
Religião é Veneno
Falando de Religião 2.0
Autor: Percival | Categoria: Religiões, Crenças e Mitos | Exibições: 8306 Comentários: 495


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Data da postagem: 29/07/2026, 09:39

Crentelha expulsa de avião por insistir em pregar aos gritos alega perseguição religiosa.
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Data da postagem: 02/08/2026, 08:48


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Data da postagem: 07/08/2026, 08:47

Exploração da fé
Promessa de cura espiritual mediante pagamento configura crime de estelionato
5 de agosto de 2026
A promessa de cura espiritual mediante pagamento configura a fraude exigida para caracterizar o crime de estelionato. O uso de autoridade religiosa para induzir fiéis ao erro afasta a proteção da liberdade de crença e permite a sanção penal.
Pastor prometia reconstituir dentes e órgãos, apagar cicatrizes e outros ‘milagres’
Essa foi a conclusão da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul para negar provimento ao recurso de apelação de um pastor e manter sua condenação por estelionato.
O pastor havia sido denunciado por anunciar supostas curas milagrosas em transmissões em redes sociais. O réu prometia tratamentos extraordinários como fazer dentes nascerem, reconstruir órgãos e eliminar cicatrizes.
Atraída pelas publicações, uma jovem moradora de Dourados (MS), que sofria de forte abalo emocional devido a queimaduras nas pernas, buscou atendimento. O réu, que morava em São Paulo, exigiu que a vítima custeasse sua viagem até Mato Grosso do Sul — englobando transporte, hospedagem e alimentação — em uma quantia que somou R$ 1,6 mil.
Após deslocar-se para Campo Grande, o homem promoveu cerca de 12 cultos ao longo de um mês e passou a receber ofertas em dinheiro, celulares e computadores de outros fiéis na igreja. Durante as reuniões, a vítima foi submetida a constrangimento ao ter que expor a marca de sua pele perante o público presente.
Como as curas anunciadas não surtiram efeito, a mulher questionou o pastor, que parou de responder às suas mensagens. O prejuízo afetou também o primo da jovem, à época com 11 anos de idade, que entregou todas as suas economias de R$ 100 em nome da promessa de cura. Com isso, a moradora procurou a polícia e o pastor acabou denunciado pelo Ministério Público.
https://conjur.com.br/2026-ago-05/promessa-de-cura-espiritual-mediante-pagamento-configura-crime-de-estelionato/
Promessa de cura espiritual mediante pagamento configura crime de estelionato
5 de agosto de 2026
A promessa de cura espiritual mediante pagamento configura a fraude exigida para caracterizar o crime de estelionato. O uso de autoridade religiosa para induzir fiéis ao erro afasta a proteção da liberdade de crença e permite a sanção penal.
Pastor prometia reconstituir dentes e órgãos, apagar cicatrizes e outros ‘milagres’
Essa foi a conclusão da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul para negar provimento ao recurso de apelação de um pastor e manter sua condenação por estelionato.
O pastor havia sido denunciado por anunciar supostas curas milagrosas em transmissões em redes sociais. O réu prometia tratamentos extraordinários como fazer dentes nascerem, reconstruir órgãos e eliminar cicatrizes.
Atraída pelas publicações, uma jovem moradora de Dourados (MS), que sofria de forte abalo emocional devido a queimaduras nas pernas, buscou atendimento. O réu, que morava em São Paulo, exigiu que a vítima custeasse sua viagem até Mato Grosso do Sul — englobando transporte, hospedagem e alimentação — em uma quantia que somou R$ 1,6 mil.
Após deslocar-se para Campo Grande, o homem promoveu cerca de 12 cultos ao longo de um mês e passou a receber ofertas em dinheiro, celulares e computadores de outros fiéis na igreja. Durante as reuniões, a vítima foi submetida a constrangimento ao ter que expor a marca de sua pele perante o público presente.
Como as curas anunciadas não surtiram efeito, a mulher questionou o pastor, que parou de responder às suas mensagens. O prejuízo afetou também o primo da jovem, à época com 11 anos de idade, que entregou todas as suas economias de R$ 100 em nome da promessa de cura. Com isso, a moradora procurou a polícia e o pastor acabou denunciado pelo Ministério Público.
https://conjur.com.br/2026-ago-05/promessa-de-cura-espiritual-mediante-pagamento-configura-crime-de-estelionato/
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Data da postagem: 07/08/2026, 08:48

Líder religioso é preso por manter fiéis como "escravos sexuais"
Condenado por abusos cometidos durante cerca de dez anos, homem convencia vítimas de que relações trariam "benefícios espirituais
Cadu Barbosa 06/08/2026
Líder religioso condenado por violação sexual
A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu um líder religioso condenado por abusar sexualmente frequentadores do seu centro espírita ao longo de cerca de dez anos. A prisão, ocorreu em Jacarepaguá por agentes da 32ª DP (Taquara), na Zona Oeste do Rio de Janeiro e o homem foi identificado como Leonardo Campello Ribeiro.
Segundo os policiais, o homem foi localizado enquanto caminhava pela região onde morava e não ofereceu resistência no momento em que foi abordado e preso.
Ainda de acordo com a Polícia Civil, havia contra ele um mandado de prisão por violação sexual mediante a fraude em série. As investigações apontam que Leonardo usada da posição de liderança religiosa do centro espírita que comandava para convencer tanto homens quanto mulheres a praticarem atos sexuais sob o argumento de que isso proporcionaria "benefícios espirituais".
Os crimes aconteciam no próprio centro espírita, que é localizado na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio. O local, era administrato por Leonardo ao lado de Marcelo Antonio Marques Prazeres, preso em março deste ano também acusado de participar dos abusos.
Conforme a investigação da Polícia Civil, os dois manipulavam psicologicamente as vítimas falando para as mulheres a manter celibato e evitar relações com os próprios maridos, enquanto eram convencidas a manter relações sexuais com os líderes do centro.
Para a Polícia Civil, os frequentadores eram submetidos a uma condição de exploração e transformados em "escravos sexuais".
Vítimas também eram exploradas financeiramente
Além dos abusos sexuais, as investigações também apontaram que a dupla explorava financeiramente os fiéis.
As doações recebidas para o centro religioso, segundo a polícia, eram utilizadas desviados e utilizados em benefício próprio, incluindo viagens internacionais e outras despesas pessoais.
Outro ponto destacado pela apuração da Polícia Civil é que Leonardo, além de líder religioso, se apresentava como psicólogo, apesar de não possuir formação na área.
https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/rj/2026-08-06/lider-religioso-preso-manter-fieis-como-escravos-sexuais-rio-de-janeiro.html
Condenado por abusos cometidos durante cerca de dez anos, homem convencia vítimas de que relações trariam "benefícios espirituais
Cadu Barbosa 06/08/2026
Líder religioso condenado por violação sexual
A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu um líder religioso condenado por abusar sexualmente frequentadores do seu centro espírita ao longo de cerca de dez anos. A prisão, ocorreu em Jacarepaguá por agentes da 32ª DP (Taquara), na Zona Oeste do Rio de Janeiro e o homem foi identificado como Leonardo Campello Ribeiro.
Segundo os policiais, o homem foi localizado enquanto caminhava pela região onde morava e não ofereceu resistência no momento em que foi abordado e preso.
Ainda de acordo com a Polícia Civil, havia contra ele um mandado de prisão por violação sexual mediante a fraude em série. As investigações apontam que Leonardo usada da posição de liderança religiosa do centro espírita que comandava para convencer tanto homens quanto mulheres a praticarem atos sexuais sob o argumento de que isso proporcionaria "benefícios espirituais".
Os crimes aconteciam no próprio centro espírita, que é localizado na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio. O local, era administrato por Leonardo ao lado de Marcelo Antonio Marques Prazeres, preso em março deste ano também acusado de participar dos abusos.
Conforme a investigação da Polícia Civil, os dois manipulavam psicologicamente as vítimas falando para as mulheres a manter celibato e evitar relações com os próprios maridos, enquanto eram convencidas a manter relações sexuais com os líderes do centro.
Para a Polícia Civil, os frequentadores eram submetidos a uma condição de exploração e transformados em "escravos sexuais".
Vítimas também eram exploradas financeiramente
Além dos abusos sexuais, as investigações também apontaram que a dupla explorava financeiramente os fiéis.
As doações recebidas para o centro religioso, segundo a polícia, eram utilizadas desviados e utilizados em benefício próprio, incluindo viagens internacionais e outras despesas pessoais.
Outro ponto destacado pela apuração da Polícia Civil é que Leonardo, além de líder religioso, se apresentava como psicólogo, apesar de não possuir formação na área.
https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/rj/2026-08-06/lider-religioso-preso-manter-fieis-como-escravos-sexuais-rio-de-janeiro.html
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Data da postagem: 07/08/2026, 08:50


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Data da postagem: 12/08/2026, 08:58

Fernando_SilvaTem uma diferença fundamental entre isso e o abuso estatal, quem paga o dízimo faz isso porque quer, nós pagamos as férias da Janja, e muito mais do que 10%, querendo ou não.
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Data da postagem: 13/08/2026, 13:40

CameronTem uma diferença fundamental entre isso e o abuso estatal, quem paga o dízimo faz isso porque quer, nós pagamos as férias da Janja, e muito mais do que 10%, querendo ou não.
Fernando_Silva
Exatamente.
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Data da postagem: 13/08/2026, 16:22
Criticar Maafais e Macedos nunca foi tabu no Brasil. Já criticar políticos e ter a certeza de que são todos bandidos deixou de ser uma percepção popular comum externada em qualquer mesa de bar e passou a significar risco de processo e cadeia, e se você for um empresário, uma avalanche de vistorias, multas e acusações de toda sorte.
Sonho com o dia em que Malafaia e seus pares voltem a ser o maior de nossos problemas.
Sonho com o dia em que Malafaia e seus pares voltem a ser o maior de nossos problemas.
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Data da postagem: 13/08/2026, 16:23

Judas
Sonho com o dia em que Malafaia e seus pares voltem a ser o maior de nossos problemas.
Amém, Judas.
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Data da postagem: 14/08/2026, 10:22