A Estratégia (The Agenda) - O plano dos homossexuais para transformar a sociedade

Tópico de 2012 que trago aqui na série comemorativa de 21 anos do ReV.

Vejam lá o que se falava em 2012 e vejam que tipo de ideia envelheceu melhor.
Spoiler alert: O Cabeção e o Acauan atuaram neste tópico, o que já meio que indica como acabou e quem se lascou...

https://religiaoeveneno.com.br/antigo/discussion/755/a-estrategia-the-agenda-o-plano-dos-homossexuais-para-transformar-a-sociedade.html

Comentários

  • ufka_Cabecao Moderador
    junho 2012 edited junho 2012 0

    Eu nao me refiro a qualquer aspecto cristao do casamento, ate porque o casamento monogamico precede a aparicao do cristianismo.

    O ponto aqui e o seguinte.

    E relativamente comum entender que o casamento e uma especie de direito individual. Afinal, adultos efetivamente tem o direito de se casar uns com os outros. Mas a definicao legal de casal exclui certas unioes percebidas na sociedade, entre elas unioes homossexuais. E tambem entendido que homossexuais possuem direitos individuais equivalentes a heterossexuais. Que a violacao desse principio consiste em crime de homofobia. Logo, a logica parece ser a de que a legislacao sobre casamentos aplica discriminacao ilegitima contra homossexuais e deve portanto ser alterada.

    O paragrafo que precede resume toda a argumentacao que eu ja presenciei em favor da oficializacao do casamento gay. Talvez exista algum argumento alternativo, mas esse me parece ser o sofisma mais popular.

    Para entender os problemas desse raciocinio e preciso um esforco no sentido de compreender a natureza das instituicoes sociais.

    Instituicoes sociais nao sao coisas criadas arbitrariamente.

    Instituicoes sociais sao convencoes que emergem organicamente, para solucionar problemas similares que decorrem da associacao entre individuos.

    Elas categorizam certos tipos de associacao e os problemas frequentemente associados a elas, assim como especificam as solucoes encontradas.

    Por exemplo, a instituicao do idioma compreende as regras comuns de comunicacao que permitem a inteligibilidade mutua entre individuos membros de um mesmo povo.

    A instituicao da propriedade privada compreende igualmente regras que definem a prioridade no uso de recursos economicos escassos. Ela emerge para resolver o problema de ordem social economica: pessoas diferentes tem fins diferentes para os mesmos recursos.

    E o casamento compreende um apanhado de regras que rege as responsabilidades mutuas e para com o resto da sociedade de um tipo especifico de uniao familiar.

    Ao longo da historia, percebeu-se que homens adultos tendem a se associar a mulheres adultas, formando casais monogamicos. E que esses casais lidam com situacoes praticas similares. Dessa forma protocolos comuns passaram a ser aplicados, uma vez que sua eficacia foi atestada pela experiencia destilada em varias geracoes.

    Esses protocolos sociais entao passam a ser transmitidos por tradicao e com o tempo compoem a instituicao social tal qual a entendemos.

    O processo de evolucao desses protocolos envolve diversas tentativas e erros, e muitas solucoes inferiores sao eventualmente descartadas e substituidas por solucoes melhores.

    Nao ha como reconstrui-lo mentalmente, pois a evidencia historica de protocolos que faliram e bastante escassa. Assim como ninguem escreve dicionarios de "girias que nao colaram", ninguem perde muito tempo compilando regras e arranjos sociais que nao funcionam. Exceto quando os resultados sao catastroficos e dignos de nota. Na maioria das vezes os resultados sao apenas suboptimais.
    Na pratica, apenas aquilo que se percebe como bom e preservado e transmitido e integrado a uma tradicao.

    Onde eu quero chegar com essa discussao?

    O sucesso historico da instituicao do casamento e um atestado da sua eficacia na solucao dos problemas aos quais ela se propoe. Esse sucesso e o que permite que casais usufruam de certos privilegios sobre individuos solteiros. O fato deles estarem casados e aderirem a uma instituicao reconhecida lhes transfere uma parte dessa reputacao.

    Um exemplo relevante dessa dinamica esta no fato atestado de que casais dispoe de mais credito financeiro que individuos solteiros, mantidas constantes outras variaveis.
    Esse fato decorre da percepcao historica da parte de credores de um menor risco financeiro representado por casais. Em virtude da sua adesao aos protocolos da instituicao do casamento.

    Essa distincao e extremamente importante. Ela permite que melhores decisoes sejam tomadas. Discriminar entre casais e solteiros garante que melhores estimativas de credito sejam estabelecidas e que o recursos sejam eventualmente alocados em fins mais produtivos, causando menos perdas.

    Mas a eficiencia ou fitness social da instituicao do casamento depende da identificacao correta dos problemas sociais aos quais ela se aplica.

    Da mesma forma que uma chave de fenda e um instrumento pouco adequado para se fixar um prego, principios que governam as circunstancias de um casal nao necessariamente se aplicam analogamente para uma instancia envolvendo uma relacao comercial ou de alguma outra natureza.

    Mas algumas instancias de ma aplicacao de uma ferramenta nao e o principal problema.
    Afinal, o fato de se usar uma chave de fenda como martelo nao vai necessariamente torna-la menos util com parafusos.
    O problema no caso de instituicoes sociais e que existe o efeito de feedback descrito acima.
    A eficacia de uma instituicao lhe confere reputacao que serve entao como informacao importante para a eficiencia de diversos processos sociais associados.

    Se uma instituicao por alguma razao for descaracterizada, e passar a ser compulsoriamente empregada para lidar com problemas que fogem ao seu escopo natural, ela pode perder o seu valor. As pessoas passam a desconfiar da instituicao, e a procurar por alternativas.

    Um exemplo historico recorrente desse processo de descaracterizacao institucional e a inflacao monetaria.
    A instituicao de troca monetaria resolve problemas relacionados a trocas indiretas.
    Nem sempre o padeiro precisa de um sapato quando o sapateiro precisa de pao. Para que as pessoas dividam o trabalho meios de troca foram estabelecidos, e esses meios de troca evoluiram para o que hoje nos entendemos como dinheiro.
    O valor de troca do dinheiro esta predicado na sua escassez relativa aos demais artigos que o dinheiro pode comprar.
    Mas nao apenas na sua escassez real, como na confianca existente de que essa relacao nao sera alterada subitamente.
    Quando mudancas bruscas no estoque de moeda em circulacao sao efetuadas, os precos se alteram em resposta.
    Mas essa alteracao nao reflete apenas a nova relacao entre os estoque de moeda e bens, mas pode ser ainda mais brusca se as pessoas perderem a confianca na moeda e anteciparem novas alteracoes.
    Esse fenomeno de feedback e que cria catastrofes como a hiperinflacao e a fuga para outras mercadorias de reserva de valor.

    Esse exemplo serve para nos instruir a respeito dos riscos existentes em propostas de transformacoes instituicionais violentas.

    A instituicao do casamento emergiu da ponderacao sobre problemas tipicos da relacao entre um homem e uma mulher e de ambos com o resto do mundo.

    Foi dentro desse escopo que ela foi bem sucedida.

    Uma cohabitacao romantica entre um homem e outro homem, ou uma mulher e outra mulher, ou quaisquer coletividades sexuais alternativas, podem apresentar problemas parecidos com os de um casal, mas sao coisas completamente distintas em varios aspectos importantes para o funcionamento de uma instituicao.

    A saber, esses aspectos sao coisas como duracao tipica da relacao, expectativas de lealdade, grau de mutualismo e compatibilidade com outras instituicoes da sociedade.

    Essas e outras variaveis sao extremamente importantes na constituicao do valor institucional do casamento.

    Assumir que elas sao identicas para modalidads relacionais com as quais nossa experiencia nao soma nem algumas decadas e um passo extremamente apressado.

    Alegar que sao coisas identicas apenas por terem alguns propositos similares faz tanto sentido quanto alegar que um dolar do Zimbabwe e identico a uma barra de 1kg de ouro. Ambos sao entidades com carater monetario, mas uma identificacao apressada de ambas produziria graves problemas.

    Na medida em que relacoes homossexuais se tornam um assunto cotidiano, e natural que protocolos institucionais se estabelecam para elas tambem.
    E e natural que esses protocolos se inspirem nas solucoes encontradas pelo casamento tradicional, afinal, existem aspectos semelhantes obvios.
    Eventualmente poderiamos constatar que os arranjos institucionais desenvolvidos para homossexuais sao, de fato, todos analogos aos do casamento tradicional. E pouco provavel, mas nao impossivel.

    O que nao se pode fazer e transferir todo o capital institucional acumulado pelo casamento tradicional, de uma so tacada, para algo ainda muito mal compreendido.

    Em geral as implicacoes dessas mudancas sao subestimadas. Ate porque os efeitos nao se passarao da noite para o dia, a partir de uma data de oficilizacao.

    Tambem nao foi da noite para o dia que os paises que fizeram suas revolucoes comunistas, abolindo ou mitigando substancialmente a instituicao da propriedade privada, sofreram as consequencias.

    Eles puderam subsisitir de um estoque de valor institucional pre-existente, mas o seu tempo estava contado.

    A deterioracao das relacoes pessoais se passara na medida em que as pessoas acumularem experiencias negativas com uma instituicao descaracterizada, e esse processo leva um certo tempo.
    Mas seu efeitos podem ser extremamente consequentes.

    O casamento e a familia formam o alicerce institucional mais importante da sociedade.
    Mais importante eu diria do que a propriedade privada.
    Admitir que o Estado faca suas experiencias sociais perigosas com a definicao deles e colocar em risco toda a nossa heranca civilizacional.

    O progressismo e a doutrina segundo a qual cabe a uma elite incorporada no Estado a tarefa de planejar as instituicoes da sociedade do futuro. O progressismo e uma nocao extremamente perigosa. O sentimento progressista esteve na origem dos piores momentos da historia da humana.
    E a campanha atual de falsificacao do casamento e apenas uma nova manifestacao dessa chaga ideologica.
  • Os posts copiados já estão originalmente sem acentos.
    Provavelmente algum problema na hora da cópia dos arquivos do fórum antigo.
  • editado December 2021
    O_o

    Já faz uma década que eu frequento essas páginas negras do ReV?

    Como o tempo passa rápido...
  • Saudades do Cabeção: ele tem um poder argumentador que eu invejo.
  • Cameron escreveu: »
    O_o

    Já faz uma década que eu frequento essas páginas negras do ReV?

    Como o tempo passa rápido...

    Ao usar a expressão "páginas negras" muito e há muito tempo usada pelo Acauan você já entrega que está aqui faz tempo. =)
  • Cameron escreveu: »
    O_o

    Já faz uma década que eu frequento essas páginas negras do ReV?

    Como o tempo passa rápido...
    Estou aqui há quase duas décadas. Parece que foi ontem, mas aí eu me lembro de quanta coisa aconteceu...
  • Na medida em que relacoes homossexuais se tornam um assunto cotidiano, e natural que protocolos institucionais se estabelecam para elas tambem.
    E e natural que esses protocolos se inspirem nas solucoes encontradas pelo casamento tradicional, afinal, existem aspectos semelhantes obvios.
    Eventualmente poderiamos constatar que os arranjos institucionais desenvolvidos para homossexuais sao, de fato, todos analogos aos do casamento tradicional. E pouco provavel, mas nao impossivel.

    O que nao se pode fazer e transferir todo o capital institucional acumulado pelo casamento tradicional, de uma so tacada, para algo ainda muito mal compreendido.

    Eu me lembro que esse era o tipo de assunto que eu não entendia o posicionamento dele. Na verdade eu só vim a entender melhor isso de uns tempos pra cá, com as discussões do pessoal da "intellectual dark web" sobre o papel que a evolução exerce na cultura.

    Na verdade não só isso, mas também nas discussões sobre o papel da moral na manutenção do tecido social.
    É engraçado que como estudioso de religião eu levei muitos anos pra entender a razão para a enfase delas na moral. O NadaSei que discutia o assunto aqui no passado, nessa mesma época, sempre menosprezava o aspecto moral da religião e se focava no aspecto pratico e em como ensinamentos como "não mentir" tem um aspecto mais pratico e funcionam como uma especie de "meditação" que deve ser praticada o tempo todo.

    Embora eu já entendesse que a parte moral também era útil, eu achava que era algo secundário na religião e menos importante. Talvez quase que uma feliz coincidência de que além do aspecto meditativo isso servisse como uma boa pratica para a vida em grupo.
    Eu demorei muito para entender o Jordan Peterson nesse quesito e foi ele quem inverteu isso na minha percepção.

    A evolução da moral e das instituições é um assunto correlato e que segue a mesma logica.
    O Cabeção basicamente argumenta em relação as instituições, usando parte da mesma logica na qual o Jordan Peterson defende a moral e as convenções sociais.

    O engraçado é que ele era um rapaz novo. Eu lembro que o Acauan e outros foristas já seguiam na mesma linha ainda naquela época.

    Veja como o fórum é capaz de puxar a gente pra cima ao nos expor a certas ideias, mesmo quando ainda não podemos compreende-las.
    O debate é um exercício mental importante, sem o fórum eu não teria recebido a base para acompanhar hoje em dia esse pessoal da intellectual dark web e sem eles eu não poderia entender certas coisas já discutidas aqui no fórum há muito tempo.
  • editado January 13
    NadaSei escreveu: »
    Veja como o fórum é capaz de puxar a gente pra cima ao nos expor a certas ideias, mesmo quando ainda não podemos compreende-las.
    O debate é um exercício mental importante, sem o fórum.
    Parece que a conclusão é uma pérola.
    O debate... sem dúvida.
  • NadaSei escreveu: »

    O debate é um exercício mental importante, sem o fórum eu não teria recebido a base para acompanhar hoje em dia esse pessoal da intellectual dark web e sem eles eu não poderia entender certas coisas já discutidas aqui no fórum há muito tempo.

    Assim como para mim aqui foi o ponto de partida, mas depois pude verificar em outros grupos como eles reagiram e compreenderam esses pontos debatidos aqui, é uma experiência fascinante.

  • Eu vejo no FB os debates rasos pra caramba. Gente se digladiando usando facas e pedras.
    Daí vou nos meus arquivos mentais dos debates que assisti por aqui, as vezes nos arquivos virtuais mesmo, cato uma bazuca e uso lá no meio da briga de boteco.
    Recebo um monte de elogios, outro dia me disseram que argumento com profundidade =)

    Pobres...Se soubessem onde é a fonte veriam o que é argumentar com profundidade.
  • editado January 13
    Aqui principalmente foi onde eu assisti por 20 anos meus próprios argumentos falharem miseravelmente e as ideias melhores sobrevivendo ano após ano, debatedor após debatedor.
    É praticamente uma covardia usar o que aprendi aqui em debates de internet. Tipo o carinha que faz academia com o Maurício Shogun e vai brigar na rua.
    Que se dane, eu uso mesmo. =)
  • Judas escreveu: »
    Eu vejo no FB os debates rasos pra caramba. Gente se digladiando usando facas e pedras.
    Daí vou nos meus arquivos mentais dos debates que assisti por aqui, as vezes nos arquivos virtuais mesmo, cato uma bazuca e uso lá no meio da briga de boteco.
    Recebo um monte de elogios, outro dia me disseram que argumento com profundidade =)

    Pobres...Se soubessem onde é a fonte veriam o que é argumentar com profundidade.

    Grupo bom do FB é o Lugar de Fala. Talvez o que se mais aproxima do nível daqui. Também pudera e comandando pelo Eli Vieira.

  • Judas escreveu: »
    Eu vejo no FB os debates rasos pra caramba. Gente se digladiando usando facas e pedras.
    Daí vou nos meus arquivos mentais dos debates que assisti por aqui, as vezes nos arquivos virtuais mesmo, cato uma bazuca e uso lá no meio da briga de boteco.
    Recebo um monte de elogios, outro dia me disseram que argumento com profundidade =)

    Pobres...Se soubessem onde é a fonte veriam o que é argumentar com profundidade.

    Rede social não é lugar de gente interessada em debate, mas em brigar e tentar impor seu ponto de vista e fazer chacota de quem pensa diferente.
    É só reparar como a turminha da esquerda ao primeiro sinal de que estão sendo refutados já logo bloqueiam ou tentam denunciar o post para banir ou suspender a outra pessoa.
  • editado January 14
    patolino escreveu: »
    NadaSei escreveu: »
    Veja como o fórum é capaz de puxar a gente pra cima ao nos expor a certas ideias, mesmo quando ainda não podemos compreende-las.
    O debate é um exercício mental importante, sem o fórum.
    Parece que a conclusão é uma pérola.
    O debate... sem dúvida.

    A conclusão não é uma pérola, só mostra que existe mais gente inteligente no mundo do que se supõe e que tecnologias disruptivas como a internet e sistemas de fórum são capazes multiplicar isso ao permitir uma comunicação mais eficiente que de outro modo não seria conseguida.

    Quem poderia imaginar que um sujeito como o Jordan Peterson, por exemplo, poderia ter um canal atrativo o suficiente para ter mais de 4 milhões de inscritos?

    O que se pensava do povo era que se resumiam aos "Homers Simpsons" que tradicionalmente assistem a Globo ou a CNN.
  • Por trás de tudo isso ressalta o fato de que para um grande número de pessoas que debate nas redes, não é a verdade ou o conhecimento o quê mais importa, e sim, que prevaleça a sua opinião.
    Isto sim, é doentio.
  • NadaSei escreveu: »
    É só reparar como a turminha da esquerda ao primeiro sinal de que estão sendo refutados já logo bloqueiam ou tentam denunciar o post para banir ou suspender a outra pessoa.
    Se a gente fala mal do Lularápio, a esquerdalha responde: "Mugiu bonito!"
    Se a gente fala mal do Incomível, os bolsominions gritam "Vai pra Cuba!"

    Usar bons argumentos com essa gente é o mesmo que jogar pérolas aos porcos.
  • NadaSei escreveu: »

    A conclusão não é uma pérola, só mostra que existe mais gente inteligente no mundo do que se supõe e que tecnologias disruptivas como a internet e sistemas de fórum são capazes multiplicar isso ao permitir uma comunicação mais eficiente que de outro modo não seria conseguida.

    O que você enxergar além da mainstream media é muito maior do que parece e diferente do que essa descreve, porque eles descrevem com ranço e criando espantalhos, então não dá pra levar muita a sério quem perde imparcialidade.

  • Fernando_Silva escreveu: »
    Usar bons argumentos com essa gente é o mesmo que jogar pérolas aos porcos.

    Militantes chamam de "debate" suas ações de propaganda ideológica-partidária.
    É uma perda de tempo.
    O objetivo seria seduzir os indecisos, aqueles que não optaram definitivamente pelo lado A ou pelo lado B do espectro político.
    Só que no fim vira tudo apenas um espetáculo de vaidades, cujo bom exemplo é um Véio Zé Mané conhecido de muitos de nós pelo Facebook que passa o dia publicando propaganda esquerdista e xingando opositores da Esquerda no Face.
    Só que a contabilidade do FB é cruel.
    Ninguém curte, compartilha ou comenta os posts dele, provavelmente porque ninguém lê.
    Mesmo assim o cara se acha um Digital Influencer.
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