Religião é Veneno
Sim, é possível ganhar a mesma coisa trabalhando menos, mas não com o fim da jornada 6x1
Autor: Volpiceli | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Visualizações: 4877 Comentários: 8
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Volpiceli
2024-Novembro-14
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Cinzu
2024-Novembro-15
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Penso que a discussão é válida, mas ainda longe da realidade brasileira.
Há estudos que mostram que o rendimento do trabalhador cai consideravelmente com cargas horárias exageradas. E algumas empresas até adotam políticas de não fazer hora extra.
Mas, cada setor tem as suas particularidades. Essa é uma mudança que deve partir das próprias empresas conforme o mercado se desenvolve, e não de forma forçada pelo governo.
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Percival
2024-Novembro-15
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Sim, faça home office e largue a CLT. Pode se até ganhar em dólar. 
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Federosvsky
2024-Novembro-15
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por mim mete logo essa semana de 32 horas e pau na máquina, parafraseando Raimundos eu quero mais é ver o oco

pingão suando frio pra não vetar uma lei que quebra a economia
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Fernando_Silva
2024-Novembro-15
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No longo prazo, a economia vai se adaptar, mas, até lá, haverá falências e demissões.
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Federosvsky
2024-Novembro-15
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claro, as economias  com alta intervenção estatal bombaram nos anos subsequentes.
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Fernando_Silva
2024-Novembro-16
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Federosvsky

claro, as economias  com alta intervenção estatal bombaram nos anos subsequentes.
"Adaptar-se" não significa, neste caso, "voltar ao que era antes e sim "atingir novo ponto de estabilidade". Pode ser melhor ou pior.

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Fernando_Silva
2025-Julho-22
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Redução da jornada de trabalho é erro

É perigoso contar com ganhos de produtividade antes de gerá-los. A França perdeu essa aposta e ainda busca uma saída

Por Patrick Martin  22/07/2025


Durante visita à França em junho, o presidente Lula apresentou aos empresários franceses, reunidos pela maior entidade empresarial francesa — o Mouvement des Entreprises de France (Medef) —, reformas para levar o Brasil da décima para a sexta posição na economia mundial. As empresas da França, país que ocupa o terceiro lugar no ranking de investidores no Brasil, só podem apoiar esse programa ambicioso. Mas outra reforma parece estar em preparação: a redução da jornada de trabalho. Como representante do empresariado francês, falo por experiência própria: não cometam esse erro!

Na França, o tema ganhou destaque nas eleições legislativas de 1997. O slogan das 35 horas semanais partia de uma constatação real: o trabalho tende a diminuir com o aumento da produtividade. Mas é o aumento da produtividade que permite a redução da jornada, e não o contrário. Esse slogan populista influenciou o voto dos franceses.

Assim como talvez ocorra no Brasil, alguns economistas e setores, especialmente o de lazer, apoiaram a medida. Lembro-me até da Alemanha, que comemorava discretamente esse erro francês. Vocês também devem ter economistas, empresários e vizinhos comemorando antecipadamente. Mas, na prática, o que aconteceu depois que a medida foi implementada na França?

Primeiro, o custo por hora trabalhada aumentou 10% (pagavam 35 horas como se fossem 39, a duração legal anterior), e a produção caiu proporcionalmente. Com isso, o Estado precisou ajudar as empresas com € 10 bilhões anuais desde 2002, valor que ultrapassa € 20 bilhões hoje.

Depois, milhares de empresas e serviços públicos ficaram desorganizados. Profissionais da saúde se queixam regularmente das 35 horas, da degradação dos serviços, da perda de eficiência e autonomia. Isso afeta também indústria, comércio, serviços e construção.

Terceira consequência: a redução sem corte salarial desequilibrou a balança comercial. A competitividade caiu, houve perda de mercado e desindustrialização, enquanto a Alemanha, nosso principal parceiro e concorrente, adotava uma política completamente oposta de contenção dos custos salariais.

Quarta consequência: com jornada reduzida e custo maior, as empresas pressionaram por produtividade onde ela era limitada, gerando mais cobrança sobre os trabalhadores, escalas otimizadas com menos pausas, tarefas múltiplas e horários inflexíveis.

Hoje a França tem a terceira menor carga horária da Europa, taxa de emprego baixa e desemprego alto. Segundo o Rexecode, um instituto de estudos econômicos privado francês, em 1980 o PIB per capita era equivalente ao dos Estados Unidos; hoje está 45% abaixo. E os mais afetados foram justamente os trabalhadores, principalmente os mais pobres.

Reduzir a jornada, seja pelas 35 horas, seja pela semana de quatro dias, não é só risco econômico: é renunciar ao crescimento, emprego, poder de compra e financiamento da segurança social.

Qual a lição? É perigoso contar com ganhos de produtividade antes de gerá-los. A França perdeu essa aposta e ainda busca uma saída.

Valorizem nossa qualidade empresarial, mas não incluam a redução da jornada entre nossos pontos fortes. Vinte anos depois da adoção das 35 horas, nenhum país europeu seguiu esse caminho. Façam como eles, não como nós.

*Patrick Martin é presidente do Medef

https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2025/07/reducao-da-jornada-de-trabalho-e-erro.ghtml
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O ENCOSTO
2025-Julho-22
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Se você ganha 1 salario mínimo trabalhando 6x1 e tem filhos, é possivel trabalhar  0 x 7 ganhando praticamente a mesma coisa ou até mais. 
https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2024/09/11/bolsa-familia-vale-gas-quais-sao-os-beneficios-distribuidos-pelo-governo.htm
São R$ 600, podendo ter acréscimos:

R$ 150 por criança entre 0 e 6 anos (Benefício Primeira Infância)
R$ 50 por gestantes, crianças e adolescentes de 7 a 18 anos (Benefício Variável Familiar)
R$ 142 por integrante da família (Benefício Renda de Cidadania)
Vale-Gás
Apoio financeiro para famílias de baixa renda comprarem gás de cozinha.

Voltado para famílias inscritas no CadÚnico (Cadastro Único) que têm renda familiar mensal menor ou igual a meio salário-mínimo por pessoa.

O valor atual é de R$ 102, e é feito a cada dois meses…
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