Pessoal, nunca, nunca, nunca em hipótese alguma votem no MBL. Eles se dizem liberais, mas são capazes da coisa mais nojenta e abjeta: zombar justamente de quem empreende e rala todos os dias para dar dignidade à própria família.
Exemplo real: a Priscila Marçal, uma mãe de família que começou vendendo pudins, montou uma cozinha organizada com muito esforço (algo que pode custar de R$30 a R$100 mil em equipamentos), carregou caixas pesadas de encomendas, construiu sua vida honestamente e ainda decidiu compartilhar seu conhecimento em um curso para quem quisesse também aprender a faturar de R$200 a R$500 por semana.
E o que o MBL fez? Ridicularizou. Zombaram do “Quero viver de pudim”, como se fosse uma piada.
Enquanto isso, eles mesmos:
- Já gastaram meio milhão em autopromoção com dinheiro do fundão eleitoral;
- Têm parentes inteiros dentro da estrutura do movimento mamando em cargos;
- O irmão de um deles embolsou quase R$100 mil para fazer dois clipes patéticos;
- E vivem de doações e cursos rasos, vendendo três livrinhos por R$500.
E o que é mais honesto? Uma mãe que faz pudim para sustentar os filhos ou um bando de “mendigos digitais” que vivem de sugar dinheiro público e iludir seguidores?
O MBL não é liberal. É um antro de podridão, de gente que ri do pequeno empreendedor, mas se lambuza com a mamata do sistema que diz combater.
Cada pudim da Priscila carrega mais valor, dignidade e contribuição para o Brasil do que todos os vídeos, cursos e narrativas mentirosas que o MBL já produziu em sua existência.