
Religião é Veneno
COLHEITA MALDITA DO PT
Autor: O ENCOSTO | Categoria: Ceticismo | Exibições: 770 Comentários: 16

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Passando aqui para lembrar que o PT, o PSOL e o STF brasileiro (assim como todos aqueles que defendem a manutenção do regime de progressão de pena e/ou o fim dos manicômios judiciais) são CÚMPLICES dessa tragédia descrita abaixo:
Um serial killer que,
— Matou a esposa grávida a pauladas;
— Asfixiou a enteada de 5 anos com uma sacola;
— Estuprou ao menos cinco mulheres;
— E confessou ter matado ao todo 9 mulheres;
Foi solto esta semana pela Justiça do DF.
Mesmo condenado a 54 anos de prisão, Adaylton Neiva — o Maníaco do Novo Gama — deve continuar seu tratamento psiquiátrico no CAPS e não precisará sequer usar tornozeleira.
Este é um caso que encapsula tudo o que há de errado no sistema criminal do Brasil
O primeiro crime atribuído a Adaylton ocorreu em 2000.
Sua ex-companheira estava grávida e havia fugido da violência do Maníaco.
Ele foi atrás dela e a matou com golpes de madeira. A filha da pobre mulher saia do banho, viu sua mãe ser morta, tentou fugir, mas foi asfixiada com uma sacola.
Ambas foram enterradas numa cova rasa.
Adaylton foi preso por esse crime. E solto! No mesmo ano!
Preso por sete meses, Adaylton foi solto porque o juiz entendeu que seu julgamento estava demorando demais e a prisão preventiva não tinha justificativa.
Em liberdade, Adaylton não perdeu tempo e estuprou três mulheres.
Preso por esses crimes no DF, ele foi condenado a 9 anos de prisão em 2001. E solto em setembro de 2009 por causa da progressão de pena. E adivinhem só o que Adaylton fez assim que solto?
Ele progrediu na violência dos seus crimes.
Agora já não apenas estuprava, mas também matava. Fez isso com uma dona de casa e uma adolescente.
No despacho que liberou Adaylton, o juiz da Vara de Execuções Penais afirma que o maniácio "demonstrava disciplina e responsabilidade [...] e recebeu elogios da direção do presídio".
Ora, mas essa teatralidade, o cumprimento das regras enquanto todo mundo está vendo, não é exatamente o que se espera de psicopatas? Isso parece não ter importado na época, mas fez com que duas mulheres fossem assassinadas.
Em 2010, o delegado que o prendeu PELA TERCEIRA VEZ afirmou que Adaylton era frio e descrevia os detalhes e, se retornasse à liberdade, iria comprometer a vida de muitas pessoas.
Essa era a opinião da família da adolescente morta.
E é a opinião de qualquer pessoa sensata. Um cidadão que confessa matar nove pessoas não pode ficar em liberdade. Mas o Judiciário brasileiro não está cheio de pessoas sensatas.
Está repleto, na verdade, de pessoas que, por pura ideologia, decidiram instituir a Política Antimanicomial do Poder Judiciário brasileiro por meio do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Essa política ACABOU com todos os manicômicos judiciais do país e fez com que internar psicopatas como Adaylton — condenado a 54 anos de cadeia — só pudesse ocorrer em "hipóteses absolutamente excepcionais" (Art. 13 da Resolução Nº 487 do CNJ).
E, agora, vejam a situação em que estamos.
Um exame feito em 2023, constatou que,
"Apesar de apresentar estabilidade clínica, Adaylton demonstrava um discurso “sedutor”, “vitimizado” e “teatralizado”, buscando convencer os profissionais de que estava recuperado".
O último laudo psiquiátrico a respeito do Adaylton salientou que "não era possível garantir a cessação da periculosidade".
Entretanto, a resolução não fala nada sobre periculosidade. Ela fala apenas se o psicopata pode continuar seu tratamento no CAPS. E adivinha só? Psicopatas conseguem fingir isso muito bem.
Olhem a merda que estamos.
Por causa dessa resolução idiota, a porra do MANÍACO DA GAMA, depois de estuprar e matar um sem número dde mulheres (lembre-se, só sabemos as que ele foi pego/confessou), depois de ser preso três vezes, por fazer exatamente as mesmas coisas, depois de ser condenado a mais 50 anos de cadeia, está solto de novo!, porque o Luís Roberto Barroso, a Rosa Weber, e o Edson Fachin acham que manicômio judiciário fere os direitos humanos.
Meus caros Barroso, Rosa Weber, e Fachin, TENHAM A FIBRA MORAL DE COMPARECER AO ENTERRO DA PRÓXIMA VÍTIMA DO ADAYLTON E OLHAR NOS OLHOS DA FAMÍLIA. PORQUE ELE VAI ESTUPRAR E MATAR DE NOVO. E A CULPA É DE VOCÊS.
(Ivanildo Terceiro)
Fonte: https://x.com/ivanildoiii/status/2073061206001090645
Milagre o chmpinha estar preso ate hoje. E ele era "dimenor" quando comentei seu crime mais famoso.
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Data da postagem: 17/07/2026, 13:25

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Ninguém assume que errou.
Se é negro, diz que é racismo. Se é mulher, diz que é misoginia. Se é gay ou trans, diz que é homofobia.
Janja diz que fama de 'gastadeira' é 'exemplo de misoginia pura'
Do UOL, em São Paulo 13/07/2026
A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, afirmou que a "fama de "gastadeira" atribuída a ela nas redes sociais é "exemplo da misoginia pura" e serve para atingir o presidente Lula. A declaração ocorreu em entrevista ao Frente a Frente, do Canal UOL.
Questionada sobre críticas a viagens e cobranças por mais prestação de contas, a primeira-dama afirmou que publica a própria agenda e disse que parte da imprensa se interessa mais por "fofoca" do que por seu trabalho.
https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2026/07/13/janja-fama-de-gastadeira-e-exemplo-da-misoginia-pura.ghtm
Se é negro, diz que é racismo. Se é mulher, diz que é misoginia. Se é gay ou trans, diz que é homofobia.
Janja diz que fama de 'gastadeira' é 'exemplo de misoginia pura'
Do UOL, em São Paulo 13/07/2026
A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, afirmou que a "fama de "gastadeira" atribuída a ela nas redes sociais é "exemplo da misoginia pura" e serve para atingir o presidente Lula. A declaração ocorreu em entrevista ao Frente a Frente, do Canal UOL.
Questionada sobre críticas a viagens e cobranças por mais prestação de contas, a primeira-dama afirmou que publica a própria agenda e disse que parte da imprensa se interessa mais por "fofoca" do que por seu trabalho.
https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2026/07/13/janja-fama-de-gastadeira-e-exemplo-da-misoginia-pura.ghtm
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Data da postagem: 18/07/2026, 08:35

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Parece que até o PT bateu o martelo e em 2027 teremos a colheita. Vai entrar o grosso de uma vez só em 27.
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Data da postagem: 27/07/2026, 09:47

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Milagre o chmpinha estar preso ate hoje. E ele era "dimenor" quando comentei seu crime mais famoso.
A ironia macabra é que a atual prisão do Champinha é absolutamente ilegal.
Assim como é absolutamente ilegal a atual prisão do Chico Picadinho.
Até aí tudo bem.
O problema é, já que estabeleceram precedentes para manutenção de prisões perpétuas ilegais, que façam mais uso desse recurso.
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Data da postagem: 27/07/2026, 14:45

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A esquerdalha proíbe que se mude a narrativa de que toda a mestiçagem no Brasil é fruto de estupro.
Não aceita a ideia de que casais de brancos e negros tenham se formado sem violência porque isto esvazia sua causa antirracista.
Mary del Priore comenta ataques por livro sobre mestiçagem: 'É gravíssimo. Meus colegas se queixam disso o tempo todo'
Historiadora foi escoltada na Bienal Internacional do Livro de São Paulo; acadêmicos relatam medo de agressões nas redes: 'Há muito assédio moral'
Por Ruan de Sousa Gabriel — São Paulo 16/09/2026
Os ataques começaram no fim de agosto, quando a historiadora Mary Del Priore anunciou o lançamento de “Histórias das mestiçagens no Brasil”, que ela organizou ao lado de Gian Melo, professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), para a editora da Unesp (Universidade Estadual Paulista). Eram xingamentos (alguns de caráter misógino), “uma torrente de palavrões” e até ameaças de violência física que chegavam pelas redes sociais, relata a autora. As mensagens davam a entender que a obra não deveria ter vindo à luz, que a mestiçagem não se prestaria mais a ser objeto de pesquisas acadêmicas e que os autores estariam protegidos pelo “pacto da branquitude”.
Assustada, Del Priore recorreu à Unesp, que contratou seguranças para escoltá-la durante a sessão de autógrafos na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, encerrada no último domingo (13). Tirando um ou outro olhar torto, o evento ocorreu sem intercorrências. Em carta aberta ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), Del Priore afirmou que, ao contar aos colegas da Academia Brasileira de Letras que estava organizando um livro sobre mestiçagem no Brasil, um deles a parabenizou “pela coragem”. Depois dos ataques ao livro, ela entendeu por quê.
— É gravíssimo: grupos de poder dentro das universidades querem controlar ideologicamente o que pode ser pesquisado e discutido. Meus colegas, em faculdades Brasil afora, se queixam disso o tempo todo. Muitos acadêmicos ficam em silêncio por medo dos alunos e das redes sociais — diz ela, que deixou a docência na Universidade de São Paulo em 2001 e vem se dedicando a escrever livros de História para o grande público, como biografias de José Bonifácio e de Dona Leopoldina, a primeira imperatriz do Brasil. — Me impressionou o silêncio da Universidade a respeito desse episódio de intolerância. Somos historiadores como quaisquer outros, só queremos entender melhor a nossa cultura, a nossa gente. A resposta que tivemos foi de uma violência desproporcional.
Para evitar o simplismo
Em nota, a Fundação Editora Unesp repudiou “qualquer tentativa de silenciamento, especialmente por meio de ameaças” e expressou “seu desagravo e sua solidariedade a Mary Del Priore, reafirmando seu compromisso com a liberdade intelectual, o respeito à pluralidade de perspectivas e o direito de pesquisadores e autores exercerem plenamente seu trabalho”. “A divergência e o debate são elementos indispensáveis à vida intelectual e a uma sociedade democrática. Nenhuma discordância, contudo, pode servir de justificativa para ameaças, intimidações ou qualquer forma de violência dirigida a autores, pesquisadores e demais participantes do debate público”, afirma a editora. Procurada pelo GLOBO, a Bienal do Livro de São Paulo afirmou que não iria comentar o caso.
“História das mestiçagens no Brasil” é uma obra de quase 500 páginas, voltada a leitores especializados, que reúne 17 ensaios de pesquisadores que há décadas se dedicam ao tema. “Sem explicações simplistas”, os ensaios investigam a miscigenação no país, um assunto “complexo”, “marcado por conflitos, trocas e resistências que vão muito além da genética”, informa o texto de divulgação da obra.
[...]
Del Priore acredita que o livro tenha causado incômodo ao afirmar que a mestiçagem não resulta unicamente do estupro sistemático de mulheres escravizadas por seus senhores, mas também de encontros entre pessoas pobres, das mais diversas origens, que formaram “famílias plurais”, preocupadas com a ascensão social e a libertação dos filhos que nasciam no cativeiro.
— É importante deixar claro que nós não celebramos o branqueamento nem o mestiço em detrimento do preto — afirma a autora de “Uma história da velhice no Brasil” (Autêntica). — Só queremos mostrar, através de documentos, que, desde o primeiro censo do Império, em 1872, o pardo já parece como maioria da população brasileira.
Coorganizador do livro, Gian Melo insiste que “ninguém quer recriar o mito da democracia racial” e é preciso distinguir entre a “ideologia da mestiçagem” e a mestiçagem como fenômeno popular. A primeira foi uma ideologia de Estado que realmente visava a embranquecer a população brasileira. A outra é um fenômeno popular indissociável da cultura nacional.
https://oglobo.globo.com/cultura/livros/noticia/2026/09/16/mary-del-priore-comenta-ataques-por-livro-sobre-mesticagem-e-gravissimo-meus-colegas-se-queixam-disso-o-tempo-todo.ghtml
Não aceita a ideia de que casais de brancos e negros tenham se formado sem violência porque isto esvazia sua causa antirracista.
Mary del Priore comenta ataques por livro sobre mestiçagem: 'É gravíssimo. Meus colegas se queixam disso o tempo todo'
Historiadora foi escoltada na Bienal Internacional do Livro de São Paulo; acadêmicos relatam medo de agressões nas redes: 'Há muito assédio moral'
Por Ruan de Sousa Gabriel — São Paulo 16/09/2026
Os ataques começaram no fim de agosto, quando a historiadora Mary Del Priore anunciou o lançamento de “Histórias das mestiçagens no Brasil”, que ela organizou ao lado de Gian Melo, professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), para a editora da Unesp (Universidade Estadual Paulista). Eram xingamentos (alguns de caráter misógino), “uma torrente de palavrões” e até ameaças de violência física que chegavam pelas redes sociais, relata a autora. As mensagens davam a entender que a obra não deveria ter vindo à luz, que a mestiçagem não se prestaria mais a ser objeto de pesquisas acadêmicas e que os autores estariam protegidos pelo “pacto da branquitude”.
Assustada, Del Priore recorreu à Unesp, que contratou seguranças para escoltá-la durante a sessão de autógrafos na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, encerrada no último domingo (13). Tirando um ou outro olhar torto, o evento ocorreu sem intercorrências. Em carta aberta ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), Del Priore afirmou que, ao contar aos colegas da Academia Brasileira de Letras que estava organizando um livro sobre mestiçagem no Brasil, um deles a parabenizou “pela coragem”. Depois dos ataques ao livro, ela entendeu por quê.
— É gravíssimo: grupos de poder dentro das universidades querem controlar ideologicamente o que pode ser pesquisado e discutido. Meus colegas, em faculdades Brasil afora, se queixam disso o tempo todo. Muitos acadêmicos ficam em silêncio por medo dos alunos e das redes sociais — diz ela, que deixou a docência na Universidade de São Paulo em 2001 e vem se dedicando a escrever livros de História para o grande público, como biografias de José Bonifácio e de Dona Leopoldina, a primeira imperatriz do Brasil. — Me impressionou o silêncio da Universidade a respeito desse episódio de intolerância. Somos historiadores como quaisquer outros, só queremos entender melhor a nossa cultura, a nossa gente. A resposta que tivemos foi de uma violência desproporcional.
Para evitar o simplismo
Em nota, a Fundação Editora Unesp repudiou “qualquer tentativa de silenciamento, especialmente por meio de ameaças” e expressou “seu desagravo e sua solidariedade a Mary Del Priore, reafirmando seu compromisso com a liberdade intelectual, o respeito à pluralidade de perspectivas e o direito de pesquisadores e autores exercerem plenamente seu trabalho”. “A divergência e o debate são elementos indispensáveis à vida intelectual e a uma sociedade democrática. Nenhuma discordância, contudo, pode servir de justificativa para ameaças, intimidações ou qualquer forma de violência dirigida a autores, pesquisadores e demais participantes do debate público”, afirma a editora. Procurada pelo GLOBO, a Bienal do Livro de São Paulo afirmou que não iria comentar o caso.
“História das mestiçagens no Brasil” é uma obra de quase 500 páginas, voltada a leitores especializados, que reúne 17 ensaios de pesquisadores que há décadas se dedicam ao tema. “Sem explicações simplistas”, os ensaios investigam a miscigenação no país, um assunto “complexo”, “marcado por conflitos, trocas e resistências que vão muito além da genética”, informa o texto de divulgação da obra.
[...]
Del Priore acredita que o livro tenha causado incômodo ao afirmar que a mestiçagem não resulta unicamente do estupro sistemático de mulheres escravizadas por seus senhores, mas também de encontros entre pessoas pobres, das mais diversas origens, que formaram “famílias plurais”, preocupadas com a ascensão social e a libertação dos filhos que nasciam no cativeiro.
— É importante deixar claro que nós não celebramos o branqueamento nem o mestiço em detrimento do preto — afirma a autora de “Uma história da velhice no Brasil” (Autêntica). — Só queremos mostrar, através de documentos, que, desde o primeiro censo do Império, em 1872, o pardo já parece como maioria da população brasileira.
Coorganizador do livro, Gian Melo insiste que “ninguém quer recriar o mito da democracia racial” e é preciso distinguir entre a “ideologia da mestiçagem” e a mestiçagem como fenômeno popular. A primeira foi uma ideologia de Estado que realmente visava a embranquecer a população brasileira. A outra é um fenômeno popular indissociável da cultura nacional.
https://oglobo.globo.com/cultura/livros/noticia/2026/09/16/mary-del-priore-comenta-ataques-por-livro-sobre-mesticagem-e-gravissimo-meus-colegas-se-queixam-disso-o-tempo-todo.ghtml
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Data da postagem: 16/09/2026, 08:14
