A gênese como ela é !


Adão e Erva
Vendo deus que não era bom Adão estar sozinho fez com que ele adormecesse e retirou-lhe uma das suas costelas e dela fez sua mulher Eva que nus andavam felizes como dois sem vergonhas pelo jardim do éden.
E disse Deus de todas arvores do jardim poderás comer livremente, mas o dia que comerem da arvore do conhecimento certamente morreram.
Então veio a serpente o animal mais astuto que deus fez pois já havia comido do fruto do conhecimento e disse a Eva: “ experimenta desse fruto delicioso do conhecimento”
Respondeu Eva: “Deus disse que o dia que comermos do fruto do conhecimento morreremos”
Serpente: “Bobagem,não morrerão! deus mentiu porque ele não quer que vocês sejam parecidos com ele conhecedores do bem e do mal,nem comigo que já sei de tudo isto! .....kkkkkkkkkkkkkk.....deus deu mais sabedoria a mim um animal do que a vocês humanos.
Alem do mais se de fato não quisesse que vocês comessem do fruto do conhecimento não teria deixado a arvore aqui a vossa disposição, nem te dado por guia uma cobra de inteligência superior.
Então Eva guiada pela cobra desobedeceu a deus comeu e deu a adão para que também comesse e ambos passaram a ter conhecimento do bem e do mal , e assim puderam perceber que deus havia mentido e que a serpente tinha dito a verdade, porque comeram e ainda continuaram vivos.
Percebendo deus que seus dois filhos haviam deixados de ser dois sem vergonhas e por isso tentavam esconder suas nudez, questionou Adão por que havia o desobedecido ? Adão que já tinha ficado mais espertinho disse que a culpa era dele deus que havia dado por companheira uma visionaria convincente, a mulher que também já tinha um melhor conhecimento dos fatos reforçou afirmando que a culpa era de deus que havia dado a eles como guia uma serpente já conhecedora do bem e do mal.
deus percebendo que suas criaturas estavam ficando muito espertas diante da verdade viu sua dignidade ameaçada , mas com vergonha de admitir culpa por suas mentiras e erros, ignorou a justiça e resolveu torna se um deus irresponsável por suas cagadas divinas e punir e responsabilizar os outros pelos seus erros, claro que este mal exemplo foi herdado pelos homens até aos dias de hoje.
Foi ai que condenou a serpente passar a ser uma cobra burra e rastejante, e para Eva e suas futuras descendentes que não tiveram nada a haver com estas pataquadas da criação divina dores no parto e aos homem trabalho para o seu sustento digno .
E foi assim que a humanidade adquiriu vontade própria , vergonha, necessidade e dignidade de ter que trabalhar pelo próprio sustento.
Então preocupado com a concorrência deus disse aos outros deuses: “o homem já adquiriu o conhecimento esta se tornando como um de nós, não podemos permitir que tambem comam do fruto da vida eterna, do pó vieram para o pó voltaram.” E assim os homens ao tornarem –se independentes foram expulsos do jardim do éden .
Eva logo após ter conhecido a cobra da cabeça tentadora engravidou de adão e deu a luz a Caim lavrador e seu irmão Abel pastor de ovelhas, e Caim sentiu inveja de Abel por que acreditava que deus também era carnívoro e se agradava mais dos churrascos de ovelhas oferecidos por Abel do que de suas ofertas vegetarianas.
Mas deus não necessitava de comer beber ou cagar, portanto se enfureceu com Abel lembrando que havia dito a Adão seu pai que podia comer de toda arvores livremente e de que não havia mencionado nada de que poderiam matar e comer outros animais.
Então disse : ” Abel que fizestes tu errastes tentando me agradar, agora o sangue de um animal inocente clama pela minha justiça...bé..bé...bé..bé..ide e aprendei-vos holocausto não quero e sim misericórdia, porque os que da violência fizerem uso , por ela tambem perecerão.”
Nisto a serpente que não tinha nada mais importante para se preocupar em sua vida, continuava a perseguir aquela família humana, percebendo o desapontamento de deus com o primeiro homicídio cometido por Abel, viu ai a oportunidade de poder Ajudar a bagunçar ainda mais esta divina comédia iniciando a eterna guerra entre homens, assim foi abastecer o o invejoso Caim com mais inveja e ira contra seu irmão o assassino de ovelhas, Caim então cego de tanta inveja assassinou o primeiro homem.
E deus percebendo que toda sua malcriação estava desandando resolveu punir Caim o expulsando da família Adão , mas a serpente que sabia das coisas já havia alertado a Caim que fora da família Adão la pelas terras de Node já haviam outras pessoas filhos de outras evas, que desaprovariam um assassino e por isso tentariam matá-lo, então Caim chorando pediu a compaixão divina que disse que jogaria uma praga nos que tentassem matar Caim, mais uma vez a a esperta serpente havia falado a verdade Caim foi morar nas terras de Node e lá conheceu uma mulher filha de outra Eva, casou e teve filhos e filhas .
E a procriação humana ia de vento em poupa até deus ter conseguido perceber que a sua criação humana era má “esqueceu-se que já havia dito no jardim do éden que o homem era mortal e por isso voltaria ao pó e disse que seu espírito não habitaria mais os homens e que eles passariam a viver no Maximo 120 anos e depois arrependeu-se de vez e resolveu destruir todo homem e todo animal da face da terra,enviando o dilúvio universal do reino de deus .
Mas depois conseguindo perceber que nem todo homem já nasceu contaminado pelo fruto do bem e do mal , deus novamente se arrependeu resolvendo poupar toda família do papai Noé e mais um casal de animal de cada espécie que entrariam na arca,menos é claro todos os peixes que estavam se lixando para o terrível dilúvio divino pois iriam escapar ilesos desta grande enxurrada de baboseiras.
Passado o dilúvio deus esqueceu se novamente que já havia dito que os homens só viveriam no máximo até 120 anos e por isso permitiu que Noé vivesse até 950 anos e depois vários outros personagens bíblicos também viveram bem mais do que 120 anos.








«1345

Comentários


  • Moral da história este deus bíblico era o ultimo a perceber as coisas, era um mentiroso, se arrependia dos seu erros mesmo assim hipocritamente punia os filhos pelos seus erros.
  • editado January 22
    Os filhos de um deus vegano podiam comer de tudo no paraíso, podiam devorar quilos de abobrinha refogada, se quisessem era permitido papar todo mingau de inhame, e bananas ate em forma de papinha, arroz integral, pão de 7 grãos, feijão azuki, carne de jaca à vontade, menos da árvore do churrasco, de onde frutificavam a picanha no espeto, a linguiça de pernil na chapa e o frango no bafo. Certo dia uma fumacinha mágica que vinha da árvore do chureasco falou pra os filhos do deus vegano que se eles comessem aqueles frutos se tornariam chefs renomados da gastronomia celestial. Eles então comeram os frutos da arvore do churrasco. Quando o deus vegano descobriu retaliou eles os fazendo aturar uma apresentação de funk do mc repolho, e a dança da mulher mandioca. É tudo verdade!
  • editado January 22
    Bom, ao se falar hoje sobre as historias do velho testamente é impossível não recomendar as series bíblicas do Dr Jordan Peterson: https://www.jordanbpeterson.com/category/transcripts/biblical-series/

    A interpretação dessa historia é bastante difícil e até pouco tempo eu acreditava que só seria possível interpretá-las corretamente com muita vivencia e pratica religiosa, já que o alvo dessas historias é o que basicamente se passa na mente humana e em especial em relação a jornada "espiritual" humana. Quando me refiro a jornada espiritual me refiro aos dilemas morais e mentais que os humanos enfrentam e a sua transformação nesses quesitos conforme envelhecem.

    O Jordan Peterson ao interpretar essas historias a luz da psicologia fez um trabalho que supera qualquer coisa que uma pessoa sozinha poderia fazer através de sua jornada pessoal lidando com os temas da religião. Eu considero essa série bíblica dele uma das coisas mais espetaculares que eu já vi sobre o assunto.
    Ele também faz isso com estórias como Peter Pan e Pinóquio. Ele é simplesmente fantástico para interpretar os significados morais assim como os dilemas e dores que a mente humana enfrenta ao lidar com a complexidade do mundo e com as dores da condição humana.

    Então está ai feita a recomendação para quem quiser conteúdo de qualidade sobre esse tema.

    Jordan Peterson é simplesmente um gênio nesse quesito, mas mesmo ele ao interpretar essa historia deixou passar alguns pontos que eu considero os mais pertinentes dessa questão.

    1 - Não é a arvore do conhecimento e essa passagem em nenhum momento sugere que o conhecimento é um pecado.
    Essa passagem é sobre o conhecimento do BEM E DO MAL e sobre a SOBERBA humana de querer se fazer mais esperto do que Deus. Ou seja, e um conto sobre interpretação moral e não sobre conhecimento.
    A historia fala sobre como ao comer do fruto proibido o ser humano passa a achar que sabe melhor do que Deus o que é certo e errado e então passa a julgar a obra de Deus como sendo ruim e digna de vergonha.

    É por isso que na historia eles viviam nus e estava tudo bem com isso, mas depois do "pecado original" eles passam a ter vergonha dos próprios corpos e então querem esconder a obra de Deus.

    2 - Não se pode nem se deve tirar nenhuma interpretação literal desse conto. O conto faz alegorias e personifica características da psique humana como faz todo bom conto, como a personificação da "voz da consciência" em Pinóquio que aparece como o Grilo Falante.

    Então Adão, Eva e a Cobra não podem nem devem ser interpretados como coisa real, nem mesmo o "pecado original" como uma evento real ocorrido em um momento especifico no tempo, são todos alegorias da psique humana.
    Os atos de Deus igualmente não podem ser tomados de modo literal, como se ele desse ordens que foram desobedecidas e depois aplicou punições. Isso tudo são alegorias aos diferentes estados que a mente humana poderia vivenciar ao interpretar a realidade de modo distinto.

    O pecado original se trata da forma como todo ser humano hoje julga o mundo de modo distorcido, como todos nós temos vergonha dos nossos próprios corpos ainda que não exista nada de errado com ele.
    Esse pudor humano em relação a nudez não parece, por exemplo, existir entre os outros animais. É uma característica da nossa psique que se manifesta em uma moralidade que segundo o conto em questão é DIFERENTE DA MORALIDADE DE DEUS.

    3 - O conto portanto trata da diferença entre a moral humana e a moral divina e da forma como o ser humano em sua soberba pretende substituir a moral divina pela sua própria moral. Tudo isso não como evento real ou uma rebelião do homem contra Deus, mas como característica inerente ao modo humano de interpretar o mundo.

    O homem interpreta o mundo de modo distorcido e cria uma moral que o joga em um estado de perturbação mental, pois ao olhar o mundo e interpretar tanta coisa como sendo "ruim" perdemos a paz de espirito e ainda entramos em conflito uns com os outros. Isso é simbolizado no conto como a "expulsão do paraíso", que igualmente não é um lugar real ou um evento real ocorrido no passado, mas algo que fazemos hoje e nos tira hoje a capacidade de viver uma paz interior plena que a mente humana poderia viver ao se colocar naquilo que os budistas chamariam de estado de Nirvana.

    Se o homem controlar e acalmar sua própria mente poderá levá-la a um estado onde não irá mais julgar a realidade de modo tão distorcido e poderá experimentar um estado de paz interior e êxtase considerado como um tipo de "paraíso".
  • Senhor escreveu: »
    Os filhos de um deus vegano podiam comer de tudo no paraíso, podiam devorar quilos de abobrinha refogada, se quisessem era permitido papar todo mingau de inhame, e bananas ate em forma de papinha, arroz integral, pão de 7 grãos, feijão azuki, carne de jaca à vontade, menos da árvore do churrasco, de onde frutificavam a picanha no espeto, a linguiça de pernil na chapa e o frango no bafo. Certo dia uma fumacinha mágica que vinha da árvore do chureasco falou pra os filhos do deus vegano que se eles comessem aqueles frutos se tornariam chefs renomaxos da gastronomia celestial então comeram os frutos da arvore do churrasco. Quando o deus vegano descobriu retaliou eles com o funk do mc repolho, e a dança da mulher mandioca. É tudo verdade!
    kkkkkkkkkkkkkkkkkk.......Senhor quando foi que perdeu a fé em si mesmo, homem de pouca fé creia em si mesmo .
    Mesmo tendo que ver para crer, eis a prova da vossa sabedoria:

    cabras-escaladoras-%2BMarrocos_001.jpg




  • Rapaiz...A árvore do churrasco!

    E agora, incréus?!?!?!
  • CRIATURO escreveu: »
    cabras-escaladoras-%2BMarrocos_001.jpg
    kkkkkkkk
    Seria fantástico se carne desse em arvore dessa forma. Eliminaria muita dor de cabeça.
  • editado January 22
    Inspiradíssimos e inspiradores, os que, até agora, postaram neste tópico.
    @NadaSei , o texto sobre o trabalho de Jordan Peterson é seu?
    Tenho a impressão de que vivi até hoje apenas aguardando para ler algo assim, pois além do que foi dito permite ampliar conceitos e ir além das intenções, sem fugir da linha mestra.
    Sendo seu ou não tem um valor extraordinário e fala muito a seu (@Nadasei ) respeito.

    Igualmente valiosas e bem-humoradas as colaborações do @Senhor e do @CRIATURO.
    Acho que o RéV, hoje, deu MAIS um salto de qualidade.
    Obrigado a vocês.
  • Tinha uma no meu site, que eu retirei do antigo RV, escrita pelo forista "Joe", que era muito boa. Perdi o texto.
  • Podemos tentar recuperar no internet archive @ENCOSTO
  • Não dá para levar a sério algo que não passa de uma versão distorcida e reinterpretada de mitos mais antigos.
    Por exemplo: no mito original, sair do meio do mato, se vestir e ir morar numa cidade foi um avanço. O homem deixou a selvageria e se civilizou.
  • A Verdadeira História do Gênesis - parte 1

    De onde surgiu o pensamento para o mundo na cabeça de Deus? A grande cabeça vazia não tinha nada dentro, pois ela não tinha nada para pensar e de repente surgiu um pensamento e aí ela pensou, epa, eu penso. Se eu penso, então logo devo existir. Mas espera aí, de onde surgiu esse pensamento? Como é que de repente, eu passei toda a eternidade sem nada na cabeça, e sem mais nem menos um pensamento surgiu? Depois que esse pensamento surgiu, a grande cabeça vazia ficou vendo aparecer outros pensamentos por causa de uma grande reação em cadeia. E do nada, sem mais nem menos, a grande cabeça vazia ficou cheia de pensamentos. Só que os pensamentos não eram sobre nada a não ser a própria existência. A grande cabeça vazia pensava, “Por que penso? O que sou? Por que de repente sei que existo? Qual a razão da minha existência?” Como a grande cabeça vazia não tinha nada para fazer a não ser pensar e como não existia nada para a grande cabeça vazia pensar a não ser o fato de que era consciente que existia, de repente a grande cabeça vazia pensou, “Já sei, vou fazer um espaço para eu me mover dentro e aí vou ter o que fazer.” Ao dizer isso, a grande cabeça vazia começou a voar para lá e para cá, mas depois de fazer isso por alguns milênios e só pensando na sua existência e nada mais, a grande cabeça vazia falou, “ Estou cansando de voar para lá e para cá, vou fazer um corpo com pés e braços para eu me tocar.” E assim aconteceu, pois bastava a grande cabeça vazia pensar em algo que esse algo acontecia. A grande cabeça vazia, agora com um corpo, tornou-se o corpo andarilho pelo nada afora. O grande espaço. E passou mais uma eternidade. E aí a Deus que só pensava em andar para lá e para cá pensou, “Estou cansando de andar, vou fazer um corpo melhor, já sei vou fazer algo que me dê prazer para passar a eternidade” e assim Deus fez um pênis e passou a masturbar-se o tempo todo já que não pensou em fazer uma mulher. Depois de muito andar, pensar sobre o fato de existir, pensar sobre o surgimento do pensamento do nada absoluto, e de se masturbar, a grande cabeça vazia, agora com um corpo e um pênis, pensou, “Estou solitário. Preciso de alguém para contar às coisas que faço. Apesar de não ser nada. Só fico questionando o fato de existir, de ter pensamentos e não faço mais nada a não ser andar e me masturbar, mas preciso de alguém para contar isso”.E assim Deus fez a Segunda Pessoa da Trindade e ficou lhe falando sobre sua vida vazia. Em que ele nada tinha a fazer a não ser andar para lá e para cá no espaço e a se masturbar. Ele sabia todo o tamanho do espaço, pois existia uma parte sua, O Espírito Santo, que estava em todo lugar e bastava ele querer saber o que estava acontecendo que a informação aparecia na sua cabeça graças a sua ligação com todo ele através do Espírito Santo, que inclusive lhe mostrava tudo que a Segunda Pessoa pensava, pois ele penetrava tudo, até mesmo os pensamentos de todos. Mas se Deus não quisesse saber, a informação não vinha.

    Depois de mais uma eternidade a Segunda Pessoa lhe disse, “Tive uma idéia, faça pessoas a sua imagem e semelhança.” E assim, a grande cabeça vazia fez um monte de anjos e um céu. De onde surgiu o plano para fazer os anjos? De lugar algum, a idéia simplesmente apareceu do nada. De onde surgiu à idéia de criar um céu para onde os anjos morarem já que ficar andando para lá e para cá no vazio enche o saco de qualquer um? Do nada. De onde surgiu à idéia de fazer a Segunda Pessoa? Do tédio. Do nada. Do tédio da existência.

    Depois de fazer os anjos, com o passar da eternidade, Deus já estava com o saco cheio dos mesmos. O papo dos anjos era um tédio só. Ó grande Deus, O Senhor é demais. O Senhor é Dez. O Senhor é o maior. Ele tinha feito os anjos só para lhe puxarem o saco o dia inteiro, mas seu saco já não agüentava mais puxões. Afinal, haja saco para agüentar puxa-sacos o tempo todo sem um pingo de originalidade. Aí, Deus teve uma idéia. De repente, do nada, ele teve uma idéia. Mas ele já estava acostumado a ter idéias do nada mesmo. O primeiro pensamento veio do nada e o resto também. Ele já tinha se acostumado que todos os seus pensamentos vinham do nada mesmo.

    “Vou pegar um desses anjos e lhe dar livre arbítrio. Ele poderá me puxar o saco ou não, ele poderá fazer o bem ou o mal conscientemente, se ele quiser. Minha Segunda Pessoa também é um chato de galochas. Ele também não tem liberdade, ele faz tudo que eu quero sem pestanejar. Ele é um robô igual aos outros anjos. Vou dar liberdade de escolhas a um anjo e se ele quiser pode me mandar para a puta que pariu, que tudo bem. Estou com o saco cheio de puxa-sacos programados”. E assim, ele chamou Lúcifer, um dos eternos, e lhe disse, “Abracadabra, vatapá, livre arbítrio você terá”.E pronto, a partir daquele dia, Lúcifer passou a pensar exatamente como Deus. Ou seja, seus pensamentos vinham do nada, sem mais nem menos, mas com a diferença que ele não podia fazer as coisas surgirem do nada como a Ex Grande Cabeça Vazia podia. Lúcifer podia pensar o que bem entendesse e podia fazer o bem e o mal conscientemente, ele não era como os outros anjos. Mas o que Deus não calculou é que Lúcifer tinha o poder de passar sua liberdade para outros e logo, havia um monte de anjos andando para lá e para cá cheios de moralismos. Por essa Deus não esperava. Essa possibilidade existia quando ele fez Lúcifer, mas tanto pensamento besta passa pela cabeça de Deus que ele não deu a devida importância.

    Com a eternidade afora, Lúcifer ficou com inveja da capacidade de Deus de fazer as coisas surgirem do nada e ele foi até Deus e disse, “Grande Senhor, não é justo que só o Senhor possa pensar e fazer as coisas surgirem do nada, eu também gostaria desse poder.” E Deus lhe disse, “De jeito nenhum, se eu lhe der esse poder, você pode me prender em algum lugar ou fazer algo ruim comigo, e nossa luta será eterna já que teremos poderes iguais e somos ambos indestrutíveis, mas tenho uma solução, vou fazer um lugar para você chamado inferno e lá você terá o poder de fazer o que quiser, que tal? Gostou? Mas se eu for lá, você não terá poder para fazer nada contra mim, combinado?” “Bem, é melhor isso que essa mesmice” pensou Lúcifer. E assim, um outro reino foi criado. E todos que queriam os mesmos direito de Lúcifer o acompanharam. Deus acabou perdendo um terço de seus puxa-sacos, mas tudo bem, Deus aceitou numa boa. Quando ele ficava cansado dos puxa-sacos programados, ele ia ao inferno e tinha um papo cabeça com Lúcifer e os livres.

    Mas depois de algum tempo, Deus ficou cansando dos anjos e do céu e do inferno e resolveu criar outros seres e daí ele fez a terra e Adão. Como Adão era a sua imagem e semelhança, ele também tinha um pênis, e ficava o dia inteiro se masturbando e depois passou a pegar todos os animais da selva e trepar com eles. E Deus se divertia muito olhando suas peripécias. Mas Adão não achou nenhum dos animais satisfatório. E depois que pensou por algum tempo, Adão falou, “Deus faça uma mulher para mim, uma companheira”. E Deus falou, “O que é isso? Mulher?” E Adão falou, “Quando você fez os animais, você fez casais, cada animal tinha uma companheira, mas comigo você me fez só, eu também quero uma companheira segundo minha espécie para que eu possa trepar com ela, estou cansando de me masturbar.”

    Deus não via motivo para isso, já que nunca cansava de masturbar-se, mas resolveu atender ao pedido de Adão. Para ele fazer algo para Adão, Ele precisava tirar um pedaço do mesmo, pois assim seriam da mesma substância e estariam ligados um ao outro. Como esse pensamento surgiu na cabeça de Deus? Ele não sabia, mas como tudo lhe vinha de veneta, do nada, ele ficou pensando, “O que vou tirar de Adão? Já, sei, seu pênis, já que ele terá alguém, não vai mais precisar dele, pera aí, mas não é justo, nas horas vagas ele pode querer usá-lo. Já sei, vou fazer a fêmea igual aos outros animais, vou fazer uma vagina nela para que Adão possa se divertir”.E assim Deus pegou uma costela de Adão e fez uma mulher.



    E os dois passavam o dia a brincar no mato e a trepar para todo lado e tiveram muitos filhos. E começaram a encher a selva de filhotes para todo lado. Deus se divertia muito com eles. Eles povoaram toda a terra e só pensavam em brincar e em se divertir e em trepar. E Deus se divertia muito. Eles machucavam um ao outro, mas logo, voltavam a brincar, pois não tinham o conceito do bem e do mal e não sentiam dor. Para eles tudo era bom. Eles não sentiam vergonha de nada. Trepavam por toda parte e se reproduziam como coelhos, mas como havia muita fartura não tinha problema algum. Eles não sentiam dor e podiam comer dos frutos da árvore da vida a hora que bem quisessem e assim não morriam jamais.

    Eles eram os seres mais felizes e alegres de toda a criação e isso gerou inveja naquele que tinha seu próprio reino: Lúcifer. Ele pensou em criar um homem para si, mas não conseguiu e isso o deixou frustrado e então, ele pensou. “Vou acabar com a brincadeira dos homens e de Deus.”

    Aí, ele foi até a terra e pensou, “Como vou acabar com a brincadeira?” e a idéia lhe surgiu. Deus havia proibido os homens de comerem do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, pois Ele sabia que ao fazerem isso se tornariam moralistas e passariam a julgar todo mundo. E passariam a ver defeito em tudo. A ser uns pentelhos iguais aos habitantes do inferno. Deus criou os anjos para serem puxa-sacos, criou o inferno para os livres, ou aqueles que podiam decidir entre o bem e o mal, e criou a terra para que se entregassem aos prazeres e vivessem felizes brincando o tempo todo. Ele não queria que comessem da árvore, pois se um casal comesse, todos os outros ganhariam moralidade ou senso moral e isso seria um saco. Deus não queria seres morais, ele queria tomar todas as decisões e queria que os homens simplesmente se reproduzissem como coelhos e brincassem a vontade, ele gostava de olhar o espetáculo. Isso lhe dava tanto prazer quanto se masturbar. Um adendo, não foi Deus que havia plantado essa árvore, foi na verdade Lúcifer que havia proposto isso e a havia criado. Ele tinha provocado Deus dizendo que se Deus plantasse essa árvore, os homens acabariam por desobedece-lo. Deus podia saber se isso era verdade ou não, mas lembrem-se, Deus só sabe algo quando quer saber. E muitas vezes, como Deus gosta de surpresas, ele prefere não consultar o Espírito Santo, que é o espírito que penetra tudo e todos e permite que todos sintam um ao outro e vejam um ao outro e compartilhem o mesmo mundo e dessa forma, todo conhecimento de Deus vem Dele.

    A Segunda Pessoa sabia que Deus não deveria deixar que Lúcifer plantasse essa árvore, pois a árvore traria a morte aos homens se os mesmos adquirissem o senso moral. Pois parte da aposta de Lúcifer era que se os homens comessem dá árvore, eles passariam a sentir dor e a morrer e se isso acontecesse, eles amaldiçoariam Deus. Deus disse a Lúcifer que os homens nunca o amaldiçoariam e se recusou a ouvir a Segunda Pessoa e não quis consultar o Espírito Santo. Ele deixou que Lúcifer plantasse sua árvore e proibiu a Adão e Eva, o primeiro casal, de comer da mesma e a ordem se estendeu a toda sua prole, pois Adão e Eva foram os primeiros de milhões que já se espalhavam pela terra que era toda tropical e bonita de ponta a ponta, sem terremotos, maremotos e onde os animais comiam uns aos outros, mas não tinha problema, pois eles não sentiam dor e não tinham consciência que morriam e os homens tinham vida eterna por causa das árvores da vida que existiam em todo o planeta terra e sempre havia fartura de tudo, pois só nascia a quantidade de pessoas suficientes para consumir o necessário apenas, assim sempre havia equilíbrio ecológico.. Tudo começou com o planeta terra, mas como Deus não tinha o que fazer, ele foi tornando o universo cada vez maior até torná-lo infinito.

    Lúcifer viu que Deus estava ganhando a parada, pois os homens realmente não desobedeceram a sua ordem. Eles faziam todo tipo de barbaridade, arrancavam pernas de aranhas e outras traquinagens, pois elas não sofriam e quando morriam não sabiam e nem sentiam nada, e só viviam trepando e reproduzindo e comendo a vontade de tudo que encontravam. E ninguém criticava ninguém, pois não existia moralidade. Ninguém sentia vergonha alguma, ninguém achava ninguém feio ou bonito, casais não existiam, todo mundo era de todo mundo. Quando alguém sentia vontade de trepar com alguém, simplesmente trepava. Homem com homem, mulher com mulher, homem com animais, mulheres com animais, não existia censura. Tudo era permitido, pois não havia moralidade, não havia o sentido do bem e do mal e, portanto ninguém achava nada errado.

    Como Lúcifer viu que ninguém iria desobedecer à ordem de Deus, ele ficou observando todos os homens para ver qual seria o mais fácil de ludibriar. E pensou, “ O homem é mais difícil, vou achar uma mulher, porque ela faz a cabeça do homem e se eu conseguir que um casal coma, toda a humanidade vai adquirir o senso moral e começar a criticar um ao outro e com o senso moral, a brincadeira de Deus vai acabar.” E Lúcifer queria fazer tudo isso porque não conseguiu fazer um brinquedo tão divertido quanto o homem, que Deus simplesmente adorava contemplar. Só por inveja!

    E daí, ele se aproximou de Eva e lhe convenceu a comer do fruto da árvore do bem e do mal e depois ela convenceu Adão a fazer o mesmo, e a partir daí, já começou a pentelhar Adão sobre o tamanho do seu pênis, que era menor que o de outros homens, o que irritou muito Adão, quase a ponto de fazer-lhe quebrar-lhe a cabeça, e Adão começou a falar que ela tinha o peito pequeno em comparação a outras mulheres da região, o que irritou Eva, e os dois acabaram sentindo uma certa vergonha um do outro e começaram a tentar tapar suas partes intimas, pois o outro via defeitos nas mesmas. E por todo o mundo, os casais começaram a criticar uns aos outros. E Lúcifer se divertia a valer com todo o espetáculo.



    E os casais começaram a querer exclusividade, pois passaram a achar que eram donos uns dos outros e começaram a brigar por causa das fêmeas e a desordem foi aumentando por toda a terra. Grupos começaram a se formar por causa de características semelhantes e a excluir outros. Raças começaram a se julgar superiores umas as outras. Todo mundo começou a julgar todo mundo e um começou a querer ser melhor que o outro. Tanto estardalhaço e Deus não sabia de nada, pois não estava observando essa parte do universo, somente o Espírito Santo sabe de tudo o tempo todo, Deus sentiu uma inquietação no Espírito Santo e finalmente olhou para a terra e ficou estupefato. Ele foi imediatamente ao paraíso e brigou com Adão e Eva, mas ao mesmo tempo sentiu pena dos mesmos, pois Lúcifer havia estragado tudo, e Ele bem poderia saber disso se ao menos tivesse querido saber e tivesse consultado o Espírito Santo. Agora todos sentiriam dor, a mulher multiplicaria suas dores do parto, e os animais sofreriam antes de morrer, apesar de não saber que morreriam, o que já era uma benção. Agora a terra teria problemas como vulcões e algumas de suas partes seriam estéreis e desertas, e o local onde a desobediência ocorreu, o Oriente Médio, seria para sempre amaldiçoado. Seu solo seria ruim e daria muito trabalho para plantar tudo por lá. E muitos outros problemas ocorreriam. Ainda bem que essas maldiçoes não se estenderiam por toda a terra, por isso Deus resolveu dar especial atenção ao povo que havia participado diretamente da desobediência, o povo hebreu. Os outros povos, não sabiam o que havia ocorrido diretamente e somente haviam desenvolvido o senso moral e haviam se tornado mortais. Mas a maior parte da maldição recairia sobre o Oriente Médio.
  • A Verdadeira História do Gênesis - parte 2

    Adão e Eva passaram a viver sua vida no solo amaldiçoado desértico. Tinham que trabalhar duro para comer, pois estavam na pior região já que tinham causado a queda do homem com o desenvolvimento da moralidade. Havia outras regiões da terra onde a vida era muito mais mansa e tranqüila, nas Américas, por exemplo, mas ali, onde Eva comera a fruta, a vida era mais dura, cheia de problemas e perigos. Eva havia tido muitos filhos e filhas, mas todos estavam pelo mundo, aos milhões, todos nasceram antes do castigo.

    Depois da maldição ela teve Caim e depois Abel. Abel tornou-se pastor e Caim agricultor.

    Deus continuava a visitá-los regularmente. Os únicos que tinham um contato pessoal com Deus, pois Ele tinha pena deles, Lúcifer, que agora era Satanás, o inimigo, tinha realmente estragado todo seu plano com sua maldita árvore. Mas quando Deus dava permissão a algo, não havia o que fazer, Deus nunca podia voltar atrás. A força da sua palavra fazia-se cumprir.

    Sua maravilhosa terra estava amaldiçoada. Ele teve um quê de culpa, pois não consultou o Espírito Santo antes de dar sua permissão, mas o que estava feito estava feito.

    Existia um altar onde Adão e Eva e os dois filhos sempre faziam suas ofertas e um dia Caim lhe ofereceu o melhor da agricultura e Abel lhe ofereceu o melhor entre as ovelhas. Deus aprovou a oferta de Abel e não aprovou a de Caim porque uma das regras impostas na maldição de Satanás era que quanto maior a capacidade de sofrimento tivesse a oferta, melhor ela seria sendo assim, animais eram superiores a vegetais.

    Caim não gostou nada disso e pensou e pensou a respeito. Satanás apareceu para ele quando ele estava arando o campo e começou a conversar, “Você sabe porque sua oferta não foi tão bem recebida?” Caim olhou para ele e disse, “Sei muito bem quem você é. Você é o Acusador. Você está aqui para me vigiar e procurar falhas em mim para poder me denunciar a Deus.”

    “Nada disso,” disse Satanás. “Toda essa maldição que caiu sobre o ser humano foi porque Deus não quis prestar atenção nas conseqüências de seus atos. Ele sabia o que comer da árvore poderia causar e mesmo assim me deixou plantá-la. Se você quiser culpar alguém, culpe-o.”

    Caim pensou e pensou e viu que Satanás tinha razão. No frigir dos ovos, Deus falhou ao não consultar o Espírito Santo e por causa do seu desejo por surpresas, deixou que todo o mal se espalhasse sobre a terra.

    “Satanás, o que você acha que devo fazer para agradá-lo? Sei que você é o inimigo, mas parece que você tem a capacidade de ludibriar o Todo-Poderoso. Você pode ter trazido o mal, mas isso tenho que admitir.”

    Satanás disse, “ É simples, a regra foi clara no meu trato com Deus. Quanto maior o grau de consciência do sofrimento, maior é a oferta. O que você acha que mais sofre se for morto?” “Um ser humano, é claro.” Disse Caim.

    “Exatamente.” Disse Satanás e saiu andando para longe assoviando, deu um pulo e desapareceu.

    Caim pensou, “Que ser humano sofreria mais? Deixe-me ver, seria melhor que vários seres humanos sofressem e não somente um. Quem causaria mais sofrimento? Já sei, meu irmão! Eu sofreria, pois ele é legal. Meus pais sofreriam e ele sofreria mais ainda. Essa oferta é irrecusável”.

    Então ele foi até seu irmão e o chamou para ir ao campo, onde tinha deixado uma queixada de jumento. Quando seu irmão chegou perto da queixada, Caim abaixou-se, a pegou e acertou seu irmão no rosto com ela.

    Abel disse, “Por quê?”

    “Porque é à vontade do Senhor.” E continuou a lhe bater com a queixada até que seu rosto tornou-se uma pasta sanguinolenta. Depois de ter feito isso, ele colocou o corpo do irmão nos ombros e o levou até o altar e disse, “Jeová, essa oferta não poderás recusar. Ninguém sofreu mais que ele e até mesmo eu sofri ao realizar o ato e meus pais vão sofrer também.”

    Deus ficou muito triste, mas teve que aceitar a oferta. Caim tinha razão, mas Caim foi o primeiro homem a cometer um assassinato e isso teria repercussões em toda a terra. A partir daquele momento, o homem seria predador do próprio homem e a maldição inevitável de Satanás se cumpria mais uma vez. Deus colocou uma marca em Caim para que ninguém o matasse, pois ele fez o que deveria ser feito segundo a maldição de Satanás e foi na verdade mais uma vitima das suas maquinações.

    E depois Caim foi para a terra de Node e casou-se e viveu o resto de seus dias. E teve muitos filhos e filhas e todos ser tornaram predadores de homens e o são até hoje conforme o plano de Satanás. Se alguém matasse Caim, o homem não teria predadores e como a maldição incluía que o homem fosse o predador do próprio homem, havia que se cumprisse. Todos os assassinos e todos os pensamentos assassinos que passam pela cabeça do homem vem diretamente da marca de Caim, que é a inclinação para ser predador do próximo. Como Caim teve uma grande prole que se misturou com a prole dos descendentes de Adão, a marca de Caim não é mais visível, mas bem presente em todos os homens que procuram ser predadores do próximo de uma forma ou de outra.
  • A Verdadeira História do Gênesis - parte 3

    Tudo estava ocorrendo conforme o plano de Satanás. Ele estava muito satisfeito. Mas mais coisas ainda estavam por vir.

    Satanás foi até a terra e se disfarçou de homem comum e chegou até a casa de uma mulher que morava no topo de um morro. Ele foi muito gentil e sedutor com ela. Trouxe-lhe presentes cada vez melhores e finalmente a seduziu por completo e deitou-se com ela. E assim nasceu o primeiro Nefilin. Um Nefilin é filho de uma mulher com um anjo ou Filho de Deus, Filho de Deus é a designação para alguém que foi criado diretamente por Deus como a Segunda Pessoa, os anjos e Adão.

    E seguindo o exemplo de Satanás, os outros anjos do inferno desceram até a terra e assim começou o bacanal. As mulheres eram vitimas fáceis, pois os anjos sempre se tornavam homens formosos e sempre lhes seduziam com presentes e mais presentes.

    Os nefilins eram ainda mais violentos e amaldiçoados que os descendentes de Caim. Uns eram gigantes não só em estatura como também em inteligência, mas seu extremo egocentrismo os fazia querer dominar o próximo sem o menor caráter.

    Um desses Nefilins casou-se com uma descendente de Caim e o resultando foi um brutamontes inteligente e implacável.

    Um dia esse brutamontes foi até o riacho e viu a mulher de Nóe lavando-se e imediatamente ele foi acometido de uma onda enorme de desejo. Ele a queria de qualquer jeito, mas sabia que ela era casada, mas o que lhe interessava era possuí-la. Ele chegou-se até ela e disse, “Você tem duas opções, ou vai comigo até o mato e me dá, ou então, eu a estupro aqui mesmo no riacho e depois terei que matar seu marido e seus filhos.”

    A mulher de Noé era honesta, mas também bondosa e não queria provocar todo o sofrimento da família por causa de um ato sexual. Ela pensou, “É melhor eu atender esse brutamontes e poupar minha família do que trazer a desgraça para toda ela”.E foi com ele até o mato e o deixou possuí-la do jeito que quisesse.

    Dessa traição com boas intenções nasceu Cão. Um dos filhos de Noé e assim Satanás garantiu que a maldição de Caim continuasse.

    Deus resolveu destruir todos os Nefilins da terra, pois ele sabia que os mesmos se multiplicariam como coelhos por toda ela e a corromperiam por completo. Os Nefilins e os descendentes de Caim já cobriam a terra de uma ponta a outra. Deus nesse momento arrependeu-se de ter feito o homem, pois só via maldades por toda parte. Não havia um local na terra onde a bondade imperasse.





    Foi aí que ele se aproximou de Noé e lhe pediu para construir a arca e lhe deu toda a tecnologia para fazê-lo. Ninguém jamais havia construído tal tipo de embarcação, mas Deus imediatamente colocou toda a idéia de como fazê-lo na cabeça de Noé e de seus filhos. E ao chegar na floresta, relâmpagos derrubaram as árvores e anjos desceram e ajudaram a construíram a arca. Depois disso, animais desapareceram da terra e apareceram na arca. Todos do tamanho de um dedo de um homem pois dessa forma caberiam na arca, e assim todos os animais da terra foram preservados segundo sua espécie. Havia até todo tipo de peixe, pois peixes de água doce não podiam se misturar com peixes de água salgada, pois nenhum podia sobreviver no elemento do outro e todas as águas da terra iriam se misturar e baleias também não poderiam sobreviver há muita chuva e, portanto estavam nos seus aquários.

    Os dinossauros não estavam presentes, pois os homens já os haviam levado a extinção logo quando a terra havia sido amaldiçoada. Como eram enormes, servia de comida para muito tempo e assim os homens tinham a predileção por matá-los e acabaram fazendo isso de forma irresponsável. Mas o resto dos animais da terra estava todo lá.

    Mas Satanás não foi nem um pouco idiota. Cão, o filho adotivo de Noé, além de ser filho de Nefilin com descendente de Caim, foi infestado com todo tipo de vírus conhecido e assim a humanidade acabou não sendo poupada da praga de Satanás.

    Como Deus só sabe o que quer saber, tudo isso lhe passou despercebido e assim, mais uma vez, Satanás mostrou o seu poder.
  • A Verdadeira História do Gênesis - parte 4

    A tempestade caiu sobre a terra como jamais houve uma. Montanhas só não foram totalmente destruídas porque Deus as fez resistir à tempestade por poder divino, senão não haveria uma na terra. Logo depois que a chuva acabou, Deus fez árvores nascerem imediatamente cada uma onde estivera antes e assim a terra se recuperou em um dia apenas. Os animais desapareceram e apareceram nas suas respectivas regiões, mas como tinham se reproduzido na arca, Noé fez um altar para Deus e fez um churrasco de proporções gigantescas e ofereceu a carne como holocausto a Deus e Deus sentiu o cheiro do churrasco e gostou tanto que disse, “É, o homem não presta mesmo, e Satanás não vai jamais deixá-los em paz com sua maldição. Prometo que nunca mais vou fazer o que fiz hoje. A terra jamais será destruída pela água., mas pelo menos os Nefilins e filhos de Caim se foram.”

    Ao dizer isso, Deus sentiu um mau pressentimento e prestou atenção à mensagem do Espírito Santo e depois olhou para Cão, o filho de Noé e entendeu tudo. Mas Ele não podia fazer nada, pois o trato com Satanás ainda estava de pé. Ele abaixou os ombros e deixou a cena.



    Depois de algum tempo, Noé encheu a cara de vinho e caiu bêbado no chão. Cão o viu deitado e estava também meio embriagado, mas não tanto quanto seu pai. Como dizem que ânus de bêbado não tem dono, Cão sentou a vara no pai.

    Quando os irmãos ficaram sabendo, ficaram horrorizados. Esse tipo de coisa acontecia antes do dilúvio, mas agora, depois da maldição, como um filho podia se aproveitar do pai daquele jeito?

    Contaram a Noé o que havia ocorrido, mas na verdade nem precisava, sua bunda estava doendo pacas. Mas quando ele ficou sabendo ele pensou em mandar matar seu filho, mas o Espírito Santo de Deus se fez sentir nele lhe alertando que o trato com Satanás ainda estava de pé e que, portanto Cão tinha que ficar vivo e ter muitos descendentes para espalhar a marca de Caim e que quem o punisse, seria punido muito mais duramente que quem tivesse matado Caim, e assim Noé não teve opção à não ser amaldiçoar seus descendentes a escravidão através de seu filho Canaã já que Cão não poderia ser punido diretamente.

    E assim Noé viveu tranqüilamente até sua morte, Cão foi banido com sua mulher e filhos e foram habitar em uma terra onde no futuro se tornariam escravos de seus irmãos.

    Só houve uma coisa que acabou um pouco com a tranqüilidade de Noé, mas no final foi até bom. Sua mulher, quando ambos estavam muito velhos, lhe contou a verdade, que Cão não era seu filho e que na verdade era filho de um degenerado. No final, Noé a perdoou pelo que fizera e ficou até mesmo mais feliz ao saber que não foi seu filho legitimo que o tinha tratado daquela maneira. Mas o fato é que a expressão, “Ânus de bêbado não tem dono” está conosco até hoje”.
  • A Verdadeira História do Gênesis - parte 5

    Depois de algum tempo, os homens pensaram bastante e resolveram que não era justo que Deus morasse no céu tendo tudo do bom e do melhor e todas as mordomias e que eles tivessem que viver na terra estéril e miserável em que viviam. E depois de muito complô resolveram construir uma torre até o céu e assim invadir a habitação de Deus. Deus sabia que não poderiam fazer isso, pois o céu que Ele morava não era o céu que os homens viam de fato. Mas achou muito desaforo dos homens resolverem invadir sua moradia.

    E eles ainda por cima estavam falando que Deus era injusto, pois vivia na fartura enquanto que eles viviam na miséria. Ora, a terra, apesar de amaldiçoada ainda dava para que os homens tirassem seu sustento e, portanto todo esse desrespeito não tinha cabimento.

    Todos falavam uma única língua e, portanto ficava mais fácil para se comunicarem e arquitetarem seu plano maquiavélico. Deus resolveu acabar com a brincadeira e, portanto lhes jogou uma maldição confundindo a língua de todos e assim os homens passaram a não se entender.

    Mesmo assim, ainda tentaram fazer a torre, aí Deus ficou puto, lançou um raio derrubando-a e mais um monte de raios na bunda dos ousados que resolveram invadir seu latifúndio.

    E o local em que isso aconteceu passou a chamar-se Babel, que significa confusão.
  • A Verdadeira História do Gênesis - parte 6

    Abrão saiu da casa dos pais junto com Ló, seu primo, e começaram a se dirigir para terras novas porque Deus lhe havia ordenado que assim procedesse, pois sua obediência lhe garantiria uma descendência numerosa. Para os hebreus riquezas eram medidas em termos de filhos além de bens materiais. E quanto maior a descendência de alguém, maior o prestigio e por isso Abrão aceitou na hora a proposta de Deus.

    Quando Abrão passou pelo Egito, um moço distinto, que não era nenhum outro senão Satanás chegou até ele e disse, “ Tua mulher é gostosa pacas, se você usar a cabeça, vai conseguir arrancar muitos bens do faraó e ainda por cima vai sair com ela.” Abrão disse, “Estou ouvindo, continue...”

    Quando chegaram no Egito, Abrão disse a Sarai, sua mulher, “Quando chegarmos no Egito, não diga a ninguém que você é minha mulher, fala para todo mundo que você é minha irmã.” Sarai não entendeu, mas como boa mulher que era, obedeceu prontamente.

    Quando chegaram no Egito, ela foi cortejada por todos, e foi parar na casa do Faraó que em pagamento a Abrão por tão formosa mulher, lhe cobriu de bens. Todo tipo de iguaria. Já que era comum vender e comprar mulheres naquela época.

    E o faraó descobriu como Sarai era boa de cama e cada vez que os dois trepavam, ele enchia Abrão de presentes.

    Deus não gostou nada do que Abrão fizera, mas como ele tinha prometido a Abrão que sua descendência seria numerosa, ele não podia puni-lo pessoalmente e por isso passou a lançar todo tipo de desgraça em cima do faraó.

    O faraó não sabia porque tanta desgraça estava acontecendo consigo e mandou seus magos consultar as estrelas, etc para saber o que deveria fazer para parar com essas calamidades, os magos descobriram que o motivo era que o Deus de Abrão estava furioso porque ele estava com sua mulher, que na verdade Sarai não era irmã de Abrão e sim esposa.

    O faraó ficou furioso e disse aos seus magos que deveriam decapitar Abrão pelo que fizera, mas os magos lhe aconselharam a que ele deixasse Abrão partir com tudo que tinha lhe dado, pois assim ele aplacaria a ira do Deus de Abrão.

    O faraó mandou chamar Abrão e lhe xingou de tudo quanto era nome e o mandou embora e disse, “Vai embora, enganador, leva tudo que lhe dei, até que valeu a pena, pois tua mulher é boa de cama pacas. Mas nenhuma trepada vale o tanto de desgraças que teu Deus está lançando sobre mim. Suma da minha frente!.”

    E assim Abrão foi embora do Egito bem mais rico que chegará, pois havia manipulado Deus com a ajuda do capeta e tinha conseguido o que queria. E Sarai teve o prazer de trepar com alguém diferente para variar.
  • A Verdadeira História do Gênesis - parte 7

    Abrão e Ló partiram em viagem e no meio do caminho, já que ambos tinham muitos bens, seus servos começaram a brigar dizendo que uma coisa pertencia a Ló quando era de Abrão e vice versa e esse monte de querelas começou a irritar tanto a Abrão quanto a Ló e, portanto os dois decidiram seguir por caminhos diferentes.

    Ló foi morar em Sodoma e Abrão foi morar em Hebrom.

    Um dia estourou uma guerra envolvendo a cidade onde Ló morava e o mesmo acabou sendo capturado com toda sua família, servos e bens e estava sendo levado para terras distantes. Quando Abrão ficou sabendo disso, ele reuniu seus homens e foi ao encalço dos saqueadores e conseguiu não só salvar Ló como também o rei de Sodoma, que ficou muito agradecido, principalmente porque Abrão resolveu deixar que ficasse com seus bens lhe tirando somente uma parcela para pagar os homens que lutaram para defendê-lo e deu dizimo para um sacerdote que estava por perto, eles sempre arranjam um jeito de conseguir seu quinhão.

    Abrão já estava ficando impaciente com as promessas de Deus de uma descendência numerosa sendo que ele não tinha ainda nenhum filho próprio. Deus vivia lhe prometendo que seus descendentes seriam milhões e que seriam escravos, mas acabaria saindo na vitória com muitos bens, pois tomariam dos que os escravizaram, mas nada de filho.

    Mas mesmo assim, ele mantinha a fé.

    Os hebreus não conseguiam imaginar uma imortalidade individual e, portanto só conseguiam imaginá-la na figura de uma descendência numerosa. Ter filhos era tão importante quanto ser o homem mais rico do mundo. Sendo assim, ele mantinha a fé que Deus tornaria sua descendência numerosa.

    Sarai estava muito triste e desapontada consigo própria por não poder dar um único filho a Abrão. Ela vivia praguejando ao Senhor por causa disso, mas não havia nada que pudesse fazer. Aí, pensou e pensou e finalmente foi até o marido e disse, “ Já que uma vez você me deu para o faraó, então agora te devolvo o favor, pega minha serva Agar e trepa com ela, quem sabe ela não terá um filho teu.”

    Essa foi uma ótima idéia, e assim Abrão além de ter uma belíssima esposa, ainda podia trepar com a sua serva a hora que bem entendesse. Depois de várias fabulosas surubas envolvendo Sarai e Agar, Agar finalmente ficou grávida.

    E quando ficou grávida Abrão começou a desprezar totalmente sua esposa. Ele só tinha olhos pra Agar e vivia passando a mão em seu ventre e lhe dando toda atenção possível. Isso acabou enfurecendo Sarai que reclamou para ele que agora ela não valia mais nada, que ele só pensava em Agar. Abrão reconheceu seu erro e disse, “Pode fazer o que quiser com ela, você é minha verdadeira esposa.”

    Imediatamente Sarai começou a espancar Agar e lhe maltratou tanto que ela saiu chorando e fugiu para o deserto.

    Quando estava no deserto, um anjo lhe apareceu e disse, “Para onde vai?’

    E ela respondeu, “ Para o mais longe possível da minha senhora. Primeiro ela me pediu para trepar com seu marido e agora que fiquei grávida ela me bate e me humilha.”

    O anjo lhe disse, “Se você voltar para tua senhora e se humilhar até que ela lhe deixe voltar, eu prometo que tua descendência será numerosa. Coloque o nome de Ismael no seu filho e ele acabará transformando-se no povo islâmico e lutará contra judeus e cristãos de maneira feroz e assim terás tua vingança”.

    Depois de ouvir isso, ela voltou, se humilhou para Sarai e foi aceita por Abrão e Sarai e o nome de seu filho foi Ismael, como dissera o anjo que na verdade não era anjo coisa nenhuma. Ele era o próprio Satanás plantando a semente para o que no futuro seria uma luta entre judeus, cristãos e muçulmanos. Dessa forma, Satanás mostrou mais uma vez o seu poder de ludibriar os planos do altíssimo. Toda a esterilidade de Sarai foi um de seus planos para conseguir que o povo islâmico surgisse e no futuro se tornasse inimigo mortal dos judeus.
  • A Verdadeira História do Gênesis - parte 8

    Mais uma vez o anjo do Senhor apareceu dizendo que Abraão seria o pai de uma nação numerosa. Abraão já estava muito velho, mas mesmo assim mantinha a fé, apesar de ele achar que o anjo estava falando de Ismael, seu filho com Agar.

    O anjo lhe garantiu que na verdade estava falando de um filho que teria com Sarai, que seria chamado Isaque. E por causa de Isaque, o anjo rebatizou Abrão para Abraão e Sarai para Sara. E nesse momento do pacto, o anjo mandou Abraão circuncidar não somente a si próprio como também a todos na sua casa, tanto filhos quanto servos e que daí em diante todas as crianças deviam ser circuncidadas com oito dias de idade.

    Dessa forma Deus marcaria seu povo e assim seria reconhecido. Diante de tanta masturbação de Deus desde o princípio, não seria a toa que ele arranjaria uma marca que envolvesse o pênis. Mas vou te falar uma coisa, essa primeira circuncisão não foi fácil. Como Abraão não era besta, ele mandou circuncidar os escravos primeiros e depois que pegaram prática, aí ele mandou circuncidar sua família e por último ele. O que tinha de neguinho correndo para lá e para cá segurando o pinto naquele dia, eu vou te falar. E o pior, os primeiros é que se lascaram, o primeiro o cara errou e quase cortou a metade do pinto do outro. Pobre coitado! Mas fazer o que, né? Deus mandou, ta mandado.

    Depois de algum tempo, mais uma vez o Senhor apareceu a Abraão dessa vez com dois anjos e lhe disse que ele teria um filho. Sara, que já estava na menopausa, deu uma risada na tenda porque já estava cansada dessa ladainha. Promessas, promessas e mais promessas e nada de filho. Deus não era Todo-Poderoso? Então porque estava demorando tanto para fazer um milagre tão insignificante quanto o de tornar uma estéril fértil, isso era bem mais fácil que fazer o universo. Com certeza! O Senhor não gostou da risada de Sara e perguntou, não para ela, pois nem se importava em falar com uma mulher, mas para Abraão, “Por que tua mulher está rindo?”

    Sara ficou com medo e disse, “Eu não estou rindo, meu Senhor”.

    E o Senhor prometeu novamente que Sara ficaria grávida, mas desta vez ele foi especifico, e disse que ela ficaria grávida no ano vindouro.

    Depois dessa conversa os dois homens se levantaram e começaram a se dirigir na direção de Sodoma e Gomorra, e Abraão peguntou ao Senhor, “Aonde vão?”

    E o Senhor respondeu, “Vou dar uma olhada de perto para ver se Sodoma e Gomorra são realmente um antro de perdição. Porque você sabe que eu odeio estupro e lá nessas cidades eles tentam estuprar todos que ali chegam. Tanto homens quanto mulheres. Não tenho nada contra uma boa trepada, mas estupro é totalmente errado. E lá eles estupram todos em bandos e não perdoam ninguém. Se você tiver amor a seu rabo, nem passe pela cidade. Eu posso simplesmente saber se é verdade ou não se consultar o Espírito Santo, mas você sabe que gosto de me surpreender e por isso quis não saber de nada e olhar de perto mesmo. Se eles realmente forem uma cambada de estupradores, vou destruir a cidade com uma bomba nuclear divina.”

    Abraão disse, “E se tiver 50 bons, o Senhor poupará a cidade?”

    O Senhor disse, “Sim.”

    “E se tiver 45”

    “Sim”

    “E se tiver 30”

    “Sim. É o seguinte se tiver até 10 eu não bombardeio as cidades”.E saiu, pois já estava com o saco cheio de Abraão ao invés de perguntar-lhe logo qual o limite de pessoas honestas ele aceitaria para salvar a cidade, ele ficava enrolando com esses 50, 45, 30 e assim por diante. Haja saco!
  • A Verdadeira História do Gênesis - parte 9


    Quando os anjos do Senhor chegaram à cidade, Ló que não era besta já lhes reconheceu logo de cara e caiu de cara no chão, lhes prestando homenagem.

    E imediatamente insistiu com eles até que fossem a sua casa e lhes serviu boa comida, mas chegada à noite, o povo da cidade, desde moleques até velhos cercaram a casa e disseram, “Traga esses dois frangotes para fora que a gente está doida por um rabinho novo. A gente já comeu todo mundo na cidade, inclusive você, e uma bundinha fresca é boa de vez em quando.”

    Como Ló sabia que os que estavam na sua casa eram anjos de Deus, ele não pensou duas vezes e disse, “É o seguinte. Vocês podem descabaçar minhas duas filhas, mas não façam nada aos homens que estão na minha casa”.Entre os anjos do Senhor e suas duas filhas virgens, era preferível que suas duas filhas perdessem o cabaço. O fato delas ainda terem o mesmo já eram um grande milagre porque ele conseguiu mantê-las escondidas em casa o tempo todo sem nunca sair para lugar algum e por isso ainda estavam com os hímens intactos. Mas mais cedo ou mais tarde, iam perdê-lo mesmo, então que fosse hoje.

    Os homens falaram, “Ah, é? Quer dar uma de moralista, é? Quer saber de uma coisa, agora a gente vai comer você primeiro e depois os dois caras e depois tuas filhas” e dizendo isso correram na direção de Ló. Mas os homens que estavam na casa o puxaram para dentro e fecharam a porta. E ao mesmo tempo, todos os que estavam do lado de fora ficaram cegos e não conseguiram encontrar a porta e ficaram apavorados.

    Os homens mandaram Ló pegar seus parentes e sair da cidade, mas os seus futuros genros nem se importaram, achando que ele estava zombando ou talvez já tinha se acostumado ao estupro diário e nem se importavam mais. O fato é que não quiseram ir.

    E pela manhã, como Ló estavam enrolando, os anjos pegaram ele e suas duas filhas e mulher pelas mãos e os levaram até para fora da cidade e disseram, “Corram para o morro e seja lá o que fizerem, não olhem para trás porque vamos destruir toda essa cidade.”

    Mas Ló perguntou se podia escapar para uma cidade próxima ao invés do morro e os anjos consentiram.

    Ló e sua família começaram a correr para a cidadezinha sem nem pensar em olhar para trás enquanto chovia enxofre e fogo do céu acabando com Sodoma e Gomorra, mas a mulher de Ló desobeceu e olhou para trás e imediatamente virou uma estátua de sal.

    Por algum razão, Ló ficou com medo de morar na cidade para o qual tinha fugido, chamado Zoar, e acabou seguindo a sugestão dos anjos e foi morar em uma caverna no morro com suas duas filhas virgens.

    Depois de algum tempo na caverna, e não aparecia homem algum para que tivessem filhos e assim continuassem a descendência de Ló. E não podemos esquecer que não existia coisa mais importante para os hebreus que a imortalidade através da descendência, as duas filhas, vendo a depressão do pai, começaram a encher-lhe a cara de vinho. E toda noite o velho ficava bêbado e as duas filhas faziam uma suruba com o mesmo. Ele fingia que não sabia de nada no dia seguinte e a noite, enchia a cara para criar coragem e suruba novamente. Depois de tanta suruba incestuosa, finalmente as duas ficaram grávidas e tiveram a sorte de ter filhos saudáveis que viraram povos que existem até hoje. E assim Ló não perdeu sua descendência.
  • A Verdadeira História do Gênesis - parte 10

    E Abraão saiu em viagem novamente e de novo ele ofereceu sua mulher, pelo visto Sara era gostosa mesmo depois de velha, já que aqui ela está na menopausa, e novamente Deus castigou o rei, nesse caso Abimeleque, com pragas, dessa vez as mulheres não conseguiam dar a luz a menos que Abimeleque não tocasse em Sara e a devolvesse. Só que desta vez Deus apareceu para Abimeleque em sonho e disse que o abençoaria se ele ajudasse Abraão lhe dando algumas guloseimas e lhe deixando viver nas suas terras. E aqui Abraão revela que Sara é realmente sua irmã por parte de pai e sendo assim ele não estava mentindo quando disse que ela era sua irmã, ele só estava omitindo que também era esposa.

    De qualquer forma, dessa vez o rei não trepou com Sara e, além disso, deixou Abraão viver em suas terras.

    Finalmente, depois de muita lenga, lenga, e enrolação, Sara concebeu e deu a luz Isaque. Isaque significa risada. Deus lhe deu esse nome porque Sara havia duvidado tanto dEle a ponto de rir na sua cara depois de suas inúmeras promessas que não haviam se cumprindo. Para jogar na cara de Sara que ele podia tardar, mas não falhava, por toda sua vida, toda vez que ela chamasse seu filho, ela lembraria da risada que deu na cara de Deus por duvidar dEle.

    Depois que Sara teve seu filho, ela chamou seu marido e disse, “Agora que temos um filho não precisamos mais dessa serva e do filho que você teve com ela. Jogue os dois no olho da rua, não quero mais nem olhar para eles.”

    Abraão achou que não era direito fazer um negócio desses, pois afinal, Ismael era filho dele também. Não era apenas filho de Agar. Mas Deus lhe apareceu em sonho e disse, “Faça o que tua mulher pede, pois a sua descendência será através de Isaque e não de Ismael, mas de Ismael também virá uma nação, ele vai sobreviver.”

    Na verdade não era Deus e sim Satanás que manipulou Abraão para que ele fizesse tal crueldade porque lançar uma mulher e uma criança no deserto era morte certa e ele sabia disso. Ele sabia que ao largar seu filho e sua escrava no deserto, eles não iam viver muito tempo sozinhos. E ele gostava do menino, pois era seu pai, Ismael sempre foi um bom garoto, mas ele tinha que abrir mão do moleque porque Deus mandara. Fazer o quê? Se Deus queria Ismael, assim seria.

    Como ele sempre obedecia a Deus sem pestanejar, ele fez exatamente isso. Jogou os dois para o que ele considerava morte certa, mas confiou que Deus não ia deixá-los ao deus-dará.

    Agar ficou sozinha no deserto e a única coisa que ela pedia constantemente para Deus era para morrer antes do filho. Satanás estava de prontidão. Ele tinha planejado exatamente isso e por isso foi até Agar e disse, “Abra os olhos e veja o poço logo ali, seu filho vai sobreviver porque eu estarei com ele e o protegerei e no futuro, a descendência de Ismael vai vingar-se dessa injustiça. Fique tranqüila!”

    Agar encheu-se de alegria e foi até o poço com seu filho. Ele foi crescendo forte e virou um arqueiro do deserto. Um dos melhores. Satanás nunca deixou o seu lado, o protegendo sempre e alimentando seu ódio pela injustiça que sofrera. Ele não se vingaria pessoalmente, mas sua descendência ainda faria a descendência de Abraão pagar por isso. Agar achou-lhe uma esposa egípcia e assim começou a saga do povo árabe que um dia se tornaria o povo islâmico. E assim aconteceu mais uma partida no jogo de xadrez entre Satanás e Deus. Quando Deus lhe havia deixado plantar a árvore, ele sabia o risco que havia corrido. O céu é seu reino, o inferno é o reino de Lúcifer, mas aqui na terra o reino é dividido entre Satanás, o nome de Lúcifer na terra, e Jeová, o nome de Deus na terra.
  • A Verdadeira História do Gênesis - parte 12

    Na bíblia quando alguém pedia para alguém jurar, a pessoa pedia para o outro pegar no seu saco e jurar que faria algo. Os romanos pegavam no próprio saco, os hebreus pegavam no saco do que estava pedindo o juramento. Agora entenderão essa passagem.

    Abraão, que já estava muito velho, chamou o servo que administrava tudo em sua casa e disse, “ Põe a mão no meu saco!” e o servo prontamente colocou e depois Abraão disse, “Agora jura que não vai deixar meu filho casar com uma mulher da região em que habito, que você vai na terra de minhas origens e trará de lá uma mulher para ele de dentro da minha parentela.”

    O servo respondeu, “ E se ela não quiser vir para cá? Levo seu filho até ela?”

    Abraão respondeu, “ De jeito nenhum. Se ela não quiser vir, seu juramento está cumprido. Não leve meu filho para lá.”

    O servo segurou firme o saco do seu amo e disse, “Juro que farei isso.”

    Assim que chegou nas cercanias da cidade onde vivia a parentela de Abraão, o servo orou, “Senhor, que a mulher que eu peça água e ofereça também água aos meus camelos seja aquela reservada para o filho de meu amo, Isaque.”

    Mal falara isso, Rebeca, filha de Betuel, filho de Milca, mulher de Naor, irmão de Abraão, saía com o seu cântaro sobre o ombro. Ele lhe pediu água e ela lhe deu prontamente e ofereceu para também dar água aos camelos e foi até o poço pegou a água e pôs no bebedouro para os mesmos.

    Ela era muito bonita, bonita mesmo e era uma moça, portanto devia ser virgem.

    Depois ele lhe perguntou se podia pousar na sua casa e ela disse que podia e depois de uma conversa ele ficou sabendo que ela pertencia à família do irmão de seu amo. E em voz alta agradeceu a Deus por ter sido bondoso com ele logo de cara.

    Depois de falar com a família da moça e ter tido o consentimento da mesma para levá-la para ser mulher do filho de seu amo, e da própria moça ter consentido, e depois de ter enchido a família de presentes e dinheiro, eles foram embora.

    Assim que chegaram, ela viu Isaque e imediatamente eles passaram a coabitar e assim Isaque achou consolo pela morte da mãe. Depois da morte do pai, Isaque herdou tudo.
  • A Verdadeira História do Gênesis - parte 13

    Isaque teve o mesmo azar do pai, pois sua mulher também era estéril, mas pelo menos depois de muita oração, ela teve dois filhos.

    Satanás disfarçou-se de anjo de Deus, mais uma vez, e avisou Rebeca que ela tinha dois filhos lutando dentro de si e que o primogênito iria servir o mais novo. Na hora do nascimento, aconteceu um milagre. Inexplicavelmente o filho mais novo saiu “agarrado” na perna do mais velho. Na realidade, Satanás arquitetou esse milagre, pois o que nasceu por último deveria ser o primogênito, mas Satanás queria corrompê-lo e se ele tivesse sido o primogênito, então seria muito mais difícil, pois ele já teria automaticamente o direito de herança.

    Esaú era um caçador e seu pai gostava mais dele, pois ele lhe trazia caça para comer e Isaque adorava um churrasquinho feito na hora.

    Jacó era mais querido pela mãe, pois ele era caseiro e lhe ajudava muito em todos os afazeres. Isaque costumava zoar com a cara de Jacó chamando-o de mariquinha, o que ele detestava muito.

    Esaú era o primogênito e, portanto herdaria tudo do pai. E Jacó sempre odiou o fato de ter nascido por último. Por uma crueldade do destino, ele, que se considerava mais inteligente e melhor preparado para administrar a propriedade do pai quando ele morresse, teria que ficar abaixo do irmão. Que crueldade do destino! Mas sua mãe sempre lhe disse que foi previsto que o primogênito seria servo do mais novo, mas como?

    Satanás aproximou-se de Jacó e lhe disse, “Você quer a primogenitura?”.

    E Jacó disse, “Claro, mas eu tive o azar de nascer por último, fazer o que, né?”

    Satanás disse, “Não seja bobo. Dá-se um jeito para tudo nesse mundo, você quer ou não a primogenitura?”

    “Claro que quero”, disse Jacó.

    “Então existe um jeito de você ludibriar seu irmão para que ele lhe dê a primogenitura. Você topa enganá-lo?”

    “Mas não é justo fazer isso, isso é sacanagem”.Disse Jacó.

    “É sacanagem mesmo, mas você quer ou não a primogenitura?”

    “Quero”, disse Jacó, abaixando a cabeça, envergonhado.

    “Então faça exatamente o que eu mandar”.

    Satanás prosseguiu, “Seu irmão é um cara meio abrutalhado e vive no campo, e é muito ingênuo e não leva as coisas muito a sério. Você sabe disso, não sabe?”

    “Claro. Meu irmão é um brincalhão sossegado”.

    “Então faça o seguinte, ele está prestes a chegar e está muito cansado e morrendo de fome, você vai fazer um belo de um guisado, lentilhas, etc e lhe ofereça em troca da primogenitura.”

    Jacó disse, “Você está doido? Ele nunca vai topar trocar sua primogenitura por algo tão insignificante quanto um guisado”.

    “Claro que vai”, disse Satanás. “Ele não vai achar que é para valer e depois vai ser tarde”.

    “Está bom”, disse Jacó, “Vou fazer exatamente o que você está falando”.

    Quando Esaú chegou, Jacó estava preparado com o guisado e tudo o mais.

    E disse Esaú a Jacó, “Estou vendo que minha irmãzinha preparou um belo de um guisado”. O sangue subiu a cabeça de Jacó, mas ele se conteve. Seu irmão também costumava criticar o fato de ele gostar de ficar em casa e também adorava lhe tirar o sarro.

    “Deixe me comer desse guisado vermelho, porque estou muito cansado”. Disse Esaú.

    Respondeu Jacó, “Primeiro me vende o teu direito de primogenitura”.

    Então replicou Esaú, “Estou literalmente morrendo de fome; logo, para que me servirá o direito de primogenitura?”

    Ao que disse Jacó, “Jura-me primeiro”.E Esaú jurou, pensando, “Que brincadeira besta”.

    Jacó deu a Esaú pão e o guisado e lentilhas; e ele comeu e bebeu; e, levantando-se, seguiu seu caminho. Dessa forma Jacó sacaneou Esaú e conseguiu o direito a primogenitura, pois nessa época, se você falasse algo, sua palavra estava valendo, mesmo por brincadeira. Esaú deveria ter sido esperto o suficiente para sacar o plano do irmão, mas o que ele tinha em força e estatura, lhe faltava em cérebro.

    CONTINUA...
  • editado January 22
    Deu uma vontade de colocar no ar esse site mas eu sabia usar só o html. Agora nem isso mais. Jogando isso tudo no ar novamente já seria bacana

    O site foi criado porque eu aprendi a usar o html: Peguei o codigo fonte do antigo site "terra" e fui brincando com ele.
  • editado January 22
    Muito espirituoso! Gostei.
  • Mais um grande clássico recuperado.
  • Tem varios textos do acauan na pagina. Alguns apócrifos atribuídos a ele também.
  • Eu lembro da O Encosto HP: "Onde houver fé, levarei a dúvida".
  • editado January 22
    NadaSei escreveu: »
    Bom, ao se falar hoje sobre as historia do velho testamente é impossível não recomendar as series bíblicas do Dr Jordan Peterson: https://www.jordanbpeterson.com/category/transcripts/biblical-series/

    A interpretação dessa historia é bastante difícil e até pouco tempo eu acreditava que só seria possível interpretá-las corretamente com muita vivencia e pratica religiosa, já que o alvo dessas historias é o que basicamente se passa na mente humana e em especial em relação a jornada "espiritual" humana. Quando me refiro a jornada espiritual me refiro aos dilemas morais e mentais que os humanos enfrentam e a sua transformação nesses quesitos conforme envelhecem.
    interessante nunca havia interpretado desta maneira e de fato eu mesmo enquanto escrevia essa interpretação me questionava qual seria a verdadeira intenção de cada personagem, dai ser possível controversas interpretações.
    mas discorda de que a o "pecado original" a desobediência humana não representa o inicio da libertação da vontade humana em relação a escravização da vontade divina?
    Jordan Peterson é simplesmente um gênio nesse quesito, mas mesmo ele ao interpretar essa historia deixou passar alguns pontos que eu considero os mais pertinentes dessa questão.

    1 - Não é a arvore do conhecimento e essa passagem em nenhum momento sugere que o conhecimento é um pecado.
    Essa passagem é sobre o conhecimento do BEM E DO MAL e sobre a SOBERBA humana de querer se fazer mais esperto do que Deus. Ou seja, e um conto sobre interpretação moral e não sobre conhecimento.
    A historia fala sobre como ao comer do fruto proibido o ser humano passa a achar que sabe melhor do que Deus o que é certo e errado e então passa a julgar a obra de Deus como sendo ruim e digna de vergonha.
    É por isso que na historia eles viviam nus e estava tudo bem com isso, mas depois do "pecado original" eles passam a ter vergonha dos próprios corpos e então querem esconder a obra de Deus.
    pior que isso, homens como judas acham-se mais sábios que Deus , que podem criar pássaros mais rápidos, que os pássaros de deus, mesmo que eu tente argumentar que os pássaros de Deus possuem energia e gps autônomos e que deus desde os primórdios os fez assim pequeninos para só trilênios depois servirem como modelos para aviões humanos, notoriamente homem copia a tecnologia divina.
    mas tem razão, era mesmo uma arvore que limitava apenas o conhecimento do bem e do mal, mas então esta arvore deveria ter sido chamada "arvore da ilusão" ja que Bem e Mal são apenas conceitos subjetivos dos humanos, como o fato de achar que poder julgar as obras divinas sejam um "mal", obviamente que não ja que também podemos julga-las como sendo um "bem" .
    mas o detalhe é que se Deus é conhecedor do bem e do mal, então isto sim tem relevância porque cai por terra que bem e mal sejam apenas um conceito humano, considerando isto verdadeiro só podemos concluir que provavelmente o conceito divino do BEM E MAL são muito diferentes dos conceitos humanos, de que o bem é somente seguir a vontade divina e que o mal é somente achar se com poder de julgar a Deus?
    se a moral da historia era demonstrar a incapacidade da moral humana de julgar deus, foi muito infeliz ja que apresenta um deus pai mentiroso e displicente , justamente podendo ser considerado um mal exemplo a não ser seguido pelos filhos.
    como eu disse no tópico esse deus biblico é um pai sacana que plantou no jardim da sua casa um pé de veneno ( marvada Erva)
    contratou uma babá peçonhenta para guiar seus inocentes filhos direto para arvore do veneno, depois hipocritamente castigou a todos pelos erros dele.
    se pensar que podemos julgar a deus é um erro, então este erro só pode ser divino.
    se foi deus que nos deu essa vontade de desobedece-lo não pode nos punir por estar seguindo a sua vontade divina, ou no momento que ele nos deus sua vontade ela passou a ser nossa e não mais a divina? (mas neste caso não foi quem pariu que balance o berço?)
    por mais que que eu me esforce fica muito difícil tentar ser o advogado do deus da genesi.
    2 - Não se pode nem se deve tirar nenhuma interpretação literal desse conto. O conto faz alegorias e personifica características da psique humana como faz todo bom conto, como a personificação da "voz da consciência" em Pinóquio que aparece como o Grilo Falante.
    Então Adão, Eva e a Cobra não podem nem devem ser interpretados como coisa real, nem mesmo o "pecado original" como uma evento real ocorrido em um momento especifico no tempo, são todos alegorias da psique humana.
    Os atos de Deus igualmente não podem ser tomados de modo literal, como se ele desse ordens que foram desobedecidas e depois aplicou punições. Isso tudo são alegorias aos diferentes estados que a mente humana poderia vivenciar ao interpretar a realidade de modo distinto.
    O pecado original se trata da forma como todo ser humano hoje julga o mundo de modo distorcido, como todos nós temos vergonha dos nossos próprios corpos ainda que não exista nada de errado com ele.
    Esse pudor humano em relação a nudez não parece, por exemplo, existir entre os outros animais. É uma característica da nossa psique que se manifesta em uma moralidade que segundo o conto em questão é DIFERENTE DA MORALIDADE DE DEUS.
    sim a genesi trata-se de alegorias para tirar-se a moral da história, mas julgamentos só são possíveis desde que haja leis com procedimento padrão ou seja uma referência moral que deve ser seguida pela preservação e bem estar da maioria social.
    quando voce diz que julgamentos humanos são distorcidos esta se baseando em qual padrão moral humano ou divino ? (ou da Erva...kkkkkk)
    3 - O conto portanto trata da diferença entre a moral humana e a moral divina e da forma como o ser humano em sua soberba pretende substituir a moral divina pela sua própria moral. Tudo isso não como evento real ou uma rebelião do homem contra Deus, mas como característica inerente ao modo humano de interpretar o mundo.

    o pecado original biblico representa a desobediência em não querer fazer a vontade divina (dez mandamentos), essa moral tem grande importância aos religiosos e de certa forma tambem é praticada pelos céticos como um padrão da moral humana .
    o ser humano independente de crenças religiosas instintivamente procura pelo seu aprimoramento moral em prol do bem comum.
    Se toda a moral humana fosse apenas conceitos racionais subjetivo e controversos então não poderia haver nenhum consenso de justiça humana,não teríamos como definir qual caminho correto a seguir pois sem um padrão todo caminho deveria ser respeitado e considerado tão bom quanto qualquer outro , mas se a maioria humana tende a seguir um padrão moral UNO é porque este padrão moral existe E SÓ PODE SER DIVINO.

    SUA MORAL RELIGIOSA defende anulação da "DISTORCIDA" vontade humana como forma de um religare divino, onde a vontade humana passaria ser una com a vontade divina.
    enquanto eu defendo a manutenção do pecado original a "DESOBEDIÊNCIA" vontade própria do ser humano como forma de libertação para poder continuar havendo individualizações da vontade divina na suas formas humanas.
    O homem interpreta o mundo de modo distorcido e cria uma moral que o joga em um estado de perturbação mental, pois ao olhar o mundo e interpretar tanta coisa como sendo "ruim" perdemos a paz de espirito e ainda entramos em conflito uns com os outros. Isso é simbolizado no conto como a "expulsão do paraíso", que igualmente não é um lugar real ou um evento real ocorrido no passado, mas algo que fazemos hoje e nos tira hoje a capacidade de viver uma paz interior plena que a mente humana poderia viver ao se colocar naquilo que os budistas chamariam de estado de Nirvana.Se o homem controlar e acalmar sua própria mente pelo levá-la a um estado onde não irá mais julgar a realidade de modo tão distorcido e poderá experimentar um estado de paz interior e êxtase considerado como um tipo de "paraíso".
    sim concordo com e escrevi uma analogia SOBRE ISTO AQUI:
    no 4a comentario Silvana:
    https://religiaoeveneno.com.br/index.php?p=/discussion/comment/44661/#Comment_44661





  • editado January 22
    estão trollando meu topico !
    Valei me São Marcio:

    A Gênese como ela é!
    maxresdefault.jpg

    A gênese segundo São Marcio: cp 171 ver 07:04

    Marcio escreveu:
    Num certo momento um deus entediado de si mesmo resolveu fazer um experimento, afinal não havia mais nada para fazer mesmo.
    Em seis dias (ele inventou o dia também, paradoxalmente antes do sol e da terra) ele criou os céus e a terra e na terra criou um paraíso, colocou lá animaizinhos e um casal de humanos robôs que deveriam viver felizes se multiplicando. No sétimo dia descansou, afinal ninguém é de aço mesmo onipotente.
    Mas eis que com o passar dos dias o experimento começou a ficar enfadonho, e deus se entediou de novo.
    Ele então resolveu ”agitar”, ou melhor, testar o casal. Colocou uma bela árvore com suculentos frutos do conhecimento geral, do bem e do mal, e alertou as cobaias para que em hipótese alguma tocassem neles.
    Então num dia ensolarado, sabe-se lá por quais circunstâncias, o rival de deus denominado Barrabás, quer dizer Satanás, que ninguém sabe quem criou, resolveu meter o bedelho no experimento alheio. Disfarçou-se de serpente e foi-se enroscar na árvore proibida, esperou paciente até que a bobinha da cobaia denominada Eva se aproximou.
    Começa aí o desando da maionese no experimento divinal. Pois bem, não é que, com poucas palavras o Sat, (Sat era o apelido de Satanás) consegue convencer a inocente cobaia a fuçar na árvore e colher o fruto da discórdia?!
    Para completar a desgraça, Eva apresenta o tal fruto ao seu parceiro de experimento, igualmente inocente, dando início à famosa saga da humanidade que deixou de ser robô no paraíso.
    Claro que a experiência divina foi pro beleléu, deus se enfureceu e expulsou os dois, Eva de brinde ainda ganhou a menstruação e as dores do parto. Acho que ele queria que eles continuassem eternamente robôs naquele paraíso original. Na verdade inconscientemente, deus queria mesmo era uma bagunça geral.
    À partir daí as cobaias tiveram que lutar pra ganhar o pão de cada dia, e estavam se dando bem nisso, fizeram até dois lindos rebentos que cresceram e receberam os nomes de Caim e Abel.
    Ah! Mas acha que deus ia se contentar com tanta calmaria? Claro que não! O poderoso experimentador resolveu de novo meter o bedelho no experimento que estava até legalzinho nesse momento. Como a estória da árvore, por causa de Sat, não ia mais ”colar”, deus resolveu mexer com os irmãos Caim e Abel. Coitados!
    Ele então lhes pediu uma oferenda bem feitinha, e Abel afeito ao trato de animais lhe ofereceu aquilo que seria o primeiro churrasco gaúcho da história da humanidade; juntou uns bichinhos e tacou-lhes fogo. Que maravilha! Deus lá das alturas extasiou-se com o cheiro de carne tostada, apesar de não ter narinas.
    Então chegou a vez de Caim, afeito à lida no campo, ele escolheu as melhores frutas e as melhores sementes que pode conseguir. Coitado, mal sabia ele que deus não era vegetariano. O odor de vegetais queimando não agradou ao senhor.
    O poderoso senhor das alturas, ”justo” e ”bondoso” ao extremo, desdenhou das oferendas de Caim, desdenhou de dar dó e assim fez surgir o primeiro caso de inveja da pobre humanidade que estava porvir. Como em efeito cascata, surgiu também à seguir o primeiro caso de fraticídio da história. Sim, Caim matou seu pobre irmão churrasqueiro.
    Caim caiu em desgraça, o poderoso senhor de tudo queria já instituir a primeira pena capital e o rapaz invejoso começou a ver a ‘’viola em cacos’’ . Sat então chamou a atenção de deus (eles fizeram as pazes) para o fato de que ele ainda não havia instituído um código penal à humanidade, assim não poderia punir Caim, pois decerto o moço não sabia ainda que matar era proibido, pois até esse momento a única proibição se referia à árvore da discórdia. Como deus era justo, justíssimo, acabou por poupar Caim da pena mortal, apenas ordenou que ele fosse vagar pela terra como um errante, marcado na testa com um sinal identificando-o como vegetariano.
    À partir dai a humanidade foi-se multiplicando incestuosamente até ocupar uma parte do mundo terreno. Sem mais a intervenção do experimentador tudo foi-se ajeitando, com os humanos cuidando de suas vidinhas e se reunindo em grupos formando aquilo que chamamos de tribos e mais tarde, povos!
    Masssss…Certa vez deus estava deprê e chateado com o rumo que as coisas estavam tomando, e num lance tresloucado resolveu acabar de vez com o experimento usando água, muita água. Pensou, pensou e acabou por decidir que não acabaria com tudo. Deu então ordens expressas a um tal de Noé para que construísse o primeiro transatlântico (atlântico?) do mundo, para colocar um casal de cada espécie de animais junto com a sua família.
    Sabe-se lá como, Noé conseguiu realizar a proeza. Tudo ficou pronto, os animais acomodados, a tripulação à postos e deus abriu as comportas do céu. Choveu à baldadas, inundou tudo, todos os que não estavam na ”banheira” e não sabiam nadar pereceram por excesso de água.
    Bom! Depois dessa aventura aquática, as águas foram tragadas para o interior da terra, formando as famosas hidro-placas, e tudo começou à florescer de novo. Uma humanidade novinha em folha iria povoar a terra novamente junto com os novíssimos animaizinhos e plantinhas. Uma belezura de se ver! O tempo passou e passou ! De novo os humanos se dividiram em povos e tribos distintas.
    Mas aí! Vocês sabem né? O erro de projeto continuou, estava escondido no DNA corrompido pelo tal fruto lá do comecinho da estórinha. E a ”merda” toda começou de novo, as coisas não aconteciam como previsto pelas teorias divinas e os homens começaram de novo à criar encrencas por diversos motivos. Oh povo desunido! E pior, estavam se esquecendo de deus.
    Ai, ai, ai! Não é que deus onitudo resolve intervir de novo?! Sat em sua angelical sabedoria aconselhou-o de novo de forma a evitar atitudes intempestivas.
    Dessa vez o magnânimo escolhe um povo errante e passa à protege-los e orienta-los pessoalmente e descaradamente, deixando as outras tribos ao ”deus dará”, (ah! Foi por causa disso que essa expressão foi criada) dessa forma os hebreus, o povo escolhido, começam a prosperar mais que os outro. Ganhavam as contentas e tomavam tudo daqueles que se metiam em seu caminho. Era meio injusto, porque deus os protegia e eles assim faziam e aconteciam dominando tudo e todos, foi uma carnificina sem dó e nem piedade, apesar da regrinha básica ditada por deus aos Hebreus: NÃO MATARAS. Como gás-pimenta nos olhos dos outros é refresco, tudo se justificava, até matança de mulheres grávidas e crianças pequeninas. Vá-se entender.
    Sei lá eu se isso agradava totalmente o experimentador, agora denominado de Javé, o senhor dos Hebreus. Certamente não o agradava tanto assim, ele queria ser o senhor de toda a humanidade com a ajuda deles. Mesmo com seu esforço divino junto aos Hebreus, o máximo que conseguiu foi ser reconhecido apenas pelos mesmos Hebreus. O resto do mundo ”cagava e andava” pra ele, (ah, foi por isso que essa expressão também foi cunhada) e outros deuses pululavam entre os outros povos perdidos, para o seu desgosto.
    Deus se enfureceu de novo, ia pessoalmente desfechar o golpe fatal nos humanos. Só que novamente se acalmou, desconfio que ele de novo ouviu os conselhos de Sat, chamado agora de Lúcifer. Isso o impediu de fazer água em abundância outra vez. Sat ardilosamente argumentou que ele deveria sentir na pele o que os humanos sentiam para poder entender o porque deles agirem de forma tão complicada. Deus meditou, pensou e inventou então um jeito de poder ter a sensação de ser humano. O maluco engravidou uma pobre virgem, sabe-se la como, mas isso não importa, lembrem-se da ONIPOTÊNCIA.
    E eis que temos agora um semi-deus, um avatar de carne e osso para sentir na pele, igual Hércules, as agruras de ser humano e limitado. Infelizmente o pobre não era tão forte e musculoso como Hércules, acabou comendo o ”pão que o diabo amassou” (outra expressão e sua origem) nas mãos dos seus irmãos que não o reconheceram com um deus vivo. Também pudera, o deus deles era tido como o senhor pode-tudo, nada comparado ao franzino moço que se chamava Jesus e que se dizia O Cristo.
    Não preciso dizer que deu merda de novo. Deus com interface direta com Jesus sentiu toda dor do seu remoto. E doeu, doeu muito! O poderoso assim compreendeu porque os humanos eram daquela forma tão singular e isso foi a ‘’salvação da lavoura’’ (outra). Ou. melhor, na verdade a salvação do experimento de deus se deu por outro motivo que contarei à seguir.
    Uns romanos expertos, viram que muitas pessoas começaram a acreditar na estória do Cristo na cruz que ressuscitou, formataram tudo de tal modo que tomaram pra sí uma excelente ferramenta de dominação popular, a religião monoteísta.
    Chega de tantos deuses com características diferentes, bastava um só com seu dedo apontado em riste dizendo: ”Creia em mim ou queimará no inferno de fogo e enxofre.” Pronto!
    E finalmente deus se universalizou pelas mãos dos competentes Romanos. Danem-se os Hebreus!
    Quase, né. Deus havia se esquecido dos povos orientais e todos aqueles que nunca tiveram contado com a expansão romana.

    Sat, ou melhor, Lúcifer, mandou avisar que deus está descontente de novo, apesar dos esforços Romanos ele não é adorado por toda a humanidade. O poderoso mandou um tal de João escrever um troço chamado Apocalipse, e ele pretende usar esse script para realizar o fim-dos-tempos definitivo. Tremei humanidade ingrata!
    Ah! Lúcifer me disse que o senhor dos tempos mandou-me avisar que seu nome DEVE SER ESCRITO COM MAIÚSCULA. PORRA!
    Eu discordo humildemente, ‘’deus’’ é substantivo comum. E o escritor sou eu. PORRA!


    Dois mil anos se passaram e tem gente que ainda acredita literalmente nessa singela estorinha da carochinha divina.
Entre ou Registre-se para fazer um comentário.