Religião é Veneno
Este soldado israelense, ao chegar a um kibutz onde os moradores foram mortos pelos terroristas e suas casas destruídas, disse que já não é mais uma questão de atacar com raiva. A raiva passou. Eles estão é lutando pela sobrevivência de Israel.
https://information.tv5monde.com/les-jts/monde/ledition-du-07122023-12h30-tu
Discípuloby: Discípuloby: Judasby: DiscípuloJudas, espero que a guerra na Faixa de Gaza termine logo. Os terroristas do Hamas são criminosos, e não "combatentes da liberdade". Mesmo que eles fossem um exército regular, nada justifica o assassinato de civis desarmados, o estupro e a mutilação de mulheres e crianças. Se o Brasil fosse um país sério, condenaria os absurdos do Hamas. Só que a gente tem que lembrar que é possível ser pró palestino sem ser antissemita. Eu, por exemplo, acredito na solução de DOIS Estados (um judeu, que é Israel, e um muçulmano, que seria a Palestina). Me parece a única possibilidade de uma paz duradoura. Já os psicopatas que querem eliminar Israel do mapa, o lugar deles é num hospício de segurança máxima.Recomendo muito que dê uma olhada desde o início deste tópico porque a solução dos dois estados(que falhou miseravelmente pelo menos 5 vezes) já foi abordada por aqui.Só pra evitar copiar os argumentos de novo. Eles são na maioria do Nadasei e talvez eu e o Fernando tenhamos dito algo também.Judas, eu li os textos. É uma pena que a solução dos dois estados não funcionou. A ideia é antiga, foi a proposta original da ONU, lá em 1947. Mas, depois que Israel destruir o Hamas, será que vai ficar mais fácil retomar a discussão sobre a criação de um Estado palestino? Que outra forma de conseguir a paz no Oriente Médio? Com a mediação da ONU e dos países árabes que reconhecem Israel, talvez dê certo. O que acha?Eu vi o vídeo, e Olavo de Carvalho tem razão. Não vai ser tão fácil resolver o problema no Oriente Médio, não enquanto os psicopatas do Hamas pregarem a destruição de Israel. A proposta original da ONU, um Estado judeu e outro palestino, foi aceita pelos judeus e recusada pelos palestinos. Este povo não quer mesmo uma solução pacífica, Judas. Então, nunca haverá uma paz duradoura por aquelas bandas? Depois que Israel destruir o Hamas, outro grupo terrorista (Hezbollah?) vai tomar o poder e começar tudo de novo? Ou a comunidade internacional pode interferir e procurar uma solução diplomática, se é que ela existe?
A comunidade internacional do ponto de vista institucional é globalista e apoia os terroristas, es estupradores de crianças e até alienígenas se estes aparecerem por aqui dizendo que não gostam do Judaísmo, do Cristianismo e da democracia.
Então no que depender deles Israel só tem o direito de apanhar e nunca reagir e será assim pra sempre.
Quanto à paz.
O que seria melhor pra Israel? Viver em paz sem ter que gastar bilhões de dólares por ano só com a manutenção do Iron Dome, fora serviço secreto, forças armadas e P&D de equipamentos militares.
Ou manter esta situação o tempo todo com as pessoas em Israel preocupadas o tempo todo com sirenes tocando avisando ataques e sem poder ir ao supermercado sem saber se voltam porque pode ocorrer um ataque à faca aleatório, coisa comum por lá?
Se houver paz por ali sabe o que ocorreria?
A região ia se desenvolver, os islâmicos sob as leis da Sharia acabariam por chegar à conclusão de que a democracia é melhor e as dinastias islâmicas cairiam com o tempo.
O Irã tentou este caminho e tão logo foi possível a escória islâmica radical tomou o poder e transformou o país em uma masmorra gigante.
Não se escreve estado laico e Islã na mesma frase. NUNCA houve paz entre o Ocidente e o Islã. Estamos em guerra contra eles desde o século VII. A estratégia atual é a invasão por meio de imigração, infiltração e depois tomada de poder de dentro pra fora.
Judas,
O canal do YouTube, "Brasão de Armas", tem um vídeo destruindo os mitos sobre os muçulmanos. O professor Tiago Braga explica, com bases acadêmicas (livros, artigos etc.) que o domínio islâmico na Península Ibérica não foi democrático nem houve respeito aos direitos humanos. Que os 700 anos da Reconquista foram necessários para expulsar os muçulmanos. E foi muito criticado pelos haters. Eu vi o vídeo diversas vezes, e ele confirma o seu ponto de vista. Recomendo!
Mas, hoje, falta coragem moral para o Ocidente combater o Islã. Se não aceitarmos que nossos valores e os deles nunca serão os mesmos, estamos perdidos.
Não há necessidade de usar esses termos modernos, que evidentemente nesses termos, todo mundo sabe e sempre soube (mesmo entre os filo-islâmicos) que não era o que era nem a prática dos domínios islâmicos na península ibérica, por serem conceitos e prática alheios para aquela época, em qualquer lugar e religião, mas sim se pode dizer que o que eu acho que você quis dizer dizendo que: 1- Os domínios islâmicos na península ibérica não eram menos despóticos do que os domínios cristãos medievais, mas sim, muito pelo contrário, era MAIS despóticos. 2- Os domínios islâmicos na península ibérica não tinham menos atrocidades e agressividades estatais e religiosas do que o mundo cristão mas sim tinha MAIS delas.
DiscípuloJudas,O canal do YouTube, "Brasão de Armas", tem um vídeo destruindo os mitos sobre os muçulmanos. O professor Tiago Braga explica, com bases acadêmicas (livros, artigos etc.) que o domínio islâmico na Península Ibérica não foi democrático nem houve respeito aos direitos humanos. Que os 700 anos da Reconquista foram necessários para expulsar os muçulmanos. E foi muito criticado pelos haters. Eu vi o vídeo diversas vezes, e ele confirma o seu ponto de vista. Recomendo!Mas, hoje, falta coragem moral para o Ocidente combater o Islã. Se não aceitarmos que nossos valores e os deles nunca serão os mesmos, estamos perdidos.
Já assisti. Ele é muito bom no que faz.
Tive o trabalho de encontrar pra você. Material produzido por um de nossos melhores. Lá encontrará argumentos perguntas e respostas.
Não da pra responder por lá porque que é do acervo antigo do Fórum. Mas fique a vontade pra copiar pra cá o que achar relevante.
(texto do Acauan)
Em 732 DC, Carlos Martel derrotou o exército dos mouros de Córdoba nas proximidades de Poitiers, no coração da França.
Se os muçulmanos tivessem vencido, a civilização Ocidental amargaria seu ocaso ainda na Alta Idade Média.
Note-se que a Batalha de Poitiers ocorreu apenas cem anos após a morte de Maomé, quando os muçulmanos já haviam conquistado na ponta da espada todo o Oriente Médio, todo norte da África e a Península Ibérica.
Esta expansão se deu sem qualquer reação organizada e conjunta da Cristandade, o nome que o Ocidente se dava na época.
A primeira reação organizada e conjunta só se daria na Primeira Cruzada, mais de trezentos e cinquenta anos depois da vitória salvadora de Carlos Martel.
A Quinta e última Cruzada iniciou-se em 1217.
Trezentos e cinquenta anos depois desta última incursão cristã contra o Islã, a sobrevivência do Ocidente estava de novo por um fio, sendo salvo da invasão destruidora dos Otomanos pela vitória da Liga Santa, a coalização Ocidental, na Batalha de Lepanto.
A clareza das contas fala por si.
Trezentos e cinquenta anos antes da Primeira Cruzada o Ocidente lutava pela sua sobrevivência ameaçada pelo Islã e trezentos e cinquenta anos depois da Última Cruzada o Ocidente lutava por sua sobrevivência, ameaçada pelo Islã.
Assim como cem anos depois da morte de Maomé o Islã ja ameaçava destruir o Ocidente, mil anos depois do passamento do Profeta os muçulmanos ainda conservavam o hábito, ameaçando, de novo, invadir a Europa e submetê-la ao Império Otomano, sendo vencidos e detidos, de novo, na Batalha de Viena.
Fazendo a soma dos anos, entre Poitiers e Viena temos quase mil anos de agressões do Islã contra a civilização Ocidental, sendo que cada qual delas poderia ter posto fim ao Ocidente e seu legado, enquanto entre a Primeira e a Última Cruzada passaram-se cento e vinte anos, durante os quais em nenhum momento houve ameaça real de extinção da civilização islâmica.
Judas, texto excelente que você compartilhou. Ficou bem claro, essas batalhas Islã x Cristandade europeia seguem um padrão: o Islã sempre na ofensiva e a Cristandade na defensiva. Nem quero imaginar se o Ocidente tivesse perdido a Batalha de Lepanto, ou pior, a de Poitiers. Ficou bem claro para mim quem é o agressor nessa história - e a posição dos terroristas islâmicos de hoje ficou indefensável. Aí a gente fica imaginando, quem defende o Islã hoje ou é mal informado ou é desonesto. Assisti alguns vídeos que mostram as atrocidades do Hamas, e aquilo foi duro de ver. Já cortei relações de amizade com gente assim e não me arrependo, é difícil tolerar a hipocrisia e o relativismo moral.
Terroristas da bunda mole estão se rendendo em grandes números.
Que sejam exterminados em Israel depois de um julgamento meia boca só pra que conste que aconteceu.