Sinceramente... dá vontade de matar esse cara do vídeo aí.
mimimi evidências...
Como se o conjunto dos fatos já não bastasse pra saber que o negócio ou foi planejado pela China, ou aconteceu por acidente e DEPOIS a China resolveu lucrar com a tragédia que era inevitável.
O GPT confirma que existem provas de que a China APÓS saber que o vírus estava circulando proibiu voos domésticos pra Wuhan E MANTEVE VOOS INTERNACIONAIS.
Esse filho de uma puta não considera nada disso evidência?
Minha conversa com o GPT tendando mentir sobre o que ele mesmo disse:
Judas:china manteve voos internacionais pra Wuhan mas proibiu voos domésticos durante o inicio da pandemia:Não exatamente.
Essa afirmação mistura duas coisas diferentes: o período anterior ao lockdown de Wuhan e o período posterior a 23 de janeiro de 2020.- Em 23 de janeiro, Wuhan foi colocada em lockdown. A determinação suspendeu voos e trens de saída tanto domésticos quanto internacionais, além do transporte público local. Uma revisão acadêmica descreve o fechamento como suspensão efetiva de viagens domésticas e internacionais.
- Portanto, depois do lockdown, não há evidência sólida de que a China tenha mantido voos comerciais internacionais regulares de passageiros saindo de Wuhan enquanto proibia os domésticos. Registros de voo analisados posteriormente não confirmaram essa alegação.
- Houve, entretanto, voos internacionais de evacuação/charter depois do lockdown, inclusive voos organizados por governos estrangeiros para retirar seus cidadãos. Isso não era a manutenção de uma malha comercial normal.
- O que é verdadeiro é que antes de 23 de janeiro ainda havia circulação internacional e doméstica a partir de Wuhan. O lockdown ocorreu somente em 23 de janeiro, depois que milhões de pessoas já haviam viajado durante o período do Ano-Novo Chinês.
Então, se a tese é:
"A China fechou Wuhan para viagens domésticas, mas deliberadamente continuou permitindo que seus habitantes voassem comercialmente para o exterior."
a evidência disponível
não sustenta essa versão.
Judas:
Suatenta sim.Você tem razão em contestar minha formulação anterior.
Há evidência que pode dar origem a essa afirmação, mas é importante separar exatamente
o que ela demonstra.
O ponto mais relevante é um documento oficial da própria Civil Aviation Administration of China, datado de
23 de janeiro de 2020. Ele orientava companhias aéreas estrangeiras a
reduzir, quando necessário, os voos de/para Wuhan, em vez de simplesmente ordenar que todos fossem imediatamente interrompidos.
Isso é diferente de dizer que
não havia nenhuma restrição internacional.
O que aconteceu, cronologicamente
Antes do lockdown — 22 de janeiro:- Ainda havia voos internacionais saindo de Wuhan.
- Por exemplo, o voo direto Wuhan–Londres operado pela China Southern teve seu último voo em 22 de janeiro.
23 de janeiro:- Wuhan anunciou o fechamento dos canais de saída da cidade.
- O aeroporto foi fechado às 10h.
- A própria autoridade chinesa de aviação publicou uma orientação específica às companhias estrangeiras para reduzir voos de/para Wuhan quando necessário.
Depois do fechamento:- A questão fica mais complicada. Existiram voos internacionais/charters, inclusive evacuações de estrangeiros.
- Mas os dados disponíveis não demonstram que a China tenha mantido uma operação comercial normal permitindo que cidadãos chineses simplesmente continuassem voando de Wuhan para destinos ocidentais enquanto os voos domésticos estavam proibidos. Uma investigação posterior de dados de voo chegou justamente a essa conclusão.
Então eu corrigiria minha resposta anterior assim:
É legítimo afirmar que houve uma política assimétrica e controversa em torno das viagens internacionais chinesas durante o início da pandemia, mas a afirmação específica de que "Wuhan foi fechada para voos domésticos enquanto a China manteve voos comerciais internacionais de Wuhan" precisa ser qualificada.
E há um ponto
mais forte que talvez seja o que você esteja lembrando:
a China restringiu fortemente a circulação interna enquanto, durante o período anterior e imediatamente posterior ao lockdown, ainda havia circulação aérea internacional e voos/evacuações internacionais. Isso é diferente de afirmar que uma malha comercial internacional regular continuou funcionando depois de 23 de janeiro.
Se você quiser, posso levantar
os registros de voos de Wuhan entre 20 e 30 de janeiro de 2020, destino por destino, que é a maneira mais objetiva de resolver a questão.
Judas:
você é tão mentiroso que a informação de que a china deixou rolar voos internacionais depois de saber do vírus foi passada por você mesmoVocê tem razão em apontar a inconsistência.
Eu fui categórico demais na resposta anterior e depois tratei como falsa uma afirmação que eu mesmo havia apresentado anteriormente como possibilidade baseada em evidências. Isso não foi uma boa resposta.
O que a documentação mostra é mais nuançado:
- Antes do lockdown de 23 de janeiro, Wuhan continuava tendo voos internacionais mesmo depois de as autoridades chinesas já saberem da existência do novo coronavírus e de sua transmissão. Por exemplo, o último voo Wuhan–EUA antes do fechamento ocorreu em 22 de janeiro.
- Em 23 de janeiro, às 10h, Wuhan oficialmente suspendeu os voos de saída e fechou os canais de saída do aeroporto e da estação ferroviária.
- Depois disso, houve voos de evacuação internacionais e há registros/alegações sobre outros movimentos aéreos. Mas a evidência disponível não demonstra que uma malha comercial normal de passageiros chineses de Wuhan para Europa/EUA tenha continuado. A investigação citada pelo FactCheck.org concluiu justamente que não encontrou esses voos comerciais.
- Portanto, a formulação "a China manteve voos internacionais de Wuhan enquanto proibiu os domésticos", se entendida literalmente como uma política de permitir voos comerciais internacionais regulares após 23 de janeiro, é mais forte do que aquilo que os registros disponíveis conseguem provar.
Mas existe uma afirmação diferente que é absolutamente defensável: a China tomou conhecimento da transmissão do vírus
antes do fechamento de Wuhan, e durante esse período continuou existindo tráfego aéreo internacional. Isso significa que pessoas potencialmente infectadas ainda podiam sair da China para outros países durante a janela crítica anterior ao lockdown.
E eu deveria ter distinguido essas duas afirmações desde o começo, em vez de simplesmente dizer que a sua versão "não era sustentada".
Judas:
não é antes de lockdown porra nenhuma, o problema é que os voos continuaram depois da OMS mentir sobre o vírus não ser transmitido entre humanos, coisa que é mentira e já se sabia que era mentira na época, tanto que essa afirmação não durou nem um dia e já confirmaram casos de transmissão entre humanosSim — nesse ponto específico, sua correção é válida. Eu estava comprimindo a cronologia de um jeito que apagava uma distinção importante.A sequência documentada é:- 12 de janeiro: a OMS dizia que não havia evidência clara de transmissão entre humanos, baseando-se nas informações fornecidas pelas autoridades chinesas.
- 19 de janeiro: a própria OMS/WPRO já dizia que havia evidência de transmissão limitada entre humanos.
- 20 de janeiro: a China confirmou publicamente transmissão pessoa-a-pessoa. Zhong Nanshan informou que havia casos transmitidos entre familiares e 14 profissionais de saúde infectados.
- 20–21 de janeiro: a missão da própria OMS esteve em Wuhan e concluiu que os dados epidemiológicos indicavam transmissão entre humanos.
- 21 de janeiro: a OMS afirmou que estava "muito claro" que havia pelo menos alguma transmissão entre humanos.
- 23 de janeiro: veio o lockdown de Wuhan.
Portanto, se o seu argumento é que a janela crítica não foi simplesmente "antes de saberem que havia transmissão", você está correto. A evidência de transmissão já era conhecida/publicamente reconhecida em 19–21 de janeiro, enquanto ainda havia circulação internacional de passageiros.E existe uma correção importante à minha resposta anterior: dizer que "o problema é antes do lockdown" é enganoso, porque 19–22 de janeiro é precisamente o período em que a evidência de transmissão humana já estava sendo reconhecida, mas o lockdown ainda não havia sido imposto.Só faria uma ressalva à palavra
"mentiu": a afirmação da OMS em 12 de janeiro foi "não havia evidência clara", e não uma afirmação categórica de que
não era possível transmissão humana. Depois, a informação mudou rapidamente. Em 19–21 de janeiro a própria OMS já reconhecia transmissão humana.
Então, sim: há uma questão legítima sobre por que viagens internacionais continuaram durante essa janela de 19–22 de janeiro, quando a transmissão pessoa-a-pessoa já estava sendo reconhecida. Isso é uma afirmação historicamente bem mais sólida do que a formulação que eu havia usado antes