Os crentes da ciência

Os crentes da ciência
Ciência = estar CIENTE de algo
Existe uma grande diferença entre a nossa ciência em relação a dos outros e o que passar dos limites da nossa ciência torna-se questão de fé.
Se alguém torna-se ciente da existência de um telefone e te diz que conheceu um aparelho para comunicação a distancia, você até pode acreditar que a ciência do outro pode ser verdadeira no entanto enquanto não puder manipular tal invento não possuirá tal ciência de fato.
Você pode acreditar que o homem foi a lua, naturalmente porque há evidência como imagens e até um espelho deixado lá, se bem que até que poderia ser um material lunar reflexivo, mas isso não importa, porque enquanto você como simples mortal possuir uma ciência limitada de forma alguma conseguirá provar que o homem realmente esteve na lua , somente continuar sendo um crente da ciência dos outros.
Hipocondríacos são crentes da ciência dos outros sim remédios são quase deus, é solução para todas nossas dores, de cabeça, estômago, musculares, pressão, afrodisíacos, cardíacos, calmantes, soníferos, resfriados até para crescer cabelo tem, claro que tal crença é alimentada por médicos e laboratórios.
Certa vez uma cardiologista mandou eu usar um Holter para monitorar minha pressão por 24 hs, após concluiu que a media de pressão considerada “normal” é de 13,3 mmH que eu era hipertenso pois a minha media tinha dado 13,5mmH caramba! Santa precisão de leitura tão boa quanto dos radares de SP.
Daí já foi me receitando um remédio de uso continuo para controlar a pressão, mas passado alguns meses voltei na cardiologista reclamando que a pressão variava muito entre normal e alta além do que o remédio era caro e difícil de ser encontrado, então ela disse que poderia até prescrever outro mas que iria me causar “tosses”......kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Daí ironicamente disse não tem problema a ciência esta ai para resolver a maioria das nossas doenças, junto com de pressão a senhora me receita outro para controlar a tosse, se este causar dor de cabeça a senhora receita outro contra dor de cabeça e assim por diante , porque eu já estou bastante acostumado com esse tipo de venda casada de solução e problemas juntos.
Possuo um problema quando fico em pé por muito tempo sinto dores lombares, também tinha um espécie de inflamação no joelho que em um dia quase não conseguia andar no outro voltava ao normal sozinho, daí fiz ressonância magnética joelho e coluna, com resultado voltei na clinica de ortopedia fui encaminhado para um ortopedista geral que analisando rapidamente os exames concluiu que eu tinha problema no joelho e coluna, questionando quais seriam ele disse que não poderia me informar que deveria passar em com outro médico ,mas foi logo me encaminhando para fazer 30 seção de fisioterapia, pensei este ai deve fazer apenas triagens rápidas ache estranho ele ter se recusado a dizer quais seriam minhas anomalias e nunca mais voltei a esta clinica, já se passaram anos e nada de fisioterapia, remédios muito menos cirurgias arriscadas e caras, apenas corridas leves halterofilismo e minha coluna e joelhos andam muito bem obrigado.
Imaginemos um médico incompetente que prescreve um medicamento de reação fatal para determinado doente afirmando que ele ficará curado, o doente de “boa fé na ciência médica ” acabará morrendo.
Nossa ignorância científica nos obriga a ter fé na ciência dos outros.
O ditado ver para tornar se ciente é verdadeiro, porque a ciência é isso poder repetir ações e reagir resultados esperados, no entanto pensando bem em toda ciência ainda há um resquício de fé que determinada ação irá obter o resultado esperado, porque nem sempre isto irá acontecer.

Comentários

  • Isso é como as coisas são.
    Quando eu compro um computador estou dando fé a que incontáveis etapas do processo de produção dele(das quais na maioria dos casos eu não entendo patavinas a respeito) são reais porque a ciência (conhecimento acumulado por décadas) testou tudo isso a ponto de que os argumentos em favor de que os computadores funcionam são muito mais fáceis de crer do que os que dizem que não funcionam. Todos os processos envolvidos nessa fabricação podem ser falsos e descobrimos tudo por sorte sem realmente saber como funcionam? Pode. Quais as chances disso se considerarmos a realidade na qual vivemos por vários milênios? Em teoria muito baixas e na prática impossível.

    Um remédio novo muito mais caro que o similar sem apresentar nenhuma vantagem, uma vacina que é anunciada com 100% de eficácia e depois começa a falhar são coisas que equilibram a balança da "crença na ciência dos outros" que você menciona. Nesse caso não fica tão claro que os argumentos em favor do remédio/vacina são absurdamente melhores do que os que duvidam deles ou vice-versa.

    Podem as materializações com espíritos do fim do século XIX serem todas verdadeiras? Sim.
    Mas pra que os argumentos em favor disso alcancem o mesmo nível de credibilidade dos argumentos em favor de que os computadores funcionam os testes e aplicações práticas precisariam continuar a serem desenvolvidos.
    Daí quando se conversa com um espírita procurando explicações do porque isso não acontece encontramos explicações como: Os médiuns não querem mais ser maltratados, isso depende dos espíritos também, cientistas não querem arriscar sua credibilidade...
    Aí você pega estes argumentos espíritas e cruza com o fato de que avanços tecnológicos como câmeras IR entre outros poderiam sanar dúvidas elementares sobre os fenômenos de materialização do passado (ainda que gerem outros como a edição de vídeos etc...)
    Então você monta o quebra-cabeça e terá uma palavra bem grande escrita na sua frente que explica os argumentos espíritas:
    "CONVENIÊNCIA".
  • editado September 19
    E tudo o que você disse se aplica em gênero, número e grau as crenças de curas milagrosas descritas no NT.
  • Cameron escreveu: »
    E tudo o que você disse se aplica em gênero, número e grau as crenças de curas milagrosas descritas no NT.

    E aí encontramos as diferenças entre religião e ciência e indo mais um pouco a frente a diferença da fé que eu tenho de que se eu pular de um prédio eu vou cair ao invés de voar, essa sim uma fé raciocinada, e a outra fé nada comparável com a anterior de que há um deus que sai por aí fazendo um monte de planos em busca da justiça perfeita, ouve preces, se importa com o que cada um faz na cama...
  • É confundido muitos conceitos aí, dá até preguiça de falar. Mas a questão é a chance de se curar com um médico um estudioso que se dedica a um especialização e tem acesso de uma base de dados confiável é mais seguro que um curandeiro que usa de observações empírico místicas. Uma análise básica já demonstra isso.

    O que não impede de erros médicos, mas isso não invalida o legado científico.
  • A ciência é imperfeita porque nossa capacidade de entender as coisas é limitada e imperfeita.
    Mas é o que temos e foi essa ciência imperfeita que nos deu a civilização moderna e permitiu, por exemplo, que a população mundial pulasse de 1 bilhão para quase 8 bilhões em menos de 200 anos.
    Ou que a expectativa de vida passasse de 30 para 80 anos em poucas décadas.

    Estamos tateando no escuro, mas, na média, estamos avançando.
    Apesar dos esforços em contrário dos sabotadores.
  • editado September 24
    Percival escreveu: »
    É confundido muitos conceitos aí, dá até preguiça de falar. Mas a questão é a chance de se curar com um médico um estudioso que se dedica a um especialização e tem acesso de uma base de dados confiável é mais seguro que um curandeiro que usa de observações empírico místicas. Uma análise básica já demonstra isso.

    O que não impede de erros médicos, mas isso não invalida o legado científico.
    [code]não invalida.[code]
    Com relação à capacidade dos médicos de hoje há muito o que dizer.
    Antes o médico se valia de sua experiência clínica, de um raio x e de alguns poucos exames de laboratório e dava um diagnóstico, quase sempre correto.
    Hoje vc chega ao consultório com uma dor de cabeça ocasional e mandam vc fazer tomografia, ressonância, ecocardiograma e outros tantos, para no final te encaminhar para um especialista, seu amigo.
    Você não tem mais aquele médico de confiança e sim a tecnologia dos equipamentos sofisticados, que nem sempre serão conclusivos.


  • editado September 24
    Judas escreveu: »
    Cameron escreveu: »
    E tudo o que você disse se aplica em gênero, número e grau as crenças de curas milagrosas descritas no NT.

    E aí encontramos as diferenças entre religião e ciência e indo mais um pouco a frente a diferença da fé que eu tenho de que se eu pular de um prédio eu vou cair ao invés de voar, essa sim uma fé raciocinada, e a outra fé nada comparável com a anterior de que há um deus que sai por aí fazendo um monte de planos em busca da justiça perfeita, ouve preces, se importa com o que cada um faz na cama...
    Cameron escreveu: »
    E tudo o que você disse se aplica em gênero, número e grau as crenças de curas milagrosas descritas no NT.
    Percival escreveu: »
    É confundido muitos conceitos aí, dá até preguiça de falar. Mas a questão é a chance de se curar com um médico um estudioso que se dedica a um especialização e tem acesso de uma base de dados confiável é mais seguro que um curandeiro que usa de observações empírico místicas. Uma análise básica já demonstra isso.

    O que não impede de erros médicos, mas isso não invalida o legado científico.
    Verdade, não invalida.
    Com relação à capacidade dos médicos de hoje há muito o que dizer.
    Antes o médico se valia de sua experiência clínica, de um raio x e de alguns poucos exames de laboratório e dava um diagnóstico, quase sempre correto.
    Hoje vc chega ao consultório com uma dor de cabeça ocasional e mandam vc fazer tomografia, ressonância, ecocardiograma e outros tantos, para no final te encaminhar para um especialista, seu amigo.
    Você não tem mais aquele médico de confiança e sim a tecnologia dos equipamentos sofisticados, que nem sempre serão conclusivos.


    [/quote]

  • patolino escreveu: »
    Judas escreveu: »
    Cameron escreveu: »
    E tudo o que você disse se aplica em gênero, número e grau as crenças de curas milagrosas descritas no NT.

    E aí encontramos as diferenças entre religião e ciência e indo mais um pouco a frente a diferença da fé que eu tenho de que se eu pular de um prédio eu vou cair ao invés de voar, essa sim uma fé raciocinada, e a outra fé nada comparável com a anterior de que há um deus que sai por aí fazendo um monte de planos em busca da justiça perfeita, ouve preces, se importa com o que cada um faz na cama...
    Cameron escreveu: »
    E tudo o que você disse se aplica em gênero, número e grau as crenças de curas milagrosas descritas no NT.
    Percival escreveu: »
    É confundido muitos conceitos aí, dá até preguiça de falar. Mas a questão é a chance de se curar com um médico um estudioso que se dedica a um especialização e tem acesso de uma base de dados confiável é mais seguro que um curandeiro que usa de observações empírico místicas. Uma análise básica já demonstra isso.

    O que não impede de erros médicos, mas isso não invalida o legado científico.
    Verdade, não invalida.
    

    Com relação à capacidade dos médicos de hoje há muito o que dizer.
    Antes o médico se valia de sua experiência clínica, de um raio x e de alguns poucos exames de laboratório e dava um diagnóstico, quase sempre correto.
    Hoje vc chega ao consultório com uma dor de cabeça ocasional e mandam vc fazer tomografia, ressonância, ecocardiograma e outros tantos, para no final te encaminhar para um especialista, seu amigo.
    Você não tem mais aquele médico de confiança e sim a tecnologia dos equipamentos sofisticados, que nem sempre serão conclusivos.


    Concordo em boa medida.
    Fora questões filosóficas a confiança na ciência está abalada por conta desta (instituição?) estar atualmente sequestrada por grupos ideológicos.
    O problema com isso é que quando estão certos ninguém da mais ouvidos.
    Vide o que fez a OMS em 2020 só pra ficar em um exemplo.

  • patolino escreveu: »
    Com relação à capacidade dos médicos de hoje há muito o que dizer.
    Antes o médico se valia de sua experiência clínica, de um raio x e de alguns poucos exames de laboratório e dava um diagnóstico, quase sempre correto.
    Quase sempre correto?! Você tem alguma estatística confiável sobre isto?
    Sabe explicar o conflito entre sua afirmação e o fato de que hoje as pessoas vivem muitas décadas a mais, com saúde?
    patolino escreveu: »
    Hoje vc chega ao consultório com uma dor de cabeça ocasional e mandam vc fazer tomografia, ressonância, ecocardiograma e outros tantos, para no final te encaminhar para um especialista, seu amigo.
    Você não tem mais aquele médico de confiança e sim a tecnologia dos equipamentos sofisticados, que nem sempre serão conclusivos.
    Maus médicos sempre haverá, isto é inevitável, mas eu prefiro os equipamentos de hoje, que descobrem problemas existentes e até em potencial a tempo de serem tratados antes que se agravem.

    E equipamentos que permitem cirurgias não invasivas (ou, pelo menos, sem abrir o peito ou a barriga).
    Por exemplo, é possível chegar ao coração com uma câmera de TV e com ferramentas e remover uma arritmia entrando pelas veias do fêmur. No fim, basta um esparadrapo para fechar o buraco na perna.

    Os médicos do passado tinham que apelar para a adivinhação, em muitos casos, e receitavam medicamentos que não eram nem tão específicos nem tão eficazes como os de hoje.
  • Fernando_Silva escreveu: »
    patolino escreveu: »
    Com relação à capacidade dos médicos de hoje há muito o que dizer.
    Antes o médico se valia de sua experiência clínica, de um raio x e de alguns poucos exames de laboratório e dava um diagnóstico, quase sempre correto.
    Quase sempre correto?! Você tem alguma estatística confiável sobre isto?
    Sabe explicar o conflito entre sua afirmação e o fato de que hoje as pessoas vivem muitas décadas a mais, com saúde?
    Os médicos do passado tinham que apelar para a adivinhação, em muitos casos, e receitavam medicamentos que não eram nem tão específicos nem tão eficazes como os de hoje.
    Você incorre num erro comum, enaltecer os benefícios da medicina que atendem a quem pode pagar. A mortandade na primeira infância entre a população carente é alarmante.
    Quanto á classe médica, o noticiario dos jornais e tv, sobre estupros em consultórios, as cirurgias plásticas que deformam, lentes para catarata que se paga o preço das importadas e recebe as do SUS, diplomas comprados a preço de ouro;... é cansativo enumerar, mas as experiências em torno de nós confirmam.
    Entre parentes mais próximos na minha família, três enfermeiras e um urologista, quando comentam o dia a dia nos hospitais, parece brincadeira.
    Você forma a sua opinião, correta, mas tendo como base uma impressão global, mas nosso país, pela desigualdade social, tem uma imensa população pobre, sacrificada pelo poder econômico e a indiferença da classe política, por isso adoecem ou morrem nas macas encostadas nos corredores dos hospitais.
    A população de idosos é uma população doente. Viver anos a mais sem qualidade de vida ou doente, agradeço.


  • patolino escreveu: »
    Você incorre num erro comum, enaltecer os benefícios da medicina que atendem a quem pode pagar. A mortandade na primeira infância entre a população carente é alarmante.
    Vacinação gratuita e universal ajudaram imensamente nesse aspecto.

  • O nosso SUS é modelo para outros países, mas isto como sistema e organização, mas carece imensamente de recursos, que inexistem ou são sucateados e se perdem nos almoxarifados.
    Devido à população assistida, baixa renda/escolaridade, os atendentes não são tão profissionais quanto deviam, e conflitos ocorrem constantemente. Já presenciei vários e os seguranças são os menos preparados; truculentos e impacientes.
  • Sim crentes da inteligência ordenando suas ações mais simples e ateus da inteligência ordenando um universo complexo.
  • patolino escreveu: »
    Você incorre num erro comum, enaltecer os benefícios da medicina que atendem a quem pode pagar. A mortandade na primeira infância entre a população carente é alarmante.
    Hoje pode até ser alarmante em países atrasados como o Brasil, mas é coisa do passado no mundo civilizado.

    Ainda assim, no passado não fazia diferença ser pobre ou rico. Reis e mendigos morriam igualmente de doenças que hoje são
    curáveis com pílulas baratas. Ou viam todos os seus filhos, lindos e saudáveis, morrer de repente.

    Hoje, da classe média para cima, a medicina moderna funciona e salva. Já os pobres, lamentável, mas é um grande progresso que uma boa parte da população tenha acesso a ela. Melhor assim que ninguém ter acesso.

    De qualquer modo, pobres ou não, muitos recursos atuais são baratos o suficiente para estar ao alcance de todos.
    patolino escreveu: »
    Quanto á classe médica, o noticiario dos jornais e tv, sobre estupros em consultórios, as cirurgias plásticas que deformam, lentes para catarata que se paga o preço das importadas e recebe as do SUS, diplomas comprados a preço de ouro;... é cansativo enumerar, mas as experiências em torno de nós confirmam.
    Entre parentes mais próximos na minha família, três enfermeiras e um urologista, quando comentam o dia a dia nos hospitais, parece brincadeira.
    Isto é problema da medicina ou de alguns seres humanos que praticam a medicina?
    É generalizado ou são os casos negativos que fazem mais barulhos que os positivos?
    patolino escreveu: »
    Você forma a sua opinião, correta, mas tendo como base uma impressão global, mas nosso país, pela desigualdade social, tem uma imensa população pobre, sacrificada pelo poder econômico e a indiferença da classe política, por isso adoecem ou morrem nas macas encostadas nos corredores dos hospitais.
    Repetindo: isto é culpa da medicina ou do fato de vivermos num país atrasado?
    patolino escreveu: »
    A população de idosos é uma população doente. Viver anos a mais sem qualidade de vida ou doente, agradeço.
    Certo. Fique longe dos médicos e dos medicamentos.
    Aceite o que o seu deus lhe mandar.
  • patolino escreveu: »
    Antes o médico se valia de sua experiência clínica, de um raio x e de alguns poucos exames de laboratório e dava um diagnóstico, quase sempre correto.
    Hoje vc chega ao consultório com uma dor de cabeça ocasional e mandam vc fazer tomografia, ressonância, ecocardiograma e outros tantos, para no final te encaminhar para um especialista, seu amigo.

    Tenho minhas experiências pessoais com este novo padrão de comportamento médico.
    Há uns bons anos fui a um dermatologista para conseguir uma receita para micose de unhas.
    Eu sabia que era micose e só queria uma receita do medicamento mais eficaz para aquele tipo específico de fungo.
    Não foi que o doutor olhou, olhou e olhou para a unha e me solta a avaliação - "Hum... parece micose..."
    Que me leva à resposta mental, não verbalizada "eu sei que é micose cacete, todo mundo sabe que isto é uma micose".
    Então o doutor especialista continua informando que "- Vou pedir um exame de sangeu...".
    Nova resposta mental silenciosa "Exame de sangue???".
    Só que o médico doutor especialista em demartologia não tinha concluído "- também vou pedir uma biopsia".
    Resposta mental, ainda silenciosa, mas já acompanhada de expressões faciais "biopsia prá micose de unha??? Este cara tá maluco!!!"
    E a cereja do Sunday "Enquanto isto, vou te receitar este remedinho".
    Sem mais repostas mentais, caso encerrado.
    Se o sujeito não sabia o que eu tinha, por que tava me receitando remédio e se sabia, por que tava pedindo biopsia.
    Ignorei o doutor biopsia de micose e fui a outro dermo, um daqueles médicos veteranos de óculos de fundo de garrafa, com os quais olhou minha unha por uns 3 segundos e disse, "toma isto aqui que vou receitar".
    Tiro e queda.
  • Acauan escreveu: »
    Se o sujeito não sabia o que eu tinha, por que tava me receitando remédio e se sabia, por que tava pedindo biopsia.
    Ignorei o doutor biopsia de micose e fui a outro dermo, um daqueles médicos veteranos de óculos de fundo de garrafa, com os quais olhou minha unha por uns 3 segundos e disse, "toma isto aqui que vou receitar".
    Tiro e queda.
    Com a educação brasileira indo para o buraco, não dá para esperar muito dos profissionais que estão se formando agora.
    Na minha idade, tenho que frequentar regularmente consultórios para detectar problemas no início.
    Só espero que ainda haja médicos experientes até o fim dos meus anos.
  • Acauan escreveu: »
    patolino escreveu: »
    Antes o médico se valia de sua experiência clínica, de um raio x e de alguns poucos exames de laboratório e dava um diagnóstico, quase sempre correto.
    Hoje vc chega ao consultório com uma dor de cabeça ocasional e mandam vc fazer tomografia, ressonância, ecocardiograma e outros tantos, para no final te encaminhar para um especialista, seu amigo.

    Tenho minhas experiências pessoais com este novo padrão de comportamento médico.
    Há uns bons anos fui a um dermatologista para conseguir uma receita para micose de unhas.
    Eu sabia que era micose e só queria uma receita do medicamento mais eficaz para aquele tipo específico de fungo.
    Não foi que o doutor olhou, olhou e olhou para a unha e me solta a avaliação - "Hum... parece micose..."
    Que me leva à resposta mental, não verbalizada "eu sei que é micose cacete, todo mundo sabe que isto é uma micose".
    Então o doutor especialista continua informando que "- Vou pedir um exame de sangeu...".
    Nova resposta mental silenciosa "Exame de sangue???".
    Só que o médico doutor especialista em demartologia não tinha concluído "- também vou pedir uma biopsia".
    Resposta mental, ainda silenciosa, mas já acompanhada de expressões faciais "biopsia prá micose de unha??? Este cara tá maluco!!!"
    E a cereja do Sunday "Enquanto isto, vou te receitar este remedinho".
    Sem mais repostas mentais, caso encerrado.
    Se o sujeito não sabia o que eu tinha, por que tava me receitando remédio e se sabia, por que tava pedindo biopsia.
    Ignorei o doutor biopsia de micose e fui a outro dermo, um daqueles médicos veteranos de óculos de fundo de garrafa, com os quais olhou minha unha por uns 3 segundos e disse, "toma isto aqui que vou receitar".
    Tiro e queda.

    Caramba...
    Todo médico (veterinário inclusive) que se depara com estes tipos de problemas passa um medicamento polivalente (quadriderm por exemplo) que ataca fungos, bactérias, tem antibiótico junto e sequer pede exames. Se não melhorar ele pede cultura com anti-biograma etc...
  • editado September 26
    Micose de unha não é fácil de acabar, é lixar toda unha atacada até a carne depois aplicar pomada CANASTEN se é Bayer é bom, repetir o processo até unha começar crescer normal.
  • editado September 26
    Lendo o relato do atendimento médico do acauan , lembrei o dia que levei meu filho ao hospital com unha encravada, depois de muito esperar e reclamar já havia passado dois médicos para olhar e nada.
    Após mais de 4hs de espera soltei o verbo e finalmente uma médica nos atendeu concluindo que estava inflamado que não podia fazer nada que eu o levasse em um podólogo.
    Expanei, dizendo que não pagava convênio caro, que não havia cruzado toda cidade, pago 4hs de estacionamento a preço de ouro para sair sem nenhum atendimento.
    Além do que se não iam fazer nada por que não avisaram logo no início.
  • Falando em médicos nem gosto de lembrar a experiência que passei no Marcílio Dias na época que usava os seus serviços por conta da pensão do meu pai ele era cabo.
  • CRIATURO escreveu: »
    Micose de unha não é fácil de acabar, é lixar toda unha atacada até a carne depois aplicar pomada CANASTEN se é Bayer é bom, repetir o processo até unha começar crescer normal.

    Só tratamentos de aplicação externa no geral não funcionam, é preciso medicação via oral.
  • Acauan escreveu: »
    CRIATURO escreveu: »
    Micose de unha não é fácil de acabar, é lixar toda unha atacada até a carne depois aplicar pomada CANASTEN se é Bayer é bom, repetir o processo até unha começar crescer normal.
    Só tratamentos de aplicação externa no geral não funcionam, é preciso medicação via oral.
    Comprimidos de Fluconazol por algumas semanas e Ciclopirox Olamina em solução e esmalte pelo resto da vida.

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