
Religião é Veneno
Flávio vs Lula - Quem é o pior?
Autor: NadaSei | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 1915 Comentários: 458
Esse é o grupo que vcs apoiam? kkkkkk
Líder da oposição não assina pedido de impeachment de Moraes e alega riscos de nulidade
Por Bruno Maffi
06/09/2026 às 15:01
https://www.gazetadopovo.com.br/republica/lider-da-oposicao-nao-assina-pedido-de-impeachment-de-moraes-e-alega-riscos-de-nulidade/
Líder da oposição não assina pedido de impeachment de Moraes e alega riscos de nulidade
Por Bruno Maffi
06/09/2026 às 15:01
https://www.gazetadopovo.com.br/republica/lider-da-oposicao-nao-assina-pedido-de-impeachment-de-moraes-e-alega-riscos-de-nulidade/
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Data da postagem: 07/11/2026, 14:53
E ele está certo mesmo. Impeachment não deve ser o ÚNICO foco, impedir a indicação de outros Flávios Dinos pelo Lula deve ser outro foco, dentre outras coisas importantes a serem feitas.
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Data da postagem: 07/11/2026, 14:56
Ah, foi mal, mudei a msg. Com postagem do X fica visualmente melhor no fórum, mas não tenho conta lá então às vezes não acho exatamente o que estava procurando.
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Data da postagem: 07/11/2026, 14:59
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Data da postagem: 07/11/2026, 17:27
ParanoidFernando_SilvaQuem disse o oposto?
Não gostar do petismo não implica em ser bolsonarista.Fernando_SilvaJá tivemos uma social-democracia representado a direita. Isso deu tão errado que o Bolsonarismo surgiu como única salvação para esse grupo órfão.
Já tivemos Mário Covas, Ulysses Guimarães, FHC. Hoje temos os Bozos.
Social democracia de direita no Brasil. Nunca teve isso aqui. O próprio Lula disse com todas as letras, DEPOIS, é claro, de ter derrotado aquilo que durante os ciclos eleitorais nos quais ele enfrentou o PSDB chamava de "direita neoliberal.
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Data da postagem: 07/11/2026, 17:44
Sabe de uma coisa... Já entendi que voto popular não é confiável. A maioria dos brasileiros votam por pura emoção ou fanatismo, sem medir consequências de ideologia, partido e histórico do candidato. Hoje sou mais a favor de que o Brasil voltasse a ser uma monarquia, regida diretamente por um monarca ligado à família Bragança-Orleans. Ao menos são cultos.
O monarca faria o trabalho de projetos desenvolvimentistas de longo prazo, enquanto que o primeiro-ministro faria um governo em função desses projetos do monarca, sem compromisso ideológico alheio ao da família real. O governo federal (incluindo deputados e senadores) não seria mais votado pelo povão, mas por colégios eleitorais fechados, por uma elite formada por gente com no mínimo alguma formação superior, sobretudo em direito e relações internacionais.
Partidos políticos de ideologia estrangeira teriam que ser proibidos. Mas esse governo monarca não poderia adotar nenhuma ideologia estrangeira, teria que ser algo totalmente voltado às necessidades de desenvolvimento do Brasil, sem essas coisas de marxismo, fascismo, progressismo ou agenda 2030. Caso contrário, não adiantaria de nada.
Na verdade sou a favor de um ministro para cada região. O primeiro-ministro só governaria o Brasil como um todo, em um sentido mais amplo e coordenaria os demais, para que os demais estejam conforme as políticas desenvolvimentistas do monarca. Já os demais seriam para cada região do país, assim cada região teria seu próprio ministro executivo. Ou seja, cada região teria programas de governo distintos, de acordo com as necessidades e características dos povos de cada região. Ou mesmo da geografia de cada região, porque isso também importa.
Isso acabaria com essas disputas eleitoreiras populistas e que só fazem mal ao país, fora gastos bilionários com campanha eleitoral. É a solução que me vem em mente em termos de estabilidade econômica e social ao país. Pode parecer elitista e um tanto autoritário, mas prefiro isso do que todo esse caos e desordem entre as instituições de governo.
Temos que mudar a democracia brasileira, fato.
Elitizar no poder federal e popularizar no estadual e municipal.
O brasileiro não está preparado para arcar com uma democracia em estilo americano ou francês.
A república foi um erro no Brasil!
O monarca faria o trabalho de projetos desenvolvimentistas de longo prazo, enquanto que o primeiro-ministro faria um governo em função desses projetos do monarca, sem compromisso ideológico alheio ao da família real. O governo federal (incluindo deputados e senadores) não seria mais votado pelo povão, mas por colégios eleitorais fechados, por uma elite formada por gente com no mínimo alguma formação superior, sobretudo em direito e relações internacionais.
Partidos políticos de ideologia estrangeira teriam que ser proibidos. Mas esse governo monarca não poderia adotar nenhuma ideologia estrangeira, teria que ser algo totalmente voltado às necessidades de desenvolvimento do Brasil, sem essas coisas de marxismo, fascismo, progressismo ou agenda 2030. Caso contrário, não adiantaria de nada.
Na verdade sou a favor de um ministro para cada região. O primeiro-ministro só governaria o Brasil como um todo, em um sentido mais amplo e coordenaria os demais, para que os demais estejam conforme as políticas desenvolvimentistas do monarca. Já os demais seriam para cada região do país, assim cada região teria seu próprio ministro executivo. Ou seja, cada região teria programas de governo distintos, de acordo com as necessidades e características dos povos de cada região. Ou mesmo da geografia de cada região, porque isso também importa.
Isso acabaria com essas disputas eleitoreiras populistas e que só fazem mal ao país, fora gastos bilionários com campanha eleitoral. É a solução que me vem em mente em termos de estabilidade econômica e social ao país. Pode parecer elitista e um tanto autoritário, mas prefiro isso do que todo esse caos e desordem entre as instituições de governo.
Temos que mudar a democracia brasileira, fato.
Elitizar no poder federal e popularizar no estadual e municipal.
O brasileiro não está preparado para arcar com uma democracia em estilo americano ou francês.
A república foi um erro no Brasil!
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Data da postagem: 07/11/2026, 17:53

A solução e única se chama SEPARATISMO.
Mas tem que falar baixinho, senão o monarquista sobe nas tamancas...
O monarquista médio fica todo doído com o evento de Canudos mas o sonha em fazer o mesmo com qualquer foco de independentismo.
Quem é de Lula vote nele até o Sol engolir a terra e seja feliz; só não quero ser obrigado a financiar isso.
São Paulo Livre!
Mas tem que falar baixinho, senão o monarquista sobe nas tamancas...
O monarquista médio fica todo doído com o evento de Canudos mas o sonha em fazer o mesmo com qualquer foco de independentismo.
Quem é de Lula vote nele até o Sol engolir a terra e seja feliz; só não quero ser obrigado a financiar isso.
São Paulo Livre!
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Data da postagem: 07/11/2026, 19:43
nukerSabe de uma coisa... Já entendi que voto popular não é confiável. A maioria dos brasileiros votam por pura emoção ou fanatismo, sem medir consequências de ideologia, partido e histórico do candidato. Hoje sou mais a favor de que o Brasil voltasse a ser uma monarquia, regida diretamente por um monarca ligado à família Bragança-Orleans. Ao menos são cultos.
O monarca faria o trabalho de projetos desenvolvimentistas de longo prazo, enquanto que o primeiro-ministro faria um governo em função desses projetos do monarca, sem compromisso ideológico alheio ao da família real. O governo federal (incluindo deputados e senadores) não seria mais votado pelo povão, mas por colégios eleitorais fechados, por uma elite formada por gente com no mínimo alguma formação superior, sobretudo em direito e relações internacionais.
Partidos políticos de ideologia estrangeira teriam que ser proibidos. Mas esse governo monarca não poderia adotar nenhuma ideologia estrangeira, teria que ser algo totalmente voltado às necessidades de desenvolvimento do Brasil, sem essas coisas de marxismo, fascismo, progressismo ou agenda 2030. Caso contrário, não adiantaria de nada.
Na verdade sou a favor de um ministro para cada região. O primeiro-ministro só governaria o Brasil como um todo, em um sentido mais amplo e coordenaria os demais, para que os demais estejam conforme as políticas desenvolvimentistas do monarca. Já os demais seriam para cada região do país, assim cada região teria seu próprio ministro executivo. Ou seja, cada região teria programas de governo distintos, de acordo com as necessidades e características dos povos de cada região. Ou mesmo da geografia de cada região, porque isso também importa.
Isso acabaria com essas disputas eleitoreiras populistas e que só fazem mal ao país, fora gastos bilionários com campanha eleitoral. É a solução que me vem em mente em termos de estabilidade econômica e social ao país. Pode parecer elitista e um tanto autoritário, mas prefiro isso do que todo esse caos e desordem entre as instituições de governo.
Temos que mudar a democracia brasileira, fato.
Elitizar no poder federal e popularizar no estadual e municipal.
O brasileiro não está preparado para arcar com uma democracia em estilo americano ou francês.
A república foi um erro no Brasil!
Nada disso resolveria nada, república ou monarquia não mudam por si só os problemas do governo.
Os ingleses tentaram a República primeiro e falharam, voltaram com a monarquia, mas inventaram a monarquia constitucional que funciona melhor. Os mesmos ingleses nas colônias das Américas seguiram a receita criaram a primeira república constitucional que é até hoje o melhor sistema já implementado.
A evolução desse sistema necessita primeiro entender o que faz dele melhor que os outros, antes de achar que o problema está na República em si ou na democracia.
Um bom governo é aquele em que o governo em si faz muito pouco e a maior parte da vida se da através da livre concorrência no mercado.
Uma evolução desse sistema seria introduzir um quarto poder, um poder constituinte, onde quem define como o governo funciona não pode ele próprio governar e quem governa não decide como o governo funciona.
Mecanismos temporais também seriam uma boa opção, por exemplo. Um parlamento com limite de 5 anos, onde eles somente apresentam propostas de leis a serem votadas na próxima legislatura, por um novo parlamento e esse parlamento só aprova leis propostas pelas legislaturas anteriores. Uma vez aprovada, ela só entra em vigor daqui mais 5 anos na próxima legislatura.
Isso cria um sistema onde o parlamento nunca governa a nação com leis que ele próprio criou e nunca cria leis em si.
O parlamento somente aprova leis criadas por parlamentos anteriores e faz propostas de lei para serem aprovadas ou recusadas pelo próximo parlamento.
Isso tira a pessoalidade das decisões e força decisões de longo prazo.
Outra coisa seria o municipalismo.
O governo federal aprova permissões legislativas, mas não define leis federais, depois o estado aprova a permissão legislativa no estado, mas novamente ela não entra em vigor. Só então, quando o governo federal e estadual aprovaram uma lei, o municípios daquele estado podem votar para aprovar ou recusar a lei no município.
Isso significa que basta 1 não para recusar uma legislação, mais é preciso 3 sim para aprovar a lei em um município.
São esses mecanismos que retiram poder e pessoalidade dos governantes que permitem criar um sistema de governo superior, não meras mudança de regime.
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Data da postagem: 07/11/2026, 21:46