, com imunização próxima de 100% mesmo os indivíduos vulneráveis estão seguros porque a doença não encontra vetores o suficiente para se estabelecer e é erradicada, falhas graves nessa vacinação e uma porcentagem menor de imunizados quebra essa proteção fornecida pela imunidade de rebanho e aqueles que por azar são vulneráveis mesmo após a vacinação podem morrer da doença só porque um bando de gente se recusa a vacinar as crianças por motivos estúpidos.

    Qual o limite da minha liberdade individual? Na minha opinião esse limite deveria ser bem claro. Se eu faço algo ou tomo decisões que colocam a MINHA vida em risco problema meu, mas se coloca a vida dos OUTROS em risco é a linha que não pode ser ultrapassada, e isso deveria valer para todos que vivem em sociedade.
  • Eu também acho que a vacina deva ser obrigatória. Saúde não tem partido.
  • Cameron escreveu: »
    Eu sou a favor da vacinação obrigatória partindo é claro do pressuposto que elas já foram suficientemente testadas e a segurança delas esteja comprovada, o que ainda não é o caso das vacinas contra a COVID-19.


    Eu também sou. Um pai que não vacina seu filho contra Poliomielite é um monstro. O mesmo vale pra outras tantas doenças.
    Mas não está na hora de falar em vacina obrigatória ainda mais da forma que o Átila falou.



    Seitas antivacina são uma estupidez que antecedem a pandemia atual e se dão em outro contexto. São gente bem cínica pra falar a verdade. Falam: "nunca tomei vacina e nunca adoeci", como se não fosse o fato de a imensa maioria ter se vacinado o que o poupou de adoecer em primeiro lugar.

    No contexto atual eu iria primeiro pela via de entender e ensinar a vacina como um remédio que você toma pra garantir que mesmo se adoecer não desenvolverá a forma grave e não vai morrer. Essa talvez seria a maneira mais útil de convencer as pessoas de que 50% de eficácia é mais do que o suficiente pra sanar o problema por hora.


    Se queremos que as pessoas se vacinem as forçar a isso no cenário atual não me parece uma boa ideia.

    Seria muito mais fácil se os políticos abaixassem as armas.

    Dória quer uma vacina pra esfregar na cara do Bolsonaro que por sua vez não dará o braço a torcer e vai procurar outra. A população inflamada vai recorrer a vacina que seu time escolher.

    Os dois tem culpa, muita culpa nisso.

    A população antivacina de hoje o é por outros motivos do que os das seitas de antes desta pandemia. O Átila tá colocando todos no mesmo balaio e isso vai irritar as pessoas ainda mais.

    Pra muitas pessoas elas estariam tomando a vacina porque figuras detestáveis pra elas como o Átila, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Bolsonaro ou Dória obrigaram.

    É aqui que estamos. O texto do Átila já começa falando em Donald Trump. No que ele acha que isso vai dar?

  • editado January 13
    Quando eu era criancinha e li um artigo sobre a revolta da vacina no Rio e como a vacinação teve que ser compulsória pra conter a febre amarela eu já me perguntava como era possível alguém ser contra se vacinar. Hoje depois de tanto tempo está acontecendo isso de novo.
  • editado January 13
    Em pleno século 21! Complicado demais...
  • editado January 13
    O termo "ciência" encontra-se sequestrado pela esquerda mundial e adversários políticos de Donald Trump e no nosso caso, Bolsonaro.

    Se o termo "vacina" cair nesse balaio também estamos ferrados. Então figuras como Átila, Drauzio Varella, Dória, deveriam passar a voz sobre o encorajamento ao uso de vacinas a outras pessoas menos detestadas ou envolvidas demais em política atualmente.

    O problema eu acho é que essas pessoas não existem.

    Lá no início da Pandemia o Mandetta tinha as pessoas o ouvindo e dando a ele crédito, tão logo foi detectado que ele estava de politicagem tudo se desfez.

    A politicagem matou mais gente, gastou mais dinheiro e vai custar mais caro a todos do que o próprio vírus sozinho custaria.
  • editado January 13
    Problema é que a ciência tá seguindo viés, e atualmente ela tem fama de intocada não importando de onde venha.
  • Mas não concordo com o lamparino sobre a questão do autoritarismo. Autoritarismo jamais é necessário. Antes, tudo deve ser combinado. Falou besteira.
  • Senhor escreveu: »
    Mas não concordo com o lamparino sobre a questão do autoritarismo. Autoritarismo jamais é necessário. Antes, tudo deve ser combinado. Falou besteira.

    Usar o termo "autoritarismo" pra se referir a vacinas é de lascar...

    Se ele quer ser o porta voz da vacinação, se ele quer no fim que as pessoa se vacinem, precisa pensar em termos e manifestações melhores pra convencer as pessoas disso.
    Ele está certo sobre o desserviço que canalhas antivacina prestam nas redes, está errado na abordagem.
  • editado January 14
    Pela repercussão que teve algo me diz que ele pode vir a no mínimo tentar explicar melhor isso e no máximo reconhecer a cagada.

    O histórico dele sobre reconhecer que está errado é curto e desfavorável a isso.
  • Bem, o panaca em questão já previu 3 milhões de mortes por aqui. Acho que no início de agosto do ano passado... Bem, quer errar numa previsão? Marque uma data.
    Agora a vaChina do Doriana, que tinha 78% de eficácia para os médios e 100% para os graves... Agora está em 50%. Talvez até o fim do mês esteja com o mesmo valor de placebo...
    Mesmo aquelas com alto índice de eficácia trazem a ressalva de que seus laboratórios não se responsabilizam por danos colaterais... E a China é uma ditadura do tipo que o babaca gosta. Dá pra confiar no que o governo chinês fala?
  • Judas escreveu: »
    Excelente.
  • editado January 14
    Cameron escreveu: »
    Qual o limite da minha liberdade individual? Na minha opinião esse limite deveria ser bem claro. Se eu faço algo ou tomo decisões que colocam a MINHA vida em risco problema meu, mas se coloca a vida dos OUTROS em risco é a linha que não pode ser ultrapassada, e isso deveria valer para todos que vivem em sociedade.

    A partir do momento que você se vacinou, quem está pondo a vida em risco é quem deixou de tomar a vacina.
  • Acauan escreveu: »
    Cameron escreveu: »
    Qual o limite da minha liberdade individual? Na minha opinião esse limite deveria ser bem claro. Se eu faço algo ou tomo decisões que colocam a MINHA vida em risco problema meu, mas se coloca a vida dos OUTROS em risco é a linha que não pode ser ultrapassada, e isso deveria valer para todos que vivem em sociedade.

    A partir do momento que você se vacinou, quem está pondo a vida em risco é quem deixou de tomar a vacina.

    Essa falácia de que você tem que se vacinar para proteger os outros é ridícula: você tem que se vacinar pra se proteger, você ganha imunidade.
  • Cameron escreveu: »

    Qual o limite da minha liberdade individual? Na minha opinião esse limite deveria ser bem claro. Se eu faço algo ou tomo decisões que colocam a MINHA vida em risco problema meu, mas se coloca a vida dos OUTROS em risco é a linha que não pode ser ultrapassada, e isso deveria valer para todos que vivem em sociedade.
    Tirar seu carro da garagem coloca a vida de outras pessoas em risco.
  • Botânico escreveu: »
    E a China é uma ditadura do tipo que o babaca gosta. Dá pra confiar no que o governo chinês fala?

    Depende: Se for um relato de aparição de espíritos, sim. Eles não poderiam estar enganados, iludidos ou, simplesmente, mentindo.
  • Judas escreveu: »
    Cameron escreveu: »
    Eu sou a favor da vacinação obrigatória partindo é claro do pressuposto que elas já foram suficientemente testadas e a segurança delas esteja comprovada, o que ainda não é o caso das vacinas contra a COVID-19.

    Um pai que não vacina seu filho contra Poliomielite é um monstro. O mesmo vale pra outras tantas doenças.
    Não sei se chega a tanto. Pode ser por ignorância (inclui ai religiosos).

    E num pais onde as vacinas estão disponíveis para a população, dificilmente esse pai irá sofrer as consequências de ver seu amado filho sofrendo por uma doença terrível que teria sido evitada com uma simples vacina. A população "altruísta" , que se preocupa tanto com o seu próximo, já terá tomado vacina suficiente para a chamada imunidade de boiada.

    Mas a Poliomielite, na forma mais brutal que conhecemos, chegava a 1% entre os contaminados. Hoje, na maior parte dos casos, o problema é percebido pelos pais e o tratamento é realizado.





  • editado January 14
    Acauan escreveu: »
    A partir do momento que você se vacinou, quem está pondo a vida em risco é quem deixou de tomar a vacina.
    Infelizmente não é assim que funciona, principalmente nos casos quando a proteção oferecida pela vacina é inferior a 90%, mas mesmo nos casos que a vacinação tem, digamos, 95% de índice de proteção, algumas pessoas por razões genéticas não são imunizadas mesmo após tomar a vacina, o que não seria um problema se todas as outras pessoas que ela tem contato também estivessem vacinadas, a vacinação em massa e a formação da imunidade de rebanho é indispensável para a erradicação das doenças, e como estamos falando de doenças infecciosas qualquer coisa que não a erradicação coloca desnecessariamente milhares de pessoas da atual geração e sabe-se-lá-quantas das futuras gerações em risco.

    O nosso país é um exemplo, doenças consideradas erradicadas que deveriam pertencer apenas aos livros de História estão voltando porque uma corja de irresponsáveis sequer se dão ao trabalho de vacinar seus próprios filhos.

  • editado January 14
    ENCOSTO escreveu: »
    Tirar seu carro da garagem coloca a vida de outras pessoas em risco.
    Respirar coloca a vida de outras pessoas em risco, trata-se como sempre do equilíbrio entre os extremos que regem todos os outros aspectos da nossa vida, a pessoa não deve ser inconsequente ao ponto de ignorar todos os riscos como se eles não existissem e agir sem qualquer restrição nem parar de viver em sociedade porque é impossível eliminar completamente qualquer risco, usando seu exemplo não é tão difícil chegar a uma conclusão razoável, eu não preciso parar de usar meu carro para eliminar qualquer possibilidade de risco mas eu devo obedecer as leis de trânsito para não aumentar esse risco de forma desnecessária.

    Você não precisa arrumar as malas e ir morar em uma ilha deserta mas vacinar a si mesmo e seus filhos contra doenças é algo razoável para se exigir de você caso queira viver em sociedade.

  • Cameron escreveu: »
    Você não precisa arrumar as malas e ir morar em uma ilha deserta mas vacinar a si mesmo e seus filhos contra doenças é algo razoável para se exigir de você caso queira viver em sociedade.
    Existem sociedades para todos. Tem até as autoritárias, como a proposta pelo Atila
  • ENCOSTO escreveu: »
    Cameron escreveu: »
    Você não precisa arrumar as malas e ir morar em uma ilha deserta mas vacinar a si mesmo e seus filhos contra doenças é algo razoável para se exigir de você caso queira viver em sociedade.
    Existem sociedades para todos. Tem até as autoritárias, como a proposta pelo Atila

    Ela vai passar pano pra isso também, anotem.

  • ENCOSTO escreveu: »
    Cameron escreveu: »

    Qual o limite da minha liberdade individual? Na minha opinião esse limite deveria ser bem claro. Se eu faço algo ou tomo decisões que colocam a MINHA vida em risco problema meu, mas se coloca a vida dos OUTROS em risco é a linha que não pode ser ultrapassada, e isso deveria valer para todos que vivem em sociedade.
    Tirar seu carro da garagem coloca a vida de outras pessoas em risco.

    Inseguro de vida
    Biquini Cavadão
    É normal que num fim de semana
    Ao viajar muita gente morra
    Preso nas ferragens de um fusca
    Sem que ninguém socorra
    Quero dizer somente
    Que só se afoga quem nada
    É mais conveniente
    Ficar na beira da praia
    Esquece o carro, fica em casa,
    Lê um livro, vê televisão
    A segurança de uma poltrona é bem melhor que
    Uma contramão
    Mas é normal, também num fim de semana,
    Que ao ficar em casa muita gente morra
    Baleada durante um assalto
    Sem que ninguém socorra
    Quero dizer somente
    Que se ficar, o bicho come
    É mais conveniente
    Correr que o bicho passa fome
    Esquece a casa, pegue um carro,
    Sai do rio, vai pra cubatão
    A liberdade de um automóvel é bem melhor que
    Uma precaução.
  • ENCOSTO escreveu: »
    Botânico escreveu: »
    E a China é uma ditadura do tipo que o babaca gosta. Dá pra confiar no que o governo chinês fala?
    Depende: Se for um relato de aparição de espíritos, sim. Eles não poderiam estar enganados, iludidos ou, simplesmente, mentindo.

    Seu Judas, é isso aí. A China descobriu o caminho das pedras para dominar o mundo: não é jogando misses nucleares na cabeça do inimigo, mas cercando e cercado cada item da sua vida até, só muito tarde, o cara perceba que já perdeu tudo o que o faria viver. Tira-se a liberdade em nome da segurança, tira-se o direito e ir e vir em nome da segurança, tira-se a liberdade de rezar em nome da segurança opinativa... E por aí vai. No mundo compra-se a mídia dita democrática e esta só fala asneiras. A única coisa que ainda resiste é a rede da internet. Resta saber se o povão vai chiar antes que esta seja extinta...
  • Botânico escreveu: »
    Agora a vaChina do Doriana, que tinha 78% de eficácia para os médios e 100% para os graves... Agora está em 50%. Talvez até o fim do mês esteja com o mesmo valor de placebo...
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    Botânico escreveu: »
    Mesmo aquelas com alto índice de eficácia trazem a ressalva de que seus laboratórios não se responsabilizam por danos colaterais... E a China é uma ditadura do tipo que o babaca gosta. Dá pra confiar no que o governo chinês fala?
    Qualquer medicamento vem com um monte de efeitos colaterais assustadores descritos na bula.
    Se você for paranoico, não toma nenhum.
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