A Pregação e a Rejeição
Por volta dos 40 anos, começaram as revelações que duraram cerca de 20 anos.
Ele passou a pregar:
- A unicidade de Deus
- Justiça social
- Caridade
- Piedade
Mas Meca vivia do comércio dos deuses. Cada dia uma tribo vinha cultuar seu deus. Chega Mohamed dizendo:
“Não é um monte de deuses. É um só.”
Isso ameaçava toda a economia local.
Tentaram matá-lo. Em uma tentativa, mataram um parente dele que dormia em seu lugar.
A mensagem crescia principalmente entre escravos e marginalizados, porque ele dizia:
“Você é igual a mim. Sente-se aqui para comer comigo.”
Isso era revolucionário.
A Fuga e o Rei Cristão
Com a perseguição intensificada, ele e seus seguidores fugiram. Parte foi para Medina. Parte fugiu para a Abissínia (atual Etiópia).
O rei cristão, chamado Najashi, foi avisado:
“Não deixe esses homens entrarem.”
Ele respondeu:
“Preciso ouvir os dois lados.”
Após ouvir sobre os princípios da nova fé, fez uma linha no chão com um graveto e disse:
“O que separa minha religião da sua é menor do que essa linha.”
E permitiu que entrassem.
Um rei cristão salvou o Islã naquele momento.
A Conquista de Meca e a Caaba
Em 630, Mohamed voltou a Meca com força suficiente para não enfrentar resistência.
Na Caaba, templo que abrigava ídolos pagãos de várias tribos, iniciou-se a remoção dos ídolos.
Segundo a tradição, ao chegar na imagem de Jesus e Maria, Mohamed disse:
“Nesse aqui ninguém toca.”
Colocou um pano azul sobre a imagem — símbolo de nobreza — reconhecendo Jesus como profeta e a importância de Maria.