Enquanto a Economia Chinesa...



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Lá na China os bancos estão congeladas contas, outros bancos já entraram em falência. Do dia para a noite as pessoas perderam tudo que tinham salvo nos bancos e foram para a rua protestar. Logo em seguida já colocaram em alerta vermelho por causa de "covid" e os protestos estão proibidos. Se essa galera for para a rua de novo a policia vai prender e matar geral.

https://www.trustnodes.com/2022/05/31/protests-break-out-at-chinese-banks


Comentários

  • Percival escreveu: »
    Lá na China os bancos estão congeladas contas, outros bancos já entraram em falência. Do dia para a noite as pessoas perderam tudo que tinham salvo nos bancos e foram para a rua protestar. Logo em seguida já colocaram em alerta vermelho por causa de "covid" e os protestos estão proibidos. Se essa galera for para a rua de novo a policia vai prender e matar geral.

    https://www.trustnodes.com/2022/05/31/protests-break-out-at-chinese-banks
    Esse pessoal que reclama tem que ser preso porque não é patriota.
  • China e um país de homens fortes, eles vão superar.
  • O "fique em casa, economia vê depois" não serve mais?
  • China - Obras são censuradas

    Citação a livros como ‘1984’ e ‘Revolução dos Bichos’ é proibida

    06/03/2018


    O governo chinês bloqueou a menção em redes sociais de palavras e termos críticos ao Partido Comunista e a Xi Jinping, que comanda o país. Entre outros, estão censurados os nomes dos livros “1984” (de 1949) e “Revolução dos Bichos” (1945), de George Orwell, e “Admirável Mundo Novo (1932)”, de Aldous Huxley. As obras apresentam críticas a regimes autoritários.

    A lista de termos bloqueados foi divulgada pelo site norte-americano China Digital Times, que monitora a internet chinesa. A maior parte dos termos foi censurada no Sina Weibo, espécie de Twitter local, mas outros sites, como o buscador Baidu, também foram afetados. A decisão aconteceu após o Partido Comunista Chinês anunciar decisão de mudar a Constituição do país para por fim ao limite de uma reeleição.
    https://www.otempo.com.br/diversao/magazine/obras-sao-censuradas-1.1580817

    "1984" e "Admirável mundo novo" foram publicados na China. Foram removidas apenas menções específicas ao país.
    A ideia é que as classes altas terão acesso ao livro de alguma forma, por exemplo em viagens ao exterior, mas o povão não se interessará.

    Por outro lado, é proibido mencionar esses livros em redes sociais. Ou qualquer crítica ao Partido Comunista ou ao ditador.
  • Fernando_Silva escreveu: »
    Percival escreveu: »
    Lá na China os bancos estão congeladas contas, outros bancos já entraram em falência. Do dia para a noite as pessoas perderam tudo que tinham salvo nos bancos e foram para a rua protestar. Logo em seguida já colocaram em alerta vermelho por causa de "covid" e os protestos estão proibidos. Se essa galera for para a rua de novo a policia vai prender e matar geral.

    https://www.trustnodes.com/2022/05/31/protests-break-out-at-chinese-banks
    Esse pessoal que reclama tem que ser preso porque não é patriota.

    EXATO! VAMOS ACABAR COM O " Reclame Aqui, ali e acolá"
  • editado June 22
    Houve uma enorme mudança estratégica no Ocidente, que sofria negativamente os efeitos da globalização. Este esforço de impedir a decadência do Ocidente acabará por o matar.

    China elevou-se apoiada nas costas do Ocidente, agora houve uma reacção esquerdista adversa à ascensão chinesa.
    A guerra na Ucrânia é parte desta nova estratégia de dividir, de novo, o mundo.

    Infelizmente, Ocidente deu um tiro no pé, o resto do mundo já não se preocupa com os problemas ocidentais. Ou está ressentido com a história, aliás, os próprios ocidentais se auto-incriminam como algozes.
  • A queda do Ocidente não tem que ser vista como uma coisa má, por ser oportunidade para recuperar os valores conservadores.

    Digam lá se apreciam assim tanto o Ocidente actual: feminismo, pós-modernidade, etc
  • China é ocidente?
  • editado July 11
    China: uma aberração econômica keynesiana e mercantilista

    Instituto Mises | 19 de setembro de 2021

    O modelo econômico concentra privilégios àqueles ligados ao governo


    O Grupo Evergrande é a segunda maior incorporadora da China. Está localizada na província de Guangdong. Vende apartamentos majoritariamente para a classe média e para a alta classe média. Em 2018, ela se tornou a incorporadora com o maior valor de mercado do mundo.

    Hoje, a empresa está à beira do colapso. Suas ações, que chegaram a valer HK$ 32 na bolsa de Hong Kong, hoje valem HK$ 2.

    O roteiro é o mesmo de toda bolha imobiliária estimulada pelo governo: juros artificialmente baixos (controlados pelo estado) fizeram com que várias pessoas se endividassem para comprar imóveis.

    Ato contínuo, a incorporadora saiu construindo prédios a rodo.

    Com o tempo, as pessoas se deram conta de que não conseguiriam honrar suas dívidas e começaram a dar calotes. O mercado imobiliário desaqueceu.

    Consequentemente, os prédios construídos pela Evergrande desabaram em valor de mercado, ao mesmo tempo em que os custos de construção aumentaram, devido à grande demanda por materiais.

    O passivo da empresa (dívidas com bancos e com empreiteiros e fornecedores, além de compradores que pagaram antecipadamente por apartamentos inacabados) ficou muito maior que seus ativos (receitas de venda e imóveis).

    No total, a incorporadora chinesa tem uma dívida superior a US$ 300 bilhões, sendo uma das empresas mais endividadas do mundo.

    Em caso de calote generalizado, o sistema bancário chinês estará em sério risco. Os grandes bancos chineses já foram alertados que, a partir de 20 de setembro, a incorporadora não mais irá conseguir rolar suas dívidas.

    Semana passada, viralizou nas redes sociais um vídeo em que nada menos que 15 prédios residenciais chineses são demolidos. Estavam há anos inacabados e vazios (pois os custos de construção ficaram maiores que as eventuais receitas de venda). Uma perfeita ilustração de como acabam todas as bolhas imobiliárias.
    https://www.moneyreport.com.br/agenda-liberal/china-uma-aberracao-economica-keynesiana-e-mercantilista/
  • Na China, compradores de imóveis em 50 cidades fazem boicote e param de pagar hipotecas

    Atrasos nas obras e queda no valor dos apartamentos levam mutuários de pelo menos 100 projetos em construção a suspenderem pagamentos, aprofundando crise no setor imobiliário chinês

    Por Bloomberg 15/07/2022


    Em meio ao um forte freio no crescimento econômico chinês e à escalada da crise nas grandes construtoras da China, muitas já em calote, o setor imobiliário do país enfrenta um novo problema: o boicote dos clientes.

    Compradores de pelo menos 100 projetos em mais de 50 cidades da China decidiram simplesmente parar de pagar suas hipotecas a partir deste mês, segundo dados compilados pela analista Shujin Chen, da China Real Estate Information Corp., empresa de pesquisa privada.

    Eles alegam que as obras estão atrasadas e que os preços dos imóveis, hoje, valem menos do que quando começaram suas hipotecas.

    O boicote aprofundou a crise no setor imobiliário, derrubou ações de bancos e faz surgir o temor de uma bola de neve dívidas incobráveis pelas instituições financeiras.

    O que começou como um problema com a incorporadora Evergrande, após o governo ter tomado medidas para conter um excesso de endividamento das construtoras, agora está se transformando em uma crise que corre o risco de engolir a maioria das empresas do setor, seus credores e uma classe média que tem cerca de 70% de seu patrimônio alocados em imóveis.

    'A pirâmide inteira está desmoronando'

    A maior preocupação é que uma perda generalizada de confiança no setor imobiliário coloque grande pressão sobre a economia e o sistema financeiro chinês, que está com 46 trilhões de yuans (US$ 6,8 trilhões) em hipotecas pendentes e ainda tem 13 trilhões de yuans de empréstimos para promotores imobiliários.

    — A pirâmide inteira está desmoronando agora — disse Anne Stevenson-Yang, cofundadora da J Capital Research.
    [...]
    O setor imobiliário responde por mais de um quarto da produção econômica chinesa, se incluídos segmentos relacionados, como construção e serviços imobiliários, segundo estimativas. O agravamento da crise testará a capacidade das autoridades de minimizar as consequências.
    https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2022/07/na-china-compradores-de-imoveis-em-50-cidades-fazem-boicote-e-param-de-pagar-hipotecas.ghtml
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