VIDA LONGA A ISRAEL !!

editado October 2018 em Religião é veneno
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Comentários

  • editado October 2018
    "Ha Mavdil" - com Fortuna Safdié e os monges do mosteiro de S.Bento
  • Vida longa a Coreia do Norte, Irã ... 
    È tudo santo que nem Netanyahu !!
  • stefanobahia disse: Vida longa a Coreia do Norte, Irã ... 
    È tudo santo que nem Netanyahu !!
    Volta pro G1 oferenda.
     
  • stefanobahia disse: Vida longa a Coreia do Norte, Irã ... 
    È tudo santo que nem Netanyahu !!
    É, igualzinho ...
     
  • Percival escreveu: »
    Lutar contra Israel é perda de tempo.

    Entendi que é um personagem fake tirando sarro, mas sabe como é, tem maluco prá tudo na Internet.
    Israel venceu a Guerra dos Seis dias com 100 - 150 homens???
    Os caras eram bons, mas nem tanto.
  • Acauan escreveu: »
    Percival escreveu: »
    Lutar contra Israel é perda de tempo.

    Entendi que é um personagem fake tirando sarro, mas sabe como é, tem maluco prá tudo na Internet.
    Israel venceu a Guerra dos Seis dias com 100 - 150 homens???
    Os caras eram bons, mas nem tanto.

    Não sei, me parece um cara bem doido. Tá cheio de figuras assim.
  • editado April 2021
    Acauan escreveu: »
    Percival escreveu: »
    Lutar contra Israel é perda de tempo.

    Entendi que é um personagem fake tirando sarro, mas sabe como é, tem maluco prá tudo na Internet.
    Israel venceu a Guerra dos Seis dias com 100 - 150 homens???
    Os caras eram bons, mas nem tanto.

    Venceu com trombetas e marchas de fé em torno das muralhas.
    Israel é um caso engraçado para os historiadores do futuro. Inviável a longo prazo, mas persiste com imensa firmeza.

    Haja paz e quiçá poderá mesmo ficar por ali.
  • PugII escreveu: »
    Israel é um caso engraçado para os historiadores do futuro.

    Você é um caso mais engraçado ainda.

  • editado April 2021
    PugII escreveu: »
    Acauan escreveu: »
    Percival escreveu: »
    Lutar contra Israel é perda de tempo.

    Entendi que é um personagem fake tirando sarro, mas sabe como é, tem maluco prá tudo na Internet.
    Israel venceu a Guerra dos Seis dias com 100 - 150 homens???
    Os caras eram bons, mas nem tanto.

    Venceu com trombetas e marchas de fé em torno das muralhas.
    Israel é um caso engraçado para os historiadores do futuro. Inviável a longo prazo,
    Especulação bobagenta. As mesmas forças que permitiram a instalação de Israel seguem tão ou mais presentes para a continuidade do mesmo.

  • Percival escreveu: »
    PugII escreveu: »
    Israel é um caso engraçado para os historiadores do futuro.

    Você é um caso mais engraçado ainda.

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
  • Senhor escreveu: »
    PugII escreveu: »
    Acauan escreveu: »
    Percival escreveu: »
    Lutar contra Israel é perda de tempo.

    Entendi que é um personagem fake tirando sarro, mas sabe como é, tem maluco prá tudo na Internet.
    Israel venceu a Guerra dos Seis dias com 100 - 150 homens???
    Os caras eram bons, mas nem tanto.

    Venceu com trombetas e marchas de fé em torno das muralhas.
    Israel é um caso engraçado para os historiadores do futuro. Inviável a longo prazo,
    Especulação bobagenta. As mesmas forças que permitiram a instalação de Israel seguem tão ou mais peresentes para a continuidade do mesmo.

    URSS...
  • PugII escreveu: »
    Israel é um caso engraçado para os historiadores do futuro. Inviável a longo prazo, mas persiste com imensa firmeza.
    Haja paz e quiçá poderá mesmo ficar por ali.

    O Estado de israel vai fazer 73 anos no mês que vem.
    Mais um ano e o país que os inimigos juraram lançar ao mar terá existido por mais tempo que a União Soviética.
    Que o Lar Nacional Judeu persevere firme e principalmente forte pelos séculos por vir.
  • editado April 2021
    Acauan escreveu: »
    PugII escreveu: »
    Israel é um caso engraçado para os historiadores do futuro. Inviável a longo prazo, mas persiste com imensa firmeza.
    Haja paz e quiçá poderá mesmo ficar por ali.

    O Estado de israel vai fazer 73 anos no mês que vem.
    Mais um ano e o país que os inimigos juraram lançar ao mar terá existido por mais tempo que a União Soviética.
    Que o Lar Nacional Judeu persevere firme e principalmente forte pelos séculos por vir.

    Amém.

    Mudou tanta coisa, que nesta altura é cada vez mais uma boa solução. Judeus com uma longa história, merecem um Estado. O facto de ter sido obtido de uma forma dúbia, não o inválida.

    Já referi ser pela opção um único Estado. Árabes (alguns) tardam em perceber a realidade e as melhores opções que têm á sua disposição.

    O problema do apartheid vai resolver-se, quer palestinianos queiram ou não. Isto é, podiam ter tido uma palavra a dizer...
  • Acauan escreveu: »
    PugII escreveu: »
    Israel é um caso engraçado para os historiadores do futuro. Inviável a longo prazo, mas persiste com imensa firmeza.
    Haja paz e quiçá poderá mesmo ficar por ali.

    O Estado de israel vai fazer 73 anos no mês que vem.
    Mais um ano e o país que os inimigos juraram lançar ao mar terá existido por mais tempo que a União Soviética.
    Que o Lar Nacional Judeu persevere firme e principalmente forte pelos séculos por vir.

    Num sentido de comunidade étnica (com os judeus já sionistas imigrando para lá) e mesmo com o embrião do exercito ("grupos terroristas judeus" e coisas do tipo) Israel já tem 128 anos, e já fazem 118 anos do primeiro kibbutz e da criação de Telaviv e también mais ou menos o mesmo tempo da primeira criança judia com o hebraíco como língua natal depois de milênios sem isso.
  • editado May 16
    O que diferencia Israel de seus vizinhos.
    Economia criativa - Necessidade obriga Israel a inovar

    Edu Lyra 10/05/2022

    Imagine que o bairro onde você mora está cercado por bairros inimigos, com grupos armados que só aguardam uma oportunidade para atacar. Não é uma situação muito diferente daquela de algumas favelas brasileiras, territórios de disputa entre facções criminosas. Mas hoje não estou falando de favelas.

    Esse bairro tem agravantes. Fica no meio do deserto, sem acesso a terras férteis ou a reserva de água suficiente para matar a sede de todos. Além disso, a população local é pequena, incapaz de sustentar a economia apenas com base no mercado interno.

    O bairro é imaginário, mas a situação não. Essa é a realidade de Israel, de onde escrevo esta coluna. Nessas circunstâncias, o que fazer?

    Os israelenses têm a resposta. O país enfrenta há décadas esses desafios, o que lhe permite ter uma visão mais aguçada sobre a importância da inovação tecnológica. Para os israelenses, inovar é questão de sobrevivência.

    Tantas coisas surgiram ou foram aprimoradas aqui: o pen drive, o drone, a irrigação por gotejamento, a tecnologia de dessalinização da água do mar, os antivírus para computadores. O que explica essa profusão de boas ideias? É o que vim descobrir, como membro de uma comitiva de brasileiros da Associação dos Amigos da Universidade de Tel Aviv.

    A resposta passa pela noção de ecossistema criativo. O povo judeu sempre produziu lideranças fortes, de Moisés e Davi a gênios contemporâneos, como Albert Einstein, Hannah Arendt, Anne Frank, Steven Spielberg. Neste século, porém, a inovação não virá de um indivíduo, mas de vários, trabalhando em parceria. Os israelenses compreenderam que o Einstein dos nossos tempos será, na verdade, um ecossistema.

    O governo de Israel cria condições favoráveis ao surgimento desses ecossistemas, a começar pela educação de ponta oferecida à população. Políticas de incentivo ou isenção fiscal, além do investimento direto em ideias promissoras, mantêm a pista livre para a imaginação e o apetite empreendedor dos jovens israelenses.

    O resultado são os mais de 70 unicórnios do país. Só em 2020, o setor criativo atraiu cerca de US$ 9 bilhões em investimentos estrangeiros. Soluções tecnológicas criadas em Israel estão transformando nosso estilo de vida em todo o mundo — basta pensar em como o aplicativo Waze mudou nossa maneira de dirigir e nossa relação com a cidade. Com o tamanho de Sergipe, Israel compete mundialmente quando o assunto é tecnologia. Tudo o que nasce aqui nasce para ser global ou não passa da fase de testes.

    Essa pujança econômica só existe porque Israel passou a encarar a inovação como questão de sobrevivência. O Brasil, morada de judeus ilustres como Elie Horn, Luciano Huck e a família Safra, tem muito a aprender com seus irmãos israelenses. Não enfrentamos as condições políticas e ambientais do Oriente Médio, mas deveríamos tratar também a economia criativa como prioridade. É isso, afinal, que decidirá as nações que prosperarão pelas próximas décadas, num mercado cada vez mais dinâmico e digital.

    Ecossistemas criativos não ficam prontos do dia para a noite, mas podem promover saltos de desenvolvimento econômico e social. Sem isso, é quase impossível sonhar com um Brasil livre da pobreza e da desigualdade.
    https://blogs.oglobo.globo.com/opiniao/post/necessidade-obriga-israel-inovar.html
  • Uma imagem de vitória.
    Caças da Força Aérea de Israel (Zroa HaAvir VeHahalal) sobrevoando Auschwitz.
    israeli_air_force_jets_fly-over_auschwitz_concentration_camp.jpg?w=1024
  • Penta demais.
  • Fernando_Silva escreveu: »
    O que diferencia Israel de seus vizinhos.
    Economia criativa - Necessidade obriga Israel a inovar

    Edu Lyra 10/05/2022

    Imagine que o bairro onde você mora está cercado por bairros inimigos, com grupos armados que só aguardam uma oportunidade para atacar. Não é uma situação muito diferente daquela de algumas favelas brasileiras, territórios de disputa entre facções criminosas. Mas hoje não estou falando de favelas.

    Esse bairro tem agravantes. Fica no meio do deserto, sem acesso a terras férteis ou a reserva de água suficiente para matar a sede de todos. Além disso, a população local é pequena, incapaz de sustentar a economia apenas com base no mercado interno.

    O bairro é imaginário, mas a situação não. Essa é a realidade de Israel, de onde escrevo esta coluna. Nessas circunstâncias, o que fazer?

    Os israelenses têm a resposta. O país enfrenta há décadas esses desafios, o que lhe permite ter uma visão mais aguçada sobre a importância da inovação tecnológica. Para os israelenses, inovar é questão de sobrevivência.

    Tantas coisas surgiram ou foram aprimoradas aqui: o pen drive, o drone, a irrigação por gotejamento, a tecnologia de dessalinização da água do mar, os antivírus para computadores. O que explica essa profusão de boas ideias? É o que vim descobrir, como membro de uma comitiva de brasileiros da Associação dos Amigos da Universidade de Tel Aviv.

    A resposta passa pela noção de ecossistema criativo. O povo judeu sempre produziu lideranças fortes, de Moisés e Davi a gênios contemporâneos, como Albert Einstein, Hannah Arendt, Anne Frank, Steven Spielberg. Neste século, porém, a inovação não virá de um indivíduo, mas de vários, trabalhando em parceria. Os israelenses compreenderam que o Einstein dos nossos tempos será, na verdade, um ecossistema.

    O governo de Israel cria condições favoráveis ao surgimento desses ecossistemas, a começar pela educação de ponta oferecida à população. Políticas de incentivo ou isenção fiscal, além do investimento direto em ideias promissoras, mantêm a pista livre para a imaginação e o apetite empreendedor dos jovens israelenses.

    O resultado são os mais de 70 unicórnios do país.
    Deve ser 70 universidades, ou algo do tipo, certo?
    Não consegui acessar o original.
    Só em 2020, o setor criativo atraiu cerca de US$ 9 bilhões em investimentos estrangeiros. Soluções tecnológicas criadas em Israel estão transformando nosso estilo de vida em todo o mundo — basta pensar em como o aplicativo Waze mudou nossa maneira de dirigir e nossa relação com a cidade. Com o tamanho de Sergipe, Israel compete mundialmente quando o assunto é tecnologia. Tudo o que nasce aqui nasce para ser global ou não passa da fase de testes.

    Essa pujança econômica só existe porque Israel passou a encarar a inovação como questão de sobrevivência. O Brasil, morada de judeus ilustres como Elie Horn, Luciano Huck e a família Safra, tem muito a aprender com seus irmãos israelenses. Não enfrentamos as condições políticas e ambientais do Oriente Médio, mas deveríamos tratar também a economia criativa como prioridade. É isso, afinal, que decidirá as nações que prosperarão pelas próximas décadas, num mercado cada vez mais dinâmico e digital.

    Ecossistemas criativos não ficam prontos do dia para a noite, mas podem promover saltos de desenvolvimento econômico e social. Sem isso, é quase impossível sonhar com um Brasil livre da pobreza e da desigualdade.
    https://blogs.oglobo.globo.com/opiniao/post/necessidade-obriga-israel-inovar.html[/quote]

  • Percival escreveu: »
    Acauan escreveu: »
    Percival escreveu: »
    Lutar contra Israel é perda de tempo.

    Entendi que é um personagem fake tirando sarro, mas sabe como é, tem maluco prá tudo na Internet.
    Israel venceu a Guerra dos Seis dias com 100 - 150 homens???
    Os caras eram bons, mas nem tanto.

    Não sei, me parece um cara bem doido. Tá cheio de figuras assim.

    Meu tio dizia: "Você pode ser tão bom quanto um judeu, mas, melhor não..."

  • Democracia - Israel e os direitos LGBT, a verdade seja dita

    Por Bruno Bimbi 19/06/2022

    Em reportagem publicada na segunda-feira, O GLOBO noticia uma teoria conspiratória contra Israel: o pinkwashing. Em resumo: os judeus fundaram um país que respeita os gays numa região onde nos prendem, dão chicotadas, apedrejam ou enforcam, mas a aparente bondade é propaganda e esconde maldades contra os palestinos. Na “lavagem rosa”, somos o detergente. Os judeus são tão maus que, se fizerem algo bom, é por um motivo ruim.

    A teoria do pinkwashing está na cartilha do movimento antissemita BDS, que promove boicote a Israel, assedia professores em eventos acadêmicos e difama artistas e políticos que visitam o país. Serve para deslegitimar os direitos LGBT em Israel e justificar o silêncio sobre os estarrecedores crimes contra nós em países árabes e islâmicos.

    A reportagem diz que a parada gay de Tel Aviv é a maior do Oriente Médio. Na verdade, é a única permitida. No Irã, no Catar, na Arábia Saudita, no Iêmen e nos Emirados, as relações homossexuais podem ser punidas com a morte. Na Síria, no Iraque e noutros países da região, com o cárcere. No Egito, os gays são submetidos a exames anais. Parada gay? Só em Beirute, mas os organizadores são perseguidos. Imagina portar uma bandeira do arco-íris em Teerã, onde as mulheres são obrigadas a usar véu.

    Em Tel Aviv, na semana passada, a parada LGBT reuniu quase 200 mil pessoas. Até o vice-primeiro-ministro, Yair Lapid, que defende o casamento gay, foi.

    Um professor de estudos árabes disse ao GLOBO que há uma “narrativa” para “posicionar” Israel como a única democracia do Oriente Médio. Não é narrativa, mas fato. Onde mais há eleições livres e liberdade de expressão? Onde as mulheres têm direitos iguais? Onde é possível praticar qualquer religião ou ser ateu? Onde este jornal poderia ser publicado, e as novelas da TV Globo não sofreriam censura?

    Israel não é o paraíso dos gays, mas leva nota 4 numa escala de 1 a 5 — em que os países que nos enforcam têm 1, e outros com as leis mais avançadas 5. As relações homossexuais deixaram de ser ilegais em 1988, mas a lei contra a “sodomia” dos britânicos já não se aplicava desde 1963. A discriminação não é permitida, os casais do mesmo sexo são reconhecidos e têm direito a herança, adoção etc. As pessoas trans podem mudar de nome e sexo e fazer cirurgia pelo sistema público de saúde. As pessoas LGBT podem servir o Exército. As “terapias” de conversão são proibidas. O atual ministro da Saúde, Nitzan Horowitz, que as proibiu, é gay assumido. Falta o casamento civil, mas a maioria da população, segundo as pesquisas, quer mudar isso.

    Essas conquistas de direitos, impossíveis em países onde um ditador ou um comitê de clérigos decide o que se pode dizer, ler, ver, ouvir, saber, pensar e até fazer na cama, existem porque Israel é uma democracia. Não nasceram de uma conspiração, mas da luta social e política, num país fundado por judeus que escaparam dos pogroms russos, do antissemitismo europeu e de Hitler. Faz sentido que apoiem outras minorias. O movimento sionista, criado em 1897 para estabelecer uma pátria judaica, reconheceu desde o início o voto feminino. Israel tem aborto legal desde 1977 e já descriminalizou o consumo de maconha. Há críticos e defensores desse país tão complexo que pouco sabem sobre ele.

    A teoria do pinkwashing é antissemita: aplica ao Estado judeu critérios que não aplica a nenhum outro. Também é homofóbica: silencia a luta do movimento LGBT israelense, desvaloriza nossos direitos e quer calar a boca de ativistas que denunciam os crimes cometidos contra nós no Oriente Médio.

    Inclusive em Gaza, onde os gays podem ser executados pelo Hamas por “depravação” ou acusados de trabalhar para Israel. Os palestinos perseguidos por sua orientação sexual não merecem a solidariedade dos que dizem defender a causa palestina? Por que os deixam tão sozinhos?

    *Jornalista e escritor, é assessor político da StandWithUs Brasil e escreveu os livros “Casamento igualitário” e “O fim do armário”
    https://blogs.oglobo.globo.com/opiniao/post/israel-e-os-direitos-lgbt-verdade-seja-dita.html
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