Brasil e Venezuela

Comentários

  • E o que que o umbigo tem a ver com as calças? Hein Folha de São paulo? Esses caras não sossegam, tá doido.
  • editado February 23
    O Maduro botou um general na presidência da PDVSA e ela quebrou.
    Um país com uma das maiores reservas de petróleo do mundo tem agora que importar gasolina e diesel.

    O PT fez a dívida da Petrobras chegar a uns 500 bilhões com populismo, corrupção e idiotices como botar o sindicato para tomar conta do RH. A partir do governo Temer, ela começou a se recuperar, mas parece que vai começar tudo de novo.

    Combustível tem que custar o que for preciso. Populismos não se aplicam.
  • Fernando_Silva escreveu: »
    O PT fez a dívida da Petrobras chegar a uns 500 bilhões com populismo, corrupção e idiotices como botar o sindicato para tomar conta do RH. A partir do governo Temer, ela começou a se recuperar, mas parece que vai começar tudo de novo.

    E o Oscar vai para quem conseguiu quebrar uma empresa monopolista de petróleo.
  • Como escreveu o economista Gustavo Franco: “Boa tarde, Venezuela”. Bolsonaro e Hugo Chávez assemelharam-se na largada. Ambos foram militares indisciplinados, ambos mantiveram relações agrestes com as instituições e ambos encantaram-se com o apoio de modalidades milicianas. Se Chávez foi para a esquerda, esse oportunismo vem a ser irrelevante. Nos dois casos, a mola propulsora era a busca e a manutenção do poder.

    Elio Gaspari - 24/02/2021
    https://oglobo.globo.com/opiniao/a-radioatividade-do-capitao-24895632
  • Um artigo sobre a baixa eficiência das estatais de petróleo.
    Monopólio do petróleo

    Mais Estado, menos barris 03/06/2021

    Intervenções fazem parte da história do petróleo na América Latina. Em 1922, o General Mosconi assumiu a argentina YPF. Defendia o monopólio e influenciou outros países.

    O México logo estatizou. Agora, a produção vem caindo. Baixou de 3,5 milhões de barris por dia para 1,7 milhão. Mesmo assim, a abertura da década passada está sendo revertida. A Bolívia criou a YPFB. Décadas depois nacionalizou a Gulf. Em 2006, renegociou contratos de empresas como a Petrobras. As medidas não produziram bons resultados. As reservas despencaram, e há dificuldade em manter as exportações. A Colômbia fundou a Ecopetrol e reverteu concessões. Em 1970, a produção era de 200 mil barris. Subiu para 1 milhão com a criação do órgão regulador e a abertura do capital da estatal. O Equador estabeleceu a Cepe, depois Petroecuador. Chegou a fazer parte da Opep, mas a produção estagnou. A Venezuela nacionalizou em 1976. A extração caiu de 3,5 milhões para 1,5 milhão de barris. Voltou a crescer quando atraiu empresas para investir. Veio a intervenção bolivariana. A produção despencou para menos de meio milhão. A Argentina abriu nos anos 1990. A YPF foi privatizada. A produção dobrou, chegando a 900 mil barris. A partir de 2001, o ambiente mudou. A empresa acabou reestatizada. A extração caiu para 450 mil barris.

    A Petrobras e o monopólio resultaram da campanha “o petróleo é nosso”. Em 1979, a produção não batia 200 mil barris. A internacionalização da estatal e os contratos de risco possibilitaram a modernização e as descobertas que levaram o volume a 1 milhão de barris. O fim do monopólio e os leilões abriram caminho para a entrada de capitais e para o advento do pré-sal. As políticas adotadas em seguida conduziram à crise, quando o preço caiu. Investimentos e a extração nas bacias maduras despencaram. Novas medidas permitiram a retomada. A produção superou 3 milhões de barris em 2020.

    Os exemplos mostram que intervenções estatais geralmente causaram queda na produção. Quando as atividades se davam em poços rasos, em terra, os efeitos eram mais tênues ou lentos. O quadro se alterou quando as operações passaram a demandar mais capital e tecnologia.

    A Agência Internacional de Energia divulgou um cenário segundo o qual não haveria necessidade de novos projetos de óleo e gás. É mais um indício de que a disputa por investimentos será cada vez mais acirrada. Como há quem continue defendendo o domínio estatal no setor, é preciso recordar que a politização do petróleo gerou mais perdas que benefícios. Raramente trouxe os resultados prometidos. Além de privilégios, produziu dividendos políticos efêmeros e duvidosos, seguidos de desajustes estruturais, jamais soluções duradouras.

    Com a transição energética, os hidrocarbonetos perderão relevância. Para se beneficiar da janela de oportunidade e extraí-los, o país deve superar essa discussão e atrair mais investimentos. Logo, ou o petróleo, como no antigo slogan, continuará eternamente nosso, abandonado nas entranhas do subsolo.

    Décio Oddone - Engenheiro, é CEO da Enauta e foi diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo
    https://blogs.oglobo.globo.com/opiniao/post/mais-estado-menos-barris.html
  • Tudo isso pra falar que a Petrobrás na gestão Bolsonaro deu lucro de quase 60 bilhões?

    Tem boca não, fechado com Bolsonaro até 2026 e quem não gostar a Argentina está logo ali... não precisa ficar na inveja.
  • Que inveja ter um presidente!
  • Fernando_Silva escreveu: »
    O Maduro botou um general na presidência da PDVSA e ela quebrou.
    Um país com uma das maiores reservas de petróleo do mundo tem agora que importar gasolina e diesel.

    O PT fez a dívida da Petrobras chegar a uns 500 bilhões com populismo, corrupção e idiotices como botar o sindicato para tomar conta do RH. A partir do governo Temer, ela começou a se recuperar, mas parece que vai começar tudo de novo.

    Combustível tem que custar o que for preciso. Populismos não se aplicam.

    Concordo! O preço do petróleo é determinado pelo mercado INTERNACIONAL. Se o barril subiu lá fora, que o preço dos derivados do petróleo suba aqui dentro também. Preço de combustíveis deve seguir a lógica do mercado, e não motivações político-eleitoreiras.
  • Não entendo disto, mas parece que um país que produz petróleo suficiente para o consumo interno pode controlar o preço da gasolina e gás sem as altas, quase diárias. A economia agradece.
  • editado June 8
    patolino escreveu: »
    Não entendo disto, mas parece que um país que produz petróleo suficiente para o consumo interno pode controlar o preço da gasolina e gás sem as altas, quase diárias. A economia agradece.

    Depende de fatores.
    No caso do Brasil, o país importou aproximadamente 1,5 milhão de toneladas de gasolina a mais do que exportou em 2019, o que implica que autosuficiência em petróleo cru não significa o mesmo quanto aos derivados.
    A Petrobrás tem problemas para suprir a demanda, tanto pela capacidade instalada e idade das refinarias, quanto pela qualidade do petróleo das bacias oceânicas brasileiras, nem sempre a ideal para o refino.
    Operar nos preços internacionais nivela importação, exportação e mercado interno.
  • editado June 8
    Acauan escreveu: »
    patolino escreveu: »
    Não entendo disto, mas parece que um país que produz petróleo suficiente para o consumo interno pode controlar o preço da gasolina e gás sem as altas, quase diárias. A economia agradece.

    Depende de fatores.
    No caso do Brasil, o país importou aproximadamente 1,5 milhão de toneladas de gasolina a mais do que exportou em 2019, o que implica que autosuficiência em petróleo cru não significa o mesmo quanto aos derivados.
    A Petrobrás tem problemas para suprir a demanda, tanto pela capacidade instalada e idade das refinarias, quanto pela qualidade do petróleo das bacias oceânicas brasileiras, nem sempre a ideal para o refino.
    Operar nos preços internacionais nivela importação, exportação e mercado interno.

    Ok; bem explicado, pois se fosse apenas problema da capacidade instalada para o refino bastaria investimento. Mas vc menciona também a qualidade do petroleo das bacias oceânicas.
  • Pois é... O petróleo mais comum nas nossas bacias é do tipo grosso, bom pra petroquímica, mas péssimo para obtenção de combustíveis. O PT gastou 40 bilhões com aquela Abreu e Lima, que refinaria este tipo de petróleo, numa parceria com o Chávez, mas este deu pra trás e a necessária corrupção deixou a refinaria inacabada e que pelo que já se gastou, nunca vai se pagar. E só pra lembrar, recentemente o Bozo anunciou que o Tesouro estava pagando 1,5 ao BNDES como reposição pelo dinheiro que o PT gastou nas obras em países do Foro de São Paulo... E o Vitor Moura (lembram dele) fica insistindo comigo que essas obras não deram prejuízo, pois o seguro pagou o rombo...
  • editado June 9
    Botânico escreveu: »
    E só pra lembrar, recentemente o Bozo anunciou que o Tesouro estava pagando 1,5 ao BNDES como reposição pelo dinheiro que o PT gastou nas obras em países do Foro de São Paulo... E o Vitor Moura (lembram dele) fica insistindo comigo que essas obras não deram prejuízo, pois o seguro pagou o rombo...
    O dinheiro saiu do país e não vai voltar. Só faria diferença se o seguro fosse pago por empresa de fora e o dinheiro retornasse ao Brasil.
  • Não é que o dinheiro saiu do país, mas foi para a empreiteira que fez as obras por lá. O governo do país que ganhou a obra deveria pagar por ela. Mas não pagou e aí? E quem for votar no PT, é bom se lembrar disso.
  • Botânico escreveu: »
    Não é que o dinheiro saiu do país, mas foi para a empreiteira que fez as obras por lá. O governo do país que ganhou a obra deveria pagar por ela. Mas não pagou e aí? E quem for votar no PT, é bom se lembrar disso.
    Se a obra ficou em outro país, então o valor dos materiais e equipamentos ficou lá. Assim como os benefícios resultantes da obra.
    Imagino que também tenham contratado mão de obra local, pago comida, hospedagem etc.
  • Faltou aí o Cristo redentor de respirador...
  • O Brasil é o único país que mantém ainda alguma natureza intacta, essa é que é a verdade.
  • Felizmente,não, Senhor. Dê uma zapeada pelos Smithsonian Channel da vida e assemelhados. Muitas florestas, areas verdes, rios, lagos. Principalmente no sudeste asiático.
  • editado July 23
    Senhor escreveu: »
    O Brasil é o único país que mantém ainda alguma natureza intacta, essa é que é a verdade.
    Começamos a destruir mais tarde. Não tivemos milhares de anos como os europeus.

    Mas estamos trabalhando duro para recuperar o tempo perdido.
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